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:: 10/ago/2020 . 19:10

Transmissão do Brasileirão para o mundo obriga CBF a tomar postura decente

R7

E finalmente a CBF anotou um gol nesta peleja arrastada em que se transformou o futebol do Brasil. Graças a um contrato que firmou com a GSRM, a Global Sports Rights Management), a entidade, associada ao CNC, o Comitê Nacional de Clubes, assegurou a transmissão, para todo o mundo dos jogos dos campeonatos da Série A e da Série B até a temporada de 2023

Todos os 40 times das duas divisões assinaram o documento, um acordo de parceria que garante um pagamento mínimo às agremiações enquanto a GSRM busca valores variáveis através da comercialização dos direitos de exibição, fato que aumentará a remuneração de todos. Uma empresa externa de auditoria acompanhará o processo, Caberá a uma comissão de representantes da GSRM, dos clubes e da CBF a aprovação das contas.

Diz Hernan Donnari, CEO da GSRM: “”O principal foco de nosso trabalho é ampliar, no Exterior, a visibilidade dos campeonatos brasileiros das Séries A e B, e levá-los a um nível mais alto de exposição internacional. Hoje já há um grande interesse, não atendido, pelo futebol do Brasil, em mercados da Ásia, das Américas e da Europa. O Brasileirão é uma das dez principais competições do mundo e o País é o exportador número um de jogadores no planeta.”

Responsável por uma plataforma de streaming esportivo batizada de Fanatiz, presente em mais de 80 nações nos cinco continentes, a GSRM ainda agrega o poderio da 1190 Sports, especializada na inovação de transmissões, e também a 777, companhia norte-americana de investimentos que também atua nas áreas dos esportes, da tecnologia, da mídia, dos seguros e da aviação.

Claro que essa agora super-exposição amplia a necessidade de a CBF administrar mais do que decentemente os torneios da Série A e da Série B. Não mais se toleram barbaridades como as protagonizadas, neste último final de semana, em Goiânia e em Maceió, quando a quebra de protocolos sanitários adiou um prélio e ainda assim permitiu a a realização de outro, num tipo de postura que apenas provoca a humilhação e a chacota.

Audiência: Globo bate recordes com final do Paulista, duelo no Maracanã pelo Brasileirão e F1

Isto É

A “TV Globo” alcançou índices recordes neste fim de semana com o futebol brasileiro, segundo dados oficias liberados nesta segunda-feira. Com a conquista do Palmeiras no Paulistão e a vitória do Atlético Mineiro sob o Flamengo, pelo Brasileirão, a emissora bateu o número máximo de audiência em São Paulo, igualando ao jogo anterior entre os paulistas. No Rio, houve um recorde em 2020.

A final do Paulista teve, em números de exibição em São Paulo, no sábado, parecidos com os altos números do jogo de ida. O duelo entre Palmeiras x Corinthians, com bola rolando e pênaltis, igualou o recorde de audiência do futebol no ano na praça: 35 pontos de audiência (mesma média da primeira partida da final entre as equipes). Além disso, os índices alcançados são marcos de um recorde de participação no futebol em 2020 em São Paulo: 60%. Ou seja, de cada dez TVs ligadas na hora do jogo, seis estavam na “Globo”.

No Rio de Janeiro, o balanço da audiência também recebeu saldo positivo. Desta vez, na abertura do Campeonato Brasileiro, Flamengo e Atlético Mineiro representou a derrota do atual campeão da principal competição nacional para equipe mineira de Jorge Sampaoli, por 1 a 0.

Na estreia do Brasileiro, os números do Rio de Janeiro, neste domingo, Flamengo x Atlético Mineiro alcançou 21 pontos e 48% de participação (com bola rolando). São oito pontos (62%) de audiência e 21 pontos de participação acima da média da faixa nos quatro domingos anteriores. Um recorde do futebol aos domingos no horário de 16h em 2020.

A Fórmula 1 também teve um fim de semana com marcas batidas. A vitória de Verstappen no GP especial dos 70 anos da categoria. No Rio de Janeiro, a “Globo” marcou oito pontos, recorde das transmissões lideradas por Cléber Machado, com 28% de atividade nas redes sociais. Em São Paulo, a pontuação igualou outra alta anterior: a maior audiência na temporada, em ambas as ocasiões, foi de nove pontos.

LANCE! Espresso: Jogo adiado pela Covid-19: o Brasileiro triste e previsível

Lance

“O circo estava todo armado”. A frase de Marcel Almeida, presidente do Goiás, à TV Globo foi involuntária, mas encaixa perfeitamente no momento. O time teve nove atletas infectados pelo novo coronavírus. No gramado do estádio da Serrinha, o São Paulo esperava uma decisão que veio quando a partida já deveria ter nove minutos.

A CBF oficializou o adiamento, que o Goiás já havia solicitado ao STJD. O clube teria apenas 13 atletas: os 11 titulares e dois no banco. O terceiro goleiro, que sequer estava no estádio, havia sido chamado às pressas logo que os resultados chegaram ao Goiás, ontem pela manhã. É uma cena que não deve ser única e possivelmente se repetirá até fevereiro, quando (teoricamente) acaba o campeonato. E, embora ninguém devesse se surpreender, causa, sim, espanto que a CBF não consiga administrar situação que era tão previsível.

Deveria fazer parte do protocolo adiamento automático das partidas em situações como a de ontem. Colocar o Goiás em campo era impossível não apenas esportivamente, mas pela questão de saúde. Como garantir que não havia mais atletas infectados, contaminados pelos colegas? Ao decidir retornar com o futebol com mais de mil mortos por dia no País, os cartolas brasileiros têm também nas mãos a responsabilidade pelo que vier a acontecer. Ontem foi apenas amostra. Os próximos capítulos estão por vir.

CBF deve fazer mudanças no protocolo e liberar clubes para fazerem testes fora do Einstein

Terra

O fato do jogo entre Goiás e São Paulo ter sido suspenso minutos antes da bola rolar, no último domingo, ligou um sinal de alerta na CBF. A entidade que administra o futebol brasileiro deverá fazer mudanças nos protocolos de saúde e na de controlar os exames para detectar contaminados pelo novo coronavírus no futebol. A principal mudança é a possibilidade dos clubes fazerem exames sem ser no Hospital Albert Einstein.

O hospital é parceiro da CBF. A ideia da entidade era que todos os clubes fizessem os testes no mesmo lugar, com a coleta sendo feita por hospitais locais. Mas a demora nos resultados dos exames foi alvo de muitas críticas e motivo do jogo de domingo ter sido adiado.

A CBF garante que a parceria com o Einstein continua, mas não irá impedir os clubes de irem atrás de outros locais para fazerem os exames. O Corinthians, por exemplo, já anunciou que não utilizará o hospital para fazer exames em seus jogadores, alegando que há falhas e inconsistências nos exames no Einstein. Os laboratórios escolhidos pelas equipes terão que ser aprovados pela Comissão Médica da CBF.

O Estadão entrou em contato com o hospital e com a CBF, mas ambos ainda não responderam. Assim que tiver um posicionamento, a matéria será atualizada. Mas no domingo, depois do adiamento do jogo, a entidade soltou uma nota deixando clara sua insatisfação.

Governo alemão critica retorno de público aos estádios do país

MSN

O ministro da Saúde alemão, Jens Spahn, criticou o retorno dos torcedores aos estádios de futebol do país, chamando essa possibilidade de “mau sinal”, enquanto a Alemanha sofre um ressurgimento da pandemia do coronavírus.

“Milhares de torcedores nos estádios, isso não acompanha a evolução atual”, afimou Jens Spahn.

A Liga Alemã de Futebol havia estabelecido um retorno parcial dos espectadores no início da próxima temporada do Campeonato Alemão (Bundesliga).

As autoridades de saúde alemãs não priorizam o retorno do público aos estádios de futebol e parecem relutantes em validar o protocolo de saúde proposto para esse fim pela Liga Alemã de Futebol (DFL).

“Não planejamos nos pronunciar sobre o protocolo de saúde da DFL”, disse o presidente da conferência dos ministros regionais da saúde, Dilek Kalayci, ao jornal Berliner Morgenpost na segunda-feira, acrescentando que “o futebol profissional não está no topo da lista de prioridades dos Ministros da Saúde.”

Na Alemanha, os Länder (estados regionais) são responsáveis pelas medidas preventivas contra o novo coronavírus. Os ministros da saúde devem se reunir nesta segunda-feira para fazer um balanço da progressão da pandemia.

