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:: 9/maio/2020 . 12:03

ESPECIAL: Pandemia desconstruiu a imagem de que jogadores são super heróis

Futebol Interior

Precisou de uma pandemia para comprovar o que todo mundo já sabia, mas teimava em não acreditar: jogadores de futebol não são super heróis. Mesmo que alguns dirigentes e até mesmo o presidente do Brasil tentem, de forma irresponsável, ignorar isso.

Talvez por seus salários fora da realidade, talvez por serem responsáveis por levarem alegrias e tristezas para a casa de muitas pessoas, os jogadores foram colocados em uma prateleira acima dos seres humanos. Muitos deles, inclusive, se colocam nessa prateleira.

Mas aí veio a pandemia do coronavírus e mostrou que os jogadores são como você, que está lendo essa matéria. Eles têm sentimentos, medos, angustias. Não é a toa que muitos estão sofrendo com a paralisação do futebol.

“O mais importante é que estão percebendo que os jogadores também são seres humanos, também são pessoas vulneráveis física e psicologicamente, desconstruindo a ideia de heróis indestrutíveis que muitas vezes são colocados sobre eles. Precisamos olhar com mais humanidade para essas pessoas, pois estamos todos juntos no mesmo barco”, afirma a psicóloga do esporte, Gabriella Finatti, ao Portal Futebol Interior.

De acordo com pesquisa realizada no mês passado pela FIFpro, o sindicato mundial de jogadores, foi notório o crescimento de jogadores que apresentaram sintomas de depressão e ansiedade desde que os campeonatos foram paralisados por conta da pandemia.

A pandemia interrompeu a atividade dos jogador, que está impossibilitado de fazer o que ele faz diariamente. Houve uma queda brusca na produção, na sensação de utilidade. O fato de não saber o que vai acontecer provoca uma ansiedade muito grande. Porque ansiedade é isso, se preocupar com o amanhã”, disse a psicóloga Marina Vasconcellos.

E isso gera um efeito cascata, pois a questão psicológica interfere diretamente no fator físico dos jogadores. Quem apresenta sintomas de ansiedade e depressão perde o interesse, o apetite e o sono. Assim, não consegue seguir os treinos diários passados por seus clubes.

“Muitos não sabem lidar com isso (paralisação da atividade), pois precisa ter muita disciplina para fazer exercícios em casa, todos os dias, nos horários certos. Tudo isso produz ansiedade, pode desanimar e deprimir”, comenta Vasconcellos.

Alguns clubes no Brasil já iniciaram seus treinamentos presenciais – Internacional e Grêmio – e outros estão preparando essa volta. Com isso, a tendência é que os jogadores voltem a se sentir úteis, diminuindo os casos de ansiedade e depressão. Mas a psicóloga Marina Vasconcellos alerta:

“Quando eles voltarem, (o psicológico) tende a melhorar rapidamente, porque vão descarregar a tensão fazendo os exercícios, vão ter contato com os companheiros. Mas eles precisam ter paciência, porque, se cobrarem o desempenho de antes, aí vem a ansiedade da cobrança ou depressão. É bom eles terem a consciência de que tudo vai mudar”.

E é aí que vem a importância dos clubes. O foco durante a paralisação do futebol foi a questão física, deixando o fator psicológico um pouco de lado. Isso é algo que precisa ser visto com outros olhos, pois são coisas interligadas.

“Faltou muito suporte psicológico. As pessoas não pensam nisso. Ainda tem aquele pensamento de “não sou louco para fazer terapia”. Embora muitos clubes tenham o psicólogo ligado ao esporte, infelizmente não dão a devida importância para essa questão. Faltou esse suporte antes e agora é correr atrás do prejuízo. O ideal é que esse suporte seja dado por todos os clubes”, opina Marina Vasconcellos.

Essa paralisação no futebol, inclusive, pode fazer muitos jogadores repensarem suas carreiras. Principalmente aqueles que estão próximos da aposentadoria e devem sentir mais o retorno da rotina de treinamentos intensos.

