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:: 27/mar/2020 . 16:58

Na briga contra Covid-19, peladas são canceladas, e organizadores pedem consciência às pessoas

Globo Esportes

Fique em casa. Em meio à pandemia por conta do avanço do novo coronavírus pelo mundo, esse é o recado que alguns dos principais organizadores de peladas do Recife estão dando pelas redes sociais. Gente como Ney Silva, um dos grandes incentivadores do futebol de várzea na cidade e fenômeno do Instagram, reforça o coro e pede que as pessoas não saiam para jogar bola neste momento.

– O pessoal continua jogando bola. Tem o pessoal me marcando aqui nos vídeos. Porém é uma atitude errada. É uma coisa muito triste, certo? Ela não só pode pegar, mas pode contaminar outras pessoas também – disse o influenciador Ney Silva, conhecido como “Galvão Bueno” da várzea por narrar as peladas pelo nordeste.

Landim: ‘Jesus é Messi dos técnicos e fez pedida muito além da capacidade do Flamengo pagar’

ESPN

Jorge Jesus é o “Messi dos técnicos”, mas sua pedida salarial para renovar contrato está “muito além da capacidade do Flamengo pagar”.

Essas são declarações do presidente da equipe rubro-negra, Rodolfo Landim, em entrevista à FOX Sports.

O técnico português pediu 7 milhões de euros (R$ 39,5 milhões) por temporada para renovar seu vínculo com a equipe da Gávea – o mesmo se encerra em 20 de junho.

Landim afirmou que o luso vale “todo o dinheiro do mundo”, mas confirmou que o clube carioca está tentando baixar esse valor, já que não tem como atender à requisição.

“Eu não questino nunca, jamais questionarei, a pedida (salarial) de uma pessoa, seja jogador, técnico ou profissional de comissão técnica. Principalmente alguém da qualidade do Jorge Jesus. Quem sou eu para dizer a ele se o contrato dele vale ou não vale um certo valor?”, argumentou.

“Eu considero o Jesus um dos maiores técnicos do mundo, e, consequentemente, acho que ele vale muito dinheiro, sim. O problema é saber se o Flamengo tem condições de poder pagar o que ele quer receber. E ele entendeu que, para ele ficar no Flamengo, terá que se adaptar à capacidade de pegamento do Flamengo. Mas dizer se ele vale o não vale, eu acho que ele vale todo o dinheiro do mundo!”, acrescentou.

“Infelizmente, o Flamengo não tem (esse dinheiro) para pagá-lo. Mas, para mim, ele é quase um Messi entre os treinadores de futebol do mundo. Quanto vale o Messi? O Messi, segundo eu vi, ganha 55 milhões de euros líquidos por ano, o que dá, com os altos custos sociais da Espanha, muito mais do que isso. O Flamengo gostaria de ter o Messi? Adoraria, mas não tem condições”, prosseguiu.

“O Jesus é um dos melhores técnicos do mundo. Como tal, tem o direito de pedir o quanto ele quiser. Mas o Flamengo acredita que vai chegar a um denominador comum”, complementou.

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Landim ainda disse que não quer “esconder” que o pedido de Jesus está fora dos “limites” do Fla, mas ressaltou que tem total confiança em chegar a um “denominador comum”.

“É óbvio que, se a gente está discutindo (para chegar a um acordo salarial), é porque a pedida (de Jesus) foi muito além da capacidade do Flamengo. Não vou esconder isso, mas ele sabe disso. Tenho a expectativa alta de que vamos chegar a um valor, e eu não estaria falando isso aqui se não tivesse. Podem acreditar em mim”, assegurou.

“Nós já iniciamos conversas com ele e com o empresário dele, as conversas estão muito bem encaminhadas. A gente tem contrato até final de maio, início de junho, e temos certeza que vamos chegar a um denominador comum com ele. Ele está querendo seguir no Flamengo, e nós queremos seguir com ele. O que falta é acertar os últimos detalhes, e tenho certeza que isso vai acabar acontecendo”, finalizou.

Pequenos cortam elencos em meio à paralisação, e jogadores vivem a incerteza

Uol

Os grandes clubes do futebol brasileiro estão preocupados com as finanças em meio ao avanço do coronavírus que paralisou todas as atividades por tempo indeterminado. Redução parcial e provisória nos salários dos jogadores acima de R$ 40 mil, relaxamento no pagamento de direitos de imagem e antecipação de direitos de transmissão são algumas das medidas em análise, como mostrou o UOL Esporte.

