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:: 6/maio/2020 . 16:39

CBF avalia guia médico com ‘teste do cafezinho’ para retomada do futebol

Terra

CBF

O guia médico da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para a volta gradual do futebol após a pandemia do novo coronavírus prevê uma série de atividades bem diferentes da realidade habitual da modalidade. O documento foi entregue ao Ministério da Saúde e agora aguarda aprovação. Se o texto original for mantido, os jogadores vão ter uma rotina bastante modificada com vestiários fechados, medição contínua da temperatura e até teste de olfato.

A CBF tem mantido o material sob sigilo, mas o Estado teve acesso ao intitulado “Guia Médico de sugestões protetivas para o retorno as atividades do futebol brasileiro”. São 27 páginas. Fora o habitual cuidado de treinos em grupos separados, como já tem sido feito na Europa, o texto prevê uma bateria de testes para detectar a possível contaminação dos jogadores e observação dos sintomas.

Uma das passagens mais curiosas trata de um exame para verificar a possível perda de olfato, que é um dos impactos mais sentidos pelos infectados com a doença. O guia sugere que o jogador que relatar a falta de sensibilidade no cheiro, deve passar por um procedimento em que uma porção de café será colocada a cerca de 5 centímetros de distância do rosto dele. Se ainda assim o atleta dizer que não sente o cheiro, ele deverá ser encaminhado para um teste molecular mais detalhado.

Em outro trecho do guia, há a sugestão para o que os elencos sejam submetidos a testes imunológicos rápidos 48 horas antes do início das atividades. Quem apresentar resultado negativo, estará liberado para treinar, porém vai continuar sob vigilância No caso de quem testar positivo, vai precisar permanecer distante dos demais colegas e só poderá voltar a treinar se permanecer sem sintomas durante três dias.

O guia teve a elaboração da Comissão Nacional de Médicos da CBF, juntamente com médicos de clubes e da própria seleção brasileira O infectologista Sergio Wey, do Hospital Albert Einstein, de São Paulo, é um dos orientadores. A redação final foi de autoria de Roberto Nishimura, ortopedista da Ponte Preta. Também participou do trabalho o diretor médico do Avaí, Luis Fernando Funchal, que foi um dos responsáveis pelo guia de retorno do Campeonato Catarinense.

Alguns clubes têm acompanhado as discussões sobre o material e, inclusive, aplicado parte das recomendações. O Grêmio, por exemplo, higienizou o centro de treinamentos com produtos químicos antes da volta dos jogadores, procedimento recomendado pelo texto da CBF. O guia sugere que os jogadores já se apresentem aos treinos com o uniforme do clube e não tomem banho nas dependências do clube. Procurada, a entidade não comentou o assunto.

Para concluir o trabalho de estudo, a CBF entrou em contato na semana passada com uma sociedade médica científica com o objetivo de receber um aval sobre o guia. Os dirigentes pretendem pagar por esse serviço de consultoria para realizar possíveis alterações no texto final com base na indicação de livros e artigos científicos nacionais e internacionais.

TREINOS EM CASA – Enquanto o futebol aguarda um aval para ser retomado integralmente no Brasil, a maioria dos jogadores dos times da Série A têm feito treinos em casa. O atual campeão da Copa Libertadores, o Flamengo, passou ao elenco uma cartilha de atividades físicas para serem realizadas. A maior parte se trata de treinos funcionais, que dispensam o uso de equipamentos complexos.

O Palmeiras começou na última segunda-feira a ter uma atividades orientadas à distância. O técnico Vanderlei Luxemburgo e funcionários da comissão técnica aguardam os jogadores às 10 horas da manhã e passam instruções de trabalhos ao vivo, por vídeo. Os atletas precisam cumprir as séries e com uma câmera gravam os exercícios e devolvem ao clube para que o material seja analisado.

O atacante Dudu chegou a divulgar vídeos do trabalho feito dentro de casa. Na varanda do apartamento onde mora em São Paulo, ele colocou pequenos cones e aparelhos para realizar alguns exercícios. Para gravar os movimentos, ele posicionou o laptop em uma cadeira.

