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Em contato com o Site Galáticos Online, a presidente da Catuense, Maria Aparecida Pena, informou que foi orientada pela advogada do clube para não se pronunciar, pelo menos por enquanto, sobre a denúncia feita pelo presidente do Camaçari, Fernando Lopes, sobre o episódio conhecido como a “mala preta” da 2ª divisão do Campeonato Baiano 2013. A dirigente chegou a marcar uma entrevista do presidente de honra da Catuense, Antonio Pena, mas desistiu minutos depois de ter conversado com o departamento jurídico. “Vamos aguardar o desfecho do caso no TJD-BA para depois adotarmos as providências cabíveis”, disse Cida Pena.

A investigação que está sendo feita pelo Tribunal de Justiça Desportiva da Bahia tem a frente o auditor Luis Valnei, que deve concluir o inquérito nos próximos dias. Em jogo do Campeonato Baiano da 2ª divisão, o Camaçari acusa o Ipitanga de ter simulado um “cai cai”, para encerrar a partida aos 15 minutos do segundo tempo por falta de atletas em campo, quando a equipe perdia por 4 a 0. O resultado final classificou a Catuense, beneficiada pelo critério de saldo de gols com o encerramento prematuro do confronto.

Na partida, o Ipitanga levou apenas 10 atletas titulares e nenhum reserva, sendo que quatro deles alegaram contusões e saíram de campo, ficando com número inferior ao permitido por lei desportiva para continuar no jogo.