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:: 4/abr/2014 . 13:34

Wilton Pereira Sampaio comanda BaVi decisivo

Galáticos Online

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A Federação Bahiana de Futebol (FBF) definiu a arbitragem para o primeiro jogo decisivo da final do campeonato Baiano entre Bahia e Vitória. Como já era esperado, o juiz principal da partida será de fora do estado e trata-se do goiano Wilton Pereira Sampaio.

Os assistentes designados pela entidade para comandar o clássico serão Fabrício Vilarinho da Silva (GO) e Bruno Boschilia (PR). O duelo acontece neste domingo (6), às 16h, na Arena Fonte Nova.

“Não foi por falta de qualidade no nosso quadro de árbitros, que foi muito competente, mas outras circunstâncias levaram a esta escolha”, resumiu o presidente da FBF, Ednaldo Rodrigues, após a definição do juiz de fora do estado para apitar o clássico.

Clássico dos Milhões… de gringos: dez anos depois, Fla e Vasco se reencontram em final recheada de estrangeiros

Esportes.br

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8 de abril de 2004. Já em vantagem após ter vencido o Vasco por 2 a 1 no jogo de ida, o Flamengo volta a triunfar, desta vez por 3 a 1, e conquista o Campeonato Carioca. O herói da tarde foi Jean, que marcou os três gols. 6 de abril de 2014. Dez anos depois, os rivais históricos voltarão a se encontrar em uma final de Estadual.

Muita coisa mudou desde então. O Vasco, até então desconhecedor da Série B, foi rebaixado em 2008, reergueu-se, conquistou a Copa do Brasil em 2011 e voltou a cair no ano passado. O Flamengo também venceu a Copa do Brasil, em 2006, sobre o próprio Vasco, e voltou a comemorar um título de Campeonato Brasileiro após 17 anos de jejum, em 2009.

Além de todas as glórias e decepções, um outro fator será diferente quando os rivais entrarem em campo às 16h (de Brasília) deste domingo, em um Maracanã bastante modificado: o idioma falado.

Em 2004, as duas partidas que decidiram o Estadual não tiveram a presença de um estrangeiro sequer. Apenas durante o Campeonato Brasileiro, o sérvio Petkovic, “carrasco” vascaíno em 2001, defendeu o próprio Cruzmaltino em um clássico, e marcou o gol da vitória por 1 a 0.

Hoje, o panorama é bem diferente. Se o time titular do Flamengo fala português nativamente, o banco é recheado de castelhano, com a “promessa” argentina Lucas Mugni e os zagueiros Erazo (Equador) e Marcos González (Chile). O paraguaio Cáceres, que chegou a disputar o clássico da primeira fase, recupera-se de lesão.

No Vasco, a “invasão” estrangeira é mais preponderante, com duas das principais referências vindo do outro lado do Rio da Prata: o volante argentino Guiñazú, que carrega a faixa de capitão, e o goleiro uruguaio Martín Silva, que caiu nas graças da torcida ao trazer estabilidade debaixo dos quatro paus após um ano de 2013 catastrófico. O paraguaio Aranda e o colombiano Montoya ainda aparecem como opções para o segundo tempo.

A explicação para o aumento de estrangeiros envolve o poderio financeiro do futebol brasileiro, hoje muito maior do que era dez anos atrás. Não obstante, a CBF aprovou no ano passado uma regra que dá aos clubes a possibilidade de utilizar até cinco jogadores não-brasileiros por partida em competições nacionais, ao invés dos três que eram permitidos até então.

Apesar de tudo, se um “gringo” decidir o Campeonato Carioca deste ano, não se tratará de algo inédito. Já no longínquo ano de 1944, o argentino Agustín Valido marcou o único gol da vitória de 1 a 0 do Flamengo sobre o Vasco e, mesmo atuando com 39 graus de febre, deu o título estadual ao seu clube.

Em 2001, Petkovic entrou para a história ao marcar um lindo gol de falta já aos 43 da etapa final, que garantiu outra conquista rubro-negra. O placar apontava 2 a 1 para o Fla, mas o Vasco ia sagrando-se campeão graças a uma vitória por 2 a 1 no jogo de ida e uma vantagem nos critérios de desempate, por ter feito melhor campanha na fase anterior.

Embora não tão decisivos, outros estrangeiros também marcaram seus nomes nas histórias de Flamengo e Vasco, e de todo o futebol brasileiro. A função de gandula tem este nome graças ao argentino Bernardo Gandulla, contratado pelo Cruzmaltino em 1939. Na mesma época, a posição de meio-campista defensivo ganhou o nome que conserva até hoje graças a outro argentino, Carlos Martín Volante, que defendeu o Fla entre 1938 e 1943.

O argentino Andrada, campeão brasileiro em 1974, o zagueiro equatoriano Quiñonéz, que conquistou o mesmo título em 1989, e o argentino Conca, antes de tornar-se ídolo da torcida do Fluminense, foram outros estrangeiros notáveis da história do Vasco. No Flamengo, o “Diabo Louro” argentino Doval, que também defendeu o rival Flu, seus compatriotas Mancuso e Fillol e o equatoriano Rivera tiveram destaque. Agora, quem será que se eternizará nos próximos dois domingos? Martín Silva? Guiñazú? Mugni? É esperar para ver.

