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:: jun/2020

CBF vê conflito de datas com Paulistão e quer fim dos Estaduais no campo

Futebol Interior

Secretário-geral da Confederação Brasileira de Futebol, Walter Feldman revelou um conflito de datas entre Campeonato Brasileiro e o Paulistão. Em entrevista à Rádio Gaúcha Zero Hora, afirmou que tem acontecido conversas diárias entre os presidentes Rogério Caboclo e Reinaldo Carneiro Bastos para solucionar o problema.

Os clubes de São Paulo pedem um adiamento do Campeonato Brasileiro, já que ainda não puderam iniciar os treinos presenciais. Além disso, o Paulistão terminaria apenas uma semana antes do início do nacional, previsto para começar entre os dias 8 e 9 de agosto.

“Isso foi expresso por todos os clubes de São Paulo. Só Bragantino fez uma proposta de diálogo para que ocorra um ajuste de datas. O Campeonato Paulista estaria previsto para terminar na semana anterior. Ele queriam que o Brasileirão começasse a partir do dia 15 ou 16 de agosto. Tanto presidente da CBF quanto da FPF estão conversando e uma sinalização positiva é muito favorável”, disse o Secretário.

Feldman citou também a importância dos estaduais para o futebol brasileiro. “Os campeonato estaduais fazem parte estratégia do jeito de fazer futebol no Brasil. São muitos importantes, refletem uma cultura do futebol de disputas locais. Gostaríamos de completar os estaduais. a partir dai realizar os nacionais. Talvez haja por conta desse atraso previsto essa adaptação, mas os estaduais tem que terminar pelo papel que tem visando as vagas dos campeonatos nacionais, como Copa do Brasil e Série D. Temos que encontrar os caminhos para se completarem”, falou.

O Secretário também comentou sobre a atitude do Rio de Janeiro de sediar jogos do Campeonato Carioca em meio à pandemia do novo coronavírus.

“Existe uma questão específica no Rio de Janeiro. Respeitamos autonomia das federações, suas polêmicas, e disputas entre clubes. Decisão da prefeitura. Eu acho que é cedo para ter uma conclusão em cima disso. a partir do dia 10 de julho, que vai consolidar uma posição previamente tomada, podemos chegar a uma conclusão. Estamos aguardando o desdobramento da decisão”, concluiu.

Copa Africana de Nações é adiada para 2022 por conta da pandemia de COVID-19

Super Esportes

Depois de causar consequências na Europa, na Ásia e nas Américas, a pandemia do novo coronavírus atingiu também o futebol na África. Nesta terça-feira, a Confederação Africana de Futebol (CAF, na sigla em francês) anunciou o adiamento da edição de 2021 da Copa Africana de Nações para o ano seguinte. O torneio estava marcado para acontecer de 9 de janeiro a 6 de fevereiro, em Camarões.

“Esta decisão foi tomada em razão das incertezas com relação à situação do novo coronavírus e especialmente pelo problema de calendário”, disse Ahmad Ahmad, presidente da CAF, em uma entrevista coletiva por videoconferência logo após o término a reunião virtual do Comitê Executivo da entidade.

As eliminatórias ainda estão longe de terminar e o futebol das seleções do continente não deve ser retomado antes de outubro em decorrência do surto global da COVID-19. A decisão da Fifa na semana passada de cancelar a janela de setembro para os jogos das seleções em todas as regiões, exceto Europa e América do Sul, deixou a CAF com menos datas para tentar completar a campanha de qualificação da competição e finalizar o cronograma para o torneio de 24 equipes.

Ainda há quatro rodadas de eliminatórias para serem disputadas e, embora ainda possam ser agendadas para outubro e novembro, isso significaria ter que adiar o início da fase de grupos das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022, que será no Catar.

Ainda de acordo com a reunião por videoconferência da CAF, algumas competições femininas, previstas para este ano, foram canceladas. O Campeonato das Nações Africanas, outro torneio continental, seria disputado ainda este ano, mas pelo mesmo motivo foi adiado para 2021.

Assim como a Copa Africana de Nações, o Campeonato das Nações Africanas vai acontecer em Camarões. O país tem, até esta segunda-feira, 15.592 infectados e 313 mortes pela COVID-19.

Globo recorre contra Flamengo para impedir transmissão de jogo

Uol

Após a Justiça do Rio de Janeiro indeferir pedido de liminar da TV Globo, que pretendia barrar a transmissão da partida entre o Flamengo e o Boavista, a emissora entrou com recurso para tentar mudar a decisão do juiz Ricardo Cyfer, juiz titular da 10ª Vara Cível. O plano do clube é exibir o conteúdo na Fla TV e em outras plataformas, mas a direção aguarda a manifestação em segunda instância.

