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:: 7/abr/2020 . 16:41

Presidente do Paraibano dá exemplo e repassa doação da CBF aos clubes e a arbitragem

Futebol Interior

A presidente da Federação Paraibana de Futebol (FPF), Michelle Ramalho, deu um exemplo que poderia ser muito bem seguido pelos outros mandatários. Toda Federação recebeu R$ 120 mil da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A entidade paraibana dividirá essa quantia entre clubes e arbitragem.

“A Presidente da Federação Paraibana de Futebol, Michelle Ramalho, observando a crise no setor futebolístico Paraibano tomou medidas para apoiar financeiramente doando o dinheiro dado pela CBF para a Federação Paraibana de Futebol, valor de R$ 10 mil, para cada um dos dez Clubes que estão participando do Campeonato Paraibano de Futebol 2020 da primeira divisão”, diz a nota oficial.

A arbitragem ficará com os R$ 20 mil restantes da doação feita pela CBF. No texto oficial da FPF, porém, há um erro em que o valor mencionado para a arbitragem é de R$ 10 mil.

“Além dos clubes, será doado, R$ 10 mil (R$ 20 mil, na verdade), aos árbitros do quadro da Federação Paraibana de Futebol”.

A CBF, na última segunda-feira, informou que destinará R$ 19 milhões a clubes das Séries C e D do Brasileirão, além das Séries A1 e A2 do Brasileirão Feminino.

Os clubes da Série C, por exemplo, receberão R$ 200 mil, os da Série D ganharão R$ 150 mil.

Na Paraíba, Botafogo, Treze, Campinense e Atlético serão os beneficiados, além, do Auto Esporte por disputar o nacional feminino.

Clubes sem divisões solicitam ajuda da CBF: “Manter contratos e os milhares de empregos que geram”

Galaticos Online

Na última segunda-feira (6), a Confederação Brasileira de Futebol anunciou que vai ajudar vários clubes que disputam às Séries C e D, além dos times que disputam os campeonatos femininos A1 e A2. Além destas agremiações que precisam de amparo da entidade máxima do futebol brasileiro, os clubes sem divisões também querem que a CBF ajude a eles. Cerca de R$ 19 milhões serão repassados para times, federações e árbitros.

De acordo com o site UOL Esporte, uma nova carta será enviada para a CBF, parabenizando a entidade pela ajuda que será dada aos clubes citados anteriormente, mas solicitando ajuda para aquelas equipes que não disputam nenhuma divisão, já que eles também precisam manter contratos e honrar os empregos que são gerados.

CONFIRA A CARTA NA ÍNTEGRA:

“Reportamo-nos à correspondência anteriormente enviada a essa entidade pelo movimento dos clubes de futebol profissional do país, por intermédio da qual, considerando o momento de pandemia por que passa a sociedade e a paralisação dos campeonatos estaduais, foi pedida contribuição financeira para os clubes e isenção de taxas. Congratulamo-nos com a sensibilidade da Presidência da CBF, que prontamente acolheu a pretensão do nosso movimento de isenção de taxas, assim como veio, já agora, a promover a liberação de recursos para ajuda aos clubes que participam das Séries C e D, assim como as Séries A1 e A2 do Campeonato Feminino de futebol, demonstrando sensatez e espírito de colaboração.

Reafirmamos também a importância de continuidade dos campeonatos estaduais, inclusive por serem competições que geram o direito a vagas para a Série D e Copa do Brasil, ressaltando que investimentos expressivos já foram feitos pelos clubes que os disputam, clubes esses atingidos pelos efeitos da pandemia tanto quanto os que disputam as Séries nacionais do campeonato brasileiro. Há ainda razões de ordem jurídica que recomendam a continuidade dos certames estaduais, pois a eventual paralisação poderia ensejar mandados de garantia e procedimentos judiciais outros, o que geraria insegurança jurídica e forte possibilidade de afetar a formação e realização das futuras competições nacionais patrocinadas diretamente pela CBF.

