Diário de Pernambuco

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O jogo começando às 21h de uma sexta-feira banhada a chuva e transmissão na TV fechada foram fatores que acabaram afastando o público do estádio. Mas os poucos e corajosos torcedores que estiveram presentes no Arruda cobraram, veementemente, melhoras do time coral. Desde antes do apito inicial. O jejum de vitórias no ano incomodava.

Devido também à chuva, o estado do gramado não contribuiu para o exercício de um bom futebol. O terreno estava bastante encharcado. Funcionários chegaram a tirar baldes de água do campo antes do início da para amenizar a situação. Pouco adiantou. A bola correu com dificuldade. Parava constantemente nas poças. Jogadas que seriam despretensiosas tornavam-se perigosas. Cada uma delas era um teste de atenção para os atletas.

A partida era truncada. Com o campo pesado, a alternativa de ambas as equipes foram as jogadas aéreas. Porém, ironicamente, foi com a bola no chão que os times chegaram ao gol em lances pontuais. Após cruzamento rasteiro de Renatinho, acionado pela primeira vez na lateral esquerda em 2014, Luciano Sorriso abriu o placar para o mandantes aos 25. Dois minutos depois, o Paraná empatou depois de um contra-ataque.

O ritmo da etapa final seguiu semelhante ao do início. Os times esbarravam em suas limitações e nas poças. Os corais reclamaram bastante de um pênalti não dado em cima de Carlos Alberto.Os mandantes pressionaram mais. Faltou o gol. Sérgio Guedes chegou a abrir mão de um dos três volantes (Luciano Sorriso) e colocou o atacante Adilson. Em vão.