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:: 23/maio/2020 . 12:00

Jogadores do PSG criam tensão com CEO do clube por não aceitarem redução de salários

Bahia Noticias

O clima entre os jogadores e a presidência do Paris Saint-Germain é de tensão. Segundo o jornal francês L’Equipe, os atletas do time, que foi campeão da temporada no mês passado, permanecem resistentes aceitar a redução dos salários.

Desde abril, o clube vem tentando renegociar os pagamentos dos jogadores mas, de acordo com publicação do veículo, vários membros da equipe nem sequer entraram tiveram contato com o CEO do PSG, Nasser Al-Khelaifi.

A falta de comunicação entre o dirigente e os profissionais é justamente porque os atletas sabem que a conversa com o mandatário será para pedir novamente que eles aceitem a proposta de redução dos pagamentos.

A atitude dos jogadores ignora petições da União Nacional dos Jogadores Profissionais, sindicato francês dos atletas da modalidade.

Ainda segundo o L’Equipe, um dos nomes que mais discordam dos cortes no salário é o brasileiro Thiago Silva. A proposta do presidente do clube é que os jogadores aceitem não receber o valor referente às férias entre os dias 1 e 22 de junho. Atualmente, as perdas estimadas para o Paris Saint-Germain é de cerca de R$ 1,2 bilhão.

Com o campeonato nacional da França encerrado devido a pandemia do coronavírus, o PSG, que liderava a tabela com 12 pontos de vantagem, foi declarado campeão pela Liga de Futebol da França (LFP).

Clubes de Feira de Santana vivem situações opostas para a sequência da temporada

Atarde

Ainda com os campeonatos paralisados em todo o país e ainda sem previsão de retorno, os clubes de menor expressão do estado tem adotado medidas, não para contornar a situação, mas para tentar sobreviver durante a crise causada pela pandemia. Na semana passada, o Portal A TARDE iniciou, com a dupla Ba-Vi, um especial sobre a atual situação das equipes da elite do futebol baiano.

Para dar prosseguimento no projeto, vamos falar de duas equipes tradicionais da Bahia, responsáveis por alimentar a paixão futebolística na segunda maior cidade do estado: Feira de Santana. Em contato com os presidentes Jodilton Souza e Pastor Tom, de Bahia de Feira e Fluminense de Feira, respectivamente, foram levantadas realidades diferentes pelos clubes a respeito do enfrentamento da crise financeira gerada pelo coronavírus.

“É uma situação muito delicada, mas eu acredito que o futebol como um todo… Aquelas equipes que andam bem organizadas, bem preparadas e com um projeto estruturado, consegue suportar esse momento. Todos os atletas do Bahia de Feira tem contrato até o final de 2021, então não temos dificuldades”, garantiu Jodilton.

Questionado sobre como o clube tem feito para manter essa situação favorável, enquanto muitas equipes tem sofrido com a falta de apoio, o presidente do Tremendão detalhou parte do planejamento financeiro adotado por ele e seu filho, Tiago Souza, presidente do Conselho Deliberativo da equipe, no enfrentamento do problema.

“Todo início de ano eu faço um planejamento financeiro e faço um aporte das empresas que nós temos. A gente aporta um valor e o resto é complementando com patrocínios, e esse ano teve a cota da Copa do Brasil. Então nosso orçamento é muito organizado e ajustado, não tivemos problemas. Esse ano ainda tivemos uma vantagem de receber a cota da CBF de R$ 120 mil que ajudou a completar o caixa”, explicou o presidente do Bahia de Feira.

Em uma situação mais delicada, está o Fluminense de Feira, popularmente conhecido como Touro do Sertão. De acordo com Tom, a premissa da sua gestão é passar a transparência ao torcedor. Com isso, o cenário que antes da paralisação já não se encontrava favorável, terminou se agravando ainda mais.

“Com essa problema da pandemia, ficamos com um teto muito grande. Tínhamos uma dívida superior a R$ 2 milhões em ações trabalhistas onde estávamos nos movimentando para honrar os compromissos, mas acabamos naufragando com essas despesas […] Conseguimos rescindir com praticamente com 97% dos jogadores, porque não tinha como mantermos o elenco. Até aqueles que tinham um compromisso, que podiam estourar, tivemos que liberar por não ter condições de pagamento”, revelou.

No Baianão, o Bahia de Feira também era candidato direto na briga por uma vaga na segunda fase. Antes da paralisação, a equipe se encontrava na terceiro colocação com 11 pontos, a frente inclusive do Vitória, no quesito de saldo de gols.

Com apenas dois pontos de distância para o Leão da Barra, primeira equipe dentro do G-4, e faltando seis pontos para serem disputados, o Fluminense de Feira estava lutando por uma vaga na segunda fase do estadual. Caso conseguisse, o time teria grandes chances de disputar a quarta divisão do Campeonato Brasileiro na temporada seguinte. No entanto, para 2019, o Touro do Sertão não tem mais calendário após o fim do Baianão.

Associação protocola ação contra Governo do Pará por repasse a clubes de futebol

Isto É

O movimento liberal Livres ingressou nos últimos dias com uma ação civil pública contra o Governo do Estado do Pará e o Banco do Estado do Pará (Banpará) pelo repasse de R$ 2,4 milhões para quatro clubes de futebol do estado. O principal questionamento é o motivo de se fazer o investimento em times enquanto a região vive momentos delicados pela pandemia do novo coronavírus.

Os R$ 2,4 milhões liberados pelo paraense serão destinados aos clubes que disputam as Séries C e D do Campeonato Brasileiro. Remo e Paysandu receberão cada um R$ 1 milhão. Já o Independente de Tucuruí e o Bragantino vão embolsar, ambos, R$ 200 mil. Os valores são uma forma de minimizar os graves problemas financeiros pela paralisação do calendário do futebol.

“Qual o intuito da destinação dessa verba em um momento em que o País vive sua maior tragédia sanitária, economia e social os últimos cem anos”, disse o diretor-executivo do Livres, Paulo Gontijo. “O incremento de R$ 2,4 milhões para patrocínio de atividades de clubes de futebol afronta completamente o princípio da moralidade administrativa e, também, o princípio da vedação de comportamentos contraditórios, porque, se você está precisando de dinheiro, como é que você vai financiar questões de futebol, de autonomia privada?”, comentou o advogado do movimento e autor da peça, Irapuã Santana.

Segundo o movimento Livres, o repasse aos clubes inclui como contrapartida a exposição da marca do banco do estado nas camisas oficiais dos clubes, placas de publicidade nos jogos e a utilização de camarotes nos estádios. O projeto de repasse aos times de futebol foi assinado pelo governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), o presidente do Banpará, Braselino Assunção e o vice-presidente da Federação Paraense de Futebol Maurício Bororó.

Um dos últimos desdobramentos do caso veio do Remo. O clube ingressou no processo como assistente de defesa do Estado para tentar fazer com que a ação seja julgada improcedente e possa receber, portanto, o valor de R$ 1 milhão repassado pelo governo estadual.

O Estadão procurou o governo do Pará para questionar sobre a ação civil pública, mas não recebeu resposta até a publicação deste texto.

Campeonato Espanhol tem retorno confirmado a partir de 8 de junho

Ogol

O Campeonato Espanhol é mais uma competição que já tem data para voltar. Pedro Sánchez, Primeiro-Ministro do país, confirmou que La Liga poderá voltar a ser disputada a partir do dia 8 de junho.

“A Espanha fez o que tinha que fazer e agora se abrem novos horizontes para todos. Chegou o momento de recuperar muitas atividades cotidianas. A partir de 8 de junho, a Liga de Futebol voltará”, disse o político.

Segundo o jornal Mundo Deportivo, o primeiro jogo, o da volta do futebol na Espanha, no mesmo dia 8 citado por Pedro Sánchez, deve ser a segunda parte da partida entre Rayo x Albacete, paralisada por conta de gritos racistas.

O Campeonato Espanhol deverá voltar com rodada completa ou no fim de semana do dia 12 ou no do dia 19, com a primeira data sendo a preferida dos dirigentes.

O Campeonato Espanhol parou com 27 rodadas disputadas. A liderança está entre Barcelona, com 58 pontos, e Real Madrid, com 56. A bola está perto de voltar a rolar…

Clubes do Rio terão que testar comunidades vizinhas aos CTs para retorno

IG Esportes

A prefeitura está negociando com os clubes e a Federação de Futebol do Rio (Ferj) a retomada dos treinos na cidade. No entanto, haverá pré-condições, entre elas a obrigação de os clubes criarem um programa de testagem de comunidades vizinhas aos centros de treinamento.

O secretário de Ordem Pública, Guttemberg Fonseca, disse em entrevista coletiva que a data para a volta às atividades nos CTs será anunciada na próxima semana: — Ainda não temos uma data. Esse protocolo será apresentado em uma reunião do comitê científico no fim de semana.

Para cumprir essa determinação, o Flamengo precisará testar os vizinhos do Ninho do Urubu, em Vargem Grande, onde sessões de treino já acontecem nesta semana, apesar da recomendação contrária dos órgãos públicos. Nesta quinta-feira, o rubro-negro recebeu uma notificação da Seop por conta das atividades no Ninho.

Da mesma forma, o Vasco terá que atender à região de São Januário, o Fluminense, a da Cidade de Deus (ao lado do CT), e o Botafogo, a do entorno do Engenhão.

Medidas de distanciamento social também serão adotadas, como a obrigação de os atletas se deslocarem em carros, nunca em ônibus. Além disso, segundo o secretário, a Ferj negocia uma parceria com a Rede Dor para o uso de leitos privados como forma de reduzir a pressão sobre a rede pública.

Desgaste entre Flamengo e Globo ganha novo episódio com ‘ameaça’ de vice

Uol

A declaração de Rodrigo Dunshee, vice-presidente geral e jurídico do Flamengo, sobre possíveis notificações às emissoras que fizerem filmagens dos treinos, repercutiu mal na Record e foi mais um ponto de desgaste entre o clube e a Globo. Nos últimos dias, ambas divulgaram imagens que comprovavam que o elenco fazia atividades no campo do CT Ninho do Urubu, mesmo sem a liberação dos órgãos governamentais durante o período de isolamento devido à pandemia do novo coronavírus.

O dirigente rubro-negro fez tal publicação na noite da última quinta-feira (21), em uma rede social. Segundo o UOL Esporte apurou, a ideia do clube não é enviar nenhuma notificação prévia, mas, caso episódios como esse se repitam, acionar a Justiça.

Internamente, há uma parte da cúpula que entende que houve uma quebra de privacidade do Fla, alegando que o treino ocorria em um local particular. Houve ainda quem salientasse que a fala de Dunshee era “para o futuro”, lembrando a possibilidade de os clubes poderem retornar aos treinos após reunião marcada para este domingo com o prefeito do Rio, Marcelo Crivella (Republicanos).

“Essas duas violações nós vamos tolerar, mas, a partir de segunda, todas serão notificadas e não poderão alegar desconhecimento. Nossos treinos [quando começam] são secretos, por motivos óbvios. Não podemos permitir esse precedente. Não vamos tolerar mais. Obrigado”, publicou Dunshee.

Na Record, as imagens foram ao ar no “Balanço Geral Rio”, na última quinta-feira. A diretoria da emissora salienta que já fez imagens aéreas em diversas ocasiões anteriores de coberturas jornalísticas e enxerga tal ameaça como um exagero.

No caso da Globo, a filmagem aconteceu no dia anterior e evidenciou que, realmente, o clube estava descumprindo os decretos governamentais — o CT Ninho do Urubu estava liberado somente para a realização de fisioterapia. De acordo com apuração do UOL Esporte, executivos da emissora acreditam que o Rubro-Negro precisa entender e aceitar o contraditório, ao menos neste caso.

Recentemente, houve troca de farpas entre a emissora e o Rubro-Negro após Fausto Silva, durante o programa “Domingão do Faustão”, ter feito duras críticas à cúpula no que dizia respeito ao incêndio do Ninho do Urubu. Na ocasião, o apresentador considerou “inadmissível” o comportamento dos dirigentes e afirmou que “o problema é principalmente caráter”.

Em resposta, o clube publicou uma nota oficial em que assegurava que “tamanha agressividade tem como pano de fundo interesses comerciais não atendidos e que se sobrepõem ao trabalho de informar corretamente aos telespectadores”.

Tribunal Administrativo de Paris rejeita recursos contra fim do Campeonato Francês

MSN

O Tribunal Administrativo de Paris rejeitou os recursos protocolados por Lyon, Toulouse e Amiens contra o término antecipado do Campeonato Francês no fim de abril por conta da pandemia do novo coronavírus, que deu o título ao Paris Saint-Germain. Os clubes entraram na justiça alegando prejuízos esportivos com a decisão tomada.

Toulouse e Amiens ocupavam as últimas colocações da tabela e acabaram rebaixados. Enquanto o Lyon, que estava em 7º lugar, almejava uma classificação melhor com 10 rodadas a serem disputadas.

A Liga de Futebol Profissional emitiu uma nota oficial para comentar sobre a polêmica envolvendo os clubes.

– O LFP tomou nota com satisfação da rejeição dos recursos interpostos pelo Olympique Lyonnais, Amiens SC e Toulouse FC perante o juiz do processo sumário do tribunal administrativo de Paris. Este último logicamente manteve, por três ordens feitas nesta tarde de sexta-feira, que as decisões de escopo geral tomadas pelo Conselho de Administração da Liga em 30 de abril só poderiam ser contestadas perante o Conselho de Estado, que é competente para ouvir atos de natureza regulatória adotados por autoridades com jurisdição nacional, como o LFP – diz o comunicado.

CBF diz que está “monitorando, supervisionando e cobrando” clubes que não pagaram atletas

Globo Esportes

A CBF iniciou processo de monitoramento, de supervisão e de cobrança dos clubes que não repassaram às atletas de futebol feminino a verba enviada pela entidade na primeira quinzena de abril. A resposta foi enviada pelo secretário-geral da CBF, Walter Feldman, a pedido da reportagem que vai ao ar no Esporte Espetacular deste domingo.

No dia 6 de abril, a CBF publicou nota no seu site, informando que enviaria R$ 120 mil para cada um dos 16 times da primeira divisão e R$ 50 mil para cada equipe da segunda divisão, totalizando R$ 3,7 milhões. Esse dinheiro deveria ser repassado ao quadro de funcionários do departamento feminino de cada clube para que os times não fossem desfeitos e os campeonatos retomados quando a pandemia retrocedesse. Ainda em abril, no entanto, começaram a ser publicadas em redes sociais e na imprensa denúncias de algumas atletas de que nada haviam recebido.

Na semana passada, o GloboEsporte.com publicou série de denúncias de clubes das Séries A2 e A1 do Campeonato Brasileiro feminino, apontando que pelo menos um time de cada região do Brasil não havia repassado o dinheiro.

A resposta completa da CBF foi enviada nesta semana.

– Desde o início da epidemia, a CBF definiu que o futebol feminino deveria ser uma das prioridades a ser sustentado, até por conta das dificuldades de patrocínio e de contratos de televisão. Por isso, baseado nas informações da diretoria de registros, nós demos aos 52 clubes que compõem a Série A1 e A2 do futebol feminino, os valores correspondentes a duas folhas de pagamento.

– Logo que recebemos informações, através da imprensa, de denúncias de algumas atletas de que esse pagamento não teria sido sido feito, imediatamente iniciamos um processo de monitoramento, de supervisão e de cobrança desses clubes. Posso afirmar que a absoluta maioria cumpriu adequadamente aquilo que foi inicialmente estabelecido e as atletas receberam os seus salários. Alguns clubes que por alguns motivos não conseguiram realizar esse procedimento, estão nesse momento sendo contactado sem nenhuma ingerência administrativa para que eles efetivem aquilo que foi definido pela CBF – disse Walter Feldman, secretário-geral da CBF.

Feldman também falou sobre os recibos que enviou para os clubes assinarem. Em um deles, a que o GloboEsporte.com teve acesso, está escrito que a quantia é “referente ao apoio financeiro emergencial e excepcional concedido em razão da pandemia COVID-19”. Alguns clubes alegaram que esse documento não deixava claro que o dinheiro deveria ser repassado às atletas.

– Em relação ao recibo que tem sido utilizado como justificativa, é importante salientar que ele é apenas um elemento contábil, ele não especifica direitos e deveres em relação à destinação dos recursos. Mas é importante lembrar que a CBF desde o primeiro momento, publicamente, estabeleceu que eles deveriam ser destinados às atletas dos clubes brasileiros – afirmou Feldman.

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