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:: 11/jun/2020 . 19:00

Presidente da La Liga quer receber os torcedores nos estádios antes do final da temporada

Uol

Nesta quinta-feira, 11, a Espanha teve a volta do futebol com Sevilla e Real Betis, jogo válido pela 28ª rodada da La Liga. Entretanto, assim como nos campeonatos que já retornaram ao redor do mundo, o público não poderá comparecer nos estádios, para evitar a propagação do novo Coronavírus.

Mas Javier Tebas, presidente da La Liga, está esperançoso para que os torcedores marquem presença nos estádios o mais rápido possível. Em entrevista ao jornal inglês The Guardian, o advogado espanhol espera apenas o parecer do Ministério da Saúde local para a liberação.

“A pandemia está em forte declínio. O retorno aos estádios teria que ser coordenado pelo Ministério da Saúde e pelo Conselho Superior de Esportes [Conselho de Esportes, algo como um Ministério de Esportes da Espanha], e obviamente não será o estádio inteiro”, disse Tebas.

“Se conseguirmos 10%, 15% [de capacidade] nesta temporada, ficaremos muito felizes. Seria parte dessa ‘normalidade’; é importante que os fãs voltem”, continuou.

As partidas da temporada 2019-20 serão disputadas até o dia 19 de julho. O protocolo divulgado pelo Governo da Espanha para o relaxamento do bloqueio permite o retorno dos torcedores a partir de 29 de junho. Sendo assim, os estádios abrirão suas portas por cinco dias antes da conclusão da temporada.

Bahia de Feira inicia série de treinos on-line sob o comando de Barbosinha

Galáticos Online

O Bahia de Feira segue se preparando para o retorno tá temporada. Por conta da pandemia, o clube iniciou na, última quarta (10), uma série de treinamentos táticos por meio de videochamadas, promovidos pelo professor Quintino Barbosa, com acompanhamento da sua comissão técnica, que são passados para os atletas do Tremendão.

Barbosinha explica que vários clubes do país já fizeram esse tipo de atividade. Segundo ele, um dos principais pontos positivos desse modelo de treinamento é fazer com que os atletas tenham uma disciplina de horários semelhante à que eles tinham no clube.

“Todos os clubes estruturados do Brasil que ainda não retornaram às atividades estão fazendo esse tipo de trabalho. Além do mais, é uma forma de colocar a disciplina de horário ao grupo, todos interagindo num horário só”, disse.

Ainda de acordo com Barbosinha, com esse trabalho há uma recordação de posicionamento, algo que é de fundamental importância para o desenvolvimento tático da equipe.

“Os conteúdos passados são táticos, além dos erros técnicos que são apresentados, como de marcação, posicionamento, dentre outros. Mostraremos também, no próximo trabalho, a parte ofensiva, comentar sobre os homens que vêm de trás. O importante é trazer aos atletas recordações de posicionamento e de modelo de jogo”, comentou.

FIFA permite que jogadores atuem por três clubes na mesma temporada

R7

Nesta quinta-feira, a FIFA confirmou que os jogadores vão poder atuar em três clubes na mesma temporada, no âmbito das medidas criadas pela entidade para responder aos efeitos da pandemia de covid-19.

A medida foi implementada para evitar problemas relativos aos jogadores desempregados, assinalou a FIFA, em um documento publicado em seu site oficial.

Outra mudança será a flexibilidade para que as federações de cada país planejem o seu calendário. Um exemplo é o caso de Portugal, que pode iniciar o primeiro período de inscrição de jogadores em (2020/2021) antes de terminar a atual temporada (2019/2020), desde que cumpram determinadas normas.

Clubes entregam protocolo e aguardam aval por treinos na segunda-feira

Uol

Os presidentes dos principais clubes da cidade de São Paulo se reuniram com o prefeito da capital, Bruno Covas (PSDB), para entregar a proposta que pede a retomada dos treinos nesta segunda-feira (15). O encontro ocorreu na manhã de hoje, na sede da prefeitura.