Alemanha autoriza retorno dos campeonatos de futebol

Correios

O governo da Alemanha autorizou o retorno do futebol no país nas próximas semanas. Em videoconferência entre a chanceler Angela Merkel e os governadores locais, ficou definido que a Bundelisga poderá ser retomada a partir da segunda quinzena de maio.

A Federação alemã ainda vai decidir a data exata do retorno das partidas, mas a tendência é a de que ocorra entre os dias 15 e 22 de maio. Os duelos, no entanto, serão realizados com portões fechados e não vão contar com a presença dos torcedores.

Apesar da liberação, o governo alemão exigiu que todos os atletas fiquem em isolamento total por pelo menos uma semana para que o campeonato seja iniciado.

No mês passado, a Alemanha iniciou o afrouxamento do isolamento social e liberou clubes a retomar as atividades de treino seguindo alguns protocolos, como distância e limite de atletas durante os trabalhos. Mais de 1.700 funcionários dos clubes da primeira divisão foram testados para o coronavírus. Dez testaram positivo.

Caso seja mesmo retomada, a Bundesliga será a primeira grande liga européia a ter bola rolando durante a pandemia. O campeonato está paralisado desde o dia oito de março. Restando apenas nove partidas para o fim da competição, o Bayern de Munique a lidera a disputa com 55 pontos, quatro a mais que o Borussia Dortmund. Leipzig e Mönchengladbach completam a zona de classificação para a próxima Champions.

Jogador que pegar Covid ao voltar a jogar poderá acionar clube na justiça

Uol

Na semana passada o Ministério da Saúde deu parecer favorável ao retorno do futebol nos campos Brasil afora mesmo com o país batendo recordes de mortes causadas pela pandemia do novo coronavírus _foram 600 mortes entre os dias 4 e 5 de maio. Embora tenha feito ressalvas e garantindo que a volta não pode ser imediata, a pasta deixou claro que considera que “o futebol é uma atividade esportiva relevante no contexto brasileiro e que sua retomada pode contribuir para as medidas de redução do deslocamento social através da teletransmissão dos jogos para domicílio”.

Porém, os cuidados dos clubes no retorno ao futebol terão de ser maiores para que nenhum atleta venha a se contaminar. Se isso ocorrer, além do prejuízo financeiro decorrente da perda de receitas, os clubes poderão ser acionados na justiça pelo atleta que contrair a Covid-19. Entre as demandas, o atleta pode pedir desde uma indenização até a rescisão do contrato.

Isso porque o Supremo Tribunal Federal suspendeu na semana passada dois artigos da Medida Provisória 927. Entre eles o artigo 29, que restringia as possibilidades de considerar a contaminação por Covid-19 como doença ocupacional. Com essa decisão do STF, com relação aos atletas, o que pode ocorrer é, havendo eventual contaminação, poderá ser entendido que esta se deu em treino ou jogo e, portanto, seria doença profissional, equiparando-se a um acidente de trabalho. “Se houver contaminação, o jogador poderá demonstrar a sua exposição à doença, e que essa exposição ocorreu da determinação dos clubes de retornarem os jogos”, esclarece a procuradora regional do Ministério Público do Trabalho, Ileana Neiva Mousinho.

É importante ressaltar que quem não se sentir à vontade não precisa jogar. “Um jogador de futebol, como qualquer empregado, pode invocar o direito de recusa, que é previsto em normas de saúde e segurança do trabalho, e não trabalhar se o empregador não concede as condições de saúde e segurança no trabalho”, pondera a procuradora do MPT, Ileana Neiva Mousinho.

Um estudo realizado por pesquisadores brasileiros independentes e voluntários e disponibilizado pelo Portal Covid-19, aponta o Brasil como o novo epicentro de coronavírus no mundo. De acordo com o levantamento, até 4 de maio, o país tinha entre 1,3 milhão e 2 milhões de casos confirmados da doença, mais do que o registrado nos Estados Unidos, atual epicentro, com 1,2 milhão de casos.

Assim, os clubes correrão sérios riscos de terem de indenizar os atletas por tê-los colocado em risco, caso algum fique doente.

CBF se pronuncia após pedido do São Caetano de exclusão da série D e apresenta punições!