Fato é que os clubes que disputam os campeonatos estaduais, não integrantes das Séries nacionais, permanecem com suas necessidades de manter os contratos e os milhares de empregos que geram por todo o País, igualmente necessitando da assistência e atendimento de auxílio emergencial financeiro por parte da CBF. E até com maior intensidade, pois como não terão outras competições e unicamente concentrarão seus esforços em concluir os certames locais, não possuem perspectivas de obtenção de patrocínios ou receitas em outros certames, sendo crucial que sejam também atendidos. Os valores repassados às Federações são insuficientes para atendimento mínimo às necessidades de emergência alimentar de atletas, comissões técnicas e funcionários que estão sendo abrigados pelos clubes, razão pela qual se pede a complementação e extensão dos benefícios já concedidos por essa Confederação.

Deste modo, considerando o precedente de atendimento parcial feito pela CBF a apenas 88 clubes participantes de suas competições e também a necessidade de viabilização das agremiações esportivas ainda não contempladas, é a presente para reiterar o pedido de atendimento financeiro também aos clubes que disputam os campeonatos estaduais e que não estejam nas Séries A, B, C e D dos Campeonatos Nacionais, reivindicando paridade de tratamento e atenção a situações fortemente emergenciais”

Presidente do Vitória da Conquista agradece à CBF, mas quer ajuda para ‘clubes sem Série’

Bahia Noticias

O Vitória da Conquista vai receber um suporte financeiro da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no valor R$ 120 mil, assim como os outros 67 clubes que integram a Série D. O auxílio é para minimizar os prejuízos causados pela paralisação do futebol em virtude da pandemia do novo coronavírus. Ederlane Amorim, presidente do Bode, destacou a importância da ajuda.

“Foi de extrema importância esse apoio da CBF. Nós, como clubes, estávamos fazendo um movimento com mais de 250 clubes do Brasil, envolvendo todas as Séries e também os clubes que estão somente nos Estaduais, buscando esse apoio. Buscamos o apoio do senador Romário, para que ele pudesse interceder, assim como a Federação Bahiana de Futebol (FBF)”, disse em entrevista ao Bahia Notícias.

Para o cartola, a crise bateu na porta de todos os clubes, independentemente do poder financeiro.

“Sejam clubes de Série A ou Série D. Todos estão passando dificuldades. Nós que estamos em uma camada mais abaixo, essas dificuldades triplicam. Paramos o futebol aqui no dia 17 de março. Fizemos a rescisão de quase todo o elenco e ainda não conseguimos cumprir. Ainda temos compromissos com funcionários, fornecedores… Os custos do Baianão como viagens e hospedagens, que precisaremos arcar nos próximos dias e que não teríamos condição de fazer, pois o Campeonato está paralisado”, ressaltou.

Apesar de valorizar o apoio financeiro da CBF, Ederlane espera que suporte seja ampliado. “Não era o pleito que queríamos em relação a valores, mas foi um avanço, um início. Espero que não fique só nesse pequeno apoio, pois vamos disputar a Série D e não sabemos até que ponto essa pandemia vai ficar. É uma competição muito longa e vamos ter dificuldades para conseguir viabilizar patrocinadores, até mesmo em questão de bilheteria, pois o impacto na economia mundial e também aqui na local foi grande. Vai ser muito difícil conseguir arrecadação neste momento em que o mundo está parado”, projetou.

O mandatário do Vitória da Conquista acredita que essa crise não vai ser fácil de solucionar.

“Para onde você olhar vai ter prejuízo, seja técnico, financeiro ou psicológico. O mundo parou e o futebol vai perder muito. Parece que estamos vivendo um pesadelo. E ainda não conseguimos absorver esse impacto que estamos recebendo, seja na vida profissional ou na vida pessoal”.

Por fim, Ederlane Amorim fez um pedido para a CBF: conceder suporte financeiro para os clubes que não disputam nenhuma Série do Campeonato Brasileiro.