Na reunião foi entregue um documento que será avaliado pelos órgãos competentes. A retomada dos treinamentos na próxima segunda-feira é debatida há bastante tempo. O Governo do Estado repassou às prefeituras a definição sobre a retomada nos trabalhos coletivos dos clubes de futebol. Segundo nota da Federação Paulista de Futebol (FPF), a proposta será, agora, repassada para análise da Vigilância Sanitária.

“A FPF e os clubes da capital, agora, aguardam aval para que as atividades sejam retomadas, sempre de forma responsável”, diz trecho da nota.

Além dos mandatários de Corinthians (Andrés Sanchez), Palmeiras (Maurício Galiotte) e São Paulo (Carlos Augusto de Barros e Silva), participaram também o presidente da Federação Paulista de Futebol, Reinaldo Carneiro Bastos, o presidente do TJD-SP, o deputado Delegado Olim, e os secretários municipais de Esporte, Maurício Landim, da Justiça, Rubens Rizek, e da Saúde, Edson Aparecido.

O Red Bull Bragantino, único clube a retomar trabalhos até agora, irá paralisar os treinos e voltar somente quando todos estiverem autorizados. Em outras cidades, os clubes trabalharão com as prefeituras para a liberação das atividades.

Corinthians, São Paulo, Santos e Palmeiras se unem para discutir redução definitiva de seus maiores salários

MSN

Com a discussão para o retorno do Campeonato Paulista cada vez mais avançada, os presidentes dos quatro grandes do Estado discutem também uma redução definitiva dos salários dos jogadores.

A informação é do comentarista dos canais ESPN Jorge Nicola em seu blog no portal Yahoo!

De acordo com Nicola, Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo negociam com a FPF (Federação Paulista de Futebol) e o Sindicato dos Atletas Profissionais de São Paulo a aprovação para elaborar novos contratos, com salários menores.

A justificativa para a mudança é a crise causada pela pandemia do novo coronavírus, que desde 17 de março parou todas as competições esportivas no país. Desde então, as receitas dos clubes foram comprometidas.

Mas para que a ideia avance os jogadores precisam ser consultados e precisam aprovar os novos termos.

“Como compensação, aqueles que aceitarem uma redução definitiva nos salários terão seus contratos prorrogados, garantindo um pouco mais de segurança a médio prazo”, diz Nicola.

O jornalista diz que o Palmeiras é o dono da maior folha de pagamento do Estado e o segundo do país, atrás somente do Flamengo, com custo mensal de cerca de R$ 17 milhões.

O Corinthians arca com R$ 12 milhões mensais, enquanto o São Paulo (R$ 11 milhões) e o Santos (R$ 10 milhões) vêm logo em seguida. Vale lembrar que os três já vinham sofrendo com problemas financeiros e atrasando pagamentos.

O funcionamento da repactuação dos salários teria como sugestão de corte 20% ou 30% dos vencimentos dos jogadores, compensando a redução com o prologamento do vínculo.

Jogadores que não aceitarem os termos podem ter os vínculos rescindidos de forma amigável ou terem a saída facilitada para negociar o futuro com outra equipe, diz o jornalista.

“Uma situação que exemplifica bem esse contexto é a de Uribe no Santos. Comprado do Flamengo no ano passado por R$ 5 milhões, o atacante ganha R$ 420 mil mensais e não consegue ser titular. Se não topar uma redução no salário, ele pode ser estimulado a procurar um outro emprego”, diz Nicola.

Conquista: Aglomeração e “prato cheio” para o Coronavírus durante torneio de Futvôlei no Bairro Urbis VI

Blog do Sena

A falta de consciência de alguns conquistenses continua favorecendo a contaminação pelo Coronavírus. Em plena pandemia, com 313 casos confirmados da doença no município, um grupo achou por bem fazer um torneio de futvôlei no bairro Urbis VI.

Alguns moradores do entorno do campo, indignados com a situação, entraram em contato com o Blog do Sena relatando a situação e mostrando fotos do torneio acontecendo.

Apesar de o futvôlei não exigir tanto contato físico quanto o futebol, por exemplo, ainda assim expõe os participantes a risco, uma vez que, em movimento, as gotículas respiratórias, principal meio de contaminação do Coronavírus, são projetadas a uma distância muito maior quando as pessoas estão em movimento.

Vendas do Brasil para a Europa mostram que revelar jogadores dá mais certo do que contratar veteranos

Globo Esportes

O anúncio de que o Corinthians terá de adiar novamente a inauguração de seu Centro de Treinamento para 2019 e a certeza de que a situação financeira só melhorará com a entrada dos R$ 110 milhões da venda de Pedrinho reforçam a certeza de que o time mais popular de São Paulo precisa voltar a usar os jogadores que revela. Mesmo sem a conclusão do centro de treinamento, os últimos anos mostraram Arana, Maycon, Malcom e Pedrinho, pratas-da-casa campeões e negociados depois.

Das vinte maiores vendas do futebol brasileiro, no entanto, só a vigésima da lista é corintiana: Pedrinho. Dos vinte mais caros, 16 foram pratas-da-casa, o que indica que, de Neymar a Pedrinho, vale muito mais investir na formação e sedimentação dos jovens jogadores do que contratar veteranos.

O Flamengo parece uma exceção, por vender seus garotos e comprar Rafinha e Filipe Luís. Mas com Gabriel, Bruno Henrique e De Arrascaeta, foge da regra do futebol brasileiro onde parece haver apenas aspirantes ou masters.

Neymar é o mais caro de todos os tempos, considerando os 57 milhões de euros pagos oficialmente pelo Barcelona. Vinicius Júnior é o segundo, com 45 milhões de euros gastos pelo Real Madrid.

Confira a lista dos 20 mais caros, 14 pratas-da-casa:

1. Neymar – Santos – Barcelona – 57 milhões de euros (2013)
2. Vinicius Junior – Flamengo – Real Madrid – 45 milhões (2017)
3. Rodrygo – Santos – Real Madrid – 45 milhões (2018)
4. Lucas Moura – São Paulo – Paris Saint-Germain – 43 milhões (2012)
5. Arthur – Grêmio – Barcelona – 40 milhões (2018)
6. Lucas Paquetá – Flamengo – Milan – 35 milhões (2018)
7. Gabriel Jesus – Palmeiras – Manchester City – 32,7 milhões (2016)
8. Oscar – Internacional – Chelsea 31,9 milhões (2012) – * Revelado pelo São Paulo
9. Denílson – São Paulo – Betis – 31,5 milhões (1997)
10. Reinier – Flamengo – Real Madrid – 30 milhões (2019)
11. Bernard – Atlético Mineiro – Shakhtar – 25 milhões (2013)
12. Gabriel – Santos – Internazionale – 25 milhões (2016)
13. Robinho – Santos – Real Madrid – 24 milhões (2005)
14. Pato – Internacional – Milan – 22 milhões (2007)
15. Lucas – Athletico Paranaense – Rennes – 21,3 milhões (2001) * Revelado pelo Botafogo-SP
16. Paulinho – Corinthians – Tottenham – 20 milhões (2013) * Revelado pelo Audax
17. Paulinho – Vasco – Bayer Leverkusen – 20 milhões (2018)
18. Renan Lodi – Athetico Paranaense – Atlético de Madrid – 20 milhões (2019)
19. Bruno Guimarães – Athletico Paranaense – Lyon – 20 milhões (2019) * Revelado pelo Audax
20. Pedrinho – Corinthians – Benfica – 20 milhões (2020)

Médico explica que protocolo da CBF para volta do futebol é adaptável ao vírus

Super Esportes

O guia médico de sugestões protetivas para o retorno do futebol no país, elaborado pela CBF por intermédio de uma Comissão Médica Especial, tem como característica a adaptação a mudanças de acordo com estudos sobre a COVID-19. O protocolo de segurança apresenta maleabilidade para novos procedimentos a serem adotados em caso de necessidade, conforme explicou o coordenador da junta de profissionais que trabalharam na criação do documento, o médico Jorge Pagura.

Pagura, que é presidente da Comissão Médica e de Combate à Dopagem da CBF, disse que o protocolo será inserido no regulamento das competições promovidas pela entidade, como o Brasileiro das Séries A e B, além das etapas seguintes da Copa do Brasil. O estudo permite mudança repentina de normas e procedimentos que vão ao encontro de novas teorias sobre a COVID-19.

“É uma doença nova, novos conhecimentos vão surgindo, algumas teorias vão perdendo um pouco de valor, então é importante que o protocolo seja frequentemente atualizado. Ele mostra hoje uma fotografia do que temos de mais atual, mas pode surgir algo novo em 10 ou 15 dias, aí teríamos de modificar”, explicou o médico da CBF, em entrevista à Rádio Itatiaia.

“Então há vários anexos previstos para que realmente a gente vá mudando o protocolo, que já é encorpado, mas com atualizações que possam refletir o cenário brasileiro e também mundial”, acrescentou Jorge Pagura, que é neurocirurgião e convocou profissionais da área de saúde como epidemiologistas e infectologistas, além de médicos de clubes, como Rodrigo Lasmar, do Atlético e da Seleção Brasileira. Todos trabalharam em conjunto na elaboração do documento.

“É um guia de sugestões de proteção, não poderia ser diferente. Trabalhamos com a proteção de todos aqueles que estarão na zona sensível, onde ocorrem as competições. Os cuidados terão que ser tomados. No caso dos treinos, cabe aos clubes esse cuidado. No caso das competições, principalmente as organizadas pela CBF, cabe à CBF. Então, o protocolo tem que ser rígido”, frisou.

Jorge Pagura ressaltou que o protocolo engloba todos os profissionais envolvidos na realização dos jogos, entre eles a imprensa. “Uma diretriz será lançada antes do Campeonato Brasileiro e das demais competições da CBF, quando o futebol estiver liberado para voltar. E lá estarão definidos os critérios para participação dos grupos que trabalham nessa chamada zona sensível. Reconhecemos o trabalho de cada um, como a imprensa, e por isso o protocolo é para proteção de todos”, comentou.

Entenda o motivo dos clubes nem sempre divulgarem o nome dos jogadores que estão com coronavírus

Terra

Clubes brasileiros divergem em relação à divulgação da identidade de seus atletas e funcionários contaminados pela covid-19. Os cariocas, por exemplo, não divulgaram a identidade de seus jogadores infectados, mas por outro os mineiros, divulgaram. De acordo com o Art. 73 do Código de Ética Médica, só é possível revelar o resultado de exames com o consentimento do paciente ou por motivo justo. Portanto, está a critério dos jogadores a revelação, Mas, nesse caso, o interesse público não se sobressai?

Como se trata de uma decisão que envolve privacidade e ética trabalhista, o Estadão entrevistou Thaís Araújo, advogada especialista em direito médico, para esclarecer essa e outras possíveis dúvidas em relação ao tema.

Em termos jurídicos, no que difere a revelação dos exames de covid-19 para outras doenças?
A regra geral gira ao redor da não revelação de exames sem o consentimento dos pacientes, embora, nesse mesmo artigo, o texto abra uma interpretação de dever legal. A covid-19 entra nos casos de doença de notificação compulsória, onde o médico deve notificar que o paciente está com aquela doença por fins epidemiológicos, para que o Estado consiga saber onde estão as pessoas doentes e, assim, direcionar os cuidados de saúde para essas regiões. Isso significa, que se eu tenho um caso confirmado, outras pessoas do meu convívio terão que saber que eu estou infectada. O interesse deixa de ser individual e passa a ser coletivo. Acredito que nos clubes isso também deva ocorrer.

Por que o interesse público se sobressai nesse caso?
É uma questão de epidemiologia. As pessoas ao seu redor precisam ser rastreadas para o controle da doença. Nesse caso, o interesse público se sobrepõe ao interesse particular. Essa a explicação básica para a quebra de sigilo.

Em relação aos clubes, é necessária a divulgação pública do nome dos jogadores?
Não é necessária pois não modifica a situação do jogador perante o clube, mas de forma interna a divulgação tem que ser feita, para rastreio da doença, sinais e sintomas. Particularmente, pensando de forma social a revelação pública serve como um alerta para desmistificar a ideia de que somente pessoas doentes são infectadas. Acho que mostrar que um jogador foi contaminado, ajuda na disseminação da gravidade do vírus. Mas não sei se é necessário dizer qual jogador.

