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:: 12/maio/2020 . 17:06

Projeto no Rio pede volta de jogos no Maracanã em meio a veto de Witzel

Uol

Em Projeto de Lei (PL) apresentado na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, o deputado Jorge Fellipe Neto propôs que a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) seja autorizada a retomar com os jogos no Maracanã.

O texto determina que seja vedada a presença de público e sejam observadas obrigatoriamente as recomendações médicas para retorno ao futebol, documento este batizado de “Jogo Seguro” pela Ferj. A matéria será votada pelos demais deputados.

Será permitido ainda a transmissão das partidas, a critério dos clubes, por quaisquer meio de comunicação, tais como rádio, televisão e internet.

Ao passo que os parlamentares legislam sobre o retorno dos jogos, um hospital de campanha está montado ao lado do Maracanã. O estádio de atletismo Célio de Barros recebe centenas de leitos que auxiliam no combate ao coronavírus.

O governador Wilson Witzel já se mostrou contrário aos jogos neste momento de alto risco de contágio. Flamengo e Vasco são favoráveis ao retorno, enquanto Fluminense e Botafogo estão na direção oposta.

Libertadores pode acabar só em janeiro de 2021, diz secretário da Conmebol

Uol

O secretário-geral adjunto da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol), Gonzalo Belloso, disse na manhã de hoje que a atual edição da Copa Libertadores deve ser retomada no segundo semestre e pode terminar apenas em janeiro de 2021.

“Acreditamos que o futebol deve ser retomado quando cumprirmos todos os requisitos de saúde. É uma indústria como qualquer outra, além de um esporte, e gera milhões de empregos”, disse Belloso em entrevista à Radio2, da Argentina.

Belloso também disse que a volta da Copa Libertadores ajudará as equipes pois, com isto, a Conmebol poderá pagar os clubes por estarem disputando o campeonato, auxiliando-os financeiramente em “uma situação que é grave em todo o mundo”.

A atual edição do principal torneio de clubes da América do Sul foi paralisada em março em meio à pandemia do novo coronavírus. Por enquanto, a final da Libertadores de 2020 está programada para acontecer no Maracanã, no dia 21 de novembro.

Você sabe quanto ganha um árbitro de futebol? Confira;

MSN

O futebol é um dos esportes mais lucrativos e de melhor remuneração do planeta, com suas transações milionárias, jogadores e técnicos com salários estratosféricos e demais tratativas financeiras sempre com envolvimento de muito dinheiro. Essas questões não são novidade. Porém, o que pouco se discute é sobre os vencimentos dos árbitros de futebol. Você sabe quanto um “juiz” recebe e como?

De acordo com informações do “Quanto Ganha”, os árbitros de futebol ganham por partida e, em alguns países da Europa, um valor mensal. A título de exemplo, na Espanha, um profissional da área ganha 3.7 mil euros (cerca de R$ 23,23 mil, na cotação atual) por partida e ainda € 11 mil mensal, além de € 12 mil por direitos de imagem.

Do outro lado do mundo, no Brasil, a realidade dos “juízes” é bem diferente, com os profissionais recebendo apenas por escalação para apitar e com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não reconhecendo a profissão. O cenário faz com que muitos tenham que ter outros trabalhos fora das quatro linhas.

De todo modo, os árbitros brasileiros recebem: R$ 2.4 mil, em média, por jogo, com uma base de quatro partidas por mês. Porém, os valores variam conforme o nível do juiz, a função e a divisão do confronto, ficando, na Série A: R$ 3.450 para os com selo FIFA, R$ 2.350 para os aspirantes, R$ 2 mil para os básicos, R$ 1.500 para bandeirinha FIFA, R$ 1.000 para bandeirinha básico e R$ 350 para o quarto árbitro.

Já na Série B, o árbitro FIFA ganha R$ 2.500, o aspirante R$ 1.700, o básico R$ 1.500, o bandeirinha FIFA R$ 1.250, o bandeirinha básico R$ 750 e o quarto árbitro R$ 300. Vale considerar que todos os juízes ganham R$ 500 como ajuda de custo quando são escalados para atuar fora de suas cidades e precisam pagar alimentação, transporte, hospedagem etc.

Em divisões mais baixas, os vencimentos são ainda menores, com o árbitro FIFA recebendo R$ 2.100 e os aspirantes R$ 750 para apitar na Série C, e R$ 1.850 e R$ 600, respectivamente, para prestar seus serviços na Série D.

