WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
vitoria da sorte


vitoria da sorte

maio 2020
D S T Q Q S S
« abr   jun »
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  



drupal counter

:: 7/maio/2020 . 14:54

Porcentagem de testes positivos mostra contraste entre Alemanha e Brasil neste momento da pandemia

Globo Esportes

O Flamengo testou 293 pessoas e houve 38 casos positivos. A porcentagem de 13% impressionou e assustou até mesmo os dirigentes na Gávea. Na Alemanha, antes da aprovação do governo de Angela Merkel para que os jogos retornem a partir de 16 de maio, houve 1700 testes nos jogadores dos 36 clubes da Bundesliga 1 e 2, primeira e segunda divisões. O total de positivos foi de dez. Dá 0,005%.

A diferença serve um pouco de retrato para os momentos das epidemias no Brasil e na Alemanha — pandemia é o nome que se dá para a epidemia global. Entre terça e quarta-feiras, houve 614 mortes em território brasileiro e 165 mortes no espaço germânico. Alemanha e Brasil são países diferentes, têm níveis sociais diferentes e de saneamento básico também.

Não se compara aqui Brasil e Alemanha. O governo de Angela Merkel foi o primeiro a autorizar o retorno aos treinos. Quando autorizou, os alemães tinham o sexto maior número de mortes no planeta, atrás de Estados Unidos, Itália, Espanha, França e China. Hoje está em oitavo, com mais mortes do que os chineses e menos do que nós, brasileiros.

Só porque a Alemanha voltou a treinar com estranhos grupos de dois jogadores em 1 de abril é que pode voltar a jogar rapidamente depois da autorização do governo, já no próximo dia 16 de maio. A Alemanha é planejamento em todos os níveis. Vai ser muito bom poder assistir ao clássico Borussia Dortmund x Schalke no dia 16 de maio, no Signal Iduna Park.

Só vai ser possível, porque a curva da Alemanha está descendo. A do Brasil ainda está crescendo.

Premier League pode banir cuspe, comemoração do time e troca de camisas, afirma jornal

Globo Esportes

A Premier League estuda banir os atos de cuspir em campo, trocar camisas após os jogos, compartilhar garrafas e até comemorar os gols de maneira coletiva no retorno do campeonato durante a pandemia do coronavírus. Segundo o “Telegraph”, isso será discutido como parte do protocolo para a retomada da competição, prevista para junho. Há a possibilidade dessas proibições serem mantidas por até 12 meses.

A aplicação dessas medidas mais restritivas nos treinos durante três ou quatro semanas antes do reinício do campeonato pode ajudar na adequação do comportamento dos jogadores. Banir o ato de cuspir, por exemplo, é considerado algo razoável durante esse período de crise do coronavírus. Ainda não foi definido o tipo de sanção caso isso ocorra.

O tradicional aperto de mão pré-jogo também foi proibido e as autoridades locais já avisaram aos jogadores sobre os riscos de se trocar camisas após o apito final.

De acordo com o jornal, a Premier League espera apresentar mais detalhes do protocolo de recomeço do Campeonato Inglês na semana que vem, após o aguardado anúncio de domingo do primeiro ministro Boris Johnson, sobre a manutenção ou flexibilização das restrições de isolamento social. As determinadas do governo são essenciais para qualquer previsão sobre a volta do futebol no Reino Unido.

Na próxima segunda-feira haverá uma videoconferência entre os 20 clubes da primeira divisão da Inglaterra para discutir sobre o futuro da competição. Também na semana que vem deverá ocorrer uma reunião do tipo entre os capitães dos times, para se explicar sobre os retornos aos treinos e, se possível, aos jogos em meados de junho.

Sem jogos, clubes encaram um dos piores crescimentos nas redes sociais

Terra

Com quase dois meses sem a bola rolar nos principais campeonatos do país, os times estão mantendo as redes sociais ativas como forma de não deixar os torcedores sozinhos nesse período de quarentena. Contudo, em levantamento divulgado pelo Ibope Repucom, o mês de abril desse ano, o primeiro que lidou com a paralisação do primeiro dia ao último, contou com uma das piores taxas de crescimento de seguidores em um período de dois anos.

José Colagrossi, diretor executivo da empresa que fez esse levantamento, diz que é preciso interpretar os dados colocando em vista o impacto que a pandemia de covid-19 causou. Para ele, o importante é observar que, embora em uma taxa menor, os clubes ainda estão conseguindo expandir a base de seguidores de seus perfis oficiais.

“Mesmo em meio a uma situação de crise sem precedentes, que teve como consequência a completa ausência das competições, 85% dos clubes da Série A seguem expandindo o volume e alcance de suas bases digitais”, diz o diretor executivo.

Ele espera que essa experiência que os times estão passando sirva como uma demonstração de como as redes são importantes para manter a comunicação da entidade. “Que esta crise atual finalmente convença a todos os clubes brasileiros, independente de tamanho e localização, da importância fundamental das mídias sociais como plataforma de engajamento de seus fãs e patrocinadores”, afirma.

Em abril desse ano, Flamengo, Santos, Ceará, São Paulo e Internacional foram os cinco times que mais cresceram nas redes sociais, nessa ordem. Combinando o resultado deles, representa 70% do total de crescimento no mês. O Instagram continua sendo a rede que observa o maior número de novos seguidores.

Em números absolutos, o Top 5 é composto por Flamengo, Corinthians, São Paulo, Palmeiras e Santos.

Aos 42 anos, Formiga renova com Paris Saint-Germain

Terra

A saga de Formiga no futebol segue interminável. Aos 42 anos, a meio-campista brasileira renovou seu contrato por mais uma temporada com o Paris Saint-Germain nesta terça-feira.

Apesar da idade avançada, Formiga segue jogando um futebol de alto nível. No ano passado, foi capitã e titular da Seleção Brasileira na disputa da Copa do Mundo de futebol feminino, na França. Pelo PSG, clube que defende desde 2017, é peça fundamental e uma das responsáveis pela boa campanha que a equipe parisiense fazia até a pausa forçada do Campeonato Francês pela pandemia do novo coronavírus.

A soteropolitana é a recordista de participações em Copas do Mundo no esporte, com sete participações no currículo. Caso esteja na próxima Olimpíada, desejo já revelado, a camisa 8 do Brasil pode atingir o mesmo recorde.

Outras três jogadoras do Paris Saint-Germain tiveram seu contrato renovado – são elas Nadia Nadim, Kadidiatou Diani e a Paulina Dudek. Nenhum valor contratual foi revelado.

CBF discute com Governo emenda para liberar clubes a fazerem contrato de um mês

Futebol Interior

A pandemia do coronavírus pode causar uma “mudança” na Lei Pelé. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) discute com o Governo Federal uma emenda para liberar que os clubes assinem contrato com jogadores por apenas um mês.

De acordo com o Artigo 30 da Lei Pelé, o vínculo entre jogador e clube não pode ser menos de três meses. Isso é uma forma de dar uma segurança a mais ao atleta.

Com exceção de clubes que possuem calendário no segundo semestre, principalmente que disputam competições nacionais, os outros assinam contratos com os jogadores apenas para os Estaduais, que em sua maioria terminam entre maio e junho.

“Os grandes clubes possuem contrato com os atletas para o ano todo, mas não é isso que acontece com a maioria. Tivemos uma situação atípica que é o coronavírus, o tempo paralisado consumiu o prazo dos contratos e muitos jogadores ficam desempregados após o estadual”, disse o advogado Thiago Rino ao Portal Futebol Interior.

Thiago Rino acredita que a emenda que está sendo discutida entre CBF e Governo Federal seria bom para todos: os clubes poderiam terminar de disputar os estaduais e os jogadores conseguiriam pelo menos mais um mês de trabalho.

“Com essa medida, todos os jogadores que estariam desempregados teriam pelo menos mais um mês de trabalho. É uma ideia muito legal, muito válida, pois muitos atletas vão ter mais um mês de trabalho e os clubes poderiam terminar de disputar o estadual”, analisou Rino.

O advogado, porém, alerta que as entidades não podem se aproveitar deste momento delicado para alterar a Lei Pelé de forma definitiva, prejudicando assim os jogadores.

“Seria positivo para todo mundo, mas isso precisa ser bem avaliado para que esse momento crítico não seja aproveitado para reduzir para sempre um mês. Tem que ser algo pontual”, finalizou Rino.

17 dos 20 clubes do Brasileirão reduziram salários dos jogadores

R7

Com uma queda de receita estimada em R$ 1 bilhão em 2020 por causa da pandemia do novo coronavírus, segundo a empresa Sports Value, os clubes brasileiros, cuja maioria já estava sufocada financeiramente, se viram obrigados a reduzir salários dos jogadores para não entrarem em um colapso. Dos 20 clubes da Série A do Brasileirão, 17, terão jogadores, comissão técnica ou funcionários com a remuneração diminuída.

Até então, com um orçamento apertado, as agremiações utilizavam o dinheiro das cotas de televisionamento, patrocínio e sócio-torcedor/bilheteria para tentar arcar com os altos gastos. Sem essa fonte de recursos, em função do corte geral na economia, a solução para 85% dos clubes foi negociar com os jogadores, principalmente os que recebem quantias milionárias. Apenas Athletico Paranaense, Botafogo e Red Bull Bragantino não tomaram medidas semelhantes aos demais.

A margem da redução segue a proporção da perda, estimada em 25% no mínimo, em média. Assim, a diminuição da remuneração dos jogadores varia de 15% a 50%.

Veja o time que dá para montar com os 100 milhões de euros que Neymar teria recusado para renovar com o PSG

Lance

De acordo com o ‘Mundo Deportivo’, Neymar recusou uma oferta de cerca de 100 milhões de euros (R$ 593 milhões) do Paris Saint-Germain, pois quer voltar ao Barcelona. O LANCE! montou um time completo, usando atletas da América do Sul que se destacaram na última temporada, somando exatamente esse orçamento. Com base nos valores de mercado do site ‘Transfermarkt’.

Confira!

Goleiro: Andrada (Boca Jrs) – 8 Milhões de euros
Lateral-direito: Montiel (River Plate) – 8 Milhões de euros
Lateral-esquerdo: Filipe Luís (Flamengo) – 2 Milhões de euros
Zagueiro 1: Rodrigo Caio (Flamengo) – 5 Milhões de euros
Zagueiro 2: Lucas Martinez (River Plate) – 10 Milhões de euros
Volante: Gerson (Flamengo) – 11 Milhões de euros
Volante: Matheus Henrique (Grêmio) – 17,5 Milhões de euros
Meia: Everton Ribeiro (Flamengo) – 6,5 Milhões de euros
Atacante: Bruno Henrique (Flamengo) – 5 Milhões de euros
Atacante: Soteldo (Santos) – 8 Milhões de euros
Atacante: Gabigol (Flamengo) – 19 Milhões de euros

Três jogadores do Flamengo têm Covid-19 e 10% dos funcionários do futebol e familiares estão contaminados

Terra

Três jogadores do Flamengo estão com a Covid-19, doença respiratória provocada pelo novo coronavírus, e mais de 10% dos funcionários do departamento de futebol e de seus familiares estão contaminados, informou o clube.

O rubro-negro testou 293 profissionais do departamento e pessoas próximas, e 38 testaram positivo para a doença. O clube informou ainda que três atletas testaram positivo, mas os nomes não foram revelados. Além disso, dois atletas testados apresentaram anticorpos para a doença, indicando que já tiveram Covid-19.

Nesta semana, o massagista do clube, conhecido como Jorginho, morreu aos 68 anos vítima do coronavírus.

No início da pandemia, o técnico do Flamengo, o português Jorge Jesus, chegou a testar positivo para Covid-19, mas um segundo exame descartou a contaminação.

Um dirigente foi o primeiro caso no clube e ele chegou a ser internado em Brasília. O Flamengo é o atual campeão brasileiro e da Libertadores e vice-campeão mundial de clubes.

O Flamengo tem defendido a volta aos gramados e, em princípio, mantém o início da programação de treinos para a próxima semana.

“Para os que testaram positivo, todos assintomáticos, as providências serão quarentena e isolamento e acompanhamento diário”, disse o clube em nota.

CBF tem recorde quase bilionário em receitas em 2019 e custo de R$ 107 milhões com a seleção

ESPN

A Confederação Brasileira de Futebol registrou uma receita recorde que beirou uma quantia bilionária, conforme está publicado em seu balanço. O valor é de R$ 957,001 milhões.

Em relação aos últimos dez anos, a entidade teve um crescimento de 264%. No período, a maior marca até então havia sido registrada em 2018, com R$ 668 milhões.

O exercício de 2019 ainda fechou com um superávit de R$ 190,111 milhões.

A principal fonte de renda foram os patrocínios, responsáveis por mais de um terço do valor total: R$ 346,068 milhões. Na sequência aparece ‘direito de transmissão e comerciais’, com R$ 251,316 milhões.

Completa o pódio os R$ 203,269 milhões do legado da Copa. Aliás, este é um ponto impactante para a quantia recorde, uma vez que o dinheiro estava bloqueado pelas denúncias de corrupção e foi liberado no ano passado.

Já em relação aos custos, estes totalizaram R$ 418,926 milhões, sendo R$ 107,071 milhões com a seleção brasileira principal. Para as seleções de base e femininas, o valor foi de R$ 61,415. Além disso, foram R$ 250,440 milhões em ‘contribuição ao fomento do futebol nos estados e competições’.

Arriscar vidas para salvar o futebol, um sacrifício impensável no pico da pandemia

MSN

No último Dia do Trabalhador, o presidente do Internacional, Marcelo Medeiros, ameaçou demitir jogadores que se recusem a retornar às atividades em meio à pandemia de coronavírus. Após repercussão negativa, o cartola amenizou o tom, afirmando ter se tratado de um “mal-entendido”, e assegurou que o clube gaúcho seguirá “respeitando todas as orientações que preservem a saúde” dos funcionários. Nesta semana, porém, o Inter manteve a programação de retomar treinamentos quase dois meses depois da paralisação. Uma postura que minimiza a exposição a riscos de contaminação dos profissionais envolvidos nos jogos e entoa o lobby inconsequente do Governo Federal pela volta à rotina pré-quarentena, apesar dos casos da doença ainda estarem fora de controle no país.

De acordo com o Inter, jogadores e funcionários serão testados para covid-19 e o acesso ao clube contará com medidores de temperatura. O modelo é semelhante ao adotado pelo Flamengo, que investiu cerca de 100.000 reais para adquirir kits de testagem, que também contemplam as famílias dos atletas. Os dois clubes fazem parte da exceção dos grandes que ostentam condições financeiras para comprar equipamentos de proteção e garantir o cumprimento de protocolos mínimos de segurança. A maioria das equipes no Brasil, sobretudo as que disputam os campeonatos estaduais, interrompidos antes de seu desfecho, amarga uma realidade de dívidas, salários atrasados e estruturas precárias. Essas nuances precisam ser levadas em conta antes de adaptar modelos aplicados em outros países para a retomada do futebol.

Por ora, a referência são os clubes alemães, que retornaram aos treinos há duas semanas. Ainda assim, é necessário muito cuidado ao importar práticas de atividades por grupos em território nacional. O Brasil tem índice de testes para coronavírus 30 vezes inferior ao da Alemanha, menos leitos de UTI e um ritmo acelerado de novos casos, com estatísticas subnotificadas. Enquanto a Alemanha conseguiu frear o número de infectados, a curva brasileira continua em ritmo ascendente, indicando que o pico da pandemia com mais de 7.900 mortes registradas ainda não foi alcançado no país. :: LEIA MAIS »

comercial tommacon



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia