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:: ‘Notícias’

Jogadores redobram cuidado e mudam hábitos financeiros durante a pandemia

Isto É

O impacto financeiro da pandemia no futebol também mexeu com os jogadores. Seja pelos salários reduzidos ou pela diminuição nos contratos de patrocínio pessoal, os atletas sentiram os reflexos da crise e tiveram de intensificar os cuidados para evitar que a situação desfavorável prejudicasse as finanças pessoais.

Essa preocupação foi sentida principalmente por profissionais especializados na consultoria financeira de atletas. O ramo está cada vez popular entre os jogadores, especialmente pelo conhecimento de necessidades específicas da área.

O empresário Marcelo Claudino é o proprietário da empresa TopSoccer, que atende cerca de 80 atletas profissionais, e explicou ao Estadão que a pandemia exigiu dos jogadores entender a necessidade de novas estratégias.

“A cada dia os atletas estão mais atentos ao dinheiro deles, mas o coronavírus deixou claro que sempre é bom acompanhar o que se passa. Um investimento pode deixar de render e sempre é bom pensar em algo mais que podemos economizar”, afirmou Claudino.

O atacante Thonny Anderson, do Red Bull Bragantino, se acostumou desde o início da carreira a poupar mais da metade dos ganhos. Apesar do clube não ter reduzido salários, o jogador precisou rever alguns investimentos.

“Agora busquei investimentos mais seguros para compensar algumas perdas”, disse. Na opinião dele, em uma crise como essa, o jogadores vão aprender a ser mais cautelosos. “Nosso foco precisa ser no futuro. Não adianta querer competir com outro companheiro para ver quem tem o celular mais moderno ou o carro mais novo. Na nossa profissão em um ano você está na Série A, mas pode no outro o jogar em uma divisão inferior e ganhar bem menos”, completou. :: LEIA MAIS »

Globo e Fla divergem sobre MP de transmissões e ensaiam guerra judicial

Uol

A edição da Medida Provisória que dá ao clube mandante a prerrogativa de negociar seus direitos de transmissão apimentou ainda mais a relação entre o Flamengo e a Rede Globo.

Na manhã de hoje (22), o clube foi notificado pela emissora, visto que o clube quer transmitir a partida contra o Boavista (ainda sem data marcada) em seu canal do Youtube. A informação sobre a notificação foi veiculada inicialmente pelo jornal “O Dia”.

No documento, a emissora carioca alega que contratos em vigência não podem ser modificados nem por força de lei. O Rubro-negro não tem acordo com a empresa para o Campeonato Carioca e entende que seus direitos estão garantidos.

Por meio de nota, a Globo sustentou esta posição e afirmou que a nova medida provisória não afeta as competições cujos direitos já foram cedidos pelos clubes, seja para as temporadas atuais ou futuras. A Globo continuará a transmitir regularmente os jogos dos campeonatos que adquiriu, de acordo com os contratos celebrados, e está pronta para tomar medidas legais contra qualquer tentativa de violação de seus direitos adquiridos”.

Pelo lado da Gávea, o Flamengo demonstra tranquilidade mesmo com a batalha jurídica que anuncia. O argumento do clube é que a medida torna válida esta nova realidade e os rubro-negros querem usar seu canal do Youtube para transmitir seu próximo jogo. A venda para uma outra emissora também não está descartada. Assim como a Globo, o clube também se arma para uma possível batalha nos tribunais.

O clube optou por não se manifestar, mas o caso está nas mãos de Rodrigo Dunshee, vice geral e jurídico do Fla. A matéria está sendo analisada, porém a cúpula está confiante de que está amparada legalmente. No jogo contra o Bangu, em partida que marcou a retomada do Carioca, não houve exibição, ainda que o Alvirrubro fosse mandante. Como está em desacordo com as novas normas, a Globo optou por não exibir.

Dezenas de infectados e drive-thru: clubes de SP retomam atividades

MSN

Ainda longe da bola, os principais clubes do futebol paulista aos poucos vão retomando suas atividades, com uma bateria de exames a serem realizados para cumprir os protocolos em meio à pandemia de coronavírus. Corinthians e Palmeiras já anunciaram o resultado dos testes iniciais, com dados alarmantes; São Paulo e Santos ainda não têm números oficiais. Todos os quatro grandes já testaram seus atletas e iniciam a reabertura dos centros de treinamento neste semana.

