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O torcedor do São Paulo passou quase 50 dias sonhando com o jogo desta quarta-feira (21h45, de Brasília), no Morumbi, contra o Atlético Nacional, da Colômbia, pela semifinal da Libertadores.

Desde a épica classificação contra o Atlético-MG, no Independência, muita coisa mudou no Tricolor. Assim como muito mudou no time colombiano, que também passou sufoco nas quartas, diante do Rosario Central.

A pausa de 49 dias na Libertadores se deu por conta da Copa América Centenário. Nesse período, o São Paulo perdeu dois titulares importantes por lesão (Ganso e Kelvin) e outros dois não estão 100% fisicamente (Mena e Hudson, ambos recuperados recentemente de contusão). O Tricolor ainda perdeu dois reservas (Wilder Guisao e Rogério), mas inscreveu um reforço (Ytalo) e três da base (Lucas Kal, Artur e Pedro).

Do Atlético Nacional que eliminou o Rosario, dois jogadores não estarão à disposição de Reinaldo Rueda: Copete, que saiu e fechou com o Santos, e Berrío, que foi expulso após fazer o gol da classificação. Além deles, Ibarbo, que havia perdido espaço entre os titulares, também não está mais no elenco (foi para o Panathinaikos, da Grécia).

Outros dois também já foram vendidos, mas seguem na equipe até o fim da participação na Libertadores: o zagueiro Davinson Sánchez, que já até se apresentou no Ajax, da Holanda, e o volante Mejía, vendido para o León, do México. Além deles, os zagueiros Peralta e Londoño e o meia Roviro, que eram considerados reservas, também foram negociados.

Por conta de todas essas mudanças, os técnicos Edgardo Bauza e Reinaldo Rueda precisaram fazer ajustes nas equipes, mas mantiveram o esquema 4-2-3-1.