A emissora protocolou o pedido hoje (30) e aguarda uma apreciação em tempo hábil. O Rubro-negro segue confiante de que o entendimento será mantido e o clube prepara a transmissão da partida no Youtube e também no Facebook. O processo já está em fase de autuação e, depois disso, será sorteado um relator, que decidirá sozinho o desfecho do caso.

Na decisão em primeira instância, Cyfer disse entender que não há inconstitucionalidade no direito do Fla, já que a Medida Provisória 984 dá ao mandante a prerrogativa de comercializar seus direitos de transmissão:

“Parte-se, portanto, da premissa de que há uma legislação em vigor, ainda que provisória, qual seja, Medida Provisória 984 de 2020, com força de lei ordinária federal, prestigiando-se o princípio da presunção de legitimidade das leis lato sensu, até que seja declarada inconstitucional, revogada ou não reeditada, devendo a controvérsia trazida aos autos ser concebida essencialmente à luz de regras e de princípios contratuais”..

O juz acrescentou que o clube não tinha contrato celebrado com a empresa e que a não adesão ao acordo pelo Carioca já previa uma redução no valor que seria pago aos outros 11 times.

Volta do público no Rio prevê ingresso com horário de acesso, marcação de assento no estádio e máscaras obrigatórias

Globo Esportes

Um documento de 24 páginas, chamado “Medidas para o retorno das atividades esportivas – Futebol”, da Vigilância Sanitária da Prefeitura do Rio de Janeiro, quer moldar o retorno do público aos estádios na cidade. O texto, com as chamadas “regras de ouro”, prevê escalonamento de horários para chegada ao estádio já no ingresso vendido – com proibição de acesso caso o torcedor não cumpra o determinado -, orientação de torcedores para ocupação de assentos sinalizados nas arquibancadas e máscaras obrigatórias em todos locais.

O tema ainda gera discussão entre dirigentes, torcedores e chamou a atenção fora do país. O Rio de Janeiro, hoje, é o único local do país com previsão de permissão de público – no caso, 1/3 da capacidade do estádio a partir de 10 de julho. Reportagem do GloboEsporte.com mostrou que apenas seis países, entre os 50 melhores ranqueados pela Fifa, permitiram acesso de público.

Em lados opostos no retorno ao futebol, os clubes grandes se dividem sobre abrir os portões aos torcedores. Botafogo e Fluminense já se anteciparam em dizer que não vão abrir estádios em seus jogos. O vice-presidente geral e jurídico do Flamengo, Rodrigo Dunshee de Abranches, se manifestou em entrevista ao jornal “O Dia” e disse que “o Flamengo não aprova e nem reprova. Flamengo cumpre lei”. O Vasco ainda não se manifestou sobre o assunto.

Se o Flamengo vencer o Boavista nesta quarta e conquistar a Taça Rio no dia 8, o Carioca acabará antes da liberação de público nos estádios. Se houver final da competição, os dois jogos poderiam ter arquibancadas abertas. No momento, a previsão da CBF para início do Brasileiro é dia 9 de agosto, mesma semana em que deve haver a volta da Copa do Brasil. A Libertadores e a Sul-Americana não têm previsão. :: LEIA MAIS »

Flamengo vai à Justiça e pede indenização do Governo por conta de meia-entrada

Lance

O departamento jurídico do Flamengo segue ativo nos bastidores. Além do imbróglio com a Rede Globo, o clube entrou com uma ação contra a União pedindo indenização do Governo Federal em cima dos valores de meia-entrada que praticou nos últimos cinco anos em suas partidas. A informação inicial é do site “Esporte News Mundo”.

No caso, que corre na 19ª Vara Federal do Rio da Justiça Federal do Rio de Janeiro, o Flamengo deseja que seja reconhecido que, “na qualidade de clube privado”, não tenha o “dever de participar do custeio da meia entrada instituída por lei para dar acesso à cultura”.

Assim, o Rubro-Negro deseja que o Governo seja condenado a “indenizar os valores”, pois o clube:

– Deixou de receber por conta da concessão do benefício da meia-entrada, na proporção de 100% do total do desconto dado (50% de cada ingresso vendido), nos últimos cinco anos, a contar da data de propositura da presente ação – diz trecho do documento emitido pelo Flamengo.

O Flamengo estipulou um valor de R$ 200 mil a ser embolsado, porém o juiz federal Fabrício Fernandes de Castro, titular da 19ª Vara Federal, alegou que “o valor da causa deve refletir o valor dos créditos constatados” e, por fim, estipulou um prazo de 15 dias para que o valor seja revisto.

