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:: 25/mar/2020 . 15:38

Campeonato Italiano volta a correr riscos de possível cancelamento

MSN

O Campeonato Italiano pode não ter um retorno, como era inicialmente previsto por autoridades ligadas ao futebol do país. De acordo com o “La Gazzetta dello Sport”, as chances de um possível cancelamento aumentam devido ao alto número de pessoas infectadas e mortas no país por conta da pandemia do coronavírus.

Parado desde o último dia nove de março, representantes tentam consultar datas no calendário para realocar a competição. Embora a opção do cancelamento tenha sido descartada na última semana, ela parece ganhar força, como o presidente do Brescia apoiou a suspensão por completo em entrevista ao “Corriere dello Sport”.

Apesar do número de infectados na Itália estar caindo por três dias seguidos, os problemas no país ainda são graves. E no futebol ainda é preciso encontrar datas para as 12 rodadas restantes e quatro jogos que foram adiados. A intenção seria um retorno para o início de maio, mas com os clubes voltando a treinar em meados de abril.

Jogadores pedem participação da CBF para fechar redução salarial

Globo Esportes

Os jogadores de futebol do Brasil, representados em parte pelo Sindicato dos Atletas do Rio de Janeiro, não aceitarão a proposta dos clubes de férias coletivas já e redução salarial de 25% se a crise não acabar até maio. Mas apontaram uma contrapartida: eles aceitam reiniciar conversas se a CBF participar como avalista das dívidas dos clubes.

O impasse está posto, porque a CBF não deve aceitar a participação como avalista. Assim, a partir de quinta-feira, serão buscadas soluções individuais, clube a clube.

Mas as diretorias procuram unidade. Durante toda a terça-feira (24), dirigentes da Comissão Nacional de Clubes dialogaram por teleconferência. Presidentes como Sergio Sette Camara, do Atlético Mineiro, e Maurício Galiotte, do Palmeiras, trataram do assunto.

Busca-se uma união. Se um clube der férias a partir de sexta-feira, todos da mesma divisão devem fazer o mesmo. Se um definir unilateralmente descontar 25% do salário, como permite a legislação, todos terão de tomar a mesma decisão. Desde a Copa União de 1987, não há unidade entre os clubes para decisões coletivas.

O caso brasileiro difere do que começa a acontecer na Europa. Na Alemanha, os jogadores do Borussia Monchengladbach propuseram redução salarial de 20% e houve rápido acordo com os dirigentes do quarto colocado do Campeonato Alemão. Essa tendência espalhou-se para clubes como Borussia Dortmund e Bayern de Munique. Está quase fechado também acordo no Bayer Leverkusen.

A situação na Alemanha é mais tranquila, porque entre os grandes países da Europa é o menos afetado pelo coronavírus. Há projeção de reinício do campeonato em 30 de abril. Na Itália, hoje discute-se mais abertamente a possibilidade de anular a temporada 2019/20. Não ter campeão. Esta não é uma decisão tomada, mas uma tendência cada vez mais forte.

Isso pode ocorrer na Inglaterra também, embora o confinamento no Reino Unido vá, em princípio, até a Páscoa. Na Espanha, o Barcelona propôs inicialmente redução de 70% dos salários de seu time de basquete. Não houve acerto. Desde terça-feira, há conversas com os quatro líderes do time de futebol, Messi, Busquets, Piqué e Sergi Roberto, sobre a chance de reduzir em mais de 30% os salários de todas as modalidades do Barcelona.

O presidente da Liga, Javier Tebas, acredita na possibilidade de retomar o campeonato no fim de abril, como se imagina na Alemanha. O planeta inteiro sabe que isto pode ser impossível.

Após discurso do presidente, grandes do futebol pedem: “Fiquem em casa”

Futebol Interior

Após um pronunciamento polêmico de Jair Messias Bolsonaro pedindo o fim do confinamento em massa e volta à normalidade, muitos clubes do Brasileirão usaram as redes sociais para fazer um apelo aos torcedores. Unidos, postaram a hashtag ‘Fica em casa’.

