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:: 5/maio/2020 . 17:01

Protocolo da FPF prevê times confinados até fim do Paulistão; gol sem comemoração é avaliado

Globo Esportes

O protocolo médico apresentado pela Federação Paulista de Futebol ao governo do estado de São Paulo para a volta do Paulistão prevê que as delegações dos clubes e as equipes de arbitragem fiquem confinadas durante a participação na reta final do estadual.

Existe até mesmo a possibilidade de o comitê responsável sugerir que os gols não tenham comemoração para evitar um contato mais próximo.

Em reunião na última segunda-feira, dirigentes da FPF e presidentes dos 16 clubes da elite decidiram continuar sem um prazo para o retorno aos treinamentos até que se tenha uma liberação das autoridades sanitárias. O Estado de São Paulo está com isolamento social decretado até 10 de maio. Até lá, o governador João Dória vai comunicar um plano gradativo de saída da quarentena. Um ponto já definido é que as partidas serão disputadas com portões fechados, sem torcida.

As diretrizes para diminuir o risco de contágio do coronavírus também envolvem o uso obrigatório de máscara em quase todas as situações, além de testes periódicos em jogadores, comissões técnicas e outros envolvidos e restrições no número de pessoas nos treinos e também nos jogos. O documento é assinado pelo ortopedista Moisés Cohen, presidente do Comitê Médico da FPF.

– Tudo o que foi colocado no protocolo é uma recomendação da FPF para aos clubes. Caberá a cada um deles acatar dependendo da sua realidade. Mas todos os médicos do Campeonato Paulista já se posicionaram favoráveis às medidas, e isso me deixou muito satisfeito – disse Cohen, por telefone, ao GloboEsporte.com.

Outras medidas ainda estão em fase de análise, como, por exemplo, os jogadores atuarem com mangas compridas e luvas. Moisés Cohen também não descarta a sugestão de que os gols não tenham comemoração.

Clubes somam R$7,3 bi em dívidas

MSN

Nem todos os clubes brasileiros publicaram seus demonstrativos financeiros referentes a 2019 até o momento, como exige a legislação. Com base nas equipes que já divulgaram os números de suas finanças, a empresa Sports Value compilou aquelas que são as maiores dívidas do futebol nacional.

Ao todo, foram considerados 16 clubes, incluindo Corinthians e Cruzeiro, que ainda não anunciaram seus balanços – para o primeiro, foram usados números extraoficiais e para o segundo, uma projeção. Atlético-MG, Coritiba, Chapecoense e Vitória ficaram de fora da análise.

Segundo o estudo, as dívidas do futebol brasileiro que somavam R$ 6,9 bilhões em 2018 saltaram para R$ 7,3 bilhões em 2019 – novamente, sem todos os clubes incluídos. O maior aumento foi registrado no Corinthians, 40%, de R$ 476,6 milhões para R$ 665 milhões no último ano.

Praticamente todas as equipes aumentaram sua dívida, sendo que São Paulo (33%), Flamengo (24%) e Cruzeiro (20%) tiveram o maior crescimento no intervalo de um ano, depois do Corinthians. As únicas exceções, entre os 16 times analisados, com reduções na dívida, foram Athletico-PR (-6%) e Santos (-1%). Já no Grêmio não houve alteração.

A publicação da Sports Value também traz um ranking com a relação dívida e receita registradas em 2019, o que ajuda a avaliar a capacidade de cada clube arcar com seus compromissos. Quanto menor esse índice, mais equilibrada está a situação financeira.

A menor relação dívida/receita é dos dois clubes cearenses, 0,15 do Cearáe 0,26 do Fortaleza. Já a maior é a do Botafogo, também o time mais endividado do Brasil, com R$ 822,6 milhões e uma relação de 3,85 com seu faturamento. Nesse quesito, as realidades de Vasco e Fluminense também são preocupantes.