Mas o mundo é diferente do outro lado da ponte. Enquanto os donos das maiores receitas do esporte nacional planejam cortes salariais, tem time que está cortando o elenco inteiro em meio à paralisação.

O caso é simples: a última contagem da CBF fala em 742 clubes profissionais de futebol, mas só 128 disputam o Campeonato Brasileiro, da Série A à Série D. Ou seja, mais de 80% das equipes não estão preparadas para pagar mais do que quatro ou cinco meses de salário ao ano, enquanto durarem os Estaduais. Um enorme grupo de jogadores profissionais e funcionários já começa a se inquietar em meio à pandemia.

Para jogador de clube grande, a preocupação é o calendário, é manter a forma. Para jogador de clube pequeno é a sobrevivência, é não deixar a sua família passando necessidade.

Entre depoimentos anônimos (como o anterior) e outros de cara limpa, como do meio-campista Kaio Wilker, do Rio Branco-PR, a conclusão é única: não está fácil para ninguém. Mas para alguns está pior ainda. “Só tínhamos essa competição para alcançar uma visibilidade. Era nosso prato de comida jogo após jogo. Agora nem sabemos se volta. É esperar essa pandemia sanar.”

Jogos de Tóquio podem acontecer entre março e abril de 2021, diz jornal

MSN

O Comitê Olímpico Internacional (COI) e o governo do Japão estudam organizar os Jogos de Tóquio no período entre março e abril de 2021, em mudança com a ideia inicial de realizar a disputa no mesmo período em que aconteceria neste ano, entre junho e setembro, ou seja, no verão do hemisfério norte.

De acordo com informações veiculadas pelo jornal “Nikkei”, que ouviu fontes próximas ao COI, na última terça-feira, quando entraram em acordo para adiar os Jogos Olímpicos, as partes deixaram em aberto uma data compreendida entre o fim de 2020 e setembro do próximo ano.

Ainda segundo a publicação, a definição seria feita após consultas da entidade esportiva mundial às federações de modalidades envolvidas e ao comitê organizador local dos Jogos de Tóquio.

Diante das diversas opções apresentadas pelos dirigentes esportivos, durante teleconferência organizada pelo COI nesta quinta-feira, o presidente da entidade, o alemão Thomas Bach, deu prazo de três semanas para uma solução, informou a emissora “NHK”.

No encontro com representantes de federação de modalidades, houve forte apelo para que o evento poliesportivo aconteça na primavera da capital do Japão, entre março e abril, para que seja evitado competir nas altas temperaturas registradas entre junho e agosto, período original de realização.

Os Jogos Olímpicos de Tóquio seriam disputados entre 24 de julho e 9 de agosto deste ano, mas acabaram adiados diante da pandemia do coronavírus após muita pressão, inclusive de países que chegaram a anunciar boicote, caso as datas originais fossem mantidas.

Fifa divulga ranking e seleção brasileira aparece em 8ª no futebol feminino

Terra

A Fifa anunciou nesta sexta-feira a primeira atualização de seu ranking em 2020 e a principal novidade é a seleção brasileira subir para o oitavo lugar, apesar do desempenho decepcionante no torneio amistoso disputado na França, disputado no começo do mês. Nele jogou três vezes e não passou de dois empates – 0 a 0 contra a Holanda e 2 a 2 contra o Canadá – e uma derrota por 1 a 0 para a anfitriã. Mesmo assim, isso foi suficiente para o time comandado pela técnica sueca Pia Sundhage ganhar uma colocação.

Com dois pontos a mais que a lista divulgada em dezembro do ano passado, o Brasil chegou a 1.958 e se igualou ao Canadá, assumindo a oitava posição. De quebra, diminuiu um pouco a diferença para a sétima colocada Austrália, que permaneceu com 1.963 pontos. Atrás de brasileiras e canadenses, fechando o Top 10, agora aparece a Coreia do Norte, com 1.940, que ultrapassou o Japão.

A liderança do ranking segue com os Estados Unidos, que mantém uma boa vantagem para a Alemanha (2.181 contra 2.090 pontos) depois da conquista do torneio amistoso She Believes Cup, disputado em solo norte-americano, com vitórias sobre Inglaterra, Espanha e Japão.

Campeã do torneio amistoso em seu país, a França ultrapassou a Holanda e assumiu o terceiro lugar no ranking da Fifa. A quinta colocação permanece com a Suécia, que é seguida de perto pela Inglaterra.