Na semana passada, o governador João Doria surpreendeu – e irritou – os cartolas paulitas ao anunciar que as atividades só poderiam ser retomadas a partir de 1º de julho. No dia 19, no entanto, o chefe do Centro de Contingência do coronavírus em São Paulo, Carlos Carvalho, atendeu aos pedidos da Federação Paulista de Futebol (FPF) e autorizou que os clubes da Série A1 do Paulistão 2020 sejam submetidos a exames e testes físicos, como os de pré-temporada.

No sábado 20, o Corinthians anunciou que realizou testes em 190 funcionários e que oito atletas do elenco profissional estão infectados pela Covid-19. Todos estão assintomáticos e serão colocados em quarentena, afastados do inicio das atividades. Além deles, outros 13 jogadores já foram contaminados anteriormente e estão recuperados – ou seja, dos 27 atletas do elenco, apenas seis não tiveram nenhum contato com o vírus. Os infectados não tiveram seus nomes revelados.

Nesta segunda, o centro de treinamento Joaquim Grava será reaberto após mais de três meses. Os atletas devem ir até o local buscar seus equipamentos de proteção individual (EPIs) e devem iniciar os testes físicos na terça.

No Palmeiras, os efeitos fora menores: apenas um atleta testou positivo e outros três foram infectados, mas já estão recuperados. Entre dirigentes, membros da comissão técnica e do Núcleo de Saúde e Performance, apenas um de 26 testes deu positivo e o profissional já está recuperado, de acordo com nota oficial do clube. Anteriormente, outros 73 funcionários da Academia de Futebol foram testados, com seis casos positivos (três afastados e três recuperados). :: LEIA MAIS »

Estudo aponta Série B brasileira como liga que mais troca treinadores no mundo; Série A, a 17ª

Globo Esportes

Um estudo do CIES Football Observatory (Centro de Estudo Internacional do Esporte) divulgado nesta segunda-feira colocou o Brasil entre os piores índices no mundo no que diz respeito à troca de treinadores.

A Série B do Brasileiro é o campeonato em que um técnico fica menos tempo no cargo: são 122 dias em média, basicamente quatro meses. A Segunda Divisão da Turquia (124 dias) e a elite da Letônia (134) vêm logo atrás.

A Série A do Brasileirão não ficou tão distante: é a 17ª, com um treinador a cada 168 dias (cinco meses e meio).

Rotatividade dos técnicos: veja o especial do GloboEsporte.com
No outro extremo está a liga do País de Gales, com um técnico em média a cada 943 dias. A primeira divisão da Suécia (890) e a Super League da Suíça (701) completam o pódio.

A análise do CIES levou em conta 1.646 times de 110 ligas em 79 países até o dia 1º de junho. A média na ocasião era de 480 dias, porém, o valor mediano é de 301 dias (a diferença se dá por conta dos treinadores que estão há muito tempo no cargo).

O principal nome para esta lacuna se chama Bruno Luzi, que está no comando do Chambly, da Segunda Divisão Francesa, por 19 anos (6.910 dias). Outros oito treinadores também passaram de uma década no cargo, entre eles o brasileiro Ricardo “Tuca” Ferretti, no Tigres, do México, desde 2010.

Governo da Bahia mantém proibição de competições esportivas até o dia 6 de julho

Bahia Notícias

Aos poucos o futebol baiano vai retomando aos treinos nos centros de treinamentos. Os primeiros a voltarem ao batente foram Bahia e Vitória, enquanto Bahia de Feira e Jacuipense já se movimentam para realizar os testes da Covid-19 e se adequarem às exigências das autoridades sanitárias municipais para reiniciar as atividades físicas presenciais. No entanto, a realização de eventos esportivos no estado segue proibida, desta vez até o dia 6 de julho.

No final da tarde da última sexta-feira (19), o governador da Bahia, Rui Costa (PT), prorrogou a proibição de todas as atividades que envolvem aglomeração de pessoas, como eventos desportivos – inclusive jogos de campeonatos de futebol, profissionais e amadores -, religiosos, shows, feiras, apresentações circenses, eventos científicos, passeatas, aulas em academias de dança e ginástica, bem como abertura e funcionamento de zoológicos, museus, teatros, dentre outros. O decreto anterior tinha validade até este domingo (21).