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Presidente do Vitória da Conquista acusa jogadores de tumultuar ambiente antes do jogo contra o Vitória

Por Luciano Pina

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O presidente do Vitória da Conquista, Ederlane Amorim, revelou, em entrevista à rádio CBN, que um grupo de jogadores liderados pelo atacante Tatu e os meias Moisés e Ramires procuraram o mandatário para “tumultuar o ambiente do clube”.

Segundo Ederlane, ele teria mandado os jogadores saírem de sua sala e que após sua ordem os jogadores teriam agido de forma agressiva. “Temi pela minha segurança”, disse o presidente durante a entrevista.

Muito triste, ele também disse que não reconhece o atacante Tatu deste ano, segundo ele “é outra pessoa, não é o mesmo de 2008?, falando sobre o lado pessoal do jogador.

Segundo o presidente, as reclamações do atacante Tatu eram:

A multa que levou do clube por ter levado o terceiro cartão amarelo, deixando-o de fora do jogo contra o Bahia.

Pagamento do mês de Março e Abril (que ainda venceu).

Vasco pressiona, Mauro salva o Resende, e times empatam na estreia

Globo Esportes

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No primeiro grande teste da Arena Amazônia para a Copa do Mundo, nenhum gol em um jogo entre equipes do Rio de Janeiro. Os titulares sequer viajaram, e os reservas do Vasco até pressionaram, mas pararam no goleiro Mauro, do Resende, na noite desta quinta-feira, com mando de campo do time do Sul Fluminense. A grande maioria dos torcedores presentes era cruz-maltina. Empurraram o time em boa parte do tempo, xingaram o árbitro, fizeram ola e assistiram a partida movimentada, porém, sem gols: 0 a 0 na estreia pela primeira fase da Copa do Brasil. A Arena Amazônia recebeu público pagante de 38.189 pessoas (40.189 presentes). A renda foi de R$ 2.122.210,00.

– Não foi o resultado que a gente esperava. A gente veio aqui com o intuito de vencer, mas saiu com o empate. Não conseguimos fazer o gol fora, que é importante na Copa do Brasil. Mas acredito que criamos e infelizmente não conseguimos fazer o gol – disse Dakson.

Ao poupar os titulares, Adilson Batista deixou clara a prioridade para a decisão do Campeonato Carioca. Domingo começa. O clássico contra o Flamengo será às 16h. Já o confronto decisivo entre Vasco e Resende acontece dia 16, às 19h30m (de Brasília), em São Januário. Empate com gols dá a vaga para o Resende. Novo 0 a 0 leva a disputa para os pênaltis. Quem vencer avança.

Galo segura empate com Santa Fe e está classificado às oitavas

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O sonho do bicampeonato da Libertadores está mais vivo do que nunca para o Atlético-MG. O Galo visitou o Santa Fé, nesta quinta-feira, no estádio El Campín, em Bogotá, e vai voltar para o Brasil com o ponto que precisava para garantir classificação para às oitavas de final por antecipação. Os brasileiros empataram por 1 a 1, e na pior das hipóteses terminam o Grupo 4 na vice-liderança.

Os gols do jogo foram anotados por Guilherme pelo lado do Galo e Cuero empatando para o Santa Fé no segundo tempo. Com o resultado, o Atlético-MG vai aos nove pontos, contra sete dos venezuelanos do Zamora, e cinco pontos para o Santa Fé e para os paraguaios do Nacional.

Na sequência da Libertadores, o Atlético-MG encerra a fase de grupos recebendo os venezuelanos do Zamora, no dia 10 de abril, no Independência. Mas antes disso, o Galo terá pela frente o clássico contra o arquirrival Cruzeiro, pela final do Mineiro.

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Cruzeiro supera La U e segue na briga para chegar às oitavas

Gazeta Esportiva

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O Cruzeiro está vivo na Libertadores. A Raposa encarou os chilenos da Universidad de Chile com a obrigação de vencer para não ser eliminado precocemente da principal competição de clubes das Américas, e os celestes não decepcionaram. Os cruzeirenses triunfaram por 2 a 0, em pleno estádio Nacional, em Santiago, e vai decidir a vaga para as oitavas na última rodada.

Na maior parte do tempo, o Cruzeiro foi aquela equipe que a torcida se acostumou a ver envolvendo os adversários na última edição do Brasileirão. Como prêmio os mineiros garantiram a vitória com gols de Bruno Rodrigo e do paraguaio Samudio. A Raposa chegou aos sete pontos, contra nove da La U e dez do Defensor-URU, deixando as vaga do Grupo 5 para serem decididas na última rodada.

Na sequência da Libertadores, o Cruzeiro encerra a fase de grupos recebendo os peruanos do Garcilaso, no dia 9 de abril, no Mineirão. Mas antes disso, a Raposa terá pela frente o clássico contra o arquirrival Atlético-MG, pela final do Mineiro.

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