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:: 31/mar/2020 . 17:43

Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco se unem em campanha contra o Covid-19: “Torcida única”

Globo Esportes

Os quatro grandes clubes do Rio se uniram em uma campanha para combater a disseminação do novo coronavírus. Com mensagens em seus sites e redes sociais, os clubes buscam arrecadar fundos para doar à Fiocruz. Todo o valor arrecadado será destinado à Fundação Oswaldo Cruz para ajudar no tratamento e combate da Covid-19 da seguinte forma:

Ações como produção de kits para diagnóstico, atendimento a pessoas com casos graves, no Centro Hospitalar para a Pandemia de Covid-19 – Instituto Nacional de Infectologia, que está sendo construído na sede da Fiocruz -, apoio comunitário e pesquisas que colaborem com o combate à doença e cuidado aos pacientes.

Para ajudar, o torcedor deve entrar no site www.futebolxcovid19.com.br, se cadastrar e definir o valor que pretende doar. Neste endereço vai ser possível acompanhar a quantidade de doações, chamar outras pessoas para contribuir e, quando isso tudo acabar, ver como os recursos foram utilizados. Haverá, ainda, uma auditoria externa independente.

Na nota divulgada com o início da campanha, os presidentes dos quatro grandes deixaram mensagens de apoio ao movimento. A ideia, inclusive, é de que ele se estenda para os demais clubes do Brasil, não se restringindo apenas ao Rio de Janeiro.

Fifa usará caixa bilionário para criar fundo de emergência e ajudar mundo do futebol, diz jornal

Globo Esportes

A Fifa tentará amenizar os efeitos da crise econômica gerada em todo o mundo pela paralisação do futebol por conta da pandemia do coronavírus. De acordo com o jornal “The New York Times”, a entidade máxima do futebol usará seu caixa bilionário para criar um fundo de ajuda emergencial, que poderia dar fôlego a federações, ligas e clubes.

Fifa analisará proposta de extensão automática de contratos até fim das ligas, diz agência
A reportagem aponta que a Fifa pretende separar “centenas de milhões de dólares” de seu caixa, que teria US$ 2,7 bilhões (R$ 13,9 bilhões) de reserva. A criação do fundo emergencial ainda precisa ser aprovada pelo conselho da organização, mas a entidade enviou comunicado ao jornal norte-americano confirmando a intenção de “dar assistência” ao mundo do futebol.

– A Fifa está em uma situação financeira forte, e é nosso dever fazer o máximo para ajudar em uma hora de necessidade. Portanto, confirmamos que a Fifa está trabalhando em possibilidades de dar assistência à comunidade do futebol em todo o mundo, após fazer uma avaliação abrangente do impacto financeiro que essa pandemia terá no futebol – diz a nota.

O jornal ainda indica que, além de usar parte da reserva de caixa, a Fifa pretende “emprestar sua futura renda de TV e patrocínio” para aumentar o fundo de emergência. O fundo poderia funcionar da seguinte maneira: empréstimos de curto prazo ou subsídios de emergência.

Segundo a reportagem, existe uma preocupação se o dinheiro seria direcionado para as partes mais necessitadas, como clubes menores. Entretanto, fontes da Fifa indicaram que essa preocupação se tornou secundária diante da emergência histórica criada pela COVID-19.

O fundo seria gerenciado com lideranças independentes da Fifa “para evitar o risco de ser contaminado por questões políticas”, indica a publicação. Atualmente, a entidade já repassa US$ 6 milhões a cada quatro anos para cada uma das 211 associações que fazem parte da organização.

Sem apito, sem ganho! a realidade dos árbitros de futebol

Resenha na Rede

Pandemia. Suspensão do futebol. Férias antecipadas para elencos. Como ficam os árbitros nessa história toda? Sem ganho! De forma resumida e clara, um árbitro vinculado a Federação Bahiana de Futebol, mas que prefere o anonimato, confidencia ao Resenha na Rede.

No Brasil, a atividade do árbitro de futebol é considerada uma profissão autônoma. Ou seja, o homem do apito ganha se tiver em campo. Isso vale para os que apitam o futebol profissional, como para os que estão no futebol amador.

Sem uma previsão oficial para o retorno do futebol nacional, devido ao Coronavírus, o presidente da Associação de Árbitros da Bahia, Jose Francisco Neto, reconhece possíveis dificuldades que alguns profissionais podem estar passando. “Temos conhecimentos dos árbitros que vivem só da arbitragem, existem sim essa preocupação tanto dos árbitros profissionais, tanto quanto para os amadores. Mas sabemos que não é uma regra (ficar sem ganho), pois a maioria tem a arbitragem como uma segunda atividade”, disse ao Resenha na Rede.