O São Paulo ainda foi mais além. Logo após o fim do discurso do presidente, o Tricolor soltou uma cartilha sobre os cuidados. Corinthians, Cruzeiro e Vasco da Gama foram alguns dos clubes que também pediram para todos ficarem em casa.

Futebol vai precisar de ‘nova pré-temporada’ após fim da quarentena, explica preparador

Terra

A pandemia do coronavírus assola o mundo e teve impacto direto no futebol com boa parte dos campeonatos pelo planeta suspensos . No Brasil, enquanto a bola não rola, alguns clubes tentam manter seus atletas em atividade em suas respectivas casas com planilhas e uma série de treinamentos desenvolvidos e monitorados pelos profissionais das comissões técnicas .

Mas é inegável a preocupação de torcedores e até mesmo dos próprios jogadores sobre a efetividade desses exercícios, uma vez que longe dos Centros de Treinamentos e do contato físicio do dia a dia, eles também ficam distantes da intensidade alta das atividades diárias em seus respectivos clubes.

“Elas funcionam sim (as planilhas de atividades), desde que sejam individualizadas e montadas de acordo com a realidade que o atleta vai ter dentro de sua casa. Deve haver uma análise do que tem disponível, não só de material como de espaço para desenvolver as atividades. A partir disso, depende do atleta seguir aquilo ali, para manter a base do que vinha desenvolvendo no dia a dia”, explica Daniel Felix, preparador físico com passagens por Flamengo, Botafogo e Atlético-MG.

Apesar do empenho das equipes e dos clubes para manter os jogadores em bom nível durante o isolamento social, Daniel alerta para o nível de competitividade, que naturalmente deve cair quando as competições forem retomadas.

“O que vai acontecer depende muito do tempo de inatividade, de destreinamento. Treinando apenas em casa é impossível manter o nível de competitividade. Vai ficar faltando os estímulos de jogo, de tomada de decisão, questões técnicas, de como reagir a cada situação de jogo. Na minha opnião, as equipes que têm bons padrões táticos estabelecidos vão voltar ao nível de competitividade mais rapidamente. O que me preocupa é se todos vão ter a possibilidade de treinar velocidade, por questões de espaço, não sei se a casa de todos os atletas do Brasil tem essa condição, a gente precisa de pelo menos 20 a 30 metros para manter essa valência de velocidade”.

Um dos pontos mais importantes para Daniel Felix, no entanto, é o cuidado com o retorno dos atletas. Para ele, o futebol vai precisar de uma nova “pré-temporada” depois da quarentena, com um conceito um pouco diferente da que é feita normalmente em janeiro. Segundo ele, o movimento precisa ser progessivo para que não haja uma onda de lesões no futebol brasileiro.

Um dos maiores problemas do futebol brasileiro na atualidade é o calendário, que pode ficar ainda mais complicado por conta das competições suspensas. Para se ter uma ideia, os estaduais pelo Brasil foram paralisados na metade ou até mesmo no começo em alguns casos. Em maio, estava previsto o início do Campeonato Brasileiro, há ainda Copa do Brasil e Libertadores.

Contraproposta vai pedir garantias de clubes e adiar discussão salarial; acordo coletivo fica mais distante

Globo Esportes

A Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol vai enviar até esta quarta-feira resposta à Comissão Nacional de Clubes sem admitir corte de salário dos jogadores neste início de paralisação. Depois da segunda proposta dos clubes, no qual houve ajuste de proposta de 50% para 25% de desconto do salários dos atletas, jogadores de futebol querem discutir, primeiro, garantias para receberem pela antecipação das férias coletivas.

A contraproposta, que vai ser enviada à Comissão de clubes até esta quarta, prevê também alguma garantia de pagamento pela antecipação de férias – além de prazo menor para os clubes efetuarem esta repasse de verba a atletas.