“Quero parabenizar mais uma vez a CBF por todo esforço envolvido, bem como das pessoas intermediárias. Pela decisão que tomaram, não só com o futebol masculino, como também o futebol feminino. Espero que seja extensivo aos outros clubes que não estão em nenhuma outra Série do campeonato nacional e que disputaram somente os Estaduais. O prejuízo é grande, assim como o nosso. A maioria deles não conseguiu arcar com o custo dos Estaduais. Que a CBF possa também olhar para esses outros clubes. Quem ganha com isso é o futebol neste momento de humanização e solidariedade. Com certeza esse apoio é muito importante e que continue até o fim do ano”, finalizou.

Emily Lima critica Marco Aurélio Cunha: “Quem tiver algum problema, paga caro”

Uol

Emily Lima, primeira mulher a treinar a seleção feminina de futebol do Brasil, atualmente no comando da seleção equatoriana, falou ao vivo com o programa Os Donos da Bola desta terça-feira (07) e falou que jogadoras que tiverem problemas com o coordenador de Futebol Feminino da CBF, Marco Aurélio Cunha, vai pagar muito caro.

Questionada sobre a renovação do futebol feminino no Brasil, Emily destacou que iniciou uma renovação na Seleção Brasileira quando assumiu o comando da equipe e aquilo não foi visto com bons olhos – “Renovação é sempre mal vista, infelizmente. No futebol a gente precisa de resultado e muitas vezes a gente precisa de tempo para que isso aconteça. Eu estava fazendo um processo de renovação, só olhar os jogos e as escalações”, disse a treinadora que ainda disse não ver essa renovação acontecendo no momento atual da seleção – “Hoje, eu vejo uma seleção muito parecida com o que estava vindo com o professor Vadão, eu vejo muito parecido. Não estou vendo muita renovação.”

Foi mão? International Board define novas regras para temporada 2020/2021

MSN

A International Board, responsável pelas regras do futebol, definiu: a partir da temporada 2020/2021, haverá algumas alterações para a marcação ou não de um pênalti por conta de bola na mão ou no braço.

Como destaca o ex-árbitro e agora comentarista Salvio Spinola, se a bola tocar no chamado antebraço, isso não será considerado uma infração. Agora, havendo a batida em qualquer outra parte do membro superior, necessariamente o juiz precisará marcar falta ou apontar a marca da cal se o lance acontecer dentro da área e tiver um jogador de defesa como protagonista.

Além disso, há outras duas mudanças importantes referentes às cobranças. Em uma disputa de penalidades para definir o ganhador de um confronto, os cartões amarelos recebidos pelos jogadores durante o tempo regulamentar não serão considerados para fins de uma nova pena e a consequente expulsão – ou seja, a contagem fica zerada. Além disso, caso o goleiro se adiante na hora de uma batida, receberá inicialmente uma advertência verbal. Caso ocorra a reincidência, aí assim será punido com cartão. E você, curtiu estas decisões?

Fenapaf avalia que decisão do STF deve trazer igualdade aos acordos de redução salarial dos jogadores

Globo Esportes

A Medida Provisória 936, que permite às empresas negociar a redução salarial diretamente com os funcionários, fez com que os clubes de futebol enxergassem nela uma forma de reduzir os gastos. Neste sentido, algumas agremiações chegaram a propor uma redução de 25% ou até mesmo 50% dos vencimentos dos atletas. Só que uma liminar assinada pelo Ministro do Superior Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, determinou que os acordos precisam passar pelos sindicatos de cada categoria, que podem solicitar uma negociação coletiva.

A medida afeta diretamente a negociação dos clubes não só com os atletas, mas com os funcionários de forma geral. Neste sentido, para o advogado da Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (Fenapaf), Décio Neuhaus, a determinação do STF deverá organizar as negociações.

– Acredito que poderá nivelar as negociações. Existem clubes falando em redução de 25, outros 50… Poderá haver um nivelamento. Foi uma forma de resgatar a Constituição Federal, que diz que redução salarial só mediante acordo ou convenção coletiva.

Segundo a liminar, qualquer acordo precisa ser informado aos sindicatos com 10 dias de antecedência. Caso seja necessário, os sindicatos podem solicitar para que o acordo seja tratado de forma coletiva. Caminho que, segundo Décio, os sindicatos locais devem estar preparados para seguir.