Empresário revela contato do Fortaleza por Júnior Todinho ex-artilheiro do Guarani

Futebol Interior

Não é só com o meia Jean Mota, do Santos, que o Fortaleza está negociando. O clube também tem interesse na contratação do atacante Júnior Todinho. Assim como Jean Mota, o ex-jogador do Guarani tem Diogo Silva como empresário. Foi justament ele que confirmou um contato do presidente Marcelo Paz pelo vice-artilheiro do Campeonato Paulista.

“O Marcelo Paz mostrou interesse no Todinho. Ficamos de conversar”, disse Diogo Silva ao jornalista Jorge Nicola. O assunto, porém, só será tratado após o desfecho da negociação envolvendo Jean Mota.

A negociação de Júnior Todinho é mais simples, pois ele está sem contrato desde o fim de abril, quando não entrou em um acordo com o Guarani sobre a renovação contratual.

Aos 26 anos, o atacante surgiu no Serrano-BA e passou por Vitória da Conquista, Vitória e Cuiabá até chegar ao Guarani no início desta temporada. Foram sete gols em nove jogos pelo Paulistão.

O modelo de clube-empresa pode ser prejudicial no Brasil; entenda!

Terra

Com a pandemia do novo coronavírus e a paralisação das competições no Brasil, a delicada situação financeira que grande parte dos clubes atravessa ficou escancarada e ganhou holofotes. O panorama geral de endividamento levantou o debate do modelo de clube-empresa ser adotado por aqui.

No ano passado, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto que libera os clubes se tornarem empresas, algo parecido com o que ocorre na Europa. Hoje, qualquer clube pode ser uma companhia. Há a possibilidade de nascer empresa, a exemplo do Red Bull Brasil, como deixar de ser uma associação e virar uma empresa, como Red Bull Bragantino e Botafogo-SP.

Atualmente, em sua maioria, os clubes são entidades sem fins lucrativos e se tornariam sociedades limitadas ou até mesmo anônimas.

Outro ponto importante é o abandono dos proprietários. Os donos podem simplesmente perder o interesse em investir no clube, focando-se com os ganhos em venda de jogadores e publicidade. Há o risco da marca ser explorada financeiramente e largada no âmbito esportivo. Este tema implica também na chance de falência.

Uma associação, modelo vigente em quase todo Brasil, pode sofrer insolvência civil- o clube ter mais obrigações do que rendimentos para cobrir tais pagamentos, bastante similar à falência. Como há uma rotatividade de mandatários, regida pelo sistema presidencial, o fato de não haver responsáveis pelo ativo dificulta essa ação. Na realidade, é improvável a insolvência de um clube de futebol em decorrência das oportunidades que envolvem o capital- compra e venda de jogadores, bilheteria, publicidade. Mesmo que em estado crítico, os clubes se mantém.

Já no modelo empresarial, a situação se reverte. Uma empresa pode falir. A falência no futebol implicar em ter de reiniciar todas as competições estaduais e nacionais da última divisão.

Diante desse cenário, quem iria assumir um clube brasileiro na atual crise?

“Não vai chegar um xeique no Brasil com um 1 bilhão de reais. Pode ter certeza. Não acredito em mágica, de que um investidor chegue no Brasil, em um clube que deve mais de R$ 700 milhões, como o Corinthians, com esse dinheiro para curar as dívidas, mais 500 milhões para folha salarial. Acreditar que o clube-empresa vai ser a solução de tudo é um pouco de ilusão”, comentou César.

“O real está em baixa, então colocar 300 milhões de euros não é inconcebível. Mas, pensando friamente, com esse valor se compra outros clubes da Europa, e lá, num país que não seja das grandes ligas, se consegue chegar em uma Liga Europa, se consolidar nacionalmente”, completou.

A discussão de clube-empresa ou associação é bastante complexa e deve ser levada com muito cuidado. Independente do modelo, a gestão deve ser profissional e responsável, somente assim qualquer instituição sobrevive à longo prazo.

Premier League doa R$ 6,6 milhões para que Inglês feminino possa retornar

Uol

A Premier League, organizadora do Campeonato Inglês masculino, fez hoje uma doação de R$ 6,6 milhões para que a liga feminina do país possa retornar na próxima temporada. A quantia possibilita principalmente a testagem para coronavírus dos envolvidos na competição. As informações são do site “BBC Sport”.

