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:: 8/maio/2020 . 17:28

ESPECIAL: Comportamento do torcedor vai mudar após a pandemia?

Futebol Interior

“Nada vai ser como era antes”. Essa frase tem sido constantemente dita desde que a Organização Mundial de Saúde (OMS) decretou pandemia por coronavírus. Todas as esferas precisarão passar por adaptações. Inclusive o futebol!

Um dos esportes mais antigos do Brasil, o futebol passou a fazer parte do cotidiano da população no final do século XIX e depois não saiu mais. Não é a toa que esses dois meses sem jogos deixaram um vazio enorme em todos.

“Essa pandemia veio para confirmar a importância que o futebol possuía na rotina dos brasileiros, principalmente. Fãs de futebol com certeza estão sofrendo com o repentino vazio no calendário de competições e estão tentando compensar de outras formas, lendo notícias, jogando videogames de futebol, assistindo jogos antigos”, disse a psicóloga do esporte, Gabriella Finatti, ao Portal Futebol Interior.

A falta de jogos pode causar um distanciamento entre os torcedores e seus clubes de coração. Sem o futebol consumindo sua energia, sendo assistindo jogos ou lendo notícias, as pessoas estão aproveitando o tempo livre de outras formas.

“O interesse pode diminuir se, esse tempo e essa energia que “sobram” sem o futebol, o indivíduo canalizar para outras atividades que lhe sejam mais significativas e igualmente prazerosas, como ficar com os filhos, aprender novos hobbies, se capacitar mais para o trabalho, etc”, analisa Finatti.

Por outro lado, existe a possibilidade da paralisação do futebol causar um efeito contrário ao distanciamento e estimular ainda mais o senso de pertencimento que é fazer parte de uma torcida. Isso vai depender do papel de “ser torcedor” tem na vida de cada um.

“Alguns comportamentos podem se modificar nesse período. Por exemplo, o engajamento pode crescer se o torcedor perceber que as ações do clube vão além de um simples jogo de futebol, com a realização de campanhas solidárias, conscientizadores e que de certa forma estimulem o senso de fazer parte de uma torcida”, afirma.

Tudo indica que a presença dos torcedores nos estádios vai demorar para acontecer. Em um primeiro momento, os jogos serão realizados sem público. Mas e quando os órgãos de saúde liberarem a abertura dos portões? :: LEIA MAIS »

Conmebol mostra surpresa e não garante cinco substituições por time em torneios sul-americanos

Globo Esportes

Depois da Fifa e da International Board (Ifab) confirmarem que os clubes poderão fazer cinco substituições por jogo nas partidas em 2020, o presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, fez um post em sua conta oficial nas redes sociais afirmando que a entidade não foi consultada. Ele comunicou que a Conmebol vai convocar um conselho para decidir se as competições sul-americanas vão adotar ou não essa nova regra.

– Recebemos com surpresa essa medida que não foi consultada com nossa Confederação. A Conmebol convocará um painel de expertos para analisar e apresentar suas conclusões ao Conselho, quem decidirá sobre a conveniência de adotá-la nos torneios da América do Sul.

Mais cedo, a Fifa anunciou as regras. As cinco substituições permitidas por time devem parar o jogo, no máximo, em até três oportunidades. Além disso, a troca extra a que os times têm direito em caso de prorrogação continua mantida, com o número total podendo chegar a seis substituições por time. É uma medida provisória, a fim de lidar com o longo tempo de inatividade dos atletas por conta da pandemia de coronavírus.

Campeonato Sul-coreano volta com termômetros, máscaras e comemoração ‘fria’

Bahia Notícias

O futebol voltou diferente na Coreia do Sul. Nesta sexta-feira, o campeonato nacional foi aberto com a vitória, em casa, do atual campeão Jeonbuk Motors sobre o Suwon Bluewings por 1 a 0, sem a presença do público nas arquibancadas. Porém, alguns detalhes da partida chamaram atenção, a começar pela festa de comemoração do gol, marcado por Lee Dong-Gook aos 38 minutos do segundo tempo, com um pouco mais de distanciamento. Além do uso de máscaras e a medição de temperatura obrigatória na chegada ao estádio.

