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:: 14/jun/2020 . 11:19

Por retorno da Copa do Nordeste, clubes cedem e admitem sede única para finalizar a competição

Globo Esportes

A Copa do Nordeste pode ter um desfecho inusitado em 2020. Por causa da pandemia causada pelo novo coronavírus, os clubes já aceitam uma medida drástica para reduzir o número de jogos e facilitar a readequação do calendário: adotar uma sede única. A decisão pode ser tomada na próxima terça-feira (16), quando os presidentes dos 16 clubes voltam a se reunir por videoconferência.

O objetivo também é evitar os deslocamentos e facilitar a adoção de protocolos, como a testagem de todos os jogadores e o confinamento dos times. A escolha do local para abrigar a reta final do Nordestão dependeria da curva de contágio do coronavírus em cada estado.

Por se tratar de jogos com portões fechados, um eventual desequilíbrio técnico não seria um entrave. O presidente do Botafogo-PB, Sérgio Meira, disse que os clubes estão dispostos a ceder justamente para que a competição seja concluída. O dirigente lembrou que a Copa do Nordeste vai disputar espaço com a reta final dos estaduais, a Copa do Brasil e ainda o Campeonato Brasileiro.

– Considerando que será portões fechados, o jogo poderá ser em qualquer estádio. Lógico que prefiro jogar em João Pessoa. O momento é totalmente atípico e temos que ceder para viabilizar a finalização da competição em campo – frisou o presidente do Botafogo-PB.

Veja abaixo os jogos da última rodada da fase de classificação:

Sport x Confiança
ABC x CSA
Freipaulistano x Imperatriz
CRB x Ceará
Bahia x Náutico
Fortaleza x América-RN
Botafogo-PB x Vitória

‘Com muito cuidado’, Salvador deve liberar volta dos treinos de futebol na segunda-feira

Bahia Notícias

Após quase três meses de paralisação por conta da pandemia de coronavírus, os treinos de futebol devem ser liberados pela prefeitura de Salvador na próxima segunda-feira (15). Foi o que indicou o prefeito ACM Neto durante entrevista coletiva neste sábado (13).

Ao revelar a possibilidade, o prefeito destacou a ajuda de Bahia e Vitória para articulação do protocolo de retorno. Ele também lembrou que o clube tricolor também depende da prefeitura de Camaçari, município do CT Evaristo de Macedo.

“Na segunda-feira teremos novidades a respeito do futebol baiano. Venho conversando com dirigentes do Bahia e do Vitória. A gente tem conversado… É bom lembrar que o Bahia, no que se refere a tomada de treinamentos, também depende de Camaçari, essa não é uma liberação direta de Salvador. Mas Bellintani nos ajudou com protocolos. O Vitória também teve papel importante nesses detalhes. É muito provável que tenhamos novidades”, indicou.

Segundo o gestor, o final de semana vai contar com reuniões para acertar detalhes e pregou “muito cuidado” durante essa volta dos trabalhos presenciais.

“Vamos manter as reuniões. Serão dois dias de muita conversa para o fechamento dos detalhes. É muito provável que anunciaremos a retomada dos treinos com muito cuitado, muita cautela. Não dá para antecipar”, acrescentou.

Desde março, os jogadores rubro-negros e tricolores passaram por férias e treinamentos virtuais. Apesar da liberação dos treinos, ainda não há definição sobre o retorno das competições.

Pandemia pode fazer futebol brasileiro ter retração de R$ 2 bilhões

Isto É

Entre negociações para reduzir salário, busca por linhas de crédito oferecidas pela CBF e renegociação de dívidas, os clubes brasileiros pouco a pouco já começam a se precaver para um dos maiores impactos financeiros da história. Segundo um estudo da consultoria Ernst & Young obtido pelo Estadão, a paralisação do calendário causada pela pandemia do novo coronavírus deve fazer com que os clubes nacionais tenham uma retração de quase R$ 2 bilhões em comparação a 2019 e voltem ao patamar financeiro similar ao encontrado há quatro anos.

A provável disputa de jogos com os portões fechados até o fim do ano é a maior responsável pelo grave impacto. O trabalho realizado pela empresa tenta medir o impacto financeiro no futebol brasileiro dentro de dois cenários. No mais otimista, a retração seria de R$ 1,34 bilhão enquanto que na pior estimativa, a cifra seria de quase R$ 2 bilhões, mais precisamente R$ 1,92 bilhão.

Os responsáveis pelo estudo ressaltam que toda uma cadeia de receitas ligadas ao futebol sofrerá duros golpes. O fato de as partidas não terem público, deve impactar não só na bilheteria, como também na diminuição de 40% do quadro dos participantes nos programas de sócio torcedor. Há também uma previsão da queda de recursos até vindos do pay-per-view, pois há uma estimativa de que a crise econômica leve até a 40% dos assinantes a cancelarem os pacotes.

