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:: 4/maio/2020 . 16:00

Clubes devem pensar mais na sociedade do que em seus cofres na pandemia

Uol

Discutir o retorno dos campeonatos de futebol no país em meio à pandemia é muito mais do que tratar da sobrevivência dos clubes. É óbvio que o mais importante é a saúde da população, mas grande parcela dos dirigentes parece imitar o presidente Jair Bolsonaro e dizer “e daí?” para as mais de 6 mil mortes por Covid-19 no Brasil até agora.

Nesse cenário, a crise dá a oportunidade para os cartolas mostrarem o quanto são capazes de entender ou não um problema global. Autorizar a retomada dos treinos presenciais agora ou fazer lobby para os jogos voltarem com portões fechados o mais rapidamente possível são atitudes de quem teima em olhar para o próprio umbigo enquanto milhares ao seu redor morrem.

Grêmio e Internacional, por exemplo, apoiados num decreto da prefeitura de Porto Alegre, retomam os treinamentos físicos presenciais nesta semana. Os dois clubes se cercam de cuidados para evitar que seus jogadores e outros funcionários não sejam contaminados. Esse é o problema. A preocupação não pode ser apenas interna. É preciso pensar no exemplo que será dado para população. É natural que muitos se sintam estimulados a sair de casa para retomar parte de sua rotina.

Outro ponto importante: as duas agremiações prometem testar jogadores e demais funcionários e adotar o uso de EPIs. Ninguém nos clubes pensou que há uma falta testes para covid-19 e de EPIs? A carência de equipamentos de proteção individual, aliás, se tornou um pesadelo para médicos e enfermeiros já que sem os materiais adequados o risco de contaminação é imenso.

Não seria melhor Grêmio e Internacional retomarem os treinos à distância, como parte dos clubes vai fazer? Testes e EPIs seriam poupados podendo ficar à disposição do sistema de saúde.

Agora pense se os jogos forem retomados antes que a situação esteja sob controle, o que está longe de acontecer. Os cartolas afirmam que todos os cuidados serão tomados para proteger os envolvidos nas partidas. De novo, falta sensibilidade para entender a crise de maneira ampla. O número é maior, mas vamos pensar em 30 pessoas por time entre jogadores e comissões técnicas voltando a disputar competições. Só para as Séries A e B do Brasileiro seriam necessários 1.200 testes para Covid-19 para assegurar que todos sejam testados. É uma quantidade que faz falta ao sistema público de saúde. Não é hora de energia e recursos serem gastos fora do foco principal.

Com atletas treinando e jogando também há o risco de lesões graves. Não é tão raro, por exemplo, um choque de cabeça entre dois adversários levar ao menos um deles para o hospital. Fraturas e rompimentos de ligamentos que exigem cirurgias também não são raridades. É desnecessário correr o risco de levar mais gente para os hospitais em meio a uma pandemia.

Na opinião do ministro Nelson Teich, a volta do futebol seria boa emocionalmente para a população durante o distanciamento social. Sem dúvida, a quarentena ficaria menos chata para quem gosta da modalidade. Mas o Ministério da Saúde precisa pesar todos os fatores. Apenas distrair a população com jogos na TV cheira à política do pão e circo. Isso é exatamente o que o povo não precisa.

FBF mantém futebol baiano paralisado e sede fechada por tempo indeterminado

Bahia Notícias

A Federação Bahiana de Futebol (FBF) manteve a paralisação do futebol baiano por tempo indeterminado, assim como o funcionamento da sua sede devido a pandemia do coronavírus. A decisão foi anunciada na manhã desta segunda-feira (4) em seu site oficial. Porém, os membros da diretoria da entidade continuam à disposição através de e-mails e telefones.

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), prorrogou na última sexta (1º) a suspensãodos eventos esportivos no estado até o dia 18 de maio.

No último dia 17 de março, a FBF determinou a paralisação do Campeonato Baiano e todas as suas outras competições. No dia seguinte, as atividades administrativas da entidade também foram suspensas, inicialmente até o dia 1º de abril, depois prorrogada até 3 de maio.

Na última atualização divulgada na noite deste domingo (3), a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) registrou 3.566 casos confirmados de Covid-19 e 128 óbitos. Já foram curados 764 pacientes.