Tendo como base de cálculo os valores recebidos na Série A 2019, um árbitro de elite (escudo FIFA) ganha algo em torno de R$4.140,00 por partida. Já o árbitro CBF consegue receber algo em torno de três mil reais. Os bandeirinhas ficam com algo em torno de 60% dos que os principais ganham.

Em um futebol deveras rentável e profissional, a arbitragem já poderia há muito tempo ser tratada de melhor forma. A equipe de arbitragem deveria ser contratada, seja de forma fixa ou por temporada, pela CBF ou através das Federações.

FBF fará reunião em abril para definir sequência do Campeonato Baiano

Bahia Notícias

O Campeonato Baiano segue suspenso por conta da pandemia do novo coronavírus. O Bahia Notícias apurou que uma reunião deverá acontecer por videoconferência na segunda quinzena de abril para definir a data da continuidade da competição.

De acordo com apuração do BN, o Baianão será decidido dentro de campo. Internamente, a cúpula da FBF descarta a possibilidade de cancelar a competição.

O Vitória se desfez de parte do seu elenco do time sub-23 e da comissão técnica, que era comandada por Agnaldo Liz. Já o grupo principal entrou de férias coletivas, medida também adotada pelo Bahia. A única diferença é que o Esquadrão de Aço não dispensou a equipe de transição.

O Campeonato Baiano foi suspenso com sete rodadas da primeira fase disputadas, faltando duas para o término desta etapa inicial. A tabela de classificação tem o Bahia na liderança com 15 pontos, seguido por Jacuipense (12), acompanhado por Bahia de Feira e Vitória (ambos com 11). O Jacobina só tem um ponto e é o lanterna.

Governo da Bahia suspende realização de jogos de futebol no estado

Tribuna da Bahia

Os jogos de futebol estão proibidos em todo o estado da Bahia, sejam de caráter profissional ou não. Nesta segunda-feira, o governador Rui Costa comunicou a decisão e lembrou que os clubes deram férias a seus atletas. O Campeonato Baiano foi suspenso pela Federação Bahiana de Futebol (FBF) no dia 17 de março, sem prazo para retorno.

A decisão do governo de suspender os jogos de futebol acontece após uma confusão com decretos. No último sábado, foi publicado no Diário Oficial um compilado de decretos estaduais até o momento. Nele, constava a determinação do último dia 16, quando se permitia a realização de jogos com portões fechados.

O decreto do dia 16 de março, proibia eventos com mais de 50 pessoas, mas tinha um artigo exclusivo para os jogos de futebol.

– Os jogos de campeonatos de futebol, profissionais e não profissionais, deverão ocorrer sem a participação de público ou torcida – dizia o texto.

A possibilidade, a partir de agora, está proibida. A nova determinação será publicada no diário oficial desta terça-feira.

– Não há sentido realizar os jogos. Além de estarmos adotando medidas duras de isolamento na Bahia, os clubes também deram férias coletivas. As partidas de futebol estão suspensas até uma nova avaliação e consenso entre o poder público e as entidades esportivas, seguindo sempre critérios científicos – disse o governador em nota enviada à imprensa.

O abandono dos velhos craques, ‘patrimônio nacional e imorrível’

Placar
Paulo Cezar Caju

“Patrimônio nacional e imorrível”. A definição, certeira, veio de gente simples, na porta de um boteco, provavelmente em São João de Meriti, onde meu compadre Marco Antônio passa as horas jogando carteado, fumando e bebendo conhaque. Recebi uma imagem pelo zap e me lembrei dos tempos em que me drogava descontroladamente. Marco Antônio há dois anos teve um AVC e recuperou-se totalmente. Treina um time de pelada em São João e é meio indomável, apesar de introvertido, caladão. O certo seria se internar e falei com o meu irmão, Fred, para ver que tipo de ajuda a AGAP (Associação de Garantia ao Atleta Profissional) poderia oferecer. Deve receber uma pensão da CBF, mas o problema de muitos jogadores, principalmente os de minha época, vai muito além do dinheiro. É carência, abandono, apoio psicológico.

Nossa relação com o futebol e com a torcida era colossal, profunda e, acima de tudo, verdadeira. Antes da minha, então, nem se fala. Garrincha também enfrentou problemas com a bebida e foi abandonado. Quando seu pai morreu ele estava em Pau Grande e disse à família e vizinhos que seus amigos abastados e dirigentes de futebol arcariam com as despesas. Esperou, esperou e nada. O corpo do pai foi levado até o cemitério por um caminhão de lixo. Pelé está só. Tostão, recluso. Gerson, Riva, eu e, acho que todo grupo da velha guarda, nunca assimilou a pendurada de chuteiras. O futebol era nossa vida, nosso amor, nossa entrega. Sem apoio psicológico ou oferta de empregos acabamos nos deprimindo. Não é fácil ficar longe do futebol.