Enquanto a temporada da liga masculina será decidida em campo, voltando após uma pausa que durou entre o início de março e o final de junho, a feminina foi dada como encerrada no início deste mês. Com a decisão, o Chelsea foi declarado campeão.

Em conversa com o Departamento de Cultura, Mídia e Esporte da Inglaterra, o executivo-chefe da Premier League, Richard Masters, ainda afirmou que tem como objetivo passar a gerir a Women’s Super League (Superliga Feminina, em tradução livre), mas que esse não é o momento certo para isso, apesar das negociações terem acontecido no último ano. Atualmente, a competição é gerida pela FA (Associação inglesa de Futebol).

“De uma perspectiva pessoal, é algo que eu gostaria de fazer no futuro por essa organização – não apenas ser responsável pelo topo da pirâmide em termos de jogos masculinos, mas também de mulheres. Essas duas coisas funcionariam de mãos dadas muito bem e inspiraria uma geração de jovens futebolistas a se envolver no jogo”, afirmou Masters.

Até então, nenhuma verba extra havia sido destinada à testagem nas competições femininas do futebol inglês. Kelly Simmons, diretora de futebol profissional da FA, agradeceu à Premier League por fornecer um financiamento crucial “que nos permitirá cumprir com os protocolos de testes quando voltarmos para a temporada 2020/2021”. A próxima temporada, no entanto, ainda não tem data confirmada.

Bolsonaro recebe presidentes de oito clubes da série A em apoio mudança da transmissão na TV

MSN

O presidente Jair Bolsonaro recebeu, nesta terça-feira, dirigentes de oito clubes da Série A do Campeonato Brasileiro para uma reunião seguida de um almoço no Palácio do Planalto. Os representantes de Athletico Paranaense, Bahia, Ceará, Coritiba, Fortaleza, Internacional, Palmeiras e Santos apoiaram a Medida Provisória nº 984/2020, que, dentre outros pontos, altera a forma de negociação dos times com as emissoras de TV sobre os direitos de transmissão das partidas, colocando os direitos dos jogos nas mãos das equipes mandantes.

No encontro, os dirigentes pediram o apoio de Bolsonaro ao projeto de Lei 3.832, que altera a Lei da TV Paga para que empresas de telecomunicações possam atuar na produção de conteúdo esportivo. O presidente da República disse que vai acompanhar a tramitação, mas não se comprometeu com o tema.

Os oito clubes tem interesse especial nas duas medidas. Eles venderam os direitos de transmissão dos seus jogos no Campeonato Brasileiro em TV fechada para a Turner, empresa do conglomerado AT&T, que realizou as exibições em 2019. A emissora e os times passam por imbróglio que pode terminar com o rompimento do contrato.

Os clubes afirmam que a rescisão do contrato ocorreria em um momento financeiro difícil por causa da pandemia do coronavírus, que paralisou o calendário do futebol – só o Campeonato Carioca foi retomado.

Os dirigentes destacam que o rompimento favoreceria a Rede Globo, que transmite os principais campeonatos no País e com quem eles precisariam negociar novamente. Os dirigentes vão encontrar nesta terça-feira com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre.

Os oito clubes foram representados pelos seguintes dirigentes: Robinson Passos de Castro e Silva (Ceará), Marcelo Paz (Fortaleza), Eduardo Bastos De Barros e Samir Namur (Coritiba), Aguinaldo Coelho de Farias (Athletico), Maurício Galiotte e André Sica (Palmeiras), Guilherme Bellintani (Bahia), Matheus Del Corso Rodrigues (Santos) e Marcelo Medeiros (Inter).

Presidente do Bahia de Feira revela data de incio do Baiano e Série D

Resenha na Rede

O presidente do Bahia de Feira, Jodilton Souza, revelou em entrevista a rádio 87 FM, do Rio Grande do Norte, que o Campeonato Baiano será iniciado no de 18 de julho. Ele, que é membro Comissão Nacional de clubes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), contou ainda que as Séries C e D iniciarão no mês de agosto.

“O Campeonato Brasileiro começará no dia 8 de agosto, Série A e B. Ficou definido que o Estado ou cidade que não libere o futebol, o time mandará os jogos em uma localidade vizinha. A série C e D começam dia 15 ou 22 de agosto, para gente ter tempo de terminar os estaduais. Na Bahia, nós começaremos o Estadual no dia 18 de julho e terminará no dia 5 de agosto. O prefeito de Salvador vai liberar através de portaria os jogos na cidade e aqui em Feira de Santana a gente tem conversado com o prefeito. “, disse o presidente.

O presidente ainda revelou que a CBF concedeu uma ajuda de custo nos meses de abril e maio para os clubes que estão na Série D. “Todos os clubes que vão participar da Série D tiveram uma ajuda da CBF de 120 mil reais, pois a média salarial desses clubes é de 60 mil. Foi uma ajuda referente a abril e maio, não sabemos se terá junho e julho, está havendo um estudo”.

O Bahia de Feira já retomou as atividades na Arena Cajueiro, visando o reinicio do Campeonato Baiano e a preparação para Série D.

Não há ‘plano B’ para a Champions, afirma Uefa após Lisboa retomar confinamento

Uol

Diante da decisão de retomar as medidas de confinamento em Lisboa, cidade que sediará o torneio final da Liga dos Campeões, a Uefa afirmou nesta terça-feira que “não há nenhum motivo para prever um plano B”.

“Esperamos que tudo irá bem e que será possível organizar o torneio em Portugal. Por enquanto, não há nenhum motivo para prever um plano B”, declarou à AFP um porta-voz da Uefa, explicando que a entidade está “em contato permanente com a federação portuguesa de futebol e as autoridades locais”.

“Seguimos a situação diariamente e nos adaptaremos caso necessário, quando chegar o momento”, continuou o porta-voz, repetindo as palavras pronunciadas em 17 de junho pelo presidente da Uefa, Aleksander Ceferin.

A partir desta quarta-feira, os moradores de 19 bairros da periferia norte de Lisboa, onde há núcleos de contaminação do coronavírus, serão novamente confinados em casa, anunciou na última quinta-feira o primeiro-ministro português, António Costa.

Nestes locais, as aglomerações serão limitadas a no máximo cinco pessoas, contra 10 no conjunto da região da capital e 20 no restante do país.

A final da Liga dos Campeões 2019-2020, competição suspensa em meados de março devido ao coronavírus, está prevista para acontecer em 23 de agosto em Lisboa, após a disputa de um torneio inédito que reunirá oito equipes na capital portuguesa a partir de 12 de agosto.

Quatro equipes já estão classificadas para as quartas de final da Champions: PSG, RB Leipzig, Atalanta e Atlético de Madrid.

As outras quatro vagas serão atribuídas após a disputa dos jogos de volta das oitavas de final ainda não realizados e que deverão acontecer nos dias 7 e 8 de agosto em locais a determinar.

Análise: Justiça dá força para MP mudar esporte

MSN

Por que discutir diariamente a MP 984 em nossas mídias? É interessante notar que, há 12 dias, quando o governo editou a medida provisória que muda radicalmente a questão dos direitos de transmissão do futebol brasileiro, rapidamente nossa audiência quintuplicou. Tivemos dois dos dias mais lidos, vistos, curtidos, descurtidos e compartilhados neste ano.

Só que agora também é interessante notar que o público começa a se desgarrar do debate. Quando o assunto começa a não ter uma definição clara, as pessoas parecem se afastar da questão. Só que a MP 984 levantou um debate que pode mudar totalmente a configuração do esporte como negócio no país.

Um bom exemplo é o efeito prático que tem a decisão da Justiça em favor do Flamengo publicada nesta segunda-feira (29). Ela abre a jurisprudência para que os direitos de transmissão da Série A do Brasileirão sofram uma enorme mudança.

Até agora, o Red Bull Bragantino é o único clube sem qualquer contrato para transmissão de seus jogos. A partir do que determinou a Justiça no caso Globo x Flamengo, o clube poderá ir atrás de quem bem entender para vender os direitos de mídia dos 19 jogos em que é o mandante no torneio.

Isso para não dizer que os clubes poderão, tranquilamente, alegar para Turner e SporTV que o jogo mudou. Se, antes, só alguns jogos deles poderiam ser transmitidos na TV paga, agora são 19 partidas de cada um dos times com os quais as duas emissoras têm contrato que teoricamente seriam transmitidos.

Tudo isso poderá implodir o acordo vigente do Brasileirão, ou então causar uma guerra de liminares na Justiça que fará com que o torcedor sinta falta de apenas não ter um jogo ou outro para assistir porque os clubes decidiram que não aceitariam as propostas que apareceram para ele para a transmissão.

Para além das mudanças que enfrentaremos como consumidor, o debate sobre os direitos de transmissão no esporte muda, substancialmente, o futuro da indústria esportiva no país. A mídia é a maior financiadora do esporte. Uma regra diferente na relação dela com as modalidades impacta em toda a cadeia.

É curioso notar como boa parte das pessoas acha que o debate sobre a Medida Provisória resume-se ao futebol, sem entender que a lei alterada fala em entidades de práticas desportivas. O enrosco que a MP trará está apenas começando.

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