Flamengo perde 44 mil sócios desde o auge do programa em 2019

Foxsports

Além de sofrer com a falta de bilheteria dos jogos, o Flamengo acumula outro prejuízo financeiro enorme. O programa de sócio-torcedor do clube cai a cada mês e aperta o cinto rubro-negro.

Se no ano passado, durante o período de arrancada do clube para as conquistas do Brasileirão e da Conmebol Libertadores, o clube conseguiu ter 150 mil sócios, hoje a realidade é outra. Atualmente, o contador do site oficial do Nação Rubro-Negra mostra que 106 mil continuam associados.

No dia 20 de março, o Flamengo ainda tinha 120 mil sócios, em matéria feita pelo FOXSports.com.br. 40 dias depois, mais 14 mil torcedores não conseguiram manter o plano por conta da crise do coronavírus que atinge a sociedade.

Vale lembrar que o peso do programa sócio-torcedor do Flamengo está no topo das arrecadações do clube. Até o momento, o time carioca espera o aval das autoridades para voltar aos treinos, mas o retorno do futebol ainda é indefinido.

Votação de escudo mais bonito termina com brasileiro no top 3 em jornal espanhol

MSN

No último domingo (03), o jornal “Marca”, da Espanha, encerrou a votação em seu site pelo “segundo mundial” de escudos mais bonitos do futebol. Após cinco dias de ‘disputa’, o Al-Ahly, do Egito, recebeu três milhões de votos e ficou na primeira posição. Destaque também para o Fluminense, que recebeu mais de 160 mil votos, ficou na terceira colocação e foi o melhor clube brasileiro entre os dez primeiros do ranking.

No dia 28 de abril, que marcou a abertura da votação, o time tricolor do Rio de Janeiro chegou a ficar na primeira posição, mas acabou sendo ultrapassado.

Em 2018, o Palmeiras foi o único time brasileiro a ficar entre os dez primeiros colocados no ranking, com pouco mais de 32 mil votos computados.

Veja os dez escudos mais votados na última ‘disputa’ feita pelo jornal espanhol:

1-Al-Ahly – 3 milhões de votos;
2-Raja Casablanca – 2,7 milhões de votos;
3-Fluminense – 169.200 votos;
4-Real Madrid – 134.200 votos;
5-Fenerbahce – 76.400 votos;
6-Liverpool – 75.900 votos;
7-Barcelona – 74.900 votos;
8-Colo Colo – 66.800 votos;
9-CSKA – 42.900 votos;
10-Besiktas – 34.400 votos.

VAR aumenta em 440% gastos com o Campeonato Brasileiro em 2019

Uol

O gasto da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) com o Campeonato Brasileiro da Série A aumentou 440% em 2019, comparado com 2018, com a utilização do VAR (árbitro de vídeo), que estreou no ano passado nos 380 jogos. Os números estão no balanço financeiro divulgado pela entidade.

Em 2019, a confederação colocou R$ 18,2 milhões na Série A — em 2018 o valor foi de R$ 3,4 milhões e em 2017 R$ 2,7 milhões. A entidade tem normalmente gastos menores nas suas duas divisões de elite, já que os clubes pagam a maior parte dos custos, como viagens e hospedagens.

No ano passado, porém, a CBF gastou R$ 12 milhões somente para a implantação do VAR — os clubes dividiram os R$ 7 milhões restantes (quase R$ 350 mil para cada um dos 20 participantes). Na Série B, por exemplo, a CBF investiu R$ 3,24 milhões — a segunda divisão brasileira não usa o árbitro de vídeo. Para as Séries C e D o gasto da confederação é maior porque paga custos das equipes, como os deslocamentos e hotéis: a terceira custou R$ 33,9 milhões e a quarta outros R$ 36,4 milhões.

O alto custo do VAR pode inviabilizar sua utilização na Série A em 2020. Clubes já avisaram a CBF que não poderão gastar os R$ 350 mil necessários para a implantação por causa da crise econômica gerada pela pandemia do novo coronavírus. A CBF não deve bancar sozinha, apesar de ter tido ótimo resultado financeiro no ano passado.