“Atualmente, a Bahia registra 43.922 casos com 22.028 ativos, 20.589 curados e 1.305 óbitos, bem como 1.300 leitos ocupados, chegando a 75% de ocupação. São números que deixam a Bahia em uma situação melhor do que a de outros estados, mas não se pode vacilar. Não podemos abaixar a guarda. Por isso, o decreto precisa ser renovado”, explicou na sexta.

Com a decisão de Rui Costa, o Campeonato Baiano segue paralisado desde meados de março. A competição foi interrompida após a conclusão da sétima rodada, faltando duas jornadas para o encerramento da primeira fase. Bahia, Jacuipense, Bahia de Feira e Vitória são os quatro ocupantes da zona de classificação.

Governo da França autoriza que jogos de futebol recebam até 5 mil pessoas a partir de 11 de julho

Globo Esportes

O governo da França autorizou que estádios e hipódromos do país recebam até 5 mil pessoas a partir do dia 11 de julho. Autoridades do futebol, no entanto, esperam por uma liberação maior até a disputa das finais da Copa da Liga, entre PSG e Lyon, e da Copa da França, entre PSG e Saint-Étienne. As decisões acontecerão no final de julho e início de agosto, no Stade de France, que tem capacidade para 80 mil pessoas.

O decreto do governo francês, no entanto, reforça que o limite imposto deve valer, a princípio, até o início de setembro.

– A capacidade máxima de 5 mil pessoas para grandes eventos, estádios e óperas, a princípio, está em vigor até 1º de setembro. Uma nova revisão da situação epidemiológica nacional será divulgada em meados de julho para decidir se haverá relaxamento para a segunda metade de agosto – diz o texto.

O Campeonato Francês foi o único das cinco grandes ligas da Europa que encerrou precocemente sua temporada. Alemanha, Espanha, Itália e Inglaterra voltaram com as disputas. O último jogo oficial disputado em território francês foi PSG 2 x 0 Borussia Dortmund, pela Liga dos Campeões, com portões fechados.

A próxima temporada da Ligue1 deve começar entre os dias 22 e 23 de agosto. Na próxima semana, a liga terá uma assembleia para definir o calendário. Os clubes estão liberados para o retorno aos treinos em pequenos grupos desde o início de junho. O PSG retomará suas atividades nesta segunda-feira.

A França tem pouco mais de 196 mil casos do novo coronavírus registrados, segundo dados do governo do país, e 29.620 mortes, com apenas 14 delas registradas nas últimas 24 horas.

Dirigentes baianos divergem sobre volta do futebol no interior

Resenha na Rede

O retorno do futebol baiano tem gerado muita especulações. Em meios a falta de posicionamento claro da Federação Bahiana de Futebol (FBF) quanto ao retorno da Série A, dirigentes dos times que disputarão a Série B do Estadual seguem divergindo quanto ao retorno das atividades.

O presidente do Unirb FC, Carlos Joel, demonstrou total insatisfação quanto ao retorno do elenco aos treinos. “Não me parece responsável o retorno das atividades para os times que disputarão a Série B, enquanto os riscos de contaminação forem tão evidentes. Não nos sentimos confortáveis em alojar atletas e grupo de apoio em um ambiente que naturalmente dificultará o controle. O UNIRB Futebol Clube, apesar de inscrito, não irá participar do campeonato enquanto não houver segurança que minore riscos de contaminação”, disse.

Já o responsável pela equipe do Barcelona de Ilhéus, Weliton Nascimento, time que também disputará a Série B, assegurou que a equipe está com parte do protocolo de retorno pronto. “Nossa pré-temporada será em Feira de Santana (BA), toda estrutura está na cidade, inclusive o ônibus do time. Estamos com parte do protocolo pronto e assim que a Federação der o sinal verdade iniciamos a preparação”, garantiu.

Japão retira candidatura a sede da Copa do Mundo de 2023 a três dias do anúncio da Fifa

Globo Esportes

A Associação de Futebol do Japão (JFA, na sigla em inglês) anunciou nesta segunda-feira que o país não é mais candidato a sede da Copa do Mundo Feminina de 2023. A retirada da proposta foi feita a somente três dias do anúncio da Fifa.

Assim, o caminho fica aberto para que seja confirmada a candidatura conjunta de Austrália e Nova Zelândia como vencedora diante da única adversária, a Colômbia. No início do mês de junho, a proposta dos países da Oceania foi considerada a de melhor pontuação nos diversos critérios estabelecidos. O Brasil também concorria, mas se retirou antes mesmo do anúncio da avaliação.

Campeão em 2011 ao derrotar as favoritas dos Estados Unidos na final, o Japão nunca recebeu a Copa do Mundo Feminina, mas organizou o torneio masculino em 2002 com a Coreia do Sul.

Por que a China, berço da Covid, ainda não tem data para retomar futebol?

Uol

A bola já está rolando novamente em praticamente toda a Europa. Vários países da Ásia e alguns da América Central também retomaram suas competições. E até o Brasil, um dos epicentros da pandemia neste momento, já teve uma partida disputada na semana passada.

Mas a China, onde o novo coronavírus (Covid-19) foi identificado pela primeira vez e de onde se espalhou para todos os cantos do mundo, ainda não sabe quando suas competições de futebol serão reiniciadas.

E já há até quem defenda que a modalidade deve ficar paralisada até o fim do ano e só retornar na temporada 2021.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a China já teve 85 mil casos da doença e registrou cerca de 4.600 mortos. Na última semana, o país teve uma média de 35 novos infectados por dia.

Os números são bem melhores do que os do auge da pandemia por lá (no começo de fevereiro, havia cerca de 3 mil contaminações diárias). Mas, na avaliação de quem manda no futebol chinês, ainda não são suficientemente seguros para permitir o retorno dos campeonatos.

“Os países europeus decidiram retomar [o futebol] porque acreditam que, mesmo que a situação envolvendo o coronavírus sofra alterações diárias, é possível recomeçar com os jogos caso o número de novos casos esteja sob controle e o sistema médico esteja funcionando bem”, afirmou o médico Zhang Wenhong, que tem trabalhado como consultor para a CFA (Federação Chinesa de Futebol), em entrevista à rede de TV CGTN.

Inicialmente, o início da temporada da Superliga Chinesa estava programado para o dia 22 de fevereiro. Depois, o pontapé inicial da competição foi adiado para abril, maio, junho… E, até duas semanas atrás, era quase consenso no país que o futebol provavelmente seria retomado em meados de julho.

Mas um novo surto da Covid-19 na capital Pequim bagunçou esse planejamento. A cidade precisou colocar 30 bairros em quarentena, fechou alguns mercados e mandou alunos dos ensinos fundamental e médio novamente para casa.

Presidente do Doce Mel diz que ‘não faltam argumentos’ para manter Baianão suspenso

Bahia Notícias

Com a liberação dos treinamentos para Bahia e Vitória, uma fagulha de esperança se acendeu para a volta do Campeonato Baiano após a paralisação por causa da pandemia do coronavírus. Pensando no estadual, a Federação Bahiana de Futebol (FBF) vem articulando a liberação para outros clubes. No entanto, alguns são contra a continuidade da competição. Foi o que disse o presidente do Doce Mel, Eduardo Catalão, ao Bahia Notícias.

“Não temos time e quase ninguém tem. Também não temos transporte por causa do coronavírus. Se seguirmos o protocolo da CBF, só Bahia, Vitória e Bahia de Feira podem cumprir. Já mudaram o Campeonato Carioca, imagine o nosso estadual”, disse.

Segundo Catalão, caso o retorno se confirme, o time terá que ser formado por jogadores da região de Ipiaú, uma das cidades mais afetadas pela Covid-19 no estado. Ele também destacou que o estádio Pedro Caetano segue sem condição de receber partidas.

“Vamos ter que ir atrás de jogadores da região. E nós estamos sem estádio também. É mais um problema. Ipiaú é uma das cidades com mais contaminação. Argumentos pra não ter não estão faltando. Estou achando isso muito complicado e vai colocar em risco um monte de pessoas sem necessidade”, completou.

O Campeonato Baiano foi paralisado após a sétima rodada e o Doce Mel está na nona posição, com quatro pontos conquistados.

Governo federal aprova plano da CBF para retorno e deixa aval para Estados

Uol

O Ministério da Saúde deu aval para o guia médico da CBF para retorno do futebol em meio à epidemia do coronavírus. Mas deixou nas mãos de autoridades municipais e estaduais decidir quando será permitida a realização de partidas —o Rio de Janeiro já teve reinício do Carioca.

A CBF elaborou um guia de protocolo para retorno de competições nacionais, