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:: 3/abr/2021 . 11:34

Marielson Alves Silva apita duelo entre Bahia e Atlético de Alagoinhas

Bahia Notícias

A Federação Bahiana de Futebol sorteou o árbitro Marielson Alves Silva para comandar o jogo entre Bahia e Atlético de Alagoinhas neste domingo (4), em Pituaçu, pela sétima rodada do Campeonato Baiano.

O árbitro será auxiliado por Elicarlos Franco de Oliveira e Marcos Welb Rocha de Amorim.

Com seis pontos em seis partidas, o Tricolor está na sétima posição do estadual. Já o Carcará é o vice-líder, com 12 pontos.

Jodilton Souza explica confirmação do Bahia de Feira na Série D 2021

Diplomata News

Se antes o Bahia de Feira estava pensando em desistir da Série D 2021 por causa de inconsistências no orçamento, agora o clube confirmou sua participação na quarta divisão do futebol nacional após algumas reuniões durante a semana. Com os grupos já definidos desde a semana passada e o curto prazo para apresentar a desistência a cúpula do tremendão decidiu fazer o esforço de participar do certame mesmo com as dificuldades financeiras, e para isso o clube pensa em usar os jogadores das divisões de base e buscar acordos com atletas experientes do elenco que tenham interesse pelo projeto e estejam dispostos a reduzir o salário. É o que garantiu o presidente Jodilton Souza em entrevista à Rádio Sociedade News de Feira de Santana.

“Na verdade a gente tem aqui um número considerável de atletas da base que tem potencial de se tornarem grandes jogadores profissionais no futuro e não queremos deixá-los parados por 6 ou 8 meses aí no CT, ou até perdê-los. Por isso, mesmo com as dificuldades, vamos fazer um esforço aí para participar da Série D que também vai ser uma grande vitrine para eles”, explicou Jodilton que também pensa em manter alguns dos jogadores experientes que há no elenco.

“Minha vontade é de manter a maioria dos experientes. Temos uma espinha dorsal e não queremos perdê-la. Mas para que ocorra essa manutenção vamos buscar acordos de redução salarial para não extrapolarmos o nosso orçamento que vai sofrer uma redução também. Por exemplo, nosso treinador Oliveira Canindé é um profissional que eu gosto e que vejo que acredita no projeto, mas o salário dele é do patamar dos técnicos de clubes médios do Nordeste: Botafogo-PB, Treze, ABC, enfim. Teremos que conversar sobre isso”, revelou o presidente.

Ele ainda contou à reportagem que recebeu ligação do vice-presidente da CBF Ednaldo Rodrigues, que já foi presidente da FBF também, que o incentivou a participar. “Ednaldo me ligou e me deu apoio para participar da Série D. Ele falou da importância que tem o Bahia de Feira para a competição. Ricardo Lima também me procurou para dar a opinião dele sobre o assunto”, disse Jodilton.

EXPECTATIVA
“Em 2004 o Santos estava em uma crise financeira terrível e decidiu jogar o Campeonato Brasileiro com a base. E na época subiram alguns meninos como Robinho, Diego, Léo e muitos outros e o time acabou campeão. Então é com este espírito que queremos entrar na Série D, confiamos muito nestes meninos que estão aí e o Oliveira Canindé é um técnico que sabe trabalhar com a base. Com certeza se ele aceitar permanecer vamos ser muito felizes na Série D. Mas o objetivo agora é alcançar aí as três primeiras posições no Baiano para chegar na Copa do Brasil do ano que vem”, finalizou Jodilton.

Brasileiros ficam frustrados com proibição de estrangeiros nos Jogos de Tóquio-2020

Correio

Giscard Stephanou, de 46 anos, estava animado para ir à sua segunda Olimpíada. Ele ficou frustrado com o veto do Comitê Organizador dos Jogos de Tóquio-2020 em relação à entrada de torcedores do exterior como forma de conter a disseminação da covid-19 no Japão. No entanto, entendeu a decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI).

“Tendo em vista essa questão sanitária, acho que foi uma decisão correta. A maior parte das pessoas estaria exposta e poderia aumentar o número de casos pelo mundo”, disse o serviço público, morador de Brasília. “Por outro lado, é um sentimento de frustração por deixar de ir ao maior espetáculo esportivo do planeta. O espírito olímpico acontece muito por conta do ambiente, que envolve não só os atletas, mas a torcida”.

Torcedor fanático do Grêmio e fã de esportes, Giscard esteve nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, e já marcou presença em diversos eventos esportivos no Brasil e no exterior. Foi à Copa do Mundo do Brasil, em 2014, ao Mundial da Rússia, em 2018, viu a seleção brasileira vencer a Copa das Confederações em 2013 e a Copa América em 2019, e foi espectador in loco de jogos de tênis, vôlei e corridas de Fórmula 1. Agora, esperava ansioso pelos Jogos de Tóquio-2020, mas só poderá ver pela televisão.

“É um evento grandioso, sensacional. Foi o fato de estar no Rio em 2016 que partiu a minha ideia de estar em Tóquio, Paris, e o que mais vier”, pontuou. O torcedor gastou cerca de R$ 13,5 mil em 35 ingressos para ele e a esposa de 11 modalidades diferentes: a final do futebol masculino, tênis, basquete, vôlei, vôlei de praia, surfe, canoagem, “para assistir ao Isaquias Queiroz”, judô, ginástica, atletismo e vela “para ver o Robert Scheidt e a Martine Grael”. No total, entre hotel, passagens aéreas e entradas, desembolsou quase R$ 30 mil. “Planejei tudo desde 2018 e comprei os ingressos em 2019, quando começou a ser vendido”, contou.

Giscard receberá o reembolso do hotel que reservou, terá algum prejuízo com as passagens e ainda não sabe se vai reaver todo o valor gasto com os ingressos. A Match Hospitality, responsável pela comercialização da entrada, ainda não definiu como será o processo (veja mais ao lado). A empresa reteve 20% da taxa de conveniência dos torcedores que foram reembolsados em 2020 após o anúncio de que a Olimpíada havia sido adiada para este ano. Segundo os organizadores, torcedores estrangeiros compraram cerca de 600 mil ingressos.

A UEFA explica a sua lógica de não existir o VAR nas eliminatórias

R7

Não bastasse a pandemia da Covid-19, a imensurável e absurda intempérie que um super-ultra-micro-organismo batizado de SarsCov-2 produziu no planeta, também o Futebol, como instituição, atravessa momentos de abalo impensável apenas dois anos atrás. Foi até com um certo alívio que a cartolagem da FIFA, a entidade que organiza o Esporte Bretão no mundo, e a UEFA, sua subsidiária na Europa, insolitamente puderam festejar, nesta última semana do mês de Março, sem qualquer incidente sanitário, o feliz desfecho das três rodadas inaugurais das eliminatórias do continente à Copa do Qatar/2022. Aconteceram, sim, vários problemaços. De todo modo, poderiam ocorrer inclusive sem a Covid-19.

Numa reunião virtual de análise e de crítica dos eventos, digamos, preocupantes, das eliminatórias, um episódio concentrou as atenções dos observadores. No dia 27, no Rajko Mitic Stadium de Belgrado, o árbitro neerlandês Danny Makkelie não percebeu que, já nos acréscimos de Sérvia X Portugal, placar em 2 X 2, uma bola tocada por Cristiano Ronaldo ultrapassou a linha de gol em quase 50cm. Portugal teria vencido o prélio por 3 X 2 e seria o líder solitário do Grupo A com 9 pontos, bem à frente dos 6 da hospedeira. Ironicamente, Marko Diks, auxiliar e compatriota de Makkelie, também não se apercebeu do tento porque o corpo do CR7 lhe atrapalhava a visão. Enorme azar: a TV atestou a entrada da pelota.

O famigerado VAR, o árbitro de vídeo, claramente teria confirmado o tento. O próprio Makkiele, ao se encerrar o cotejo, pôde verificar um replay do lance num monitor de uma emissora de TV e imediatamente rumou ao vestiário de Portugal para se desculpar. Mas, por quê não houve o VAR naquele jogo? Resposta triste, mas simples: porque não existe o VAR nas eliminatórias da Europa. Pier Luigi Collina, um ex-brilhante apitador e hoje responsável pelo departamento respectivo na FIFA, explica, com a lógica fria da inevitabilidade: “Uma questão de equidade. Seria impossível instalar um sistema adequado, correto, conveniente de VAR, em estádios de todas as 55 afiliadas da UEFA.”

Faço uma tradução singela. Integram a UEFA, inclusive, federações que não correspondem a nações formais, caso de Ilhas Far Oer e Gibraltar, dependentes da Dinamarca e da Grã-Bretanha. Kosovo, embora partecipe da FIFA e da UEFA, ainda não foi reconhecido, sequer, pelo Brasil. Além disso, a Europa do Ludopédio vai da Islândia até o Cazaquistão, uma distância de quase 5.200 quilômetros. E não se trata, só, de uma complicação de logística, que a aviação resolveria em tempos normais, ou de grana, que a FIFA e a UEFA possuem, às pencas. A essas dificuldades se somam as condições de vários estádios, vetustos, sem a menor chance de receber a complexa tecnologia do VAR. A síntese de Collina: “Vale para todos, ou para nenhum.” Ele só admite o sistema da pelota com chip e com os sensores de linha de gol, fácil de se aplicar, eventualmente portáteis e bastante baratos.

Outro problemaço adveio do cumprimento, por enquanto apenas pela FIGC, a Federazione Italiana Giuoco Calcio, de uma normativa da FIFA, a publicação anual dos dados referentes ao volume de dinheiro gasto por cada entidade com os empresários de jogadores, os chamados “agentes autorizados”. Na temporada de 2019 a Federação da Bota acusou o pagamento bruto de 187 milhões de Euro, cerca de R$ 1,26 bi. Esperava-se que, em 2020, como resultado da Covid-19, acontecesse a queda, uma natural economia nesse tipo de gasto. Afinal, sem o público nos estádios, as fontes de rendimento dos clubes escassearam. Sim, houve diminuição. Insignificante, todavia: 138 milhões de Euro, ou R$ 930 milhões. Apenas a Juventus, na sua briga pelo décimo titulo consecutivo na Série A, despendeu com os intermediários perto dos R$ 130 milhões. E isso para um elenco que fracassou nas oitavas de final da “Champions League” e que, no “Nazionale” da Velha Bota, amarga uma distância dramática de dez pontos atrás da lideríssima Internazionale de Milão.

Rio de Janeiro libera principais estádios para jogos a partir do dia 9 de abril

IG Esportes

Em meio às novas medidas de restrição visando ao enfrentamento do novo coronavírus, a Prefeitura do Rio anunciou que os jogos de futebol voltarão a ser liberados na capital a partir do dia 9. Com isso, Maracanã, Nilton Santos e São Januário voltarão a ser palcos de partidas do Campeonato Carioca.

Por meio de decreto, a realização de partidas na cidade foi proibida no último dia 26. Com isso, as equipes buscaram palcos em outros municípios do estado para dar prosseguimento ao estadual e à Copa do Brasil.

O Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, foi um dos principais palcos utilizados, mas houve partidas o Giulite Coutinho (Mesquita), Elcyr Resende (Bacaxá), Los Larios (Xerém) e Laranjão (Nova Iguaçu).

Fifa divulga cidades-sede e estádios do Mundial Feminino de 2023 na Oceania

Super Esportes

A Fifa divulgou nesta quinta-feira as cidades-sede e estádios que receberão os jogos do Mundial Feminino de 2023, que será realizada em conjunto por Austrália e Nova Zelândia, dois países da Oceania. Ao todo, nove cidades e 10 estádios participarão da competição.

Sydney, Adelaide, Brisbane, Melbourne e Perth serão as cidades australianas que sediarão partidas, enquanto que Auckland, Dunedin, Hamilton e Wellington serão as neozelandesas.

O primeiro jogo será disputado no estádio Eden Park, em Auckland. Já a final será no estádio Olímpico de Sydney. As semifinais ocorrerão uma em cada país. A tabela com a distribuição dos confrontos por estádio será divulgada ainda em 2021.

Esta será a primeira edição do Mundial Feminino que será realizada em dois países simultaneamente. Além disso, será a primeira vez que o torneio terá 32 equipes – nas duas últimas edições, 24 seleções participaram.

“Aproveitando o incrível sucesso da França-2019 dentro e fora do campo, a Copa do Mundo Feminina da Fifa de 2023 e as 9 cidades-sede da Austrália e da Nova Zelândia não só apresentarão os melhores jogadores do mundo, mas também uma plataforma poderosa para unir e inspirar pessoas, transformar vidas e criar um legado duradouro para o futebol feminino na Austrália e na Nova Zelândia e em todo o mundo”, disse o suíço Gianni Infantino, presidente da Fifa.

Confira todos os estádios e cidades-sede do Mundial Feminino de 2023:

Adelaide (Austrália): Hindmarsh Stadium

Auckland (Nova Zelândia): estádio Eden Park

Brisbane (Austrália): Brisbane Stadium

Dunedin (Nova Zelândia): Dunedin Stadium

Hamilton (Nova Zelândia): Waikato Stadium

Melbourne (Austrália): Melbourne Rectangular Stadium

Perth (Austrália): Perth Rectangular Stadium

Sydney (Austrália): Stadium Australia e Sydney Football Stadium

Wellington (Nova Zelândia): Wellington Stadium

Apresentador do ‘Globo Esporte’ revela grave estado de saúde após internação por Covid-19

Terra

O apresentador do “Globo Esporte” da Bahia, Danilo Ribeiro, fez sua primeira publicação desde que testou positivo para Covid-19, em março. Internado e precisando de aparelhos para respirar, o jornalista chegou a ter metade dos pulmões abatidos pela doença. Ainda sob cuidados médicos, ele revelou que seu quadro é grave, mas, tem se mantido estável no últimos dias.

O apresentador da Bahia havia testado positivo para a doença no último dia 25 de março. Desde então, ele foi internado na capital no Hospital Português quatro dias após seus exames demonstrarem que 50% de seus pulmões estavam comprometidos pela Covid-19. Nesta quinta-feira, Danilo segue internado em Salvador, mas tranquilizou os fãs.

– Estou num leito de enfermaria fazendo uso do oxigênio para controlar a saturação. Situação clínica que inspira cuidados, porém, estável. Agradeço às inúmeras mensagens de apoio e quero dizer que logo, logo, com fé em Deus, estarei de volta ao convívio de vocês! – digitou ele no Instagram.

A publicação acabou sendo inundada por amor e carinho de amigos e fãs do apresentador. Jornalistas como André Gallindo e Tiago Medeiros, apresentador do “GE” em Pernambuco, se solidarizaram e acalmaram o colega. Muitos torcedores também deixaram palavras de amor ao comunicador.

CBF tem dinheiro para criar auxílio emergencial para o futebol na pandemia

Uol

O futebol brasileiro vivenciou um festival de transferências de jogos para tentar fugir às restrições impostas por autoridades pela pandemia de novo coronavírus. Jogo do Paulista no Estado do Rio, partidas remarcadas e canceladas, e até um time que viajou três Estados para voltar para casa em meio a um surto de covid. Esse movimento foi liderado pela CBF em meio ao momento mais grave da pandemia com entre 2 mil e 3 mil mortes por dia.

O desespero para jogar “de-qualquer-jeito-como-onde-der” foi simbolizado pela reunião entre clubes e a CBF. No encontro, cujo vídeo foi vazado, o presidente da confederação, Rogério Caboclo, deixava clara sua pouca disposição para sequer discutir qualquer opinião que defendesse a paralisação do futebol. Foi ríspido com quem ensaiou discordar.

Sem debate, o futebol parou total ou parcialmente apenas nos locais onde as autoridades foram mais duras, como São Paulo. Os cartolas ignoram o quadro geral sanitário do país: a maioria dos Estados continua com filas em UTIs e infecção em alta. Como argumento, apresentam protocolos que se revelaram falhos fora do ambiente do futebol e a necessidade de jogar para pagar salários.

A tese de que “o futebol não pode parar ou jogadores e clubes ficarão em dificuldade” é similar à posição defendida pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. Outra similaridade entre a CBF e o governo federal é a resistência em botar a mão no bolso para ajudar os necessitados para que esses possam deixar de trabalhar para se preservar em meio a uma crise de saúde.

Em meio à pandemia do ano passado, após Fifa e Conmebol darem contribuições, a CBF lançou uma linha de crédito para clubes no valor de R$ 100 milhões. Eram empréstimos para serem pagos sem juros. Aos times de séries inferiores, com a C e D, a confederação injetou recursos no caixa. Fez o certo, mas foi tímido.

Está descrito no estatuto da CBF como uma de suas funções: “administrar, fomentar, difundir, incentivar, aperfeiçoar e fiscalizar a prática formal de futebol não profissional e profissional, em todo o território nacional”. Não haveria nada mais efetivo para fomentar o futebol brasileiro em meio a uma pandemia do que manter seus jogadores saudáveis e com as barrigas cheias. Certamente seria mais útil do que reuniões on-line para dizer que os clubes “estão fudidos” se o futebol parar.

Grêmio e Inter fazem o Gre-Nal 430 da história neste sábado (3)

GE

Grêmio e Inter se enfrentam neste sábado, às 22h15. O Gre-Nal 430 da história, válido pela nona rodada do Gauchão, será disputado na Arena e vale a liderança da competição.

Em segundo no Gauchão com 14 pontos, o Grêmio reassumirá a ponta caso vença o clássico. Mesmo que siga com um jogo a menos, o Tricolor igualaria os 17 pontos do Inter, mas já tem saldo superior ao rival — 10 a 6. Os mandantes apostam no histórico na Arena por nova vitória. São sete anos de invencibilidade, com seis vitórias e oito empates.

Na liderança, o Inter tenta embalar diante do maior rival, após a virada no último Gre-Nal. Caso supere o Grêmio, o Colorado pode sair da rodada até classificado às semifinais. Para isso, Juventude e São Luiz, quinto e sexto com 12 pontos, não podem ganhar de Caxias e São José, respectivamente.

Após dois empates, Vasco busca vitória diante do Bangu para encostar no G4 do Carioca

Terra

Depois de dois empates seguidos, contra Madureira e Fluminense, o Vasco encara o Bangu, neste sábado, no Raulino de Oliveira, às 21h05, em busca de uma vitória para encostar no G4 do Campeonato Carioca. Quatro pontos separam o Gigante da Colina do Tricolor Suburbano, e um triunfo diante do Alvirrubro será essencial para ainda sonhar com uma vaga nas semifinais.

O adversário deste sábado não vence há 6 rodadas e é o penúltimo colocado com apenas 5 pontos. A equipe da Zona Oeste será a primeira decisão do time de São Januário em abril. Restam apenas quatro rodadas para o fim da primeira fase, e dentre elas, um clássico contra o maior rival: Flamengo., no próximo final de semana.

Para aguentar o ritmo de um calendário apertado, o Departamento de Futebol, Departamento de Saúde e Comissão Técnica traçaram uma estratégia de poupar atletas em algumas rodadas. Para o duelo deste sábado, Léo Matos, Leandro Castan, Ernando, Marquinhos Gabriel e Germán Cano ficarão no Rio, se preparando para o desafio será diante do Tombense (MG), na quarta, às 21h30, pela segunda fase da Copa do Brasil.

Além deles, Marcelo Cabo também não poderá contar com os atacantes Léo Jabá e Morato. Ambos foram regularizados no BIRA (Boletim Informativo de Registro de Atletas), porém não poderão ser relacionados para o duelo contra o Bangu.

Bahia enfrenta o Fortaleza com missão de acabar com ‘gangorra’ em 2021

Bahia Notícias

Ganha, perde, ganha, perde, ganha… A rotina do Bahia tem sido de altos e baixos no início da temporada 2021. Mas como bem diz o clichê, cada partida é a oportunidade de fazer diferente. E essa oportunidade está nas mãos – ou melhor, nos pés – do Esquadrão de Aço, que goleou o Altos do Piauí no último final de semana e busca manter o nível diante do Fortaleza na tarde deste sábado (3), às 16h, na Arena Castelão.

As duas equipes, que podem se classificar já nesta rodada para a próxima fase do regional, se reencontram após quase dois meses. Em fevereiro, no mesmo estádio, o Esquadrão de Aço atropelou o Leão do Pici por 4 a 0 e garantiu a sua permanência na Série A do Campeonato Brasileiro. O recente resultado positivo não ilude o técnico Dado Cavalcanti.

O Bahia é o segundo colocado do Grupo A do regional, com dez pontos, e pode garantir a classificação para a próxima fase já neste jogo. Para isso, é necessário vencer e torcer para que Confiança, 4 de Julho e Treze ao menos empatem os seus jogos.

Outros Jogos
16:00
Sport x Ceará
18:15
ABC x Sampaio Corrêa-MA
CSA x 4 de Julho-PI
Domingo
15:45
Altos-PI x Santa Cruz
16:00
Salgueiro-PE x CRB
18:00
Vitória x Treze-PB
19:30
Botafogo-PB x Confiança

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