A entidade teve em 2019 um lucro de R$ 190 milhões e uma arrecadação recorde de R$ 901,9 milhões.

Com clássicos e novidades, Campeonato Brasileiro começaria neste final de semana

Futebol Interior

Se não fosse a pandemia do novo coronavírus, o Campeonato Brasileiro teria início neste final de semana, com o Flamengo defendendo o título conquistado em 2019 e as novidades de Atlético-GO, Red Bull Bragantino, Coritiba e Sport, que subiram da Série B.

A primeira rodada já teria grandes clássicos do futebol brasileiro como os confrontos entre Flamengo e Atlético-MG, Grêmio e Fluminense, e Palmeiras e Vasco.

O Nordeste também estaria em festa com o retorno do Sport, que já receberia o Ceará na primeira rodada. Santos e Red Bull Bragantino fariam o único confronto estadual da primeira rodada.

Confira a primeira rodada do Campeonato Brasileiro:
Flamengo x Atlético-MG
Botafogo x Bahia
Palmeiras x Vasco
Santos x RB Bragantino
Corinthians x Atlético-GO
Grêmio x Fluminense
Sport x Ceará
Coritiba x Internacional
Fortaleza x Athletico-PR
Goiás x São Paulo

Neymar recusou proposta de renovação do PSG por R$ 600 milhões, diz jornal

Bahia Notícias

O atacante Neymar recusou a proposta do PSG de 100 milhões de euros, o equivalente a R$ 600 milhões, para renovar o contrato. O vínculo atual do brasileiro com o clube francês vai até junho de 2022. A informação é do jornal espanhol Mundo Deportivo, publicada na edição desta segunda-feira (4). O jogador, de 28 anos, não aceitou a oferta já que seu desejo é voltar ao Barcelona.

O Mundo Deportivo ainda deu mais detalhes da oferta do PSG. O montante da proposta seria pago para Neymar na assinatura do novo contrato, mantendo o salário anual em 50 milhões de euros (R$ 300 milhões). Porém, para retornar ao time de Messi, Suárez e companhia, o brasileiro aceitaria inclusive reduzir seus ganhos no clube espanhol pela metade.

Com o encerramento prematuro do Campeonato Francês e o PSG declarado campeão da temporada 2019/2020, devido a pandemia do coronavírus, Neymar está de férias no Brasil.

Governos do Rio e de São Paulo juntos. Vetam volta do futebol

R7

Mesmo com o Brasil atingindo 101.147 casos confirmados, com 7.025 mortes, por conta do coronavírus, o presidente Rubens Lopes havia liberado os clubes para voltarem ao treinamento.

Seria a senha para a Globo pagar a última parcela do Carioca, que suspendeu, por falta de jogos. Só que a liberação de Lopes não teve efeito prático algum.

O governo e a prefeitura do Rio de Janeiro se posicionaram contrários à volta do futebol carioca. Nem os treinos estão liberados. Até, pelo menos, o dia 11 de maio, com a possibilidade de a proibição ir muito além.

Tanto o governador Wilson Witzel como o prefeito Marcelo Crivella foram taxativos.

O Rio de Janeiro está com seu sistema de saúde comprometido por conta da pandemia. Acreditam que o estado ainda não chegou ao seu pior momento. E defendem o isolamento social.

A volta dos treinos nos clubes seria um péssimo exemplo para a população.

Em São Paulo, a situação não é também animadora. Hoje, às 15 horas, haverá uma videoconferência, entre a cúpula da Federação Paulista de Futebol e os dirigentes dos clubes que disputam o Paulista.

O assunto é a tentativa de volta aos treinamentos.

O infectologista David Uip, principal médico do Centro de Contingencia do Coronavírus de São Paulo, deve participar.

Mas já chegou até a FPF a posição do governador João Doria e do prefeito Bruno Covas. Os dois não autorizam a volta aos treinos. Não até o dia 11 de maio, pelo menos. E a perspectiva não é boa. Doria fará uma nova avaliação daqui uma semana.

Covas está muito tentado a endurecer ainda mais as medidas na capital. Por também ter informações que a pandemia vai piorar, agora que atingiu a periferia de São Paulo.