A próxima atualização do ranking, de acordo com a Fifa, está prevista para o dia 26 de junho, mas isso pode mudar por conta da paralisação do futebol com o surto global do covid-19.

Confira o ranking de seleções do futebol feminino
1º-Estados Unidos – 2.181 pontos
2º-Alemanha – 2.090
3º-França – 2.036
4º-Holanda – 2.032
5º-Suécia – 2.007
6º-Inglaterra – 1.999
7º-Austrália – 1.963
6º-Brasil – 1.958
9º-Canadá – 1.958
10º-Coreia do Norte – 1.940

Após Globo, Turner também é contra mata-mata no Campeonato Brasileiro

Bahia Notícias

Após a TV Globo se posicionar contra (veja aqui), a TV por assinatura Turner também rejeitou mudar o formato de disputa do Campeonato Brasileiro para mata-mata. A emissora americana prefere manter a briga pelo título por pontos corridos.

Segundo o site “Uol Esportes”, os executivos da emissora justificam que nesse sistema o número de partidas transmitidas seria reduzido pela metade. Isso afetaria o valor do repasse para os oitos clubes com quem assinou, que foram Bahia, Athletico-PR, Ceará, Coritiba, Fortaleza, Internacional, Palmeiras e Santos.

O Brasileirão é um dos principais produtos da Turner, junto com a Liga dos Campeões da Europa, e tem alta procura comercial. Consequentemente, o pacote publicitário com o número de jogos prometidos não é barato. A empresa americana entende que a transmissão dos jogos de mata-mata teria menos chance de acontecer na TNT. Para isso, o confronto teria que ser entre dois clubes da emissora.

Por causa da pandemia do coronavírus, o futebol no Brasil está paralisado e o Brasileirão foi suspenso. Clubes, emissoras de televisão e a CBF estão buscando uma solução para esse adiamento do início da competição.

Fifa quer extensão de contratos de jogadores devido ao coronavírus

MSN

A Fifa (Federação Internacional de Futebol) elaborou proposta para que os clubes estendam o contrato dos jogadores que têm seus vínculos vigentes até junho ou dezembro. O documento discutido internamente foi revelado nesta 5ª feria (26.mar.2020) pela agência Reuters. Eis 1 compacto da proposta (418 KB)

Segundo a organização, os contratos devem ser estendidos até o fim da atual temporada, que deve ser prorrogada devido às suspensões de campeonatos motivadas pela pandemia de covid-19. Na Europa, a temporada se encerra normalmente no meio do ano. No Brasil, isso ocorre no final do ano.

A proposta da Fifa foi detalhada em 1 documento interno entregue ao grupo de trabalho sobre o coronavírus montado na sede da instituição, em Zurique (Suíça).

Formado em 18 de março, o grupo de trabalho da Fifa também discute a prorrogação da janela de transferências, quando os clubes podem contratar jogadores que têm vínculos com outras equipes.

O atraso das competições criou uma indefinição para essa e para a próxima temporada. Com muitos campeonatos se aproximando do fim, o cancelamento é improvável. Contudo, a incerteza quanto à extensão das paralisações torna o prazo para continuidade incerto.

A principal ideia da federação é considerar a paralisação 1 período de férias e, assim, poder estender o calendário atual até uma data futura. Com isso, a pré-temporada de verão –na Europa– seria encurtada para o início a próxima temporada, então marcada para agosto.

A questão dos contratos também é afetada com a extensão. Fora a questão de jogadores que correm o risco de ficar sem contrato, a Fifa autoriza a assinatura de 1 pré-contrato de jogadores que têm 6 meses ou menos de contrato com outro clube.

Essa medida é mais comum no futebol europeu e já há alguns pré-contratos fechados para a temporada 2020-2021. Eles estão assinados e passariam a valer em julho, mas a proposta da Fifa deve inviabilizar essas transferências até a conclusão da temporada atual –se houver.

“No caso de sobreposição de temporadas e/ou períodos de inscrição, e a menos que todas as partes acordem de outra forma, será dada prioridade para concluir a temporada com a equipe original, a fim de garantir a integridade de um campeonato nacional”, diz a Fifa no documento.

Diferentemente das temporadas em realização pelo mundo –que foram suspensas–, os campeonatos periódicos foram adiados. No início do 2º semestre, estavam marcadas a Eurocopa, a Copa América e os Jogos Olímpicos de Tóquio (disputados por equipes sub-23 no futebol).

Os 3 torneios foram remarcados para 2021.

Clubes vão dar 20 dias de férias ao elenco e descartam negociação coletiva

Isto É

Os jogadores de futebol dos clubes brasileiros terão 20 dias de férias coletivas durante a pandemia do novo coronavírus, mas a definição sobre reduzir ou não salários ainda está em suspense. Após mais de duas horas de reunião por videoconferência entre representantes da CBF e dirigentes de 30 clubes para debater como reduzir os custos enquanto o calendário está paralisado, ficou descartada a hipótese de se realizar um acordo coletivo para todo o Brasil.

A proposta de unificar a negociação havia sido elaborada pela Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (Fenapaf). A entidade debatia com a Comissão Nacional de Clubes (CNC) diretrizes para como as equipes poderiam reduzir as despesas nesse período sem jogos e ao mesmo tempo manter o pagamento aos jogadores. Foram duas rodadas de conversas e de discordâncias.

O principal entrave foi delimitar quando começaria e qual seria a duração das férias coletivas. O outro ponto foi determinar qual seria a redução salarial caso a suspensão do calendário nacional durasse mais do que o período de descanso. Pelo menos a reunião desta quinta resolveu uma dessas pendências, ao determinar que os times vão dar 20 dias de férias aos jogadores a partir de 1º de abril.

Agora, caberá aos clubes definir a parte mais espinhosa, que trata de redução salarial. Os dirigentes alegam ser difícil manter as despesas enquanto não há campeonatos em andamento, principalmente pela falta de recursos com bilheteria e patrocínio. Por isso, cada equipe precisará analisar com os respectivos jogadores qual será o valor da redução e por quanto tempo valerá.

A iniciativa de negociações individuais, em vez do pacote coletivo, já era vontade de algumas equipes. Inicialmente a CNC, liderada pelo presidente do Fluminense, Mario Bittencourt, tinha o desejo de que após o período de férias, os jogadores tivessem um desconto de 50% no primeiro mês de salários e o contrato suspenso caso a paralisação atingisse o segundo mês.

O debate definiu que no dia 15 de abril será realizada uma nova videoconferência para avaliar a situação da pandemia no Brasil. O diretor de competições da CBF, Manoel Flores, afirmou no encontro que apesar da interrupção, a entidade quer manter a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro nos mesmos formatos, pois considera haver datas disponíveis para acomodar todas as partida.

Entre as equipes que já começaram a discutir internamente os acordos forçados pela pandemia estão o Grêmio, Fortaleza e o Ceará. Com essa proposta, as equipes antecipam para abril as férias que seriam entre dezembro e janeiro. Na manhã desta quinta, os times da Série B já haviam anunciado a decisão de uma outra negociação com os atletas, com férias de 20 dias em abril e redução salarial de 25% ao fim desse período.

CBF descarta fim dos estaduais, prevê férias para jogadores e marca nova reunião para semana que vem

Globo Esportes

Nesta quinta-feira, representantes dos clubes das séries A, B, C e D do Brasil se reuniram por vídeoconferência com a CBF para falar sobre a situação do futebol brasileiro. Uma nova conversa já foi marcada para a próxima terça-feira, já que a entidade e os times vão acompanhar a evolução dos casos de coronavírus no Brasil.

Participaram do encontro, pela CBF, o secretário-geral, Walter Feldman, o diretor de competições, Manoel Flores, e uma representante do departamento jurídico da entidade.

Entre os clubes ficou definido que serão dadas férias aos jogadores entre 1o e 20 de abril. A reapresentação seria no dia 21. Mas, claro, que tudo vai depender do cenário no Brasil e especialmente dos órgãos de saúde. Ninguém quis assumir de maneira oficial uma data, até por que o cenário é de incerteza. Até por isso, no dia 15 de abril a entidade vai reavaliar com os clubes.

A ideia é que assim que os jogadores voltarem aos treinos será dado prazo de 10 dias para recondicionamento físico e trabalhos táticos antes do reinício dos estaduais. Como em um primeiro momento, a CBF descarta qualquer possibilidade de dar os estaduais como encerrados, o Brasileirão só será reiniciado depois e irá até o final de dezembro.

Existe uma unanimidade entre clubes e CBF. A fórmula de disputa do Brasileirão deve ser mantida.

Sobre a redução salarial de 25% aos jogadores, a CBF e os clubes não chegaram a um acordo e cada time terá autonomia para definir essa questão internamente. Vale lembrar que a Federação Nacional dos Atletas Profissionais do Futebol já disse que é contra cortes nos salários.

No aspecto financeiro, a CBF negou que nesse momento conseguirá dar um apoio aos clubes.





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