Globo libera parte da verba retida dos Estaduais

Uol

Após garantir aos clubes o pagamento das cotas do PPV (Pay-Per-View) do Campeonato Brasileiro a partir de 1º de julho, a Globo liberou parte da verba dos Estaduais que estava suspensa com a paralisação desde março do futebol por causa da pandemia do novo coronavírus.

Segundo o Portal Uol Esportes, na semana passada a proposta da emissora, que foi mantida com um ajuste na parcela de abril, que rendeu aos clubes da elite R$ 449,6 mil. As parcelas de maio e junho se mantiveram em R$ 396,7 mil — um corte de mais de 70% no valor original das parcelas, na casa do R$ 1,5 milhão.

De acordo com a emissora, não é um corte do total que será pago (R$ 440 milhões), mas das parcelas, e que o restante será compensado até dezembro com pagamentos mensais de R$ 1,24 milhão. Na Série A, essa cota fixa para TVs aberta e fechada rende R$ 22 milhões aos clubes que têm contrato integral com a emissora.

No caso do PPV, o total distribuído é de R$ 550 milhões, mas o pagamento depende de alguns fatores, como número de assinaturas vinculadas ao clube. Alguns times têm direito a garantias mínimas, estas que serão pagar a partir de julho mesmo com o atraso no início da competição.

Segundo o documento do acordo, a Globo se comprometeu ao pagamento integral das cotas dos Estaduais e da Copa do Brasil dentro da própria competição. Sobre os Estaduais, os clubes conseguiram que a emissora liberasse 10% no ato, ou seja, até o fim de abril, do valor que estava suspenso. O restante será pago 15% assim que o torneio recomeçar e 75% ao final.

Ainda de acordo com o portal, também ficou definido que os contratos com a Globo poderão ser usados pelos clubes como garantias de empréstimos a bancos, mesmo com cortes em parcelas e suspensão de pagamentos dos Estaduais. Alguns clubes acreditam que precisarão de ajuda bancária para pagar contas já que perderão rendas de patrocínio e, principalmente, de bilheteria por causa da pandemia.

A cota de TV Para TV aberta e fechada, a Globo paga anualmente cerca de R$ 1,1 bilhão aos 20 clubes da Série A, dividido da seguinte maneira: 40% fixo, em cotas mensais (o valor que está diminuindo agora), 30% por número de jogos transmitidos e 30% por colocação final do campeonato. Estas duas últimas, portanto, dependem da realização da competição para serem pagas.

Quem só analisa o campo, não enxerga o verdadeiro tamanho do futebol

Uol

Futebol não se separa da vida. Ele é uma manifestação cultural, presente no dia a dia de todos. Afeta economia, humor das pessoas, catalisa transformações sociais. Ele cria conceitos, e se torna exemplo. Resumir o futebol aos limites do campo é não entender o verdadeiro o tamanho que ele tem.

Os números, a ciência, a análise tática, e a experiência do campo até ajudam a explicar o jogo, mas não são capazes de enxergar até onde o futebol é capaz de ir.

O futebol e a história caminham juntos, nem sempre por terrenos tranquilos. Popular que é, ele foi – e é – usado como vínculo de identidade de nações em vários lugares do mundo. Com histórias fantásticas, e outras tristes.

Se na Itália campeã mundial de 1934 e 1938 os jogadores italianos tinham que saudar o fascista Mussolini, a nazista Alemanha não tolerou a “vergonha” da sua seleção ser derrotada por um time ucraniano. Os jogadores do Dínamo de Kiev foram avisados de que morreriam se vencessem a partida que aconteceu em 1942, durante a ocupação na Segunda Guerra. Honraram chuteiras, a dignidade e a pátria, venceram a partida e morreram fuzilados com a camisa do t com a camisa do time Um monumento na Ucrânia conta essa essa história.

O poder soviético também trouxe vítimas para o esporte. Kubala, Puskas, Kocsis jogaram por times do exílio húngaro e foram punidos pela poderosa FIFA.