“Acho que vai variar bastante do momento da carreira e o que o futebol representa para cada um. Se já estiver em final de carreira, essa aposentadoria pode ser adiantada, pois esse processo de destreinamento (quando o ritmo e a carga de treinos vão se reduzindo) e a volta ao treinamento intenso é algo bastante complexo”, aponta Gabriella Finatti, antes de concluir:

“A maioria dos atletas são tão apaixonados pela sua modalidade que dificilmente vai repensar a carreira. Porém, isso não é uma regra. As prioridades e metas de vida podem ser repensadas a qualquer momento”.

Sem pressa, sem teste: maioria da elite é contra volta imediata do futebol

Uol

A atual – e nada animadora – situação da pandemia do novo coronavírus faz com que a grande maioria dos times da Série A do Brasileirão adote cautela e, ao menos por enquanto, seja contra o retorno imediato do futebol. As informações reunidas pelo UOL Esporte junto aos clubes mostram que, no geral, a posição é aguardar as determinações das autoridades antes de dar qualquer passo.

Segundo a reportagem apurou, apenas Flamengo, Internacional e Grêmio vão na contramão dos demais clubes e têm certa pressa para que o esporte volte à ativa, mesmo que, por enquanto, com portões fechados. Os clubes, inclusive, são os únicos entre os 20 da elite — mais o Cruzeiro — a já terem realizado os testes para identificar a Covid-19 no elenco.

Nos bastidores, o Vasco também já defende o retorno do futebol, mas só irá programar a compra dos testes assim que as autoridades derem o aval.

O Atlético-MG, por sua vez, tem testes programados para segunda-feira (11) na Cidade do Galo e deve ser o quarto time a entrar na lista. Ainda que com menos intensidade, o clube também tem pressa para a volta das atividades e, dependendo dos resultados, já definirá se irá retomar os treinamentos.

Através de seu presidente, Adson Batista, o Atlético-GO também admite a vontade de retomar os treinamentos, mas desde que as atividades sejam liberadas pelas autoridades sanitárias.

Por outro lado, os demais clubes – a reportagem ainda não conseguiu uma posição do Coritiba – são contra a volta imediata do futebol e trabalham o retorno do esporte sem pressa. É o caso, por exemplo, do Botafogo.

É questão de coerência a nosso posicionamento público. Estamos próximos ao pico da pandemia, com o sistema público de saúde perto da asfixia e o que mais se fala é em lockdown. O futebol pode esperar. O retorno tem que ser orgânico. Respeito a atitude dos demais clubes, mas entendemos ser a hora de preservar a saúde de todos e por isso não assinamos”, analisa o presidente Nelson Mufarrej.

Jogadores acusam Atlético de Alagoinhas de abusos e irregularidades em dispensas; clube nega

Galáticos Online

No dia 17 de março, a Federação Bahiana de Futebol anunciou a suspensão do Campeonato Baiano devido à pandemia do novo coronavírus. Sem prazo para ao retorno, diversos clubes do estado liberaram atletas e desfizeram seus elencos.

Mas, alguns deles, como o Alagoinhas Atlético Clube, já vinham se desfazendo de jogadores. Alguns deixaram a equipe por opção técnica, outros em razão da pandemia. A agremiação, assim como as demais, alegou não possuir condições de manter sua folha salarial sem arrecadação com bilheteria e patrocínios no período sem jogos, e sem saber se a competição, realmente, retornará neste ano.

Mas, dois meses após o início das dispensas, problemas começaram a surgir. Cinco dos atletas dispensados acusam o clube de irregularidades nas dispensas.

Em denúncia ao Galáticos Online, Reinaldo Lucas, Willian Kaefer, Uenis Cardoso, Cristiano Ribeiro e Eduardo Rondon afirmam que o Carcará cometeu “abusos”. Através do advogado Eliseu Patrocínio, os jogadores alegam que as dispensas foram unilaterais, sem acordo entre as partes e sob ameaças.

“Dispensas imotivadas e mediante acordo unilateral, os quais os atletas não tiveram direito a reivindicar nada, sob a ameaça de que senão assinassem, não receberiam o salário do mês trabalhado”, diz o profissional em comunicado (confira na íntegra abaixo) enviado ao site.

