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:: 12/jan/2021 . 19:30

Em ofício às federações, CBF reforça importância de estaduais femininos e flexibiliza regras para edições 2020

Globo Esportes

A CBF reforçou, em ofício enviado às Federações, a data limite de 28 de março de 2021 para o término dos Estaduais femininos de 2020, adiados em razão da pandemia de Covid-19. No documento, a entidade comentou novamente a importância das disputas até mesmo como “importante instrumento de acesso às competições nacionais de 2021 mais especificamente ao Brasileiro feminino A2”.

No comunicado, e em caráter excepcional, a Confederação Brasileira de Futebol informou aos seus confederados que os estaduais 2020 poderão ser realizados com um mínimo de duas equipes e dois jogos disputados, preferencialmente entre os dois primeiros colocados do estadual 2019. A regra volta ao normal nos estaduais de 2021, que deverão ter no mínimo quatro clubes com seis jogos disputados.

O calendário nacional já foi anunciado pela CBF para a temporada 2021. O Brasileiro feminino A-1 tem início previsto para 28 de março e a final planejada para o dia 26 de setembro. As datas serão congeladas para a disputa dos Jogos Olímpicos de Tóquio, que ocorrem a partir de julho de 2021. Dependente dos classificados dos estaduais 2020, o Brasileiro A2 feminino tem começo previsto para 16 de maio com final em 5 de setembro.

Rumo ao Mundial, árbitra brasileira pede: ‘Não temos de ser tratadas por gênero’

Terra

Edina Alves Batista, de 41 anos, vive a expectativa mais especial dos seus 20 anos de carreira como árbitra. A paranaense de Goioerê viaja no fim deste mês ao Catar para apitar o Mundial de Clubes e vai se tornar a primeira mulher a atuar no comando de jogos masculinos de competições da Fifa para a categoria adulta. Orgulhosa pela conquista, ela torce para que essa nomeação quebre várias barreiras na arbitragem. O aumento da presença feminina e o fim da divisão por gênero na profissão são os seus sonhos.

A juíza conversou com o Estadão pouco depois de ser confirmada pela Fifa no Mundial. Entre um compromisso e outro pelo Campeonato Brasileiro, Edina relembrou o início na carreira e o quanto aos poucos a arbitragem tem se tornado um mundo mais aberto. “Está chegando a hora de nós, os árbitros, não sermos mais tratados por gênero, mas sim por capacidade. Tudo está indo por esse caminho agora”, disse. “A divisão por gênero tem de acabar. Tudo tem de ser pela competência”, afirmou.

A carreira da paranaense ficou em mais evidência em 2019, quando ganhou a chance de apitar a semifinal do Mundial Feminino entre Inglaterra e Estados Unidos. No mesmo ano, apitou o encontro entre CSA e Goiás, pelo Brasileirão, e encerrou um intervalo de 14 anos sem que uma mulher apitasse um jogo de elite no futebol brasileiro. Antes dela, Silvia Regina foi quem havia trabalhado.

A repercussão do trabalho e o espaço no mundo masculino da arbitragem fazem Edina ser bastante procurada por admiradoras. “Muitas mulheres me escrevem nas redes sociais porque olham para mim e se espelham para pensar que tudo pode acontecer. Muitas até me procuram não porque querem ser árbitras, mas porque me consideram como uma conquista de espaço no ambiente de trabalho”, contou.

Para chegar ao status de árbitra de competições da Fifa o caminho foi longo. Edina sempre gostou de esporte e trabalhou pela primeira vez aos 19 anos em um jogo amador. A oportunidade despertou o sonho dela em seguir a carreira, apesar do desejo da família. “Minha mãe dizia que ser árbitra não era coisa de menina. Ela queria que eu fizesse cursos de datilografia ou pintura”, contou.