Marco Antônio ficou viúvo cedo, sofreu um bocado. Dividi quarto com ele na Copa de 74. É um dos maiores laterais esquerdos da história do futebol brasileiro. Nilton Santos foi o maior. Entre Marco Antônio e Marinho Bruxa? Marco Antônio, sem dúvida. Era completo, apoiava, marcava, cruzava, batia falta, era inteligente. Marinho foi genial, talento raro, mas era um peladeiro, no bom sentido, docemente irresponsável. Estamos a poucos meses de comemorar os 50 anos do Tri. É o momento de sermos procurados, badalados, exaltados. Eu posso ser localizado tomando um café no Kurt, Marco Antônio um conhaque, em São João, Riva cuidando de seus curiós, Gerson chorando em alguma transmissão da Tupi, Tostão despejando seus sentimentos em belas crônicas, Brito tomando uma cerveja em um quiosque da Ilha do Governador e o Furacão assistindo uma pelada na Praia do Leme, lembrando suas memoráveis arrancadas.

Os heróis do Tri, apesar de serem considerados “patrimônios nacionais e imorríveis”, podem ser encontrados perdidos e filmados em qualquer esquina. Deprimidos, bêbados, loucos, mas com o coração abarrotado de paixão por um futebol que se perdeu no tempo. Pra finalizar, me lembraram de mais um termo que está na moda dos comentaristas: “jogador de beirinha”. Que tal de beirinha é essa?

Conmebol avalia prorrogar suspensão da Libertadores para além de 5 de maio

Globo Esportes

Por causa do agravamento da pandemia de Covid-19 na América do Sul, a Conmebol estuda prorrogar o prazo de suspensão dos jogos da Copa Libertadores para além de 5 de maio, prazo inicialmente previsto pela própria confederação. A avaliação na entidade é que será muito difícil que o futebol seja retomado dentro desta prazo em todos os 10 países da região – Brasil, Argentina, Uruguai, Chile, Paraguai, Peru, Bolívia, Colômbia, Equador e Venezuela.

Basta que em um deles não ocorra para que o torneio não seja retomado. Além disso, as fronteiras entre todos os países precisam ser reabertas – situação que hoje é imprevisível.

No dia 12 de março, a Conmebol havia suspendido os jogos da Libertadores por uma semana; em seguida, esticou a suspensão até 5 de maio. Até o momento da interrupção, haviam sido disputadas duas das seis rodadas da fase de grupos. Para tentar aliviar a situação dos clubes, a Conmebol adiantou o pagamento de parte da premiação relativa a esta fase da competição.

A maior paralisação antes da pandemia: como o futebol sobreviveu à Segunda Guerra?

MSN

A pandemia do novo coronavírus está provocando a maior paralisação conjunta do futebol desde a Segunda Guerra Mundial. Mas o que aconteceu com o esporte durante o conflito entre as nações de 1939 a 1945?

A Goal preparou um vídeo para mostrar como aquele que é considerado o período mais sangrento da história afetou a disputa dos torneios – especialmente, óbvio, os países envolvidos no conflito.

A Alemanha, por exemplo, manteve uma liga funcionando entre 1939 e 1944, quando houve a invasão de aliados. O torneio, no entanto, era regionalizado e o futebol só voltaria à normalidade em 1947.

Na Inglaterra, o Campeonato Inglês e a Copa da Inglaterra foram suspensos por seis temporadas. Houve apenas a Wartime League, que reuniu alguns times em meio ao conflito.

Na França tudo também parou, e a bola só rolou para disputas regionais. De curiosidade, um jogo entre a França livre e a França ocupada em 1942 reuniu 35 mil pessoas no Parc de Princes.

A exemplo da Alemanha, a Itália também manteve sua liga, mas parou em 1943 quando começou a perder territórios. Já uma história épica – e trágica – envolve o Start, time formado por ucranianos que venceu uma equipe de soldados nazistas mesmo sabendo que isso poderia custar suas vidas.

Coronavírus: negociação entre clubes e atletas esqueceu futebol feminino.