A solução de o Paulista seguir em uma cidade do Interior, também tem mínima chance de prosperar. Uipa acredita que a pandemia já está se alastrando para o interior do estado.

O presidente Reinaldo Carneiro Bastos também queria o retorno do futebol para a Globo pagar aos paulistas a última parcela do Estadual.

Mas o futebol do Rio e de São Paulo foi vetado.

Até os treinos estão proibidos…

Campeonato Paulista nas categorias de base podem não acontecer neste ano

Super Futebol

O mês de abril marcaria o início das disputas do Campeonato Paulista nas categorias sub 15, sub 17 e sub 20, mas essas competições de base podem não acontecer, assim como nas categorias sub 11 e sub 13. E essa possibilidade ganhou mais força após uma circular enviada pela Federação aos clubes na semana passada.

Pelo regulamento da Federação, cada clube profissional é obrigado a disputar pelo menos um campeonato de base ao longo do ano. O comunicado enviado aos clubes o desobriga de seguir essa norma neste ano, tudo em função da pandemia do novo coronavírus.

A entidade informou ainda que assim que haver a devida autorização dos órgãos de saúde se reunirá com os representantes dos clubes para discutir uma possível retomada dos torneios, porém o próprio presidente da Federação, Reinaldo Carneiro Bastos, acredita que seja difícil haver alguma competição de base em 2020, tanto no masculino quanto no feminino. A única categoria que aparece com chances é a sub 20.

Para Bastos, a questão vai além da financeira e passa também pela necessidade de haver um protocolo para manter menores de idade treinando.

“No momento correto, que se puder pensar nisso, só tem um caminho: chamar os clubes, conversar com eles e, se for fazer, fazer a competição que eles acharem mais interessante e a possível de ser feita. Hoje acho pouco provável que isso aconteça”, disse presidente. “Não é só a despesa. Como é que você vai manter menores de idade treinando em conjunto sem um protocolo abrangente?”, questiona.

Como o Flamengo faturou mais que Vasco, Botafogo e Fluminense juntos

Globo Esportes

Mais do que o recorde de receitas do futebol brasileiro, o ano de 2019 trouxe para o Flamengo o ápice do distanciamento em relação aos três rivais do Rio. Enquanto o rubro-negro, sozinho, arrecadou R$ 950 milhões no ano passado, Botafogo, Fluminense e Vasco — juntos — somaram R$ 669 milhões. Pela primeira vez nos últimos dez anos houve uma disparidade tão grande de arrecadação entre eles, como aponta o levantamento da consultoria EY.

— Em 2012, o Flamengo faturava R$ 212 milhões, e a soma dos três era R$ 420 milhões. Ou seja, os outros juntos faturavam o dobro do Flamengo. Hoje, ele fatura mais do que os outros três e ainda tem uma sobra de um terço sobre eles — destaca Pedro Daniel, diretor-executivo de Esportes da EY.

Mais do que espelhar o sucesso do Fla em campo, com os títulos da Libertadores e do Brasileirão, o cenário que deságua em 2019 tem tudo para ser decisivo quanto ao destino de cada um após a pandemia do novo coronavírus.

O Flamengo opera no positivo desde 2014 e fechou 2019 com superávit de R$ 63 milhões. Os outros três amargaram déficit. O do Botafogo foi o maior: R$ 21 milhões, sendo o segundo ano seguido em que o alvinegro fechou no vermelho.

O déficit do Vasco ficou em R$ 5 milhões. No diagnóstico do clube, a falta de vendas significativas de jogadores atrapalhou. A única transação registrada foi de Evander para o Midtjylland (DIN), por R$ 10,7 milhões. Já o Fluminense chegou ao quarto ano seguido sem superávit, com um resultado negativo de $ 9,3 milhões.

Somando os últimos dez anos, o Flamengo teve um resultado operacional acumulado de R$ 505 milhões. Além dele, só o Vasco fechou o mesmo período com saldo positivo: R$ 135 milhões. Para o Fluminense, os balanços a partir de 2010 registraram, juntos, déficit no resultado operacional de R$ 152 milhões. No Botafogo, o buraco é mais fundo: R$ 379 milhões negativos.

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