Os atletas ainda acusam o clube de não pagamento de direitos trabalhistas. “É uma verdadeira aberração jurídica, são dispensados sem receber a rescisão, FGTS e até a falta de recolhimentos previdenciários. Atleta sendo dispensado com lesão, que não pode sequer receber algum benefício previdenciário, sendo exposto ao ridículo”, continua.

Diante das denúncias, o Galáticos OnLine procurou a diretoria do Atlético de Alagoinhas, que por meio do seu presidente, Albino Leite (foto), negou as irregularidades. “O que posso relatar é que todos os atletas dispensados após a mudança do técnico houve uma avaliação do técnico Lira (Arnaldo). Foi identificado alguns jogadores que estavam abaixo do nível necessário. Chamei esses jogadores, conversei e paguei os salários em dia. Paguei a rescisão como tem no contrato da CBF. Eles receberam os salários e rescisão conforme o acordo que está na CBF”, disse.

Sobre os dispensados após a suspensão do Campeonato Baiano, o dirigente admitiu ainda não ter realizado todo o pagamento, mas garantiu que fará. “Nós fomos o primeiro clube do Brasil que, quando paramos as atividades, encaminhamos um documento à CBF, via Federação Bahiana de Futebol, solicitando auxílio emergencial. Depois, os demais clubes do Brasil também fizeram e conseguimos o auxílio. Acordei com os demais, que ficaram, que não foram liberados antes da pandemia. Estamos devendo apenas 18 dias a esses jogadores. Estamos pagando o salário base, de carteira. Já pagamos o mês passado e faltam duas (parcelas). E vamos fazer uma avaliação, ainda, daqueles que vão permanecer”, concluiu.

CBF aproveita autorização da Fifa e permitirá cinco substituições em jogos

Super Esportes

Depois que a Fifa anunciou a liberação temporária para que as equipes promovam até cinco substituições nas partidas, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) seguirá a norma que altera a regra até o fim desta temporada. A partir do retorno das competições profissionais no país, cada time poderá trocar até cinco atletas nos jogos.

A medida, anunciada nesta sexta-feira, valerá até dezembro de 2020, como forma de amenizar o prejuízo na preparação física dos jogadores, por causa da paralisação forçada pela pandemia do novo coronavírus. O presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Leonardo Gaciba, informou que as competições profissionais em território profissional permitirão a regra liberada pela Fifa.

“A CBF vai adotar (as cinco substituições por jogo). Já conversamos com o Departamento de Competições e vamos adotar as cinco substituições em todas as competições profissionais. Tanto as já iniciadas quanto as que vão começar”, afirmou o chefe da arbitragem nacional, em entrevista à Rádio Itatiaia.

“Na questão do que está escrito na normativa, fica claro que são competições programadas para encerrar até dezembro. Como originalmente, as competições eram programadas para ser encerradas até dezembro, então vamos utilizar nos nossos campeonatos, exceto os campeonatos amadores, em que já vale a norma de seis substituições”, explicou Gaciba.

“Então, os campeonatos profissionais regidos pela CBF que tenham três substituições nos seus regulamentos, passarão a ser no sistema de cinco substituições”, reforçou o ex-árbitro e que assumiu o cargo na entidade em abril do ano passado.

Mudança na regra deve beneficiar elenco estrelado do Flamengo

MSN

No mundo dos esportes, a última sexta-feira trouxe uma notícia impactante. A Fifa oficializou que os campeonatos iniciados ou que ainda começarão tenham a permissão da regra das cinco substituições por equipe. A IFAB (International Board) deu sinal verde para a mudança, que será temporária e válida até dezembro deste ano. Em um recorte quanto ao Flamengo, cujo elenco é considerado o mais forte do país, a possibilidade já agitou a torcida nas redes.

Estrelado, o Flamengo já relacionou 51 jogadores em 2020, sendo 30 criados na base – bastante utilizada durante as quatro primeiras rodadas da Taça Guanabara. O clube não ficou na zona de conforto após as conquistas do Brasileiro e da Libertadores do ano passado e contratou oito novos jogadores, sendo apenas um deles, Léo Pereira, para o time titular (a princípio).