De família humilde, Edina decidiu procurar um trabalho que lhe ajudasse a pagar a faculdade de Educação Física e também os cursos necessários para a formação em arbitragem. “O meu primeiro emprego foi em um viveiro de mudas. Eu enchia os saquinhos de terra para poder pagar meus estudos. Eu gostava do serviço”, contou. Aos fins de semana, ela deixava Goioerê para apitar pelo Paraná em campeonatos de futsal e futebol.

CBF transfere jogos do Brasileirão Série A de 30 para 31 de janeiro

CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) transferiu para 31 de janeiro, domingo, os três jogos do Brasileirão Assaí 2020 que estavam previstos para o dia 30, sábado, data em que ocorrerá a final da Copa Conmebol Libertadores no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

A mudança ocorre por iniciativa da CBF e tem por objetivo reforçar o protagonismo da final única da principal competição continental da América do Sul, que pela primeira vez será realizada no Brasil e é considerada como uma grande conquista da entidade, do Governo do Estado do Rio de Janeiro e do futebol brasileiro.

As três partidas do Campeonato Brasileiro da Série A que ocorreriam no dia 30 e que passam para 31 de janeiro, em horários a serem confirmados: Atlético Mineiro X Fortaleza, no Estádio do Mineirão, Ceará X Athletico Paranaense, na Arena Castelão, e Internacional X Red Bull Bragantino, no Estádio Beira-Rio.

Os brasileiros Palmeiras e Santos disputam com os argentinos River Plate e Boca Juniors as duas vagas para a final da Copa Conmebol Libertadores. Os jogos de volta das semifinais ocorrem nestas terça e quarta-feira (12 e 13), tendo as equipes brasileiras como mandantes. Nos jogos de ida, o Palmeiras venceu o River Plate por 3 a 0 e o Santos empatou sem gols com o Boca Juniors.

Tite fica fora de lista com os 20 melhores treinadores da década

Uol

A Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS) divulgou uma lista com os 20 melhores treinadores da década. Mesmo com dois títulos brasileiros, uma Libertadores e um Mundial de clubes, além de outros títulos, Tite ficou fora da lista.

Dentro dos 20 treinadores estão nomes como Claudio Ranieri que teve apenas dois títulos no século, uma Premier League e uma conquista da segunda divisão francesa. Outro presente foi Leonardo Jardim que conquistou três títulos na década, dois pelo Campeonato Grego e uma Ligue 1.

A lista não leva em consideração méritos conquistados em seleções nacionais, apenas clubes.

Confira os 20 nomes citados no levantamento:
1-Diego Simeone
2-Pep Guardiola
3-Jurgen Klopp
4-José Mourinho
5-Massimiliano Allegri
6-Unai Emery
7-Zinedine Zidane
8-Carlos Ancelotti
9-Mauricio Pochettino
10-Marcello Gallardo
11-Antonio Conte
12-Claudio Ranieiri
13-Alex Ferguson
14-Luis Enrique
15-Jupp Heynckes
16-Ernesto Valverde
17-Arsène Wenger
18-Leonardo Jardim
19-Jesse Marsh
20Laurent Blanc

Mais da metade das federações não realizou estadual feminino de 2020

Uol

As paralisações nas competições deram o tom do ano de 2020 no mundo dos esportes. No futebol feminino no Brasil, a situação se repetiu, mas com um agravante: até o final do ano, apenas 11 dos 26 estados realizaram o campeonato estadual para as mulheres. A falta de estrutura, que já é um dos maiores problemas da modalidade, tornou-se ainda mais relevante em um contexto em que a testagem de atletas para a Covid-19 se tornou parte do protocolo de segurança, bem como a higienização constante dos centros de treinamento e estádios para que as partidas pudessem ser realizadas.

Pensando nas mudanças que os estados deveriam promover, no início de dezembro a CBF emitiu um ofício determinando que os campeonatos estaduais de 2020 fossem realizados até 28 de março de 2021, de modo que as federações tivessem tempo para reorganizar seus calendários e suas competições. A entidade precisa da realização dos torneios para definir os participantes da Série A2 do Brasileiro feminino de 2021 – a segunda divisão nacional tem 27 vagas para os campeões estaduais.