Mas o funcionário que trabalha com o jogador precisa saber?
Tem, justamente para rastreio, isolamento preventivo, acompanhamento de sinais sintomáticos e proteção de possíveis familiares em grupo de risco. Acredito, inclusive, que o próprio clube, por meio do departamento médico, deva realizar o acompanhamento das pessoas que tiveram contato com funcionários contaminados.

Jornal: Uefa cogita disputar todo o restante da Champions na mesma cidade

Uol

A Uefa, entidade que organiza a Liga dos Campeões, busca definir o mais rápido possível o modelo a ser adotado para finalizar o torneio, paralisado há três meses devido à pandemia do novo coronavírus.

Uma das iniciativas para evitar a disseminação do vírus é fazer com que as partidas restantes sejam disputadas em campos neutros, de preferência em uma mesma cidade.

Segundo o jornal As, a medida entraria em vigor já nos duelos restantes das oitavas de final do torneio – a Uefa teria informado a iniciativa aos oito clubes envolvidos. Os jogos são: Manchester City x Real Madrid, Bayern de Munique x Chelsea, Juventus x Lyon e Barcelona x Napoli.

Ainda de acordo com o veículo espanhol, a ideia não foi bem aceita entre times que jogariam em casa a decisão das oitavas (Manchester City, Bayern, Juventus e Barcelona).

Estes quatro clubes, que já atuaram fora de seus domínios na partida de ida, insistem em jogar em seus respectivos estádios.

O sistema da Uefa seria colocado em prática também nas quartas, semis e final da Liga dos Campeões. Até o momento, Lisboa “lidera” a corrida para sediar a parte final da competição.

Com cinco brasileiros, jornal espanhol elege os 100 maiores esportistas do século

MSN

Com apenas cinco brasileiros, o jornal “Marca” desta quinta-feira (11) apresentou uma lista com os cem maiores esportistas do sexo masculino do século 21. Pode parecer pouco, mas há países também com tradição no esporte menos contemplados.

Os brasileiros escolhidos foram Ronaldo Fenômeno (19º), Ronaldinho (22º), Daniel Dias (42º), Giba (58º) e Falcão (92º). Os dois primeiros são do futebol, o terceiro é da natação paralímpica, o quarto do vôlei e o quinto do futsal.

É curioso notar a ausência de nomes como Kaká (último brasileiro eleito o melhor do mundo pela Fifa) e Neymar (apontado pelo próprio periódico no passado como melhor atrás de Messi e Cristiano Ronaldo).

Outro que poderia ser incluído é César Cielo, dono de títulos mundiais, medalhas olímpicas e dono de recordes.

Dos países com tradição em formar campeões, Argentina (2 nomes), Itália (2) e Alemanha (3) aparecem atrás do Brasil. A França apareceu em uma posição nobre, com oito atletas listados. A Grã-Bretanha (critério adotado pelo jornal), com nove.

País de origem do “Marca”, a Espanha teve 15 esportistas eleitos como os cem maiores do século 21. Mas aparece atrás dos Estados Unidos, nação com mais nomes. Foram 20 eleitos.

Os 20 maiores para o Marca
1. Michael Phelps (Estados Unidos), natação
2. Usain Bolt (Jamaica), atletismo
3. Roger Federer (Suíça), tênis
4. Rafael Nadal (Espanha), tênis
5. Kobe Bryant (Estados Unidos), basquete
6. Tiger Woods (Estados Unidos), golfe
7. Lionel Messi (Argentina), futebol
8. Lewis Hamilton (Grã-Bretanha), automobilismo
9. Valentino Rossi (Itália), motovelocidade
10. Cristiano Ronaldo (Portugal), futebol
11. Novak Djokovic (Sérvia), tênis
12. Marc Márquez (Espanha), motovelocidade
13. Michael Schumacher (Alemanha), automobilismo
14. Eliud Kipchoge (Quênia), atletismo
15. LeBron James (Estados Unidos), basquete
16. Manny Pacquiao (Filipinas), boxe
17. Chris Froome (Reino Unido), ciclismo
18. Tom Brady (Estados Unidos), futebol americano
19. Ronaldo (Brasil), futebol
20. Kilian Jornet (Espanha), corrida de montanha





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