Ministério da Economia prorroga parcelas do Profut; PL que pede congelamento trava na Câmara

Globo Esportes

O Ministério da Economia prorrogou por até cinco meses o prazo para pagamento das parcelas de maio, junho e julho das dívidas fiscais dos clubes refinanciadas pelo Programa de Refinanciamento Fiscal do futebol brasileiro (Profut). A portaria, editada na segunda, foi publicada nesta terça-feira no Diário Oficial da União.

Ao todo, 28 clubes têm dívidas refinanciadas com a União pelo Profut. De acordo com o texto da Portaria do Ministério, as prestações de maio, junho e julho de parcelamentos ordinários e especiais (onde se inclui o Profut), foram prorrogadas da seguinte forma:

a) as com vencimento em maio de 2020 terão seu vencimento prorrogados para agosto de 2020;
b) as com vencimento em junho de 2020 terão seu vencimento prorrogados para outubro de 2020; e
c) as com vencimento em julho de 2020 terão seu vencimento prorrogados para dezembro de 2020.

Aprovado em 2015, o Profut ofereceu um parcelamento das dívidas fiscais dos clubes em até 240 meses, com descontos de 70% no valor das multas e redução de 40% dos juros, além de isentar os encargos legais. Em contrapartida, os clubes teriam de cumprir um programa de austeridade fiscal e transparência. Pelo programa, 28 clubes parcelaram um total de R$ 1,2 bilhão.

A portaria emergencial supre em parte um pedido da Comissão Nacional de Clubes (CNC). A entidade, que conta com representantes de todas das quatro séries do Brasil, quer o congelamento das parcelas do Profut pelo período de 12 meses, por conta da crise financeira gerada pelo novo coronavírus.

Atualmente, três projetos de lei sobre o assunto tramitam juntos, e em regime de urgência, na Câmara dos Deputados. Em comum, os textos pedem o congelamento das parcelas do Profut enquanto durar o período de calamidade pública nacional, decretada pelo Congresso pelo menos até dezembro.

Mas apesar da proposta de congelamento provisório contar com apoio da maioria dos deputados, o projeto foi cercado de polêmica nos últimos dias, e está travado. Isso porque o PL do deputado Arthur Maia (DEM-BA), o principal dos três textos, pede também a mudança permanente de itens trabalhistas previstos na Lei Pelé, como a cláusula compensatória paga a atletas em caso de demissão e possibilidade de rescisão de contrato indireta em caso de atraso nos pagamentos.

A questão repercutiu mal entre a classe de atletas e alguns congressistas. Um abaixo-assinado virtual foi criado contra as mudanças e assinado por milhares de jogadores. E diariamente, representantes da Federação Nacional de Atletas Profissionais dialogam com parlamentares em Brasília para barrar qualquer mudança na lei Pelé.

Luiz Gomes: “É preciso evitar que o vírus sufoque o futebol feminino”

Lance

Durante a transmissão da final do Pan de 2007 Galvão Bueno repetiu por várias vezes, com a ênfase que lhe é característica, um apelo para que o futebol feminino passasse a receber a devida atenção da CBF, do governo, de quem quer que fosse. Aquela goleada histórica por 5 a 0 sobre as americanas, campeãs olímpicas e multicampeãs mundiais, emocionou as 70 mil pessoas que estavam no Maracanã e o país inteiro. Seria mais do que uma medalha de ouro, seria um recomeço – ou um começo.

Seria, porque não foi. Foi, aliás, mais um daqueles momentos que no Brasil conhecemos de sobra. Mais um momento de euforia, do “agora vai!”, que não vai a lugar nenhum.

É perseguido, esse futebol feminino.

Perseguido pelo conservadorismo machista dos políticos que durante quase 40 anos proibiram que fosse praticado sob o pretexto de preservar o que seria o nobre papel da mulher na sociedade, cuidar da casa, do marido e dos filhos. Um absurdo sem tamanho. Perseguido pelo desprezo secular dos governos, dos cartolas, das escolas e dos clubes. Perseguido, enfim, e agora, por uma verdadeira armadilha do destino, a tal pandemia do coronavírus.

A Olimpíada do Rio, em 2016, a Copa do Mundo do ano passado, na França e sua repercussão inédita, com jogos transmitidos ao vivo, apesar do Brasil ter caído nas oitavas de final, perdendo para as donas da casa, deram um novo impulso ao futebol feminino. Agora vai, repetiu-se.

A decisão da CBF de obrigar, desde 2019, que todos os times da Série A do Brasileiro masculina tivessem também equipes femininas adulto e de base foi bastante criticada no início. Mas é reconhecida como fundamental hoje em dia. Foi isso que permitiu o surgimento de um Brasileirão feminino de verdade, com primeira e segunda divisões, transmissão de jogos em TV aberta e fechada e um público cada vez maior nos estádios. As maiores torcidas do Brasil começaram a acompanhar mais de perto e a se interessar pela “novidade”.

Com um calendário consistente, jogadoras que fizeram carreira no exterior – por falta de opção de jogar aqui, inclusive – começaram a voltar. E a atividade permanente tende a melhorar ainda mais, progressivamente, o nível do futebol feminino brasileiro como um todo. Neste cenário, a contratação da técnica sueca Pia Sundhage, bicampeã olímpica com os EUA e prata na Rio 2016 com a Suécia, foi a cereja do bolo. Desde que chegou, ela mudou a cara da seleção brasileira que chegaria a Tóquio para a Olimpíada de julho, com boas chances de ir ainda bem além de suas melhores campanhas.

Tudo parecia caminhar bem… mas veio a pandemia. E a paralisação do planeta.

Ao anunciar seu tímido pacote de ajuda ao futebol, a CBF destinou R$ 120 mil para os 16 clubes da Série A1 do Brasileirão Feminino, e R$ 50 mil para os 36 clubes da Série A2. Muito pouco, longe de resolver qualquer problema, mas melhor do que nada. Se a indefinição sobre o futuro persegue o futebol masculino – quando volta? como serão os campeonatos? como ficará a situação financeira dos clubes? – o que se dizer então do futebol feminino. A dúvida, mais do que essas questões, perguntas sem respostas, é a própria sobrevivência.

Ninguém merece o que estamos passando. As meninas do Brasil muito menos. Que o vírus não faça desse 2020 mais um frustrante agora vai.

Confederações pedem à Fifa para não adiar o Mundial de Clubes-2020

Uol

As seis confederações filiadas informaram à Fifa que pretendem terminar seus continentais até novembro de 2020, a tempo de enviar representantes para o Mundial de Clubes do Qatar em dezembro. Os dirigentes pediram para a entidade não adiar a competição, ao menos por enquanto. Com os adiamentos para 2021 da Copa do Mundo de Futsal e dos Mundiais femininos sub-20 e sub-17, o único torneio organizado pela Fifa que continua programado para 2020 é o Mundial.

Como o blog mostrou no mês passado, por causa da pandemia do novo coronavírus a Fifa avalia adiar para 2021 o campeonato que será o último no atual formato, com sete participantes (o campeão de cada confederação, mais um representantes do país-sede). A entidade ainda não descartou essa possibilidade, mas a pedido dos filiados vai esperar um pouco mais para “analisar o cenário”.

A direção da Fifa ainda está cética quanto à normalidade do futebol este ano, tanto que adiou os torneios de futsal e da base feminina, mas também o seu Congresso, que pela primeira vez será feito por videoconferência. O encontro entre as 211 associações da entidade seria em junho, em Addis Abeba, capital da Etiópia, mas em março foi adiado para setembro. A Fifa ainda tinha esperança de uma reunião presencial, mas nesta semana foi vencida pela pandemia e informou o cancelamento do encontro no país africano e a decisão de fazer seu Congresso por meio de computadores.

O problema para o Congresso ou para os Mundiais é o diferente estágio da pandemia ao redor do mundo. Hoje está mais controlado na Ásia, em queda na Europa, mas em surto nas Américas. Como estará em setembro? A Fifa não sabe e por isso cancelou o Congresso presencial. E em dezembro? Também não se sabe, por isso a Fifa estava praticamente decidida em adiar o Mundial, mas o pedido das confederações fez a entidade recuar por enquanto.

A ideia da Fifa era adiar para dezembro 2021 o Mundial com sete participantes, mantendo o Qatar como sede porque o evento será teste para a Copa do Mundo de 2022. A Fifa não pode simplesmente cancelar essa edição em 2020 porque há um contrato assinado de patrocínio exclusivo com o grupo chinês Alibaba, de venda online. O campeonato terá que ocorrer, independentemente de quando será.

Sem Inter, clubes se reúnem para cobrar pagamento da Turner

De Primeira

Sete clubes que têm contrato ativo com a Turner para o Brasileirão deste ano decidiram negociar conjuntamente com a programadora para que a emissora pague parte do valor de R$ 104 milhões que seria realizado a partir deste mês de maio. O valor equivale a 50% do bolo total pago pela Turner pelos direitos de transmissão.

A exceção é o Internacional, que negociará sozinho os seus termos. Os clubes alegam que precisam deste dinheiro para honrar alguns compromissos previstos em orçamento. A ideia inicial dos times é que metade desse valor (R$ 52 milhões) seja liberado pela Turner, mas tudo depende do avanço nas conversas.

Fifa remarca mundiais sub-17 e sub-20 de futebol feminino e futsal para 2021

MSN

A Copa do Mundo sub-20 de futebol feminino na Costa Rica e no Panamá, adiada de agosto e setembro devido à pandemia de Covid-19, foi agendada para 20 de janeiro a 6 de fevereiro do próximo ano, informou a Fifa nesta terça-feira.

A Copa do Mundo sub-17 feminina na Índia, originalmente planejada para novembro, também foi remarcada, para 17 de fevereiro a 7 de março de 2021.

As datas foram confirmadas levando em consideração o tempo necessário para concluir os torneios de qualificação.

A Fifa também confirmou que a Copa do Mundo de Futsal, originalmente marcada para setembro-outubro deste ano na Lituânia, foi adiada para 12 de setembro a 3 de outubro de 2021.

Enquanto isso, o 70º Congresso da Fifa, que deveria ocorrer em Adis Abeba, será realizado online no dia 18 de setembro.

Futebol tem 1º campeão em campo na pandemia, e festa ignora isolamento

Uol

Foi quebrando todos os protocolos de distanciamento social e sem muita preocupação com a proliferação do novo coronavírus (Covid-19) que o futebol conheceu no último fim de semana o seu primeiro campeão nacional em campo desde o começo da pandemia.

O Real Estelí conquistou no sábado (9) o título do Torneio Clausura do Campeonato Nicaraguense ao derrotar o Managua por 3 a 1, fora de casa, na segunda partida da decisão.

A equipe, que havia empatado por 1 a 1 no jogo de ida da final, realizado uma semana antes, unificou as taças da temporada 2019/2020, já que havia vencido no semestre anterior o Torneio Apertura.

Na celebração, o Real Estelí ignorou boa parte das regras inicialmente determinadas para reduzir o risco de proliferação da Covid-19 entre seus jogadores e integrantes da comissão técnica.

Como determinado previamente, o troféu de campeão nacional foi entregue a apenas um jogador, o mexicano Manuel Rosas, capitão do time. No entanto, logo depois, a taça começou a ser passada de mãos em mãos, e os atletas se aglutinaram para festejar o título.

No momento da comemoração, quase ninguém usava máscara. E, quem estava com a proteção no rosto tratou de abaixá-la até o queixo para poder gritar à vontade ao lado dos companheiros.

O clima da festa só não era 100% normal porque a partida, como já vinha acontecendo nos últimos meses, foi disputada sem presença de torcedores.

Campeonato da Bielo-Rússia adia jogos devido a casos de covid-19

Terra

Única competição de futebol disputada durante esta pandemia na Europa, o Campeonato da Bielo-Rússia adiou duas partidas nesta segunda-feira, justamente em razão de casos suspeitos de covid-19 em jogadores de times: o FC Minsk, da primeira divisão, e o Arsenal Dzerzhinsk, da segunda.

Ao contrário dos demais países do continente, o Campeonato da Bielo-Rússia foi o único que não parou na Europa, apesar do público cada vez menor nos jogos e do distanciamento dos torcedores nas arquibancadas. A decisão até gerou polêmica, principalmente em razão da postura e das declarações do presidente do país, Alexander Lukashenko.

Um dos raros líderes mundiais negacionistas da pandemia, ele disse que o medo de contrair covid-19 era uma “psicose” e diversas vezes sugeriu combater o coronavírus com vodka e sauna. O país tem quase 24 mil casos confirmados da doença, sendo 130 mortes até agora.

As suspeitas de casos, contudo, fizeram a federação de futebol do país a adiar duas partidas marcadas para o fim de semana. Pela primeira divisão, o FC Minsk iria enfrentar o Neman Grodno no dia 15, sexta-feira. E o duelo entre Arsenal Dzerzhinsk e Lokomotiv Gomel estava agendado para o dia 16. Ainda não há nova data para as partidas.

Confira o ranking de gastos mensais dos clubes com salários e direitos de imagem em 2019

MSN

A Sports Value, especializada em marketing esportivo, e propriedades esportivas, divulgou um estudo de gasto com salários e direitos de imagem de 16 clubes brasileiros. Veja quanto cada um desembolsou mensalmente em 2019.

O Flamengo é o clube que mais gastou nesse quesito na temporada passada. O Mengão somou R$ 25 milhões com estes gastos de salários e direitos de imagem mensalmente.

Na segunda posição, está o Palmeiras, que tirou de seus cofres a quantia de R$ 22,3 milhões de reais com este pagamento por mês.

O terceiro lugar é do Corinthians. A equipe, que tem Andrés Sanchez como presidente, desembolsou R$ 21,3 milhões em salários e direitos de imagem por mês em 2019.

A quarta posição é do Cruzeiro, que gastou na temporada passada, R$ 16,8 milhões com salários e direitos de imagens por mês em 2019.

O Internacional está na quinta posição. Mensalmente, o Colorado gastou R$ 15,9 milhões com salários e direitos de imagem na temporada passada.

A sexta posição é do São Paulo, que gastou por mês a quantia de R$ 15,5 milhões com salários e direitos de imagem na temporada passada.

Na sétima posição está o Santos, que teve o gasto mensal de R$ 14,6 milhões com salários e direitos de imagem em 2019.

O oitavo lugar é do Grêmio, que desembolsou R$ 13,3 milhões mensalmente em salários e direitos de imagem na temporada passada.

Na nona posição aparece o Athletico, que gastou a quantia de R$ 11,5 milhões por mês com estes gastos na temporada anterior.

Em décimo lugar está o Atlético-MG. O Galo teve que pagar por mês R$ 10 milhões em salários e direitos de imagem para o elenco na temporada passada.

Sem controle da CBF, futebol feminino fica nas mãos da má gestão dos clubes

Globo Esportes

CBF

A Confederação Brasileira de Futebol pode ter a melhor das intenções com o futebol feminino, mas como diz o velho ditado “o inferno está cheio de boas intenções”, e hoje o inferno reflete diretamente na vida de centenas de atletas do futebol feminino que também estão sofrendo com a pandemia da Covid-19. Não basta dar o peixe, tem que ensinar a pescar e acompanhar o que será feito com o pescado. A autonomia que a CBF se orgulha de praticar com os clubes é extremamente nociva ao futebol feminino, afinal, no futebol brasileiro o problema não é só financeiro, é de gestão (como está bem claro com a situação de dezenas de clubes).

Acontece que a CBF teve uma preocupação especial com o futebol feminino ao destinar R$ 120 mil para os 16 clubes de série A do Campeonato Brasileiro e R$ 50 mil para os 36 clubes da série B. O que alguns dirigentes fizeram? Não repassaram a verba para as atletas e muitas jogadoras ficaram sem salários integrais, ajudas de custos, salários cortados, etc, como mostra o excelente levantamento feito pela repórter Camila Carelli nas Rádios CBN/Globo, com entrevistas exclusivas e denúncias por partes de atletas que optaram em não se identificar para contar os absurdos de alguns dirigentes espalhados pelo Brasil.

Muitas pessoas que não acompanham o futebol feminino imediatamente respondem “mas os clubes não tem dinheiro nem para o masculino, imagina com o feminino” essa frase além de mostrar um grande egoísmo e falta de entendimento, também demonstra como algumas pessoas também não perceberam que o futebol feminino tem dinheiro neste momento da CBF e o que não tem é gestor interessado em fazer dar certo, tal qual já fazem com o masculino.

Por isso é fundamental que a CBF não se esconda na tal autonomia que dá aos clubes através das federações. É preciso que a entidade máxima do futebol brasileiro repense de forma urgente e organize uma comissão própria que acompanhe o destino e o desenvolvimento do futebol feminino. É necessário que tenha um conselho técnico, ético e financeiro para a modalidade, um departamento formado por profissionais do ramo, que trabalhem de fato ligados aos clubes e federações, com o desenvolvimento de um protocolo que ataque categorias de base, times principais e que tenha acompanhamento e cobrança.

Sim, a CBF precisa ter uma série de bedéis em cima do futebol feminino e que gostem da modalidade ou irá incorporar os mesmos problemas, deficiências e péssimas gestões do futebol masculino. A CBF tem a possibilidade de escrever uma nova história sobre o esporte e não pode se esconder atrás de uma autonomia que pode gerar por parte dos clubes mais um boicote ao futebol feminino.

Um ótimo exemplo de gestão de federações está em São Paulo com Aline Pellegrino que tem promovido uma relação direta com os clubes paulistas para entender a demanda de cada um, assim encontrar recursos que não deixem as jogadoras sem assistência e também os clubes que precisam se adaptar a essa nova realidade.

O futebol feminino brasileiro não é apenas a seleção brasileira, não são apenas vídeos da técnica Pia Sundhage tocando violão e nem foto de dirigente ao lados das jogadoras em datas fifa. Com investimentos (que estão acontecendo), mas mais profissionalismo pensando no macro e com isso o futebol feminino brasileiro terá condições de ter uma liga fortalecida ano a ano, jogadoras em pleno desenvolvimento técnico, novas jogadoras surgindo e consequentemente uma seleção mais forte, já que as seleções são carros chefes da CBF. É preciso mais!

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