Ibahia

Na partida em que o Bahia de Feira derrotou o Serrano, nesse domingo (24), por 2 a 1, e abriu vantagem na briga pela vaga na final, o gramado era mesmo para os dois times. Ainda assim, para o meia-atacante Clayton, que defendeu o time mongoió no duelo, entre as quatro linhas do Lomantão, os donos da casa foram os mais prejudicados pelo terreno em péssimas condições.

“Tívemos um prejuízo terrível no jogo, que foi o gramado. Tudo bem que ele era o mesmo para os dois. Mas estávamos em casa, com a obrigação de vencer, e time nenhum consegue criar com um gramado naquelas condições. O torcedor de Conquista não vai ver um jogo bonito no Lomantão até que mudem isso”, reclamou Clayton. Segundo o jogador, o Bahia de Feira também sentiu as dificuldades. “Até a equipe deles, que joga bem, não conseguiu. Um dos gols saiu no chutão”, completou.

Com a derrota, o Serrano tem a obrigação de vencer na partida de volta, em Feira de Santana, por pelo menos dois gols de vantagem. Para o atacante, não é uma missão impossível e a torcida pode confiar que o time mongoió está vivo na disputa. “Não tem nada decidido. É um jogo de 180 minutos, temos que fazer a diferença, mas nada de loucura. Vamos partir do princípio que não podemos tomar gol e fazer os nossos”, disse Clayton, dando a receita da classificação.

Um bom exemplo de como superar a situação controversa e reverter o resultado no próximo domingo (1), no Joia, está fresco na mente do jogador do Serrano. “Olha só o que aconteceu com o Fluminense, na Taça Libertadores. Ninguém acreditava, o time foi lá e se classificou. São essas coisas do futebol”, finalizou o atleta exaltando o exemplo carioca, que deve ser seguido pela equipe conquistense.