No entanto, na primeira semana de janeiro, ainda não há informações sobre boa parte dos estaduais que não aconteceram.

Na região Norte, quatro dos sete estados realizaram o torneio. Amapá, Amazonas, Rondônia, Pará organizaram campeonatos, com um número menor de times – o Rondoniense, por exemplo, foi disputado por apenas três equipes – e com duração também reduzida.

No Nordeste, a situação também foi longe do ideal: apenas duas federações sediaram o torneio em 2020. O destaque foi a Paraíba, que em dezembro viu o Botafogo-PB levantar a taça com direito a transmissão na TV local.

Três estados realizarão o torneio neste ano: Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco, que chegou a iniciar a competição em novembro. No entanto, a disputa foi interrompida e adiada para este mês após a confirmação de 10 casos de Covid-19 incluindo atletas e comissão técnica do Sport.

A pior região para o futebol feminino em 2020, no entanto, é o Centro-Oeste: Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul não tem informações sobre os campeonatos estaduais e não responderam aos e-mails para esclarecer dúvidas sobre os torneios. A boa notícia foi que o Distrito Federal realizou o Candangão Feminino com seis times em um campeonato que durou de outubro a dezembro e teve o Real Brasília como campeão. A final foi transmitida para a TV local e também foi disponibilizada pela internet através do Facebook da Federação de Futebol do Distrito Federal.

Pelo segundo ano seguido, a final do Paulistão foi um grande evento no calendário esportivo do estado, e contou com transmissão para a TV aberta e a TV fechada, um marco para o esporte. A novidade positiva na região foi que em Minas Gerais a final aconteceu no Mineirão e também foi televisionada, além de estar disponível também na internet.

Para terminar, a região Sul do Brasil teve bons e maus exemplos. No Rio Grande do Sul, Internacional e Grêmio disputaram a final em dezembro com direito a transmissão para a TV local e também pela internet. Em Santa Catarina, o torneio começou a ser realizado em março, foi paralisado por conta da pandemia, mas até agora não retornou. Já no Paraná, a Federação informou que não há condições de realizar o campeonato segundo as recomendações do Ministério da Saúde.

De acordo com a CBF, não há previsão de punição para os estados que não realizarem os campeonatos, já que se trata de um novo cenário. O problema, além da falta de continuidade no trabalho de desenvolvimento das atletas e da modalidade no Brasil, é que 27 dos 36 times que disputam a série A2 do Brasileirão são os vencedores dos campeonatos estaduais.

Seleção feminina disputará torneio em fevereiro contra os EUA, Japão e Canadá

Terra

Com foco na preparação para os Jogos Olímpicos de Tóquio, a seleção brasileira feminina definiu quais serão os seus primeiros compromissos em 2021. A equipe disputará o Torneio She Believes em fevereiro. E os adversários serão os Estados Unidos, anfitriões do campeonato, o Japão e o Canadá.

O torneio será disputado de 15 a 24 de fevereiro, em Orlando, dentro de uma Data Fifa, a primeira de 2021, o que permite a utilização da força máxima. E promete ser de alto nível, afinal, as quatro seleções se garantiram na Olimpíada, além de estarem no Top 10 do ranking da Fifa.

O Brasil vai estrear no She Believes diante do Japão, no dia 18, às 18 horas (de Brasília). O confronto seguinte será com os Estados Unidos, no dia 21, às 17h. Na rodada final, no dia 24, terá pela frente o Canadá, às 18h. Todos os jogos serão disputados no Exploria Stadium.