Sportbuzz

Recentemente, como você viu aqui no SportBuzz, devido uma grande crise financeira, por conta da pandemia de coronavírus, o São Caetano protocolou um documento onde pedia a exclusão da série D do Campeonato Brasileiro, ou seja, estaria pedindo para que não disputasse o torneio.

O motivo da solicitação enviada inicialmente para a Federação Paulista de Futebol e logo em seguida para a Confederação Brasileira de Futebol é o fato de que a diretoria não possui receitas financeiras para manter o elenco responsável pela atuação na disputa.

Com isso, de acordo com informações do jornalista André Hernan, no quadro Aquela Última, do Globo Esporte, a CBF teria se pronunciado sobre o ocorrido e deixou o clube do ABC Paulista em uma situação ainda mais complicada. Ao que tudo indica, a diretoria do São Caetano tinha um prazo para realizar este pedido, até março de 2020.

Por ter passado da data, o clube já teria ganhado um auxílio da CBF, por conta da paralisação do calendário esportivo, de aproximadamente R$120 mil. Caso opte por não jogar, teria que arcar com estes custos e lidar com algumas punições, como ficar suspenso por dois anos de quaisquer competições nacionais.

De acordo com o jornalista Hernan, Paulo Pealipe, atual Diretor Executivo do time, está trabalhando fortemente para conseguir um patrocinador que arque com os custos de jogar a série D. Ao que tudo indica, a oficialização desta parceria está perto de acontecer.

Na carta em questão, a CBF ainda estipula um prazo até esta sexta-feira, 8, para que a diretoria do São Caetano tome a providência certeira em relação ao pedido de exclusão, afirmando se irá seguir, ou não, com a decisão.

Rui Costa se mostra desfavorável ao retorno dos treinos da dupla Ba-Vi

Bahia Notícias

O governador Rui Costa (PT) não se mostrou favorável à retomada das atividades dos times de futebol profissional da dupla Ba-Vi. Durante o Papo Correria desta terça-feira (5), o gestor reiterou a previsão de que haverá esgotamento dos leitos dos hospitais do estado.

“A posição é que no final de maio estamos com previsão de esgotamento dos leitos na Bahia. Dá para responder? É uma resposta didática”, frisou.

“A Bahia tem dobrado a cada dez dias a ocupação dos leitos na capital. Daqui a três semanas teremos uma média de 600 leitos ocupados”, avisou.

O Bahia retomou de forma gradativa os treinos na última segunda-feira (4). O Vitória, por sua vez, estuda fazer o mesmo no dia 18 deste mês, sinalizou o presidente Paulo Carneiro, em live transmitida no Instagram do Bahia Notícias.

Presidente da SAPESP dispara contra presidente do Inter: “Não é um líder”

Futebol Interior

Na semana passada, o presidente do Internacional, Marcelo Medeiros, deu uma declaração bastante polêmica sobre a volta do futebol em meio a pandemia do coronavírus, que acabou repercutindo no Brasil inteiro.

Questionado sobre a possibilidade de algum jogador se recusar a jogar caso a prática do futebol seja liberada pelas entidades, Marcelo Medeiros foi direto:

“O jogador que não quiser johar, pede demissão. Se for aberta a possibilidade do futebol voltar, ele vai cumprir o contrato que tem”, disse o mandatário colorado à Rádio Guaíba

A declaração de Marcelo Medeiros, que, inclusive, já foi contaminado pelo coronavírus, deixou o presidente do Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de São Paulo (SAPESP) bastante incomodado.

“O presidente do Internacional mostrou que perdeu o comando, porque um líder não precisa import nada. A gente está precisando de cabeças arejadas no esporte, que saiba liderar, e parar com essas coisas de coronelismo”, desabafou Martorelli à Rádio Bandeirantes, antes de completar:

“Além disso, ele mostrou que não tem nenhum conhecimento do que está dizendo. Se ele não der toda a condição, toda a segurança, o jogador pode se recusar a jogar e ainda pedir a rescisão indireta”.

O elenco do Internacional retomou as atividades presenciais na manhã desta terça-feira, sendo o primeiro clube da Série A do Brasileirão a tomar tal atitude. Nos próximos dias, os jogadores treinarão em grupos pequenos, sem contato físico e apenas ao ar livre.

Clubes e CBF colocam janeiro como limite para invasão de calendário em 2021

Uol

Depois de diversas reuniões ao longo das últimas semanas, CBF e clubes têm definido que, caso o Campeonato Brasileiro tenha que invadir 2021, o limite para que jogos desta temporada ocorram no ano que vem é a última semana de janeiro.

O prazo é considerado o máximo para que o calendário 2021, já fechado e vendido à televisão e aos patrocinadores, não seja prejudicado. Os clubes querem garantir um Brasileirão com 38 datas e que, se possível, termine em dezembro. Isso, entretanto, depende do retorno e encerramento dos estaduais.

Bolsonaro busca apoio de técnicos, mas escuta que “não é hora” de futebol

De Primeira

Após se consultar com Renato Gaúcho nas últimas semanas, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vem buscando contato com outros técnicos de futebol do Brasil. Na pauta, ele tenta o apoio para a retomada do esporte em meio à pandemia do novo Coronavírus. A resposta, no entanto, vai exatamente contra o que o líder do executivo defende.

Treinadores ouvidos pela De Primeira revelaram o discurso passado ao chefe do executivo de que “ainda não é hora” de fazer a bola voltar a rolar nos gramados.

O mandatário da República escutou nas últimas conversas que é preciso cautela para a retomada do esporte no país. Os profissionais da bola temem que haja a proliferação da doença em caso de retorno imediato do futebol. Os treinadores pensam como os atletas, que também são contrários à volta do esporte neste momento.

Fifa espera que cinco substituições sejam aprovadas em breve

Terra

A Fifa está apenas esperando o sinal verde da International Board (IFAB), que cuida das regras do futebol, para anunciar a mudança nas regras das substituições, que permitirá aos clubes a fazerem cinco trocas por jogo na volta do futebol.

A entidade máxima do futebol já deixou claro que esta mudança será apenas temporária durante a crise de coronavírus. A mudança tem a ver com o fato das partidas acontecerem durante o verão europeu, quando os jogadores se desgastarão mais por conta das altas temperaturas.

O jogo, porém, não poderá ser paralisado cinco vezes. As equipes só poderão fazer as mudanças em três oportunidades para não atrasar a partida.

CBF anuncia R$ 900 mil em novo auxílio financeiro para árbitros e assistentes durante a pandemia

Globo Esportes

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou nesta terça-feira, pelo segundo mês seguido, um auxílio financeiro para os 479 árbitros e assistentes que pertencem ao quadro nacional, em função da paralisação do futebol no Brasil provocada pela pandemia do novo coronavírus. O valor é calculado a partir da taxa de arbitragem para cada categoria, e o total a ser liberado gira em torno de R$ 900 mil. A entidade começará a pagar o benefício nesta quarta.

Com apoio da Comissão Nacional de Arbitragem, os árbitros e assistentes seguem em preparação para a retomada da temporada. Além de atendimento psicológico, os profissionais tem assistido aulas teóricas por videoconferência e orientações para manter o condicionamento físico durante o período.

De acordo com a CBF, lances de jogo, aspectos do VAR e mudanças recentes das regras têm sido enviados pelos instrutores às equipes de arbitragem para análise e comentários, utilizando as plataformas de forma colaborativa. A cada dois dias é aplicado também um teste a partir de jogadas enviadas em vídeo, que, posteriormente, são analisados e devolvidos aos participantes com instruções.

Quanto ao aspecto psicológico, diariamente são realizadas sessões individuais e em grupo, com objetivo da manutenção da saúde mental dos profissionais durante o período de isolamento social. Já para trabalhar a parte física, a entidade informou que as equipes responsáveis pela área dentro da Comissão Nacional estão estabelecendo com os árbitros uma rotina regular de atividades focadas na manutenção das valências físicas fundamentais e do fortalecimento da imunidade.

Fifa e patrocinadores se mexem para ‘proteger’ Copa do Mundo

Uol

Ainda longe no horizonte turvo da pandemia que cancelou o futebol no mundo inteiro, a Copa de 2022 no Catar já é assunto sério entre a Fifa e seus principais patrocinadores. Se pode parecer ainda prematuro e exagerado falar em adiamento/cancelamento/qualquer mudança no próximo Mundial, já parece claro que o calendário da Fifa terá de ser mudado para que o seu principal torneio não seja afetado pelo COVID-19. Isso porque além das Eliminatórias já terem tido rodadas suspensas (ainda há datas de amistosos suficientes para abrigar o atraso), as competições de clubes e copas continentais de Seleções podem ter de ser atropeladas: a bizarrice que vivemos no Brasil (jogos de torneios nacionais imediatamente antes, durante e imediatamente depois) não é comum no resto do planeta.

A ideia da Fifa (defendida pelos seus principais patrocinadores) é a de manter as diferentes fórmulas de disputa (Pontos corridos na América do Sul, Grupos na Europa, etc) – isso implica em uma série de ações de ativações de marca e contratos fechados de direitos de transmissões. Lembrando que as Eliminatórias já são um evento FIFA (apenas administrado pelas federações).

A relação da Fifa com as Confederações continentais (especialmente com a Uefa e com a Conmebol) não estava das mais amistosas antes da pandemia, mas tem sido contornada nos bastidores para que o futebol (e os milhões que ele gera para as federações) seja o menos afetado possível pelo coronavírus. A verdade é que, na retomada do futebol, a Fifa, que tem acenado com ajudas financeiras para as federações nacionais, vai fazer valer seu poderio e vai colocar na mesa seu trunfo: a Copa do Mundo como norte a ser seguido (e segundo o qual as demais competições, inclusive as de categorias de base e femininas da Fifa, terão de se adaptar).

Por que os clubes de futebol são obrigados a apresentarem um balanço financeiro anual?

Terra

Os clubes brasileiros tinham até o dia 30 de abril para apresentar o seus balanços financeiros referentes à 2019. Por estar prevista em leis, a não publicação pode render ao clube punições.

Mesmo, seis clubes da primeira divisão do Campeonato Brasileiro (Atlético-MG, Avaí, Chapecoense, Corinthians, Cruzeiro e CSA), além de outros dez da segunda divisão não cumpriram o prazo estabelecido.

De acordo com o artigo 46 A da Lei Pelé, sancionada em 1998 e reponsável pelo regimento do esporte brasileiro, as entidades esportivas que empregam atletas profissionais – independentemente de serem associações civis sem fins lucrativos ou empresas – são obrigadas a publicar suas demonstrações financeiras até o dia 30 do ano seguinte, em seu próprio sítio eletrônico.

O balanço também precisa seguir padrões e critérios estabelecidos pelo Conselho Federal de Contabilidade, e ser verificado por uma auditoria independente e externa. Além disso, não tem necessidade de ser apreciadas por instâncias políticas e, portanto, não precisam ser aprovadas pelo conselho dos times.

Em caso de descumprimento da lei, o presidente clube está sujeito a inelegibilidade, durante cinco anos, a cargos ou funções eletivas ou de livre nomeação em qualquer entidade ou empresa vinculada às competições profissionais da modalidade desportiva em questão.

Além disso, a não publicação dos balanços está em desacordo com outra legislação, o Profut (programa do governo que permite refinanciamento de dívidas fiscais por parte dos clubes).

A grande maioria dos times, em 2015, aderiu ao programa. Porém, em troca dos benefícios a obrigação de os clubes publicarem os balanços financeiros em seus site foi reforçada. O descumprimento, dentre as possíveis penalidades, pode excluir o clube em questão do programa, o que resultaria na perda dos benefícios de pagamento.

Alguns advogados, no entanto, acreditam que, na atual circunstância de pandemia do Covid-19, existe a possibilidade de que não haja punição. Justamente por causa do vírus, uma Medida Provisória foi publicada pelo governo federal, prevendo um prazo maior. No entanto, muitos defendem que a medida não se aplica aos clubes de futebol, uma vez que estes são associações civis sem fins lucrativos.

Por não terem sido beneficiados pela MP, os clubes entraram com um pedido na Casa Civil para que o prazo fosse estendido até 31 de julho. De acordo com o Globoesporte.com, os clube ainda não obtiveram resposta.

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