Bahia confirma dois casos de Covid-19 no elenco e cinco jogadores recuperados da doença

Ogol

Na manhã deste domingo (14), o Bahia confirmou os resultados dos testes de Covid-19 realizados durante a semana no CT Evaristo de Macedo. Dois atletas do elenco tricolor estão com o novo coronavírus.

Os dois jogadores com a doença não tiveram seus nomes revelados, mas ambos os casos são assintomáticos, ou seja, sem sintomas do coronavírus.

Foram ao todo 81 testes. Além dos dois casos positivos, o clube ressaltou que teve ainda cinco jogadores que tiveram a doença e se recuperaram, já se encontrando imunizados.

O futebol baiano dá os primeiros passos visando a retomada das atividades. Durante o início da semana, os clubes devem confirmar se retornam aos CT´s para treinamentos.

Com sinais de retorno, futebol brasileiro vive incógnita por caos na saúde

Uol

A volta do futebol em meio à epidemia do coronavírus começa a tomar formas em boa parte dos Estados. Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Minas Gerais e Paraná já desenham os retornos para julho de seus Estaduais, embora sem data definida em alguns casos. Em São Paulo, nem os treinos dos times foram autorizados pelo governo.

Esse descompasso entre o Paulista e os outros campeonatos regionais é resultado da desorganização nacional da política de combate do coronavírus no país. Não há uma coordenação por parte do Ministério da Saúde de quando e onde se deveria reabrir setores da economia, e onde deveriam permanecer fechados. Só há declarações soltas do presidente Jair Bolsonaro, sem nenhum amparo técnico, forçando a reabeartura.

Sendo assim, cada Estado estabelece um critério para sua região, sem conexão com o que faz o vizinho. Fica difícil estruturar a realização do Brasileiro, um campeonato nacional, neste cenário. A CBF, neste momento, tem protocolos sanitários, mas nenhuma perspectiva de data para o campeonato, que é essencial para sobrevivência dos grandes clubes.

É preciso que se diga que o futebol sinaliza volta em um momento precipitado por todo o Brasil. A epidemia claramente não está sob controle no país, com mais de mil mortes diárias em dias da semana. Ou seja, o país está bem longe do cenário mais brando de países europeus como Alemanha e Espanha que retornaram aos campos.

Dirigentes alemães da Bundesliga já disseram que o essencial para o retorno da bola no país foi o fato de os governos central e regionais terem mantido sobre controle a epidemia. Só assim seus protocolos para volta do jogo de forma segura foram possíveis. O campeonato reiniciou e não parou.

No Brasil, não há nenhuma garantia de que a permissão do futebol será mantida. Como a reabertura da economia ocorreu sem que a epidemia estivesse em clara curva descendente, não será surpresa se houver nova subida de casos e óbitos. E isso pode obrigar autoridades a recuarem das autorizações de volta do futebol.

Em resumo, é mais uma das medidas sem sentido nas políticas públicas sobre coronavírus no Brasil. Assim, dirigentes de futebol, e o próprio futebol, são vítimas e não culpados pela incerteza do calendário nacional deste ano. Mas esta deve se prolongar.

Sem futebol, arenas buscam opções para se reinventar durante crise

MSN

Os estádios brasileiros estão em um cenário ainda mais desolador durante a pandemia do novo coronavírus. O problema mundial tirou as duas principais fontes de renda desses locais: os jogos de futebol e os grandes shows. Agora, os gestores desses locais admitem a busca por novas opções e até a repensarem o antigo modelo de negócios.

Um estudo da consultoria BDO prevê que os estádios dos 20 times que disputaram a Série A em 2019 tenham com a pandemia uma perda de receita bruta estimada em R$ 79 milhões. Atualmente alguns locais famosos do futebol brasileiro trocaram de função e passaram a obrigar hospitais de campanha, casos do Pacaembu e do Maracanã, por exemplo.

As arenas multiuso brasileiras construídas nos últimos anos e voltadas principalmente à expansão desse tipo de negócio gerada pelas obras da Copa de 2014 têm sofrido com a longa quarentena. “Se para um lado o clube de futebol consegue retomar o calendário e ter algumas receitas seja por transmissão ou por patrocínio, uma arena não consegue faturar porque depende principalmente de jogos ou shows”, explicou Carlos Aragaki, coordenador da Câmara de Contadores do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon) e especialista em assuntos de finanças do futebol.

Na opinião dele, as arenas precisem pensar em novas formas de faturar e até se preparar para uma retomada lenta do setor. “Não significa que ao fim da pandemia, o torcedor vai voltar de forma instantânea. É possível que sem uma vacina para o coronavírus, o público continue a evitar aglomerações e não volte ao estádio, show, cinema, teatro e outras opções”, explicou.

A arena brasileira que mais recebe shows, o Allianz Parque, encontrou como alternativa o cinema drive-in. No fim deste mês o estádio do Palmeiras abrirá o campo para receber 300 carros. De dentro de cada veículo, as pessoas verão um filme, a exemplo do modelo feito principalmente na década de 1950. “A gente nunca se preocupou com aglomeração, mas agora temos de pensar nisso. Vamos criar um jeito para o público ter uma excelente experiência, mas de dentro dos seus carros”, disse o diretor de marketing e inovação do estádio, Márcio Flores.

Fora o drive-in, o Allianz Parque busca renegociar os contratos de 96 clientes donos dos 160 camarotes. O objetivo é ter novos acordos seja para extensão contratual ou desconto de taxas para não perder os parceiros.

A Arena Fonte Nova também passa por uma fase complicada e se dedica em atrair eventos para compensar as perdas de 2020. “A gente vem trabalhando fortemente na captação de grandes eventos que devem acontecer em 2022 e 2023 no Brasil”, afirmou o presidente da Fonte Nova, Dênio Cidreira. A administração da Arena Castelão, em Fortaleza, admite que no momento tem buscado cortar custos e já a Arena das Dunas, em Natal, estima que a paralisação dos eventos provocou queda de 80% na receita deste primeiro semestre.

“A maioria das arenas, por serem recentes, estavam praticamente no primeiro ciclo de implementação de modelo de negócio, e como acompanhamos, com raros exemplos de sucesso como o Mineirão e o Allianz Parque, no que diz respeito a calendário de conteúdo, experiência e finanças”, afirmou o fundador e diretor de criação da Lmid, Gustavo Herbetta, ex-gerente de marketing do Corinthians.

Reunião “surpresa” da Ferj irrita Botafogo e Fluminense e esquenta ânimos para o arbitral de segunda

Globo Esportes

A reunião “surpresa” da Ferj com alguns clubes do Rio de Janeiro na noite deste sábado irritou Botafogo e Fluminense, aliados na posição contra o retorno imediato do Campeonato Carioca no atual quadro da pandemia do novo coronavírus no Estado – foram 175 mortes e 1.052 casos nas últimas 24 horas. Sem ter sido convidada, a dupla ficou sabendo do encontro em videoconferência através da imprensa e estuda medidas, sejam individuais ou conjuntas.

Na segunda-feira, um arbitral está marcado para 17h (de Brasília), e os ânimos prometem estar acirrados – na última reunião oficial, o presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, não participou e enviou um representante, enquanto o Botafogo repetiu o voto contrário. A Ferj e alguns dirigentes já planejam jogos nesta semana, a partir de quinta ou sexta. A ideia é realizar só uma ou duas partidas por dia, já que apenas três estádios funcionarão: Maracanã, Nilton Santos e São Januário.

Confira a pauta do arbitral:
Atestado de saúde da delegação dos clubes (passaporte) estabelecido no protocolo Jogo Seguro (fase 2): modelo, conteúdo e responsabilidade.
Torneio Extra (§ 2º do art. 50 do REC).
Substituições.
Quantidade de atletas não profissionais.
Inscrição e Registro (art. 21 e 36 do REC).
Inscrição e Registro de atletas por associação diferente da que tenha jogado no mesmo campeonato.
Assuntos pertinentes à conclusão do grupo Z.
Outros assuntos pertinentes às partidas complementares do Campeonato Carioca passíveis de discussão por decisão preliminar favorável da maioria.

Se este cenário for aprovado no arbitral, a tendência é que ele force a aplicação de W.O. (walkover, termo em inglês que significa “vitória fácil”) ao Fluminense. Isto porque, além do fato de não ter voltado aos treinos presenciais, a diretoria tricolor ainda sequer realizou os testes sorológicos em seu elenco, o que irá acontecer na terça-feira. Como os resultados do exame demoram uma semana para ficarem prontos, o clube não poderia ir a campo sem saber se tem jogadores infectados.

O Botafogo está mais avançado nesse quesito, mas é outro que não se vê confortável para retomar os trabalhos presenciais. Como já declarou o presidente Nelson Mufarrej em mais de uma ocasião. O clube ainda não tem, oficialmente, data marcada de retorno ao Nilton Santos. Contudo, já realizou testes da Covid-19 que terão resultado nos próximos dias e instalou um túnel de bio-descontaminação no estádio, palco de treinos e jogos alvinegros.

Se Botafogo e Fluminense não entrarem em campo com os jogos marcados, a dupla corre o risco também de a atitude ser considerada como abandono do torneio. Nesse caso, o regulamento geral de competições da Ferj em 2020 prevê severas punições. O artigo 9º §2º diz:

“A associação que pelo descumprimento do disposto no caput, desistir ou abandonar o campeonato estadual da categoria de profissionais será penalizada com multa e rebaixamento para a categoria, divisão ou série imediatamente inferior, no ano seguinte, em se tratando das Séries A e B, ou ficará impedida de participar no ano seguinte, em se tratando de associações da Série C”.





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