Portanto, com tal alteração relacionada a substituições, será natural que Jorge Jesus dê mais rodagem a reforços, como Pedro Rocha, Michael e Pedro, a joias da base, como Lázaro, recém-integrado aos profissionais, e a atletas que estavam no fim da “fila”, como Berrío e Piris da Motta.

Berrío e Pedro Rocha, por exemplo, devem ganhar ‘nova vida’ após a permissão da Fifa.

O LANCE! recolheu opiniões de referências do futebol para saber a visão deles a respeito do impacto do aumento das alterações na dinâmica dos treinos e jogos. O comentarista da ESPN Brasil Leonardo Bertozzi, por exemplo, crê que o proveito maior será natural pelo lado do Fla. E aprofundou a análise:

– Naturalmente quem tem um elenco mais rico terá melhores condições de aproveitar as mudanças, seja pelo aspecto físico, seja pelo técnico. Imagine que você poderá sustentar mais a pressão na saída do adversário se tiver a condição de alterar mais jogadores eventualmente desgastados. Além da possibilidade de mais alternativas táticas. Hoje, se você perde um ou dois jogadores lesionados, fica praticamente de mãos atadas para interferir taticamente. Com mais mudanças, isso também fica facilitado – comentou Léo.

Palmeiras 3 x 4 Vasco pela final da Mercosul 2000 é eleito maior jogo da história de clubes brasileiros

Globo Esportes

A vitória do Vasco sobre o Palmeiras por 4 a 3, que valeu o título da Mercosul de 2000, foi eleita o maior jogo da história entre os grandes clubes brasileiros, em enquete realizada pelo GloboEsporte.com. A votação contou com 12 partidas que haviam sido eleitas anteriormente como maiores jogos de cada um dos principais clubes do país.

A virada do Cruz-Maltino sobre o Alviverde recebeu 35,82% dos 67.868 votos. Em segundo lugar ficou Fluminense 3 x 0 Peñarol, pela Copa Rio de 1952, com 24,14%. Flamengo 2 x 1 River Plate, pela Libertadores 2019, fechou o pódio, com 12,78%.

Para chegar ao jogo vencedor, o GloboEsporte.com primeiro fez uma série de enquetes perguntando para os torcedores de Atlético-MG, Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Palmeiras, Santos, São Paulo e Vascos qual eram os maiores jogos da história de seus respectivos clube. Em seguida, as partidas vencedoras concorreram entre si em uma nova enquete.

1º lugar – Palmeiras 3 x 4 Vasco – Final da Mercosul de 2000 (35,82% dos votos)
Valia título continental. Na decisão da Mercosul de 2000, o Vasco de Romário, Euller, Juninho Paulista e Juninho Pernambucano saiu atrás no primeiro tempo e foi para o intervalo perdendo por 3 a 0. O título do Palmeiras parecia questão de tempo. Na segunda etapa, porém, Romário (três vezes) e Juninho Paulista marcaram os gols da épica virada vascaína em pleno estádio Palestra Itália.

Flamengo e Vasco seguem realidade paralela de Bolsonaro

Terra

Os casos de coronavírus explodem na país inteiro. No Rio de Janeiro, os números dobram a cada dia, mas inspirados na pressão do Flamengo a maioria dos times diz estar pronto para voltar aos treinos e que seja o mais rápido possível, deixam claro.

É bom destacar que Botafogo e Fluminense não assinaram o tal documento da Federação Estadual do Rio de Janeiro pedindo o retorno do futebol. Um sopro de bom senso na realidade paralela que assola não só a maior parte dos clubes cariocas, infelizmente.

E daí que dez mil pessoas já morreram? E daí que qualquer medida que afrouxe o isolamento possa piorar ainda mais o quadro já nebuloso? E daí? E daí? Há uma multidão pronta pra aplaudir e seguir a realidade paralela de Jair. É hora de comemorar com churrasco.





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