– O clube faz acordo com o atleta e deve comunicar ao sindicato. O sindicato, se não abrir negociação, dará com o seu silêncio o acordo. A Fenapaf está alertando seus sindicatos para estarem prontos a abrir uma negociação coletiva.
Ainda segundo Décio Neuhaus, os acordos fechados podem ser revistos. No entanto, as negociações firmadas pelo Fortaleza e Ceará, com seus respectivos atletas, atendem de forma satisfatória e devem ser mantidos.

– Pela MP poderiam ser revistos. Mas por enquanto só Fortaleza e Ceará firmaram e não vejo necessidade de alteração, porque ambos lados cederam.

Fifa recomenda prorrogação de contratos e permitirá mudança de janelas de transferências

Terra

A Fifa recomenda a prorrogação de contratos dos jogadores que terminariam em junho e disse que permitirá que janelas de transferências sejam reformuladas para permitir prorrogações causadas pela pandemia de Covid-19 na atual temporada europeia, disse a entidade organizadora do futebol nesta terça-feira.

A Fifa também disse que incentivará times e jogadores “a trabalharem juntos para encontrar acordos e soluções durante o período em que o futebol está suspenso” e que o esporte tem que lidar com uma perda de renda inédita.

As diretrizes, noticiadas pela Reuters no domingo, foram endossadas nesta terça-feira pelo Gabinete da Fifa – uma versão reduzida de seu Conselho decisório.

O coronavírus provocou a suspensão do futebol em todo o mundo. As ligas domésticas estão em compasso de espera, e grandes torneios como a Euro 2020 e a Copa América foram adiados até o ano que vem.

A Uefa, que organiza o futebol europeu, disse desejar que a temporada 2019-20 seja concluída no campo, mesmo que isso signifique prorrogá-la até agosto.

Ranking coloca Corinthians e Flamengo entre as camisas mais emblemáticas do futebol

Terra

A France Football publicou em sua última edição uma lista em que foram eleitas as 50 camisas mais emblemáticas da história do futebol mundial. E dois mantos de clubes brasileiros foram lembrados: camisa preta do Corinthians da Democracia, entre 1982 e 1983, e a do Flamengo de Zico, usada entre 1970 e 1980.

O critério pelos próprios jornalistas da France Football foram, segundo o site da revista, escolher as “camisetas que os fizeram sonhar, tremer, vibrar”. Ainda de acordo com a publicação, a lista poderia ajudar a compreender o por quê as camisas carregam consigo um sentimento de pertencimento.

A camisa da Democracia Corintiana ficou em 24º lugar. Na justificativa, a revista lembra que aquela camisa remete a mais do que somente futebol. Foi um instrumento político contra a ditadura militar da época.

“Mais que um clube. Uma instituição que faz parte da história do Brasil. O Corinthians, que teve lendas como Garrincha, Sócrates ou Ronaldo, pediu que seus 40 milhões de torcedores fossem às ruas participar da história local”, afirma a revista.

“Em 1982, os jogadores do Corinthians, aliados aos sócios, instauraram a ‘Democracia Corinthiana’, um movimento ideológico contra a ditadura militar em curso no país. Em 15 de novembro de 1982, na final do Campeonato Paulista, os jogadores entraram com uma faixa com a inscrição ‘Dia 15, vote’, incitando a população a exercer seu direito e votar. Mais do que um clube”, concluiu.

Já a camisa do Flamengo de Zico ficou na 43º colocação. O texto explicando a escolha da camisa, no entanto, traz um erro ao colocar Garrincha como um ídolo do clube. A passagem do jogador rápida e sem brilho.

“Paixão rubro-negra profunda. Na cidade do samba, alegria e, sobretudo, das cores, o Rio de Janeiro, ver artistas brincando de rubro-negro traz um contraste sagrado. No entanto, essas são as cores históricas do clube mais popular do Brasil. Na época, o Mengão viu nomes como Garrincha tomarem conta do futebol local, mas estava se preparando para entrar na era de ouro”, diz a publicação.