Na Guerra da Independência contra contra a França, a Argélia montou uma seleção de futebol que vestiu a camisa do país pela primeira vez, com argelinos que ganhavam a vida jogando no país colonizador. Só Marrocos topou enfrentar um time que representava o sentimento de uma nação. A seleção marroquina foi desfiliada, e os jogadores argelinos não mais jogaram profissionalmente.

E seriam muitos os outros exemplos do futebol atuando em movimentos sociais importantes, mas precisamos chegar na Espanha.

O ditador Ferdinando Franco – de 1938 a 1973 – também usava o futebol para faturar politicamente. O poderoso Real Madri, que reinou no mundo entre 1956 e 1960, era um cartão de visita da ditadura. O Barcelona era a resistência. O presidente do clube morreu pelas balas franquistas. O time catalão se tronou peregrino, assim como Eusaki. Os dois eram símbolos da resistência democrática para o mundo. E isso traz reflexos até hoje, quando o El Clássico foi suspenso em função de protestos em toda Catalunha ainda em 2019.

E seriam muitos os outros exemplos do futebol atuando em movimentos sociais importantes, como o que vivemos hoje. Uma onda solidária aproxima ídolos e fãs, distribui dinheiro e auxilia no combate a uma pandemia inimaginável.

E, mais, entender e esclarecer as pessoas sobre a gravidade da situação, a necessidade do isolamento, da prevenção, combatendo de maneira ativa posturas que contribuem para agravar uma situação que já é muito grave, também é algo fundamental nessa hora. E personagens do esporte entenderam esse compromisso que tem com o próximo.

Hoje, o esporte vive uma luta contra um vírus. E quando vencermos essa briga, ele precisa continuar ativo no combate a outros problemas sérios, como o preconceito.

Combater o racismo, a misoginia, a homofobia também precisa ser uma causa do movimento esportivo. E a participação de todos é importante.

No mundo, muitos são os exemplos de atletas que entenderam que sua força vai muito além de uma pista ou quadra ou campo, e que eles podem ser agentes importantes na construção de uma sociedade melhor, menos excludente e mais humana. E o primeiro passo para atacar o problema é se posicionar.

Nelson Rodrigues já escreveu: “No futebol, a pior cegueira é só enxergar a bola”.

EUA propõem amistoso em setembro; CBF aguarda situação do coronavírus e calendário da Fifa para confirmar

Globo Esportes

O futebol parou em razão da pandemia de Coronavírus e, com isso, o calendário de datas Fifa também. A seleção brasileira feminina tinha dois amistosos marcados para abril contra Costa Rica e Estados Unidos, jogos que acabaram sendo suspensos pelo momento atual. O convite americano foi refeito para que o jogo ocorra em setembro, mas o diretor de seleções femininas da CBF, Marco Aurélio Cunha, afirma que não há como garantir a realização. O dirigente respondeu à Federação dos EUA que aceitaria, mas dependendo do que ocorresse até lá em relação à volta do esporte. Segundo ele, até mesmo as datas Fifa podem ficar comprometidas em 2020 para que os campeonatos ao redor do mundo possam ser concluídos.

– Convidaram para amistoso em setembro. Disse que aceitaríamos, mas dependendo do que ia acontecer. Até porque as datas Fifa estão comprometidas. A Fifa sinalizou que talvez não tenha por causa dos campeonatos vigentes. Claro que alguns terminaram, mas feminino é diferente. Aqui mal começou. Temos que esperar – disse Marco Aurélio Cunha.

Sobre o calendário do futebol feminino nacional, Marco Aurélio Cunha colocou que há decisões que não dependem da CBF e sim dos governos municipais e estaduais que precisam autorizar a volta da prática esportiva. O dirigente comenta que não é somente essa questão que precisa ser observada para o retorno dos campeonatos. Todo o entorno também precisa estar na ativa como malha aérea, hotelaria, por exemplo.

– Há coisas que não dependem da gente. Governos estaduais e municipais têm autonomia de suas regras. Local com pandemia tem o aeroporto fechado. Num outro que não tem, aberto, mas esse pode dizer que não quer gente chegando. Estão fazendo um protocolo de recomeço (CBF). E o recomeço depende de toda uma situação ao redor. Política pública. Há uma sequência lógica que envolve o futebol. Não posso dar um start porque o hotel está fechado. Prefeito não liberou. Algo que tem que ser natural – afirmou o dirigente.

Marco Aurélio Cunha também ressaltou que não há como já ter uma nova fórmula para o Brasileiro feminino Séries A1 e A2: – Como vai ter fórmula se não tem agenda? – ressaltou.

A CBF ainda não cogita opções em relação ao Brasileiro feminino (A1 e A2) justamente por não se saber quando a situação da pandemia de coronavírus estará mais normalizada. Apesar disso, a opção de sede única não foi colocada como possibilidade.

Fifa e Conmebol estudam alternativas diante das incertezas da nova data das Eliminatórias

Bahia Notícias

As Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo de 2022 foram adiadas para começar em setembro devido a pandemia do coronavírus. Porém, diante da atual situação, Fifa e Conmebol já estudam outras alternativas.

A ideia das duas entidades é manter o formato do torneio com a disputa por pontos corridos e jogos de ida e volta entre os 10 países do continente. A questão é que isso requer 18 datas ou nove datas-Fifa, período em os clubes são obrigados a ceder os jogadores. Com o cancelamento das janelas de março e setembro, devido a pandemia, não há mais espaço no calendário original. Mantendo o cronograma, as Eliminatórias só terminariam em meados de 2022, depois da data prevista para o sorteio de grupos da Copa do Mundo.

De acordo com o site GloboEsporte.com, a Fifa ofereceu a possibilidade de aumentar as janelas para dez dias e realizar três jogos em cada período. A ideia foi bem aceita na Europa, mas a Conmebol não vê com bons olhos. A entidade sul-americana alega que as viagens dentro do continente são mais longas e há dificuldades logísticas, já que muitos voos exigem mais escalas. Esse cenário está exigindo a busca de soluções.

O sorteio de grupos da Copa do Mundo estava marcado inicialmente para o mês de abril de 2022. Devido ao calor do Oriente Médio, o Mundial será disputado entre 21 de novembro e 18 de dezembro, fora do período maio-junho-julho como historicamente acontecia desde a sua criação.

Brasileirão tem menor uso de jovens na América do Sul

Super Esportes

Apesar da fama de revelador de talentos, o futebol brasileiro não tem dado muito espaço aos jovens em seu principal campeonato. Estudo publicado nesta segunda-feira coloca o Brasileirão em último lugar entre as ligas sul-americanas em um ranking de minutos jogados por atletas de até 21 anos de idade.

O CIES Football Observatory levantou dados de 1.292 clubes espalhados por 93 campeonatos de primeira divisão. Foram usados os jogos da temporada 2019, no caso de calendários anuais, ou até 1º de janeiro de 2020 no caso de temporada 2019/20.

Enquanto o Uruguai teve 21,2% de minutos de jogadores sub-21 em campo na temporada, o Brasil ficou em 11,1%, próximo de Chile e Argentina, ambos com 11,2%.

Entre os clubes brasileiros, os maiores números foram registrados por São Paulo (22,3%), Corinthians (18,3%) e Avaí (17,8%), enquanto os menores ficaram com Fortaleza (0%), Palmeiras (1,9%) e Ceará (3,8%).

Veja o percentual de minutos de jogadores sub-21 entre as ligas sul-americanas:
21,2% Uruguai
20,8% Venezuela
15,1% Paraguai
14,7% Peru
12,1% Bolívia
11,8% Colômbia
11,7% Equador
11,2% Chile
11,2% Argentina
11,1% Brasil

Números do Brasileirão 2019:
22,3% São Paulo
18,3% Corinthians
17,8% Avaí
17,5% Athletico-PR
16,3% Vasco
14,7% Chapecoense
13,7% Internacional
13,4% Grêmio
12,3% Botafogo
12,2% Fluminense
12,1% Cruzeiro
9,8% Atlético-MG
9,6% Bahia
8,8% Santos
7,6% Flamengo
5,3% CSA
4,1% Goiás
3,8% Ceará
1,9% Palmeiras
0% Fortaleza

Jogadores pedem retorno seguro e contestam projeto que reduz valor de rescisões

MSN

Jogadores de diferentes clubes do futebol brasileiro divulgaram nesta segunda-feira um vídeo em que pedem união da classe para que a volta ao trabalho ocorra de modo seguro em meio à pandemia do novo coronavírus e também para contestar possíveis mudanças na legislação. O material foi divulgado pela Federação Nacional de Atletas Profissionais (Fenapaf).

No vídeo, os jogadores deixaram claro que só apoiam a retomada das atividades e das competições se receberem o aval das autoridades médicas. Nesta terça-feira, Internacional e Grêmio vão realizar treinos em seus CTs. Já uma reunião da FPF definiu que não há data para a volta do Campeonato Paulista e dos treinos, algo que ocorrerá apenas de modo conjunto e com a liberação das autoridades sanitárias do Estado.

Um projeto de lei de autoria do deputado federal Arthur Oliveira (DEM-BA) prevê uma série de benefícios aos clubes em função do período de crise, incluindo o congelamento do pagamento do Profut. O artigo mais incômodo aos jogadores é o que fala da redução de 50% da cláusula indenizatória em casos de rescisão dos contratos. Mas o deputado Julio Delgado (PSB-MG) publicou emenda para derrubar essa cláusula.

“Brasil, é hora de união de todos. Somos um povo, uma nação, temos diferentes realidades na nossa classe. A maioria só trabalha três vezes por ano. 95% de nós recebemos menos do que dois salários mínimos. Mudar as leis sem ouvir a gente? Isso não é legal. Estamos aqui e precisamos ser ouvidos com atenção. Afinal de contas, somos uma democracia. O povo brasileiro ama e quer o futebol de volta, nós também amamos e queremos voltar. Nossas famílias precisam de nós. Somos todos pelo trabalho, mas precisamos pensar na saúde de todos nós. Trabalho seguro, grandeza da nação. Com fé, venceremos essa partida juntos!”, afirmam os atletas no comunicado.

O vídeo conta com as participações de Diego e Everton Ribeiro (Flamengo), Fernando Prass (Ceará), Alecsandro (CSA), Leandro Castan (Vasco), Fernando Henrique (Santo André), Réver e Victor (Atlético-MG), Nenê e Hudson (Fluminense), Bruno Alves (São Paulo), Marinho (Santos), Léo e Fabio (Cruzeiro) e Felipe Melo (Palmeiras).

Clubes paulistas acumulam prejuízo de R$ 307 milhões em 2019

Terra

Os quatro principais clubes paulistas fecharam na última semana os balanços financeiros da temporada 2019 com algumas preocupações e certos de que o ano atual será ainda mais complicado. Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo acumularam juntos o prejuízo de R$ 307,9 milhões no último exercício, número que representa um grande desafio para diretorias, já que todas terão pela frente em 2020 o desafio de lidar com um cenário econômico marcado pela diminuição de receitas causada pela pandemia do novo coronavírus.

Segundo estudo dos balanços dos clubes feitos pela consultoria Sports Value, São Paulo e Corinthians foram os maiores responsáveis pelo futebol paulista terminar 2019 no vermelho. O clube do Morumbi teve prejuízo de R$ 156 milhões, enquanto o clube alvinegro registrou o recorde negativo de R$ 177 milhões (juntos, somam R$ 333 milhões). Embora Palmeiras e Santos tenham mostrado superávit, o resultado foi tímido. A equipe da Vila Belmiro lucrou R$ 23,5 milhões graças principalmente às vendas de atletas e o clube alviverde arrecadou R$ 1,7 milhão.

De acordo com o responsável pelo estudo, Amir Somoggi, os números da temporada de 2020 devem ser piores pela grande queda de receitas causadas pelos novo coronavírus. “Será o ano do choque de gestão no futebol brasileiro. É uma temporada decisiva. A situação é grave. Os clubes estão gastando demais”, explicou o especialista.