Sob o comando da técnica Pia Sundhage, a seleção enfrentou apenas o Canadá. E duas vezes, com uma vitória por 4 a 0, na China, e um empate por 2 a 2, na França. Já as outras duas oponentes não duelam o Brasil desde o She Believes de fevereiro. Naquela oportunidade, a equipe nacional perdeu por 1 a 0 para as norte-americanas e por 3 a 1 para as japonesas.

A seleção treina desde a última terça-feira em Viamão (RS), em mais um ciclo de observações para Pia definir a lista de convocadas para a Olimpíada. O período de atividades por lá seguirá até o dia 20.

Mantido, mas ainda pressionado: Rogério Ceni retoma trabalho no Flamengo sob análise de lupa

Globo Esportes

A derrota para o Ceará, a segunda seguida no Brasileiro, fez a Gávea viver um dia de reuniões e avaliações feitas pela diretoria do Flamengo junto com a cúpula do futebol. Foi decidida a permanência de Rogério Ceni, que tem o trabalho cada vez mais dissecado e analisado com uma lupa.

Nos encontros, feitos durante a manhã e na parte da noite, os métodos utilizados pela comissão técnica no dia a dia do CT e os resultados entraram em pauta. Qual o percentual de culpa do técnico? Dos jogadores? Da diretoria? Contra o Ceará, Ceni fez opções que causaram impacto, como as entradas de César e Gustavo Henrique e a ida de Gabigol para o banco.

Uma eventual mudança neste momento teria diversas implicações, como a procura de um novo técnico, em um mercado com poucas opções consideradas boas, a dez rodadas do fim da competição. E com o agravante financeiro de ter que pagar três treinadores: Dome, que ainda não recebeu a rescisão, Ceni e o próximo comandante.

A percepção é de que o trabalho de Ceni tem pontos positivos, mas que os treinamentos, elogiados pelos jogadores, não têm dado resultado em campo. Aí também entra a avaliação de que algumas das principais peças não vivem um grande momento técnico.

A dinâmica e a comunicação entre as diversas áreas do Ninho e da Gávea também viraram debate.

Enquanto as Gávea fervia com as reuniões, que são de praxe nas segundas-feiras, mas desta vez teve um cardápio mais variado e espinhoso, o elenco ganhou um dia de descanso. Na tarde desta terça, Rogério Ceni e os jogadores, ainda mais pressionados, iniciam a preparação para a próxima rodada.

Ceni terá a semana inteira para tentar corrigir os diversos problemas apresentados principalmente nas três últimas partidas. A sete pontos do líder São Paulo, o Flamengo enfrenta o Goiás, na próxima segunda-feira, no estádio da Serrinha. Todos os olhos estarão voltados para o treinador.

Gallardo faz mistério, elogia Palmeiras e quer River “sem desespero” para buscar vaga

Globo Esportes

O técnico Marcelo Gallardo quer um River Plate “sem desespero” para o duelo da volta da semifinal da Copa Libertadores contra o Palmeiras, marcado para essa terça-feira, a partir das 21h30 (de Brasília), no Allianz Parque. Em entrevista coletiva concedida nesta segunda-feira, o treinador admitiu que a parte psicológica do time recebeu grande atenção, especialmente pelo 3 a 0 contra na ida, na Argentina.

– A questão é não entrar em desespero e tampouco acreditar que somos um time ruim, sem criatividade, que facilmente é batido. Todas essas coisas que estão sendo ditas depois dessas partidas. Coisas que podem jogar de forma negativa. Então, tenho que sentar com os meus jogadores e dizer “rapazes, nós somos outra coisa, não somos esse time desses dois últimos jogos” – afirmou.

– Não somos um time que facilmente é batido. E é dessa maneira que certamente pensa o nosso rival. Um rival que mostrou que sabe aproveitar as situações que demos, que joga bem. Palmeiras aproveitou as situações que oferecemos e agora estamos com esse resultado adverso – acrescentou o treinador.

