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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) apresentou nesta terça-feira seus números de 2019. E apontou um novo recorde. A entidade registrou uma receita de R$ 957 milhões, uma elevação de 43,3% em comparação ao ano anterior. Em 2018, a cifra foi de R$ 668 milhões. Os números foram divulgados após serem aprovados, por unanimidade, na Assembleia Geral da CBF.

Com o anúncio da receita recorde, a entidade ampliou sua arrecadação pelo segundo ano consecutivo. Antes disso, em 2017, a receita foi de R$ 590 milhões, uma queda em relação a 2016, quando registrou R$ 647 milhões. Por sinal, 2017 foi o único ano em que a receita da entidade caiu nos últimos dez anos. Para efeito de comparação, em 2010 a cifra era de R$ 263 milhões.

A CBF atribuiu o crescimento em 2019 à elevação dos patrocínios, direitos de transmissão e Fundo de Legado da Copa do Mundo de 2014. A entidade não revelou as cifras de cada item. Com a alta receita, o superávit alcançado foi de R$ 190 milhões, um aumento de 265% em comparação a 2018, segundo a entidade.

De acordo com a confederação, a maior parte desta receita, ou R$ 535 milhões, foi investido na própria entidade, sendo R$ 215 milhões destinados ao custeio das seleções masculina e feminina e também da base. E R$ 320 milhões foram “investidos na realização de competições e no fomento do futebol em todos os estados brasileiros”.