Pelas previsões de Somoggi, os clubes brasileiros terão um impacto de mais de R$ 1 bilhão em 2020 com a queda de receitas provocadas pela pandemia. A arrecadação pode ter uma redução de até 25%. Não por acaso, várias equipes têm realizado diminuições salariais nos elencos para diminuir os prejuízos, como forma até de antecipar a esse revés. “O efeito do coronavírus será brutal. Mas tem uma outra questão mais assustadora: os times até podem cortar as receitas nesses meses, mas quando o futebol voltar, não quer dizer que a entrada de recursos também voltará imediatamente”, alertou. :: LEIA MAIS »

‘Os clubes terão de se modernizar digitalmente’, afirma Amir Somoggi

Lance

O desafio dos clubes brasileiros para driblar a pandemia do novo coronavírus passará por uma transformação digital. Em live nesta segunda-feira promovida pela empresa Patrocínio Brasil, o consultor de gestão e marketing esportivo Amir Somoggi apontou que caberá a a cada time mostrar que tem condições de melhorar suas ações de marketing e engajamento nas redes sociais.

– O legado da COVID-19 é a digitalização, que é uma forma de tentar sobreviver a crise. Já vemos as estratégias de conteúdo em diversas áreas, mas a tendência é que, a partir de agora, passe a ser cobrada dos clubes brasileiros uma “digitalização” – e, em seguida, detalhou:

– Para convencer o patrocinador, não bastará oferecer uma omoplata ou outro espaço na camisa. A marca vai perguntar sobre os conteúdos no site oficial do clube. Caso ofereça só um banner, o candidato a patrocinador vai notar que os clubes estão parados no tempo. É isto que está acontecendo atualmente no futebol nacional: há um universo digital, mas com clubes geridos por pessoas com mentalidade das décadas de 1970, 1980… – completou.

O CEO da Sports Value apontou que este cenário já é visto no exterior.

– O marketing de conteúdo está em qualquer reunião de patrocinadores. Há a busca por tornar o Real Madrid, o Barcelona cada vez mais relevantes. Atualmente, o garoto escolhe entre o Cristiano Ronaldo e Marvel, por exemplo. Os clubes perceberam a necessidade de ofertar uma experiência de consumo – disse. :: LEIA MAIS »

Em reunião, Federação Paulista e clubes decidem continuar sem data para retorno aos treinos

Globo Esportes

Numa reunião por videoconferência realizada na tarde desta segunda-feira, a Federação Paulista de Futebol decidiu não fixar uma data para a volta aos treinos. A entidade resolveu manter a ideia de só permitir que seus filiados retornem depois que a Secretária Estadual de Saúde autorizar. O Estado de São Paulo está com isolamento social decretado até 10 de maio. Até lá, o governador João Dória vai comunicar um plano de saída da quarentena.

Os clubes também oficializaram um acordo que até então era informal, de voltarem todos em conjunto aos treinos, para não criar uma sensação de concorrência entre os times.

A FPF ainda decidiu que vai investir os R$ 120 mil recebidos da CBF – parte de um pacote de ajuda que atendeu a todas as federações estaduais – na elaboração de um “Protocolo de Retomada do Futebol”. O mesmo destino terá a verba que seria utilizada para a festa de premiação dos melhores do Campeonato Paulista. Em 2020, por motivos óbvios, não haverá festa.

A posição da FPF contrasta com a da Federação do Rio de Janeiro, por exemplo, que neste domingo autorizou seus clubes a retomarem os treinamentos.

O Campeonato Paulista foi interrompido em meados de março, quando faltavam seis rodadas para ser concluído – duas da fase de grupos e outras quatro do mata-mata.

Em outra reunião, realizada em abril, Federação e clubes decidiram que o Campeonato Paulista da Série A1 será concluído no campo, com o regulamento original. A única alteração foi permitir a inscrição de novos jogadores fora do prazo inicialmente previsto.

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