Sem dar pistas sobre a escalação para o duelo desta terça-feira, Gallardo aproveitou a entrevista para também elogiar o Palmeiras pela postura letal na partida na Argentina. Na visão do treinador argentino, dificilmente a equipe brasileira irá entrar em campo relaxada pela enorme vantagem adquirida na ida.

O time brasileiro pode perder por até dois gols, que mesmo assim avança para a final da Copa Libertadores. O River Plate, por outro lado, precisa de uma vitória por 4 a 0 ou uma por três gols de diferença, desde que balance pelo menos quatro vezes a rede de Weverton.

‘Sem pompa’, Palmeiras recebe River Plate para confirmar vaga na final

Isto É

Montado com jogadores revelados na base e contratações pontuais, a versão atual do Palmeiras tem tudo para recolocar o clube na final da Copa Libertadores depois de 20 anos e mostrar o quanto é facilmente capaz de superar vários elencos mais badalados que o clube teve nos últimos anos. A equipe do técnico Abel Ferreira recebe o River Plate nesta terça-feira, a partir das 21h30, no Allianz Parque, com a vantagem de defender a vitória por 3 a 0 obtida na semana passada.

A comodidade de poder se classificar até com uma derrota por dois gols de diferença faz o Palmeiras ser o grande favorito. O que não evita a prudência. “O River tem um time muito bom, competitivo, não à toa chegou em cinco finais de Libertadores. O importante é manter o foco, fazer o que nosso treinador pede, e jogarmos concentrados. Ainda não há nada definido”, afirmou o volante Danilo.

A equipe jamais esteve tão perto de voltar à final da Libertadores pela primeira vez desde 2000, quando ainda vivia o último ano da cogestão com a Parmalat e perdeu a decisão para o Boca Juniors.

De lá até hoje, o Palmeiras conseguiu no máximo ser semifinalista em 2001 e 2018. Em ambas as ocasiões perdeu novamente para o time argentino. No entanto, a busca pela Libertadores, que a torcida define como “obsessão”, fez o clube sonhar e também apostar alto em várias outras temporadas, sem obter o mesmo êxito.

O Palmeiras conseguiu montar um elenco badalado em 2009 com a ajuda da parceria com a Traffic. Diego Souza, Cleiton Xavier e Keirrison foram alguns dos pilares do time que parou nas quartas de final do torneio ao ser eliminado pelo Nacional do Uruguai.

Mais recentemente, a injeção de dinheiro da patrocinadora Crefisa possibilitou a chegada de reforços de peso. O time investiu cerca de R$ 100 milhões para a edição de 2017. Bruno Henrique, Borja, Guerra e Deyverson foram alguns dos nomes contratados com o aporte da empresa. Porém, a campanha terminou logo nas oitavas de final, diante do Barcelona, do Equador.

Algumas dessas estrelas permaneceram no elenco nos anos seguintes, até a temporada atual forçar o clube a uma nova proposta. O aporte da Crefisa em contratações foi abandonado por questão tributária (a empresa foi multada pela Receita Federal) e o departamento de futebol foi reestruturado. A ordem passou a ser investir na base e buscar reforços pontuais.

Prova disso é o time que bateu o River Plate por 3 a 0 semana passada. Todos os 11 titulares ou vieram da base ou por contratações bancadas com recursos próprios, sem a contribuição de parceiros. O reforço mais caro em campo foi o atacante Rony, contratado por R$ 27 milhões e autor do primeiro gol. O segundo foi anotado por Luiz Adriano, atacante trazido após rescindir com o Spartak Moscou. No gol, Weverton chegou ao clube no início de 2018 por apenas R$ 3 milhões depois de não ter renovado acordo com o Athletico-PR.

A equipe conseguiu chegar longe na competição sem despontar como grande favorita. Dono da melhor campanha da fase de grupos, o Palmeiras é o único invicto do torneio e considera o apetite do elenco um ponto forte para voltar à final. “Os rapazes têm uma vontade tremenda, uma mentalidade forte e um hábito de ganhar que todos nós gostamos”, disse o técnico Abel Ferreira.