Fora do campo, o quarto árbitro e outros oficiais do jogo usaram máscaras de proteção o tempo inteiro, assim como os técnicos das equipes e os jogadores nos bancos de reservas. Os dois treinadores não tiraram o item para dar instruções aos seus atletas. Porém, o português José Morais tirou a proteção para comemorar o gol dos seus comandados. Outro ponto observado, foi o distanciamento mantido pelos jogadores no gramado quando a bola não estava rolando. Na entrada para iniciar a partida, os dois elencos também ficaram separados e se posicionaram frente à frente. Nas substituições também não houveram os tradicionais apertos de mão e abraços, apenas um leve cumprimento com a cabeça.

Inerente ao futebol, os contatos se resumiram somente aos lances de faltas, puxões, formação de barreira, marcação individual. Apesar da ausência do público, o Jeonbuk fez uma espécie de mosaico nas arquibancadas vazias com mensagens aos torcedores e fãs do esporte: “Te vejo em breve” e “Fique forte”.

A K-League estava marcada originalmente para começar no dia 29 de fevereiro, mas foi adiado por conta da pandemia do coronavírus. A primeira rodada será encerrada no domingo (10).

International Board autoriza cinco substituições em partidas de futebol de forma provisória

Uol

Por conta da pandemia causada pelo novo coronavírus, a International Football Association Board (IFAB), órgão que regula as regras do futebol, seguiu recomendação da Fifa e efetuou uma mudança temporária nas regras do esporte, passando a permitir que as equipes façam até cinco substituições por jogo.

A medida, que passa a valer imediatamente, é temporária e, em princípio, será adotada para as temporadas 19/20 e 20/21 dos campeonatos. Segundo a Fifa, a mudança foi feita para proteger os atletas, após o período de confinamento que eles tiveram de passar por conta da Covid-19.

Para evitar que o jogo seja interrompido muitas vezes, cada equipe terá apenas três oportunidades para fazer substituições. Mas as substituições também podem ser feitas no intervalo das partidas.

A entidade argumenta que a decisão foi tomada porque “as partidas podem ser disputadas em um período condensado em diferentes condições climáticas, as quais podem ter impactos no bem-estar do jogador”. A decisão de aplicar esta emenda temporária permanecerá a critério de cada organizador individual da competição, enquanto a IFAB e a Fifa determinarão posteriormente se essa emenda temporária precisará ser estendida ainda mais.

Outro ponto importante é que as substituições não utilizadas serão transportadas para a prorrogação. Onde as regras da competição permitirem uma substituição adicional no tempo extra, as equipes terão uma oportunidade de substituição adicional. Essas trocas podem acontecer antes ou no intervalo da prorrogação.

Futebol alemão retorna consciente de sua ‘responsabilidade’

Super Esportes

O futebol profissional alemão comemora poder ser retomado no dia 16 de maio, com portões fechados, mas tem consciência de sua ‘responsabilidade’, enquanto que a decisão do governo de autorizar o reinício da Bundesliga segue provocando duras críticas no país.

Horas depois de receber o aval do governo para que a bola volte a rolar, a Liga Alemã de Futebol (DFL) anunciou a data dos primeiros jogos: a 26ª rodada, adiada em março, começará no sábado 16 de maio.

“É uma boa notícia para a Bundesliga. Mas é uma grande responsabilidade para os clubes e seus funcionários, que devem respeitar os procedimentos médicos e de organização com disciplina”, declarou o presidente da DFL, Christian Seifert.

Os clubes têm consciência de que uma contaminação em massa de jogadores, o que resultaria no confinamento das equipes, significaria a suspensão definitiva da temporada e seria uma catástrofe.

Este reinício permite aos 36 clubes da 1ª e 2ª divisão, que empregam cerca de 56.000 pessoas, receberem 300 milhões de euros em direitos de televisão e, para alguns, evitar a falência.