No início de agosto, os 36 clubes profissionais alemães da primeira e segunda divisões chegaram a um acordo sobre um modelo proposto pela DFL para permitir que os torcedores voltem aos estádios em meados de setembro. :: LEIA MAIS »

Árbitro descobre que testou positivo para Covid-19 em voo para apitar Série B do Brasileirão

Isto É

O último fim de semana mostrou um problema que pode se tornar recorrente no futebol brasileiro deste ano. O adiamento do jogo no último domingo (9) entre Goiás e São Paulo, momentos antes da partida, aconteceu após dez jogadores do clube esmeraldino testar positivo para a Covid-19.

Além deste episódio, um outro caso envolvendo o novo coronavírus foi diagnosticado em pleno avião, conforme divulgado pelo colunista do GE, Paulo Vinicius Coelho. Desta vez, o infectado foi o árbitro Denis Serafim que estava em voo para São Paulo, onde apitaria Ponte Preta x América-MG pela Série B do Brasileirão.

Junto do árbitro estava o assistente Maxwell Rocha Silva. Ambos fizeram parte do trio de arbitragem na final do campeonato Alagoano, na qual o CRB se sagrou campeão após vitória por 1 a 0 sobre o CSA, na última quarta-feira (5).

Posteriormente a decisão, nove jogadores do CSA testaram positivo para o novo coronavírus. Com isso, o clube enfrentou o Guarani com oito reservas no último sábado, também pela Série B.

Ao contrário do que foi pretendido para os atletas, Denis só foi saber que estava infectado pela doença quando esta dentro do avião em conexão em Brasília.

“Eu estava no avião e segui a viagem para São Paulo, porque o avião estava quase decolando”, disse o árbitro.

Diferente do árbitro, que está em quarentena em um hotel na capital paulista, o assistente trabalhou no jogo entre a Ponte e o América. Logo após o jogo, Maxwell voltou em um voo para Maceió.

O árbitro deve ficar em quarentena até a próxima quinta-feira (13), quando vai passar por um novo teste. O episódio por tornar o prosseguimento do Brasileirão inviável, já que os protocolos adotados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), até o momento, causaram problemas na primeira rodada do nacional.

Neymar ganha mais que a soma de todo time rival na Champions League

IG Esportes

O duelo das quartas de final da Champions League , nesta quarta-feira, entre o Paris Saint Germain e a surpreendente Atalanta , representa um forte embate também nos valores investidos fora de campo.

Segundo levantamento do jornal As, somente o brasileiro Neymar , que tem um salário anual de 36 milhões de euros, ganha mais que a soma de todos os jogadores do time rival, que tem uma folha de pagamento que fica entre 33 e 36 milhões de euros por ano, valor semelhante a quantia que entra a cada temporada na conta do craque.

Os mais bem pagos na Atalanta são os colombianos Duván Zapata e Luis Muriel e o argentino Alejandro Gómez, com uma base de 1,2 milhões de euros líquidos por temporada, além de variáveis ??que lhes permitem chegar a 1,8.

Além de Neymar, o PSG também paga mais de 16 milhões líquidos por temporada ao francês Kylian Mbappé , e quase 11 milhões ao zagueiro brasileiro Thiago Silva, o terceiro elemento mais bem pago do elenco treinado pelo alemão Thomas Tuchel. No total, o tridente do PSG, composto pelo brasileiro, Icardi e Mbappé, acumula cerca de 55 milhões de euros por temporada.

Porém, mesmo com essa disparidade, o jogo está aberto e as quantias serão esquecidas quando o árbitro inglês Anthony Taylor iniciar o encontro histórico para ambas as equipes, que se enfrentam às 16 horas, em Lisboa.

Conquistense Marielson Alves será o Assistente de Vídeo 1 no confronto Athletico e Goiás na Serie A

Da Redação

Após comandar a final do Campeonato Baiano entre Bahia e Atlético de Alagoinhas, na tarde do último sábado (8), o conquistense Marielson Alves será o Assistente de Vídeo 1, na partida entre Athletico e Goiás, que acontece nesta quarta (12), as 19h15, na Arena da Baixada.

O árbitro será Diego Pombo Lopez, auxiliado por Alessandro Álvaro Rocha de Matos e Jucimar dos Santos Dias. O quarto Árbitro será o paranaense Lucas Paulo Torezin.

Protocolo da CBF aumenta risco de covid em três divisões; atletas protestam

Uol

O Campeonato Brasileiro foi iniciado no mesmo fim de semana em que o Brasil atingiu a marca de 100 mil mortos por covid-19. E suas três divisões, que tiveram jogos em todas as regiões do país, expuseram centenas de jogadores e membros de comissão técnica ao risco de contágio pelo novo coronavírus.

A demora na divulgação do resultado de testes, que são supervisionados pelo hospital Albert Einstein, fez com que atletas das Séries A, B e C interagissem com companheiros em viagens e concentrações antes de saberem que estavam contaminados. Muitos dos que testaram positivo estão sem sintomas.

Duas equipes – o Goiás e o Imperatriz – só tiveram acesso ao resultado de seus exames horas antes de entrar em campo, o que causou o adiamento de suas partidas..

E pior: aumentou o risco de contágio dentro do elenco. O time maranhense, por exemplo, enfrentou uma longa viagem (de ônibus e avião) do interior do Maranhão ao interior da Paraíba, e só descobriu que 12 de seus jogadores estavam infectados quatro horas antes da partida.

A risco semelhante foram submetidos os jogadores do Ypiranga (RS), que viajaram a Santa Catarina para enfrentar o Brusque pela Série C sem saber do resultado de seus testes. Horas antes do jogo, descobriram que cinco atletas estavam infectados. A partida aconteceu sem eles, mas com outros potencialmente contaminados.

O Goiás, depois de saber que dez de seus atletas têm covid, precisou pedir uma liminar na Justiça Desportiva para que a CBF concordasse em adiar o jogo contra o São Paulo. O time paulista chegou a ir ao gramado do estádio da Serrinha.

A confusão foi alvo de críticas públicas de alguns jogadores, os mais expostos à contaminação. A mais contundente partiu do zagueiro Breno Calixto, do Treze (PB), que enfrentaria o Imperatriz, pela Série C. “Teve a semana inteira pra fazer os testes e no mínimo chegar os resultados na quarta ou quinta”, escreveu ele no Twitter. “Você faz todo o protocolo, se tranca num hotel perde o Dia dos Pais e no final não tem jogo. E o pior, já pensou se nós jogamos contra os caras com 12 positivos? A merda que ia ser? Todo mundo infectado, e nossas famílias depois? Tnc [tomar no c*] Que desorganização no nosso país, é na política, é no futebol, é em todo lugar mesmo.”.

O protocolo da CBF prevê que os jogadores sejam testados 72h antes de cada partida e que aqueles com resultado positivo sejam afastados e postos em quarentena. Mas com a demora entre a coleta das amostras e o resultado, atletas compartilham ônibus, avião, quartos de hotel e vestiários, sem saber se têm o vírus ou não.

Ex-técnico da seleção sobre estrangeiros: “moda vai passar”

IG Esportes

Ex-treinador da seleção brasileira, do Corinthians, do Cruzeiro, do Grêmio, do Flamengo, do Palmeiras , Mano Menezes , opinou sobre o atual momento de alta dos treinadores estrangeiros no futebol brasileiro. Na opinião do técnico, isso é uma “moda”, que em breve irá passar no futebol nacional.

“O Brasil é um país da moda. A moda agora é treinador estrangeiro, e temos de aceitar como as coisas são. Isso não acontece do nada. Traz suas causas e, na minha opinião, até erradas. Nossos problemas no futebol já se arrastam há muitos anos. Mas, quando acontece alguma coisa específica, como o famoso 7 a 1, é como se aquilo se desnudasse e de uma hora para outra as pessoas têm a solução mágica. Essa moda vai passar, como todas as outras passaram”, afirmou em entrevista à “Rádio Gaúcha”.

Apesar disso, o treinador, que está sem clube desde o ano passado, quando deixou o Palmeiras, fez elogios ao trabalho de Jorge Jesus , que recentemente deixou o Flamengo e acertou com o Benfica .

“Elevar o nível, como fez o Jorge Jesus, causa desconforto e incomodação e, aqueles técnicos que escolherem o caminho correto, da busca por uma melhor preparação, para formar uma metodologia e filosofia nova, vão passar por isso como deve ser, trazendo coisas boas para o futebol brasileiro. Mas a moda vai passar, porque logo os técnicos estrangeiros terão os mesmos problemas que tivemos aqui, que é a questão do calendário, campos ruins, derrotas. Só um vai ganhar e todos os outros vão perder. O mundo está muito imediatista, e a moda vai passar e outra moda virá”, disse.

Renovado, Neymar tenta liderar PSG ao título da Liga dos Campeões

Terra

Renovado, afastado de polêmicas extracampo e livre das lesões que o atrapalharam por dois anos seguidos, Neymar é o grande trunfo do Paris Saint-Germain no mata-mata da Liga dos Campeões. Com a provável ausência de Mbappé, que se recupera de um problema no tornozelo, caberá ao craque brasileiro a missão de liderar o time em busca de seu primeiro título da principal competição de clubes da Europa, cuja reta final será disputada em Lisboa.

Dono de um dos maiores salários do futebol mundial, Neymar completou na semana passada três anos desde que chegou ao PSG. Ele foi contratado em 2017 com o objetivo de conduzir o clube de Paris a uma mudança de patamar. Não teve sucesso ainda. Brilhou em competições nacionais, mas não além do território francês. Colecionou polêmicas fora de campo, sofreu com lesões e irritou a torcida quando se aproximou de voltar ao Barcelona. No entanto, o astro permaneceu e agora dá indícios nesta temporada de que está disposto a mudar o cenário e fazer história em Paris.

“Esses três anos foram de muito aprendizado. Vivi tempos de alegria e outros complicados, especialmente quando fui impedido de jogar por causa das lesões. Com ajuda dos companheiros, consegui superar e focar no que realmente importa para todos, que é o nosso desempenho em campo traduzido em títulos. O torcedor, o clube, os fãs, todos podem ver a entrega do nosso time em qualquer jogo”, resumiu Neymar.

O atacante teve bom rendimento e assumiu o protagonismo nos primeiros jogos do PSG depois da paralisação dos torneios em razão da pandemia. O camisa 10 anotou cinco gols nas últimas cinco partidas, considerando também os amistosos, o que o fez chegar à marca de 74 gols em 85 partidas e ultrapassar Raí (72, em 285) para se tornar o maior artilheiro brasileiro da equipe – levando em conta só os duelos oficiais, o atacante soma 70 gols em 82 confrontos.

Nesta semana, Neymar colocará à prova seu poder de decisão fora da França para dar ao PSG o tão sonhado título europeu inédito. O primeiro adversário é o Atalanta, da Itália, no confronto único das quartas de final. O duelo está marcado para quarta-feira, em Lisboa, 16h. Se o time passar de fase, os parisienses terão pela frente RB Leipzig ou Atlético de Madrid.

Estreia com derrota de Dome faz Flamengo perder longa invencibilidade no Maracanã

MSN

A estreia com derrota de Domènec Torrent fez o Flamengo perder uma longa invencibilidade no Brasileirão. O último revés do Rubro-Negro no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro, havia sido pela 39º rodada do campeonato de 2018.

Era o último jogo de 2018, quando o Athletico Paranaense visitou o Flamengo, em uma Maracanã com mais de 60 mil pessoas, e venceu por 2 a 1 na partida que marcou a despedida de Lucas Paquetá do clube. Um ano e oito meses depois, a invencibilidade do Rubro-Negro caiu diante de outro Atlético, o mineiro.

Em 2019, o Flamengo fez uma campanha quase perfeita diante de seu torcedor no Maracanã, conquistando o heptacampeonato sem perder no estádio. Pelo Campeonato Brasileiro foram 17 vitórias e dois empates. As únicas equipes que não saíram do Maracanã derrotadas foram São Paulo e Vasco, com placares de 0 a 0 e 4 a 4, respectivamente.

O fim da invencibilidade fez com que Domènec Torrent encarasse as primeiras críticas do torcedor rubro-negro. Apesar disso, o novo treinador do Flamengo mostrou confiança em seu trabalho e afirmou que está acostumado com a pressão que existe em clubes grandes.

– Estou acostumado a jogar grandes jogos com grandes equipes, tenho experiência. Compreendo perfeitamente. É o mesmo aqui no Brasil, Espanha, Inglaterra, Itália e Alemanha. Quando você não ganha, as pessoas criticam. Mas é normal, tenho que aceitar isso. Quando ganhamos, o técnico está certo. Isso é normal no mundo todo. Os torcedores não estão felizes e eu também não fico feliz quando não saímos vencedores. Mas é normal. Podem criticar – disse o novo treinador do Flamengo em entrevista coletiva.

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