Uol

A pandemia causada pelo novo coronavírus paralisou o futebol brasileiro e forçou clubes e atletas a negociar soluções para diminuir os impactos do COVID-19 nos salários dos atletas e nos orçamentos das agremiações. Mas apuração conjunta entre os blogs Dibradoras e Lei em Campo mostra que a situação do futebol feminino no Brasil não entrou na pauta das discussões e as jogadoras estão excluídas deste processo até o momento.

As reuniões se iniciaram em 20 de março e de lá para cá houve pelo menos três encontros por meio de videoconferência entre dirigentes de clubes e entidades que representam os jogadores que atuam no futebol brasileiro. E somente na quinta-feira da semana passada (26) que a situação das jogadoras foi levantada pela Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (FENAPAF). A partir daí, tanto CBF quanto a Comissão Nacional de Clubes prometeram olhar com mais carinho para as jogadoras que disputam o Campeonato Brasileiro da Série A e da Série B.

A ex-jogadora Thais Picarte, que fez parte da FENAPAF como representante do futebol feminino, afirmou à reportagem que pediu para que jogadoras fossem incluídas no grupo de jogadores que debatia a questão e, depois de insistir, conseguiu que algumas atletas participassem. No entanto, elas não conseguiram entrar na discussão, já que tudo o que era falado no grupo dizia respeito exclusivamente ao futebol masculino.

Na reunião da semana passada ficou decidido que os clubes das Séries A, B, C e D do futebol masculino dariam férias coletivas de 20 dias a todos os atletas, no período compreendido entre os dias 1 de abril e 20 de abril de 2020. Para o futebol feminino, porém, não há essa obrigatoriedade, apenas a recomendação de dar férias para as atletas, o que está sendo seguido pelos clubes que têm times femininos.

Atualmente, o mercado do futebol feminino se aqueceu bem e, com a obrigatoriedade dos times de camisa investirem na modalidade, as atletas têm um pouco mais de respaldo em contratos firmados com os clubes.

Jogadoras de futebol fazem campanha para ajudar o SUS na luta contra pandemia

Terra

Por iniciativa da lateral Mariana Dantas, do Flamengo/Marinha, várias jogadoras de futebol têm preparado ações para ajudar o Sistema Único de Saúde (SUS) durante a pandemia do novo coronavírus. O plano é realizar uma vaquinha virtual e sorteios para destinar a renda para doações. O objetivo é ajudar a Brasil a tratar e combater os infectados pela doença que precisam de atendimento na rede pública.

A ideia de Mariana ganhou o apoio de várias jogadoras de futebol e futsal. Até agora, atletas de times como Palmeiras, São Paulo, Corinthians, Internacional e até da seleção brasileira prometeram participar. A campanha foi batizada de Futebol Feminino Veste SUS e surgiu no Twitter. “Já estou organizando tudo. Vai rolar essa vaquinha, sim, e vai ter muita camisa pra vocês”, escreveu.

Nesta quarta-feira, as páginas da campanha Vestindo SUS já foram criadas no Twitter e no Instagram. A promessa é de nos próximos dias os internautas poderem ganhar camisas autografadas. “Neste momento de crise, vamos realizar uma vaquinha em prol de doações para o SUS em combate ao COVID-19! O futebol e futsal feminino do Brasil unidos nessa causa”, diz a apresentação do perfil.

Entre as jogadoras que manifestaram publicamente o interesse em participar estão Gabi Nunes, do Corinthians, Ary Borges e Bia Zaneratto, do Palmeiras, e Bruna Benites, do Inter.

Rede Globo suspende pagamento de cotas do Baianão e mais nove Estaduais

Bahia Notícias

A Rede Globo decidiu suspender o pagamento de cotas do Campeonato Baiano e de mais nove estaduais: Carioca, Paulista, Mineiro, Gaúcho, Cearense, Pernambucano, Sul-Mato-Grossense, Catarinense e Goiano, de acordo com apuração do Bahia Notícias. A medida é conta da paralisação das competições em virtude da pandemia do novo coronavírus.

O BN apurou que os clubes já foram comunicados informalmente da medida. A tendência é que tudo seja formalizado ainda nesta semana.

Os pagamentos das cotas são feitos mensalmente em parcelas durante a competição. Como os jogos estão suspensos, a cúpula da Vênus Platinada não vê razão para fazer os repasses. A ideia inicial é retornar com a verba quando a bola voltar rolar.

A Rede Globo detém o direito de transmissão do Campeonato Baiano para a TV aberta e também fechada. O contrato expira neste ano.

O valor pago pela Rede Globo para os clubes no Baianão é cerca de R$ 2,5 milhões. Desse montante, Bahia e Vitória ficam com quase R$ 800 mil cada um. O restante é dividido para oito agremiações do interior, parcelados em dez vezes.





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