Além dessas camisas dos clubes mais populares do país, três camisas da seleção brasileira foram eleitas para a lista: em quatro lugar, a camisa da Copa de 1970; em 26º, a camisa da Copa de 1986; e em 49º, a camisa da Copa de 1958.

A camisa “mais recente” citada foi a do Real Madrid de 2001-2002, ano do nono título europeu do clube. A camisa ficou marcada pelo golaço de Zinedine Zidane na final da Liga dos Campeões. Na próxima temporada, o Real Madrid deve usar uma camisa em homeagem àquele ano.

Reprise dos jogos da seleção da Copa de 1982 é chance para rever ou conhecer time histórico

Globo Esportes

Sinônimo de futebol bem jogado. É comum ouvir esta frase quando falam sobre a seleção brasileira que disputou a Copa do Mundo de 1982. Um elogio que virou status mantido até hoje. Durante à pandemia do novo coronavírus, os saudosistas – que podem ficar em casa – irão matar a saudade do ‘Escrete Canarinho’ que encantou o mundo na Espanha. Os mais jovens, que não viveram aquela época, poderão entender o motivo de tantos elogios.

A partir desta terça-feira, o SporTV irá reprisar a campanha brasileira naquele Mundial, iniciando com a estreia contra a URSS e culminando na Tragédia do Sarriá, contra a Itália. Chance de relembrar porque não é apenas com títulos que se entra para a história.

Waldir Peres; Leandro, Oscar, Luizinho e Júnior; Toninho Cerezo, Sócrates, Falcão e Zico; Serginho e Éder. Nomes na ponta da língua, mas foi o técnico Telê Santana quem transformou um apunhado de grandes jogadores em uma das maiores seleções de todos os tempos. Um dos motivos era o padrão tático considerado revolucionário na época.

A seleção de 1982 causou tanta influência nas gerações seguintes que, mesmo após 38 anos, segue modelo de inspiração. Tite, por exemplo, revelou que aquele esse estilo moldou a sua equipe que disputou o Mundial da Rússia, em 2018.

Aquela Copa também tem um gosto especial para Falcão, que decidiu escrever o livro “Brasil 82 – O time que perdeu a Copa e conquistou o mundo”. Nele, conta episódios daquele Mundial sob a ótica dos jogadores.

A seleção de Telê no SporTV, 38 anos depois
Brasil 2 x 1 URSS – Terça-feira, às 19h
Brasil 4 x 1 Escócia – Quarta-feira, às 19h
Brasil 4 x 0 Nova Zelândia – Quinta-feira, às 19h
Brasil 3 x 1 Argentina – Sexta-feira, às 19h
Brasil 2 x 3 Itália – Sábado, às 17h30

São Paulo, Inter e Cruzeiro têm acordos diferentes do Flamengo com Adidas e perdas podem ser menores

Globo Esportes

Fornecedora de material esportivo de quatro clubes da Série A, mais do que qualquer outra marca, a Adidas divulgou nota explicando o atraso no pagamento ao Flamengo e a tentativa de acordo com todos os seus parceiros: Cruzeiro, Flamengo, Internacional e São Paulo. Na semana passada, já tinha vindo à tona a informação de que o São Paulo sabia da dificuldade da fornecedora de material esportivo honrar seus compromissos durante a crise do coronavírus.

Mas são acordos diferente. Não há ainda nenhum atraso de pagamento nem para São Paulo, nem Cruzeiro e nem Internacional. Isto porque os contratos são diferentes e os depósitos feitos mensalmente para o São Paulo e semestralmente para o Flamengo. A parcela de aproximadamente R$ 8 milhões a ser paga no dia 1 de abril ao clube da Gávea ainda não foi depositada. A próxima parcela deverá ser depositada apenas em 1 de outubro.

No caso do São Paulo, o pagamento é mensal e deverá ser feito no dia 15 de abril. Ou seja, não está em atraso. Mas a empresa já avisou ao Tricolor que não conseguirá pagar da maneira originalmente combinada e propõe um acordo para prorrogar os depósitos.