Para convencer o mundo político, Seifert e a DFL propuseram um plano completo de medidas sanitárias, baseado na aplicação de milhares de testes de detecção do coronavírus nos jogadores e nas comissões técnicas.

Clubes mostram receio com base e torneios podem voltar só em 2021

Uol

Os clubes brasileiros não fazem previsão para a volta do futebol de base. Com uma certa dose de medo e cautela de colocar crianças e adolescentes em alojamentos com aglomerações durante a pandemia do novo coronavírus, os dirigentes tratam com cautela o retorno dos jovens, principalmente daqueles que ainda não atingiram a maioridade.

A intenção é que os atletas só retomem os trabalhos quando houver um medicamento eficaz ou uma vacina contra a Covid-19. Nos diversos clubes ouvidos pela De Primeira, há chance de retomar com as competições de categorias menores somente em 2021 é considerada real.

Atletas podem ficar particularmente vulneráveis em casos graves de covid-19, diz sindicato

Estadão

Atletas profissionais podem estar particularmente vulneráveis no caso de ficarem gravemente doentes com o novo coronavírus, disse o chefe de um sindicato global que os representa à Reuters nesta quinta-feira.

Brendan Schwab, diretor-executivo da Associação Mundial de Atletas, afirmou que alguns atletas estavam sendo orientados a abandonar direitos que normalmente lhes dariam proteção jurídica e financeira caso adoecessem.

“Temos visto pesquisas de que atletas podem estar particularmente vulneráveis a sintomas graves”, disse Schwab, cujo sindicato representa cerca de 85.000 atletas, incluindo muitos que jogam na NBA, MLB, NHL, NFL, rúgbi e futebol europeu.

“O vírus pode penetrar profundamente nos pulmões, é um vírus que pode causar danos graves, não apenas aos pulmões, mas a outros órgãos, e atletas precisam estar em um nível muito alto de saúde e boa forma para preservar suas carreiras.”

Schwab afirmou que, embora os jogadores estejam dispostos a correr um risco calculado para retomar suas carreiras esportivas, uma vez que as regras de distanciamento social não podem ser seguidas na maioria dos esportes, isso terá algum custo.

“Estamos preocupados que alguns órgãos esportivos estejam tentando colocar o risco econômico e legal de contrair a doença nos jogadores, e isso é algo que achamos que não deve ser tolerado”, disse.

Schwab acrescentou que, se os jogadores renunciarem a seus direitos, eles poderão ficar sem “proteção econômica e jurídica básica que deve acompanhar as lesões ou outras doenças no curso normal do trabalho”.

Ele disse que, ao participar de esportes de contato, os “próprios jogadores estão sendo convocados a fazer algo que é inerentemente arriscado e inerentemente contrário a todas as informações de saúde que estão sendo fornecidas”.

“A saúde e a segurança dos jogadores não devem ser negociáveis por causa da pressão econômica que o esporte está sofrendo no momento”, acrescentou.

Para Schwab, os testes generalizados são a chave para garantir que o esporte de elite possa ocorrer, mas os atletas não querem que ele seja realizado às custas do público em geral.

“Os jogadores estão deixando muito claro que não querem fazer um alto nível de testes se isso colocar em risco o esforço de saúde pública”, disse.

Competições esportivas que recomeçam antes, como o Campeonato Alemão de futebol, têm uma responsabilidade especial. “Acreditamos que aqueles esportes que querem tentar e começar primeiro, eles precisam estabelecer as melhores práticas”, afirmou.

EXCLUSIVO: Ex-Ministro, Mandetta compara com Alemanha e diz que voltar futebol no Brasil seria ‘flertar com possibilidade de lockdown’

MSN

Luiz Henrique Mandetta, ex-Ministro da Saúde, conversou com exclusividade com o SportsCenter nesta quinta-feira e não se mostrou favorável à volta ao futebol no país. Ele chegou a comparar a situação brasileira com a da Alemanha, que deve ter o retorno da Bundesliga já no próximo final de semana. Para Mandetta, porém, o Brasil ainda está muito longe de chegar ao mesmo patamar.

“A Alemanha vai fazer um protocolo muito rígido. É um dos poucos países que tinha uma capacidade instalada. É um país que trabalha em seus hospitais com redundância: tudo que ela tem ativo, tem no depósito do hospital em dobro. Então, quando teve necessidade, expandiu a rede muito rapidamente. E tem profissionais muito bem formados”, explicou Mandetta.

“O Brasil tem problemas de equipamentos de proteção individual, de respiradores e de profissionais de saúde. Então o que seria razoável administrarmos essas duas variáveis, velocidade de transmissão e vulnerabilidade do sistema. Melhorando a performance do sistema e controlando o máximo possível a transmissibilidade, a gente passaria por esse estresse. De uma maneira mais lenta, mas passaríamos e com menos perdas”, comparou.

“Ao meu ver, temos outras medidas mais importantes a fazer antes de falar de futebol. Acho que a gente estaria atropelando a história natural desse vírus. Não tem elementos para fazer essa decisão no momento. Estamos aumentando o número de casos. Seria decidir pelo retorno e logo na frente ter que suspender. Seria flertar com a possibilidade de uma quarentena mais rígida, de um lockdown, como se chama. Seria a possibilidade de colocar o futebol como um dos corresponsáveis de uma situação crítica para a sociedade. Não faria bem ao futebol. Acho que não tem elementos. Acho que a gente deve esperar um pouco mais e ver como isso vai se dar na Europa, onde já passou o pior da crise. Para que aí a gente possa passar da nossa crise e tomar as nossas decisões”, completou em outra resposta.

Mandetta ainda falou sobre a força do coronavírus e o impacto negativo ainda maior que um lockdwon maior pode gerar até mesmo para o futebol.

“Esse vírus gosta mesmo de ser desafiado, ele não negociou com ninguém. Não teve nenhuma pessoa, por mais poderosa e cheia de certezas, que o desafiou. Ele fez questão de derrubar sistemas, causou muito sofrimento. Estamos falando de uma doença nova, que derrubou o sistema de saúde da Itália, da Espanha, da França, da Inglaterra, de Nova York, de Chicago, da Califórnia, da Flórida… Não estamos falando de uma doença que seja passageira, leve”, disse.

“Quando você quer acelerar a volta, você corre o risco de acelerar (a transmissão) em nome do esporte ou da economia. Essa aceleração pode levar a um quadro de transmissão desordenada que leva o espaço urbano ao que estão chamando de lockdown. E quando você determina isso, aí é uma coisa muito mais dura, é ficar em casa e sair no máximo 50m sob pena de multa ou prisão. É uma coisa impositiva, a força da lei vai te colocar dentro de casa. E quando a cidade tem que apelar para esse tipo de medida, a economia, o futebol, a cultura levam muito mais tempo para se recuperar”, completou.

Mandetta foi o Ministro da Saúde do Brasil no começo da crise, mas deixou o cargo no meio de abril. A Pasta agora é comandada por Nelson Teich.

O esporte no Brasil – e em boa parte do mundo – está paralisado desde o meio de março.

Turner decide cancelar pagamentos a clubes do Brasileirão 2020, diz site

Galáticos Onlane

Após declarar que iria pagar 50% do valor que repassa para os clubes do Brasileirão 2020, a Turner decidiu suspender esse pagamento às equipes que tem contrato com a empresa

Inicialmente ficou acordado que ela pagaria 104 milhões de reais, o equivalente a 50% do valor total que a empresa pagaria aos seguintes clubes: Athletico-PR, Bahia, Ceará, Coritiba, Internacional, Palmeiras, Santos e Fortaleza, sendo que os sete primeiros clubes receberia R$ 10 milhões e o time cearense um valor menor por ter um contrato à parte.

A suspensão do pagamento termina desgastando a relação entre os clubes e a empresa. As agremiações tentam marcar uma reunião para tenter reverter a decisão, já que os pagamentos seriam feitos neste mês de maio, junho e julho.





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