– Não vamos discutir redução salarial agora. Alguns jogadores comentam que tem clube que não pagou o que tem do ano passado, como vou falar de redução salarial? O que vamos dizer na contraproposta, que ainda vai passar por sindicatos e grupos de jogadores, é pedir ampliação das férias, receber mais rápido e ter garantias sobre esses pagamentos – explicou o advogado Décio Neuhaus, da FENAPAF.

Os atletas não admitem discutir 25% de desconto, pois a maioria dos clubes no país tem dois, três meses de atrasos salariais – quando não há situações piores, inclusive em clubes grandes. A FENAPAF não representa diretamente os atletas, mas negocia com a Comissão Nacional de Clubes, que representa 46 times em todo país, por alguns sindicatos. Por isso a resposta às duas propostas dos clubes vai vir através dela.

Representantes de jogadores entendem que ainda não há prejuízo financeiro aos clubes – ou seja, não houve cortes de verba de transmissão, de patrocinadores nem outras receitas que só viriam em meses mais adiante (como janela de transferências para o futebol internacional, por exemplo) -, por isso não concordam com os futuros descontos em remuneração de atletas. Pelo menos não inicialmente.

Adiamento olímpico cria verdadeiro quebra-cabeça para organizadores

Atarde

A histórica decisão tomada nesta terça-feira, 24, para adiar por um ano os Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 devido à pandemia do coronavírus apresenta novos desafios para os organizadores.

“Adiar os Jogos Olímpicos não é como reagendar uma partida de futebol para o próximo sábado”, previa no último fim de semana Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), em referência à magnitude do desafio.

Seguem alguns exemplos para dar uma ideia da amplitude do quebra-cabeça que os organizadores olímpicos terão pela frente:

Tudo depende das novas datas que ainda serão definidas, mas encaixar Jogos Olímpicos em uma agenda esportiva de 2021 já sobrecarregada é um pesadelo logístico para o próximo verão boreal (Hemisfério Norte): estão agendados Mundiais de atletismo e natação, além da Eurocopa e a Copa América de futebol, que também foi adiada para 2021.

A lenda americana do atletismo Carl Lewis sugeriu organizar os Jogos de Tóquio em 2022, mesmo ano dos Jogos de Inverno de Pequim, para criar “um ano de celebração olímpica”, mas esta opção foi descartada e o evento acontecerá em 2021.

As Federações Internacionais de Atletismo (IAAF) e Natação (Fina) já anunciaram suas predisposições a colaborar para criar um espaço no calendário para os Jogos, modificando as datas de seus respectivos Mundiais de 2021, previstos em Eugene (Estados Unidos) e Fukuoka (Japão), respectivamente.

Principais equipes da Liga Alemã aceitam redução de salário para ajudar os clubes

Terra

Com as equipes de futebol paradas em quase todo o mundo, os clubes vêm buscando estratégias para economizar em meio a crise. A equipe do Borussia Dortmund aceitou a proposta de ter redução dos seus salários temporariamente para ajudar o clube. A medida foi apresentada na última segunda-feira (23) e confirmada em comunicado nesta terça (24). Segundo a imprensa alemã, o Bayern de Munique também fará o mesmo e vai reduzir em 20% os pagamentos, sendo toda a equipe voluntária a decisão.

De acordo com o anúncio do Borussia, a ação dos jogadores, comissão e funcionários é de solidariedade. O clube alemão possui 850 profissionais e a redução nas folhas salariais ajudaram com uma economia prevista de 2,3 milhões de euros por mês.

A Liga Alemã, campeonato que o time estava disputando, está suspensa desde o dia 16 de março e tinha previsão para retornar em abril, mas representantes já anunciaram que isso não deve acontecer. Na classificação atual da competição paralisada, o Bayern ocupa a liderança e o Borussia Dortmund está na segunda colocação.

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