Nos casos de Internacional e Cruzeiro, os valores não fixos, mas determinados por porcentagens das vendas das camisas em lojas. Como estão fechadas, Internacional e Cruzeiro já sabem que o dinheiro será pequeno. Como recebem menos, São Paulo, Cruzeiro e Internacional também terão perdas menores do que o Flamengo, embora também relevantes.

No contrato anterior com a Nike, o Internacional recebia 9% dos royalties por vendas de camisetas oficiais. No contrato atual, a fornecedora de material esportivo deposita o equivalente a 27% das vendas. O contrato é semelhante no Cruzeiro.

Presidente do Bahia de Feira é o representante da série D na Comissão Nacional de Clubes da CBF

Galáticos Online

O Presidente do Bahia de Feira, Jodilton Souza, é o representante da série D do campeonato Brasileiro na Comissão Nacional de Clubes formada pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol). O comunicado oficial foi feito na de segunda-feira (06), por Manoel Flores, diretor de competições da entidade.

A comissão Nacional de Clubes é prevista no estatuto da CBF, compostas por nove membros sendo cinco representantes da Série A, dois da Serie B, um da série C e um da série D.

O presidente do Tremendão inicia, oficialmente, os trabalhos nesta terça, já que tem reunião marcada a partir das 13h, por videoconferência, para tratar de assuntos relevantes da entidade.

Vale lembrar que a CBF anunciou que irá destinar R$ 19 milhões, a título de doação, para a base da pirâmide do futebol coordenado pela entidade em competições de nível nacional, em função das dificuldades causadas pela pandemia do novo coronavírus.

Cada clube que disputa as séries C e D do Campeonato Brasileiro vai receber um auxílio financeiro direto no valor equivalente a duas vezes a folha salarial média dos atletas de cada uma dessas divisões, segundo dados apurados no sistema de registro de contratos da CBF.

Para os 68 clubes da Série D, o auxílio individual será de R$ 120.000,00, num total de R$ 8.160.000,00 no total.

CBF vai destinar R$ 19 milhões para apoio financeiro aos clubes e federações

Bahia Noticias

A CBF comunicou na tarde desta segunda-feira novas medidas de apoio financeiro aos clubes e federações. A entidade destinará pouco mais de R$ 19 milhões para ajudar equipes que disputam as Séries C e D com valores equivalentes à média de duas folhas salariais dos atletas de cada competição. O mesmo apoio será dado às participantes das Séries A1 e A2 do Campeonato Brasileiro Feminino.

140 clubes serão beneficiados a partir desta terça-feira. – Vivemos um momento inédito, de crise mundial, cuja extensão e consequências ainda não podem ser calculadas. É necessário, portanto, agir com critério e responsabilidade. O nosso objetivo, com essas novas medidas, é fornecer um auxílio direto imediato. Mas, além disso, temos que seguir trabalhando para assegurar a retomada do futebol brasileiro no menor prazo possível, quando as atividades puderem ser normalizadas – disse o presidente da CBF, Rogério Caboclo, ao site da CBF.

Os recursos totalizam R$ 19.120.000,00 e serão destinados da seguinte forma:
Para os 68 clubes da Série D, o auxílio individual será de R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais), num total de R$ 8.160.000,00 (oito milhões, cento e sessenta mil reais).

Para os 20 clubes da Série C, o auxílio individual será de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais), num total de R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais).

Para os 16 clubes da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino, o auxílio individual será de R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais), somando R$ 1.920.000,00 (um milhão, novecentos e vinte mil reais).

Para os 36 clubes da Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino, o auxílio por clube será de 50.000,00 (cinquenta mil reais), com o desembolso total, pela CBF, de R$ 1.800.000,00 (um milhão e oitocentos mil reais).

Para as Federações Estaduais, são R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais) por entidade, num total de R$ 3.240.000,00 (três milhões, duzentos e quarenta mil reais).





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