Atlético empata com Bragantino no fim, mas perde chance de colar no líder

Super Esportes

Foram 16 dias sem jogos, que serviram para descanso, recuperação e treinamento na Cidade do Galo. Em campo, porém, todo esse tempo de preparação não resultou em uma boa atuação do Atlético na noite desta segunda-feira. No estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista, o time mineiro sofreu com bolas aéreas, buscou o empate por 2 a 2 com o Red Bull Bragantino no último lance do jogo, válido pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro, e desperdiçou a chance de se aproximar mais da liderança.

Os donos da casa abriram o placar nos acréscimos do primeiro tempo, em cabeceio de Ryller. Na etapa final, o Atlético empatou em finalização Savarino. Pouco depois, novamente de cabeça, o Red Bull Bragantino passou à frente, com Edimar. Aos 54 minutos, Hyoran devolveu a igualdade ao placar em cobrança de um questionável pênalti assinalado com auxílio do VAR.

Com o resultado, o terceiro colocado Atlético está com 50 pontos – três a menos que o vice-líder Internacional (53) e a seis do líder São Paulo (56). Já o Red Bull Bragantino chegou aos 35 pontos e se manteve no 13º lugar.

As equipes voltam a campo na noite do próximo domingo, pela 30ª rodada. Às 18h15, a bola rola para o duelo entre Atlético e Atlético-GO, no Mineirão. Mais tarde, a partir das 20h30, o Red Bull Bragantino visita o Ceará, no Castelão, em Fortaleza.

SÉRIE B: América-MG e Chapecoense podem confirmar matematicamente o acesso

Futebol Interior

A terça-feira poderá ser especial para América-MG e Chapecoense que têm tudo para ratificar o acesso na Série B do Campeonato Brasileiro com quatro rodadas de antecedência.

Líder com 66 pontos, o América depende apenas de suas forças para voltar à Série A. O time do técnico Lisca visitará o ameaçado Náutico, em Recife, às 19h15, embalado pelos 4 a 0 sobre o Vitória. São três triunfos seguidos e oito rodadas sem derrota. O América tem 14 pontos de vantagem sobre o Juventude, quinto colocado.

Vencendo, os mineiros manterão, ao menos, a diferença e faltarão só quatro jogos e 12 pontos em disputa. O objetivo do Náutico, enquanto isso, é se manter fora da zona de rebaixamento. O clube pernambucano saiu da degola e chegou aos 38 pontos após superar o Paraná por 2 a 1.

Em baixa, a Chapecoense tentará se recuperar no clássico contra o Figueirense, às 21h30, na Arena Condá. Atropelada pelo Botafogo-SP, por 3 a 0, a Chapecoense se manteve na vice-liderança com 63 pontos e, além de vencer o rival catarinense, precisará torcer por um tropeço de CSA ou Juventude que somam os mesmos 52 pontos.

Nesse cenário, o time de Umberto Louzer também subiria de divisão. O problema é que o Figueirense precisa da vitória, mas com outro objetivo. Sem vencer há duas partidas após o 0 a 0 com o CSA, o Figueirense voltou à zona de rebaixamento com 36 pontos.

Na quarta-feira, dois jogos encerrarão a rodada. Se o Avaí, adversário do Vitória, ainda pensa no G4, o Cruzeiro cumpre tabela contra o Oeste que poderá ser rebaixado.

Ontem
Ponte Preta 2 x 2 Cuiabá-MT
CRB 2 x 0 Guarani
Confiança 1 x 2 Operário-PR
Hoje
19:15
Botafogo x Sampaio Corrêa-MA
Paraná x CSA
Brasil-RS x Juventude
Náutico x mérica-MG
21:30
Chapecoense x Figueirense
Quarta
19:00
Avaí x Vitória
21:30
Cruzeiro x Oeste

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