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:: 22/maio/2020 . 15:51

Crise atinge futebol feminino, mas boa parte dos clubes mantém compromissos

NSN

A crise financeira oriunda da pandemia de coronavírus atingiu em cheio as equipes brasileiras, alterando a realidade de todos os profissionais que fazem parte de um clube de futebol: roupeiros, fisioterapeutas, atletas da base, profissionais do masculino e também, é claro, do feminino. Mas como a crise tem atingido a realidade da modalidade no Brasil? O Globoesporte apurou a fundo, entrando em contato com as 16 agremiações que disputam a elite do Brasileirão Feminino. O cenário de momento é o seguinte:

Dez dos 16 clubes que estão na primeira divisão do futebol feminino são da região Sudeste. Palmeiras, Ponte Preta, São Paulo e Ferroviária estão mantendo os pagamentos de suas atletas de maneira integral, sem cortes ou reajustes. O Cruzeiro, apesar de enfrentar graves problemas financeiros e administrativos, também vem honrando os compromissos do feminino integralmente. A ajuda de custo recebida junto à CBF, no valor de R$ 120 mil, colaborou para que a Raposa conseguisse permanecer em dia com os salários da modalidade.

O Audax teve dificuldades de manter os compromissos em um primeiro momento, mas a partir da ajuda de custo da CBF, confirmou ter verba suficiente para quitar quatro folhas salariais. O São José, que sobrevive com o apoio de sua Prefeitura, vem conseguindo manter os vencimentos através de uma composição entre Prefeitura + auxílio da CBF. Corinthians e Santos decidiram por reduções/cortes que abarcassem todos os profissionais do clube, feminino incluso: o Timão reduziu 25% dos salários em carteira e está em atraso nos direitos de imagem, enquanto o Peixe cortou 70% dos salários de quem recebe mais de R$ 6 mil, mas poucas atletas têm esse vencimento. Sobre o Flamengo/Marinha, a reportagem do Globoesporte não obteve resposta das atletas.

Internacional e Grêmio, representantes do Rio Grande do Sul, seguem com seus compromissos do feminino em dia, assim como o Avaí/Kindermann (SC) e o Minas Icesp, de Brasília.

O mesmo não podemos dizer do Iranduba (AM) e do Vitória (BA), clubes onde a situação é grave. No Rubro-Negro, atletas não recebem salários ou ajuda de custos há dois meses, e há relatos de jogadoras com dificuldades até para alimentação. No clube amazonense, as folhas de março e abril ainda estão em aberto e serão quitadas ao final de maio, de acordo com o presidente do clube. Vale lembrar que todos os clubes que solicitaram ajuda junto à CBF receberam o repasse de R$ 120 mil, mas pelo fato da entidade não exigir contrapartida ou prestação de contas, a verba pode ter sido aplicada pelos dirigentes em outras áreas.

Por que é injusto terminar a Liga dos Campeões desta temporada em campo

Uol

Interrompida desde o começo de março devido à pandemia do novo coronavírus (Covid-19), a Liga dos Campeões da Europa precisa ser cancelada e declarada sem vencedor nesta temporada. Essa é uma questão básica de justiça.

Devido às formas diferentes como cada país têm lidado com a crise sanitária e com a conclusão dos seus calendários futebolísticos, é simplesmente impossível que todos os times sobreviventes disputem uma reta final do torneio continental em equidade de condições.

Caso realmente seja concluída, a Champions colocará frente a frente times que estarão em pelo menos três estágios técnico-físicos diferentes: haverá aqueles que estarão em ritmo de pré-temporada, sem disputar uma partida oficial há cinco meses, os que estarão em voo de cruzeiro e os desgastados por uma sequência interminável de compromissos em um número reduzido de dias.

E, nesse cenário, é impossível falar em qualquer tipo de justiça, algo essencial para qualquer tipo de competição.

O maior problema é a França, que já classificou o Paris Saint-Germain para as quartas de final e ainda tem o Lyon brigando por vaga na sequência do torneio. Como o governo de Emmanuel Macron proibiu a disputa de qualquer evento esportivo no país até setembro, a Ligue 1 foi cancelada, e os clubes do país ficaram sem calendário até o fim da temporada.

Ou seja, Neymar, Kylian Mbappé, Edinson Cavani e companhia teriam de encarar os confrontos finais da Champions depois de um longo período de inatividade, com todos os problemas provocados por ela. Apesar de estarem bem fisicamente, eles seriam expostos a partidas decisivas estando completamente sem ritmo de jogo, por mais que estivessem treinando.

Por outro lado, as equipes espanholas, inglesas e italianas chegariam à fase final do torneio completamente destruídas pelo calendário exaustivo que devem enfrentar para completar a temporada. Como suas ligas nacionais só devem retornar em meados do próximo mês, os clubes desses países podem enfrentar maratonas de até 15 partidas em 45 dias e em pleno verão europeu.

PSG, RB Leipzig, Atalanta e Atlético de Madri já estão classificados para as quartas. Os outros quatro confrontos das oitavas (Real Madrid x Manchester City, Chelsea x Bayern de Munique, Lyon x Juventus e Napoli x Barcelona) só tiveram as partidas de ida realizadas e ainda têm pendentes mais 90 minutos de futebol, cada.

Com Paquetá, Alexis e dupla ex-PSG, jornal escala time de decepções recentes na Itália

ESPN

O jornal italiano Gazzetta dello Sport montou uma seleção com jogadores que decepcionaram nos últimos dois anos no futebol local e que ainda podem movimentar milhões.

Aliás, a publicação coloca um eventual valor que poderia movimentar a transferência de cada atleta mencionado, o que totalizou uma quantia de 221 milhões de euros.

A equipe conta com um brasileiro: Lucas Paquetá. Contratado pelo Milan no começo de 2019 junto ao Flamengo por cerca de 38 milhões de euros, o meia de 22 anos não conseguiu decolar no time pelo qual soma 36 partidas e apenas um gol marcado.

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Na equipe também aparece o consagrado zagueiro Diego Godín, que brilhou no Atlético de Madrid e se transferiu à Inter de Milão nesta temporada. Do time também aparece Alexis Sánchez, que vem de uma passagem ruim pelo Manchester United e é reserva nos nerazzurri.

Outros atletas renomados são Adrien Rabiot e Javier Pastore, com passagem pelo Paris Saint-Germain, e hoje defendendo Juventus e Roma, respectivamente.

A escalação tem jogadores de oito equipes diferentes, sendo que Napoli, Internazionale e Roma são os únicos com dois atletas cada.

Confira como ficou a equipe:

Goleiro: Alex Meret (Napoli) – 25 milhões de euros

Lateral: Leonardo Spinazzola (Roma) – 23,5 milhões de euros

Zagueiro: Diego Godín (Inter de Milão) – 5 milhões de euros

Zagueiro: Denis Vavro (Lazio) – 10 milhões de euros

Lateral: Antonio Barreca (Genoa) – 10 milhões de euros

Meio-campista: Lucas Paquetá (Milan) – 30 milhões de euros

Meio-campista: Adrien Rabiot (Juventus) – 20 milhões de euros

Meio-campista: Javier Pastore (Roma) – 10 milhões de euros

Atacante: Simone Verdi (Torino) – 20 milhões de euros

Alexis Sánchez (Inter de Milão) – 27,5 milhões de euros

Hirving Lozano (Napoli) – 35 milhões de euros

Clubes de todo o mundo apoiam campanha para ajudar a encontrar crianças desaparecidas

Globo Esportes

Vinte e três crianças e adolescentes, o equivalente a uma convocação inteira de uma seleção para a Copa do Mundo. Esta é a média de menores desaparecidos por dia no estado de São Paulo. No mundo, são cerca de um milhão de casos a cada ano. O futebol que une famílias na paixão por um time agora quer unir torcedores de diferentes bandeiras para conscientizar a população para este drama cotidiano.

Na próxima segunda-feira, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, pelo menos 161 clubes de 60 países – nove deles do Brasil – vão usar suas contas no Twitter e outras redes sociais para apoiar a campanha de solidariedade global Football Cares (o futebol se importa, em português).

– Nossa missão é garantir que cada criança tenha um lugar seguro para crescer. Futebol é um esporte global que está nos ajudando a atacar um problema global. Temos orgulho dessa parceria com os clubes para ajudar a unir crianças desaparecidas às suas famílias – afirmou Bob Cunningham, CEO do Centro Internacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas (ICMEC na sigla em inglês).

Alguns dos mais populares clubes do mundo, como Barcelona, Bayern de Munique, Chelsea, Juventus, Liverpool e Milan, se juntaram à Roma, pioneira na parceria com o ICMEC e articuladora da campanha conjunta deste ano. Nove brasileiros também confirmaram presença na campanha, segundo o escritório do ICMEC para a América Latina: Corinthians, Coritiba, Flamengo, Grêmio, Internacional, Palmeiras, Paysandu, Santos e Vasco. O ICMEC ainda aguarda a confirmação de outros times do país e do exterior para se juntar à iniciativa ao longo do fim de semana.

O impacto esperado da ação é proporcional à paixão que essas equipes despertam pelo mundo. Juntos, os dez times europeus com mais seguidores no Twitter entre os participantes da iniciativa alcançam 83,6 milhões de pessoas. Eles se somam aos mais de 26,2 milhões de seguidores dos nove times brasileiros em conjunto.

Os dez clubes estrangeiros participantes com mais seguidores no Twitter:

Barcelona – 15,1 milhões
Liverpool – 14,5 milhões
Chelsea – 14,3 milhões
Juventus – 8 milhões
Fenerbahçe – 7,3 milhões
Milan – 7,3 milhões
Bayern de Munique – 4,8 milhões
Atlético de Madrid – 4,6 milhões
Tottenham – 4,2 milhões
Borussia Dortmund – 3,5 milhões
Segunda-feira, todos os clubes participantes vão retuitar vídeos e outras peças da campanha do ICMEC para o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, com as hashtags #FootballCares e #InternationalMissingChildrensDay. Alguns deles já anunciaram em suas redes sociais a adesão à iniciativa.

Globo perde 300 mil assinantes no Premiere e prejuízo supera R$ 40 milhões

Uol

A suspensão dos campeonatos do futebol nacional devido à pandemia do novo coronavírus já resultou na perda de mais de 300 mil assinantes à Globo em seu serviço de pay-per-view, o Premiere. A De Primeira apurou que, desde a decretação da suspensão das competições nacionais em 15 de março, houve uma queda em torno de 20% na base de assinantes, de 1,8 milhão antes da pandemia —cerca de 360 mil cancelamentos. Com assinaturas variando entre R$ 80 e R$ 114 na plataforma online Premiere Play e nas TV por assinatura, o cancelamento das assinaturas representa uma perda que pode variar entre R$ 28 milhões a R$ 41 milhões.

Mesmo com o número alto de clientes deixando a plataforma, os executivos de Esporte do Grupo Globo entendem que o número está dentro da margem de perda esperada. “A Globo está atenta a todos os impactos da pandemia de coronavírus no mundo do futebol. O número de assinantes do Premiere é apenas um deles. Após a volta do futebol, é esperada uma retomada importante do Premiere, considerando que o torcedor já ficou um período sem jogos durante a pandemia”, manifestou o grupo, em nota à reportagem.

Na semana que Flamengo retoma treinos, Bangu e Boavista têm 21 testes positivos

Bahia Notícias

Enquanto o Flamengo treinou esta semana após os testes de Covid-19 da equipe darem negativo, jogadores e funcionários do Bangu e do Boavista foram diagnosticados com resultado positivo para o vírus.

Segundo divulgação do jornal Extra, o Boavista teve nove resultados positivos para o coronavírus, sendo quatro deles em atletas e cinco em integrantes da comissão técnica. Segundo a publicação, os nove integrante do clube já tiveram contato com a doença, mas já estão imunizados. Um novo exame será realizado pelo Boavista.

Na semana passada, o Bangu também testou seus integrantes e teve 12 testes positivos: sete em jogadores, três na comissão técnica e dois em funcionários.

Posicionando-se a favor do retorno dos treinos, desde a última segunda-feira (18), a equipe do Flamengo já se apresenta no CT Ninho do Urubu para realizar atividades, mesmo sem autorização da prefeitura. Recentemente, o Botafogo e o Fluminense se recusaram a assinar documento com pedido de liberação aos órgãos públicos para retorno dos treinos. No Rio de Janeiro, prefeito Marcelo Crivella prorrogou o isolamento social até 25 de maio.

Apenas quatro clubes da Série A retomaram treinos nos CTs

Correios

Mais de dois meses após a paralisação do futebol brasileiro por conta da pandemia do novo coronavírus, apenas quatro clubes da Série A retomaram as atividades nos seus centros de treinamentos. Mesmo sem a definição de quando vão disputar partidas novamente, Internacional, Grêmio, Flamengo e Atlético-MG iniciaram os trabalhos com os seus elencos.

A dupla do Rio Grande do Sul foi a primeira a trabalhar em seus CT’s. Grêmio e Internacional aproveitaram decreto da Prefeitura de Porto Alegre e reiniciaram os treinos na primeira semana de maio. Jogadores e funcionários precisaram passar protocolos de saúde que incluem o teste para a covid-19 e regras de distanciamento.

Mesmo com as restrições impostas, ontem os jogadores do colorado foram para o campo e, sob o comando do técnico Eduardo Coudet, fizeram um trabalho tático de posse de bola e toques curtos. Existe a previsão de que o Campeonato Gaúcho volte a ser disputado a partir da segunda quinzena de junho, mas nada está garantido.

Outro que se beneficiou decisão municipal para voltar aos treinos foi o Atlético-MG. No caso do Galo, a autorização veio da prefeitura de Vespasiano, município localizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte e onde fica localizada a Cidade do Galo.

Jogadores e funcionários também passaram por protocolos de segurança. Além de testes diários para a covid-19, eles responderam questionário com perguntas sobre sintomas da doença e foram organizados em grupos diferentes de treino.

Alguns atletas, o técnico Jorge Sampaoli e membros da comissão técnica chegaram a usar máscaras durante a atividade. Além disso, o Galo montou uma barreira sanitária na porta do CT.

De acordo com a secretária municipal de Saúde do Rio, Ana Beatriz Busch, os treinos nos CTs estão proibidos pelo menos até a próxima segunda-feira (25), quando uma reunião vai ser realizada para discutir a retomada das atividades.

“O retorno aos treinos, físicos ou táticos, ainda não está permitido, ao menos até dia 25, quando vamos rediscutir. O médico (Dr. Tannure, do Flamengo) ficou de levar à presidência e nos dizer o que está acontecendo lá de verdade. Nós ficamos sabendo pela imprensa”, afirmou a secretária sobre os treinos do Fla.

Enquanto Grêmio, Inter, Atlético-MG e Flamengo retomam as atividades no campo, os outros 16 clubes da Série A – que representam 80% dos participantes do Brasileirão -, aguardam a indicação das autoridades de saúde.

FMF planeja reinício do Estadual para junho e com semifinal e final em jogo único

Super Esportes

Enquanto os clubes da capital, aos poucos, vão retomando as atividades depois do período de férias forçadas pela pandemia do novo coronavírus, a Federação Mineira de Futebol trabalha nos bastidores para acertar uma data para o retorno do Estadual. O presidente da FMF, Adriano Aro, revelou que há um plano de encurtar as datas, com semifinal e decisão disputadas em partida única. A ideia, segundo ele, é encerrar o campeonato dentro de campo.

Adriano Aro participou de uma live e disse que a FMF trabalha com a possibilidade de retomar o Campeonato Mineiro no início de junho. Mas ele deixou evidente que precisa de um entendimento entre governo estadual e as administrações municipais, além da esfera federal e da própria CBF, para a retomada do futebol.

“Pelo que tenho visto e pelas conversas que tenho tido com a Secretaria de Saúde, e sendo realista, diria que na primeira semana de junho (o Mineiro poderia voltar). Mas tudo depende do cenário, pois a volta não depende só do governador. É importante esclarecer isso. Além do governador, o prefeito tem que dar o aval também”, destacou o dirigente.

“Em BH eu tenho conversado com o prefeito Alexandre Kalil e ele disse que aqui não teremos a volta do futebol tão cedo. Isso é complicador para essa volta. Tenho conversado com o presidente Rogério Caboclo (da CBF), fizemos muitas reuniões com presidentes de federações, o grande desafio da CBF é que, para voltar com as competições nacionais, é preciso de homogeneidade em termos de federações”, acrescentou

Adriano detalhou parte do plano para retomada do futebol em Minas. A pretensão da FMF é que o Módulo I seja finalizado em campo, com datas mais curtas. No caso, uma opção seria a realização de semifinal e final em sistema de jogo único, em vez de ida e volta, como previsto no regulamento.

“Para terminar o Módulo I, precisamos de seis datas. Existe uma possibilidade de fazer semifinal e final em jogo único. Isso não está descartado, pois encurtaria para quatro datas, ou seja duas semanas, que poderiam ser feitas da seguinte maneira: uma data, duas datas, e se começarem os campeonatos nacionais, intercalá-las às outras datas. Pois aí teríamos menos equipes. A federação não trabalha com a hipótese não terminar o Campeonato Mineiro”, frisou.

Outra preocupação do dirigente é o contrato com a TV detentora dos direitos de transmissão do Estadual. Adriano Aro disse que os clubes têm cotas de partidas a cumprir. “Trabalhamos com a hipótese de término do Mineiro, até porque as equipes já receberam integralmente o valor da cota da televisão. E por contrato, elas são obrigadas a cumprir um número mínimo de jogos. Claro que tudo isso será feito se tivermos condição de saúde para todos”, comentou.

Retorno de jogadores a treinos é responsabilidade de dirigentes, diz Witzel

Uol

O governador Wilson Witzel adotou um tom brando e “liberou” os treinos do Flamengo, ainda que as medidas restritivas vigorem no Estado do Rio de Janeiro durante a pandemia da Covid-19.

Em entrevista à “CNN”, Witzel disse não ser contra o retorno e repassou a responsabilidade para os clubes. O governante, no entanto, não havia incluído essas atividades em seu último decreto sobre atividades essenciais. A quarentena está vigente até o dia 31 de maio.

“É uma questão que desde o começo gerou polêmica. O que eu disse que sou contra são os treinos sem preocupação dos dirigentes. Da mesma forma como os atletas vão ter a preocupação dos dirigentes, a responsabilidade é deles”, disse.

O governador reforçou que esta decisão está na mão dos clubes, o que contraria seu próprio decreto de isolamento:

“Os atletas têm de estar protegidas, a carreira é deles. A decisão tem de ser das entidades associativas. Nunca fui contra, só não pode ter plateia. Nunca fui contra o Famengo jogar de novo, muito menos o Fluminense, o Vasco e o Botafogo. Responsabilidade é dos clubes com seus atletas”.

Novo secretário estadual de Saúde diz que “clubes devem esperar para voltar aos treinos”

Globo Esportes

No conflito de declarações protagonizado pelos órgãos responsáveis do Rio de Janeiro, foi a vez de Fernando Ferry, novo secretário estadual de saúde, dar sua opinião. Embora represente o governo do estado, Ferry, que está há apenas quatro dias no cargo, foi na contramão do governador Wilson Witzel e deu razão à prefeitura do Rio, que ainda não autorizou o retorno aos treinamentos.

– A comissão técnica da prefeitura, formada por vários médicos, da qual faço parte, aconselhou o prefeito a não liberar os treinamentos por enquanto. A curva está mudando, temos que esperar para ver o que acontece. A situação deve ser avaliada semana a semana, mas por enquanto os clubes precisam esperar – afirmou nesta quinta-feira o secretário, na live do perfil do vereador Felipe Michel.

Fernando Ferry, que substituiu Edmar Santos no cargo de secretário estadual de Saúde, faz parte da comissão técnica formada pelo prefeito Marcelo Crivella. Além dele, participam a secretária municipal da Saúde, Ana Beatriz Busch; o presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro, Sylvio Provenzano; os infectologistas Rafael Galliez e Celso Ramos Filho, da UFRJ; e o virologista Amilcar Tanure, também da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

– A Ferj mostrou plano para poder voltar aos treinos. Mas qual o problema de todo plano? Chama-se ser humano. Sempre vai ter um desgraçado que vai sair fora do planejamento. No papel é muito bonito, o problema é operacionalizar. Neste momento nós não podemos liberar o treinamento. Estão com medo dos atletas perderem sua condição física. Mas isso seria exemplo ruim. Se o futebol pode, por que a luta não pode, o judô? O teste negativo não quer dizer nada. Não é garantia – disse Ferry.

Mais cedo nesta quinta-feira, em entrevista à “CNN”, o governador Wilson Witzel depositou nos clubes a responsabilidade de retomar ou não os treinos.

– Quero esclarecer que não sou contra os treinos acontecerem. O que eu disse que sou contra é que aconteçam sem preocupação por parte dos dirigentes para preservar o atleta, que fica exposto. A responsabilidade é dos dirigentes e não do estado, ao assumir essa responsabilidade – explicou ele – disse Witzel.

Enquanto isso, o Flamengo ignora as determinação da prefeitura do Rio e treina normalmente (é claro, seguindo as orientações de segurança previstas no protocolo da Ferj) no Ninho do Urubu desde a última terça-feira. E pretende seguir com a programação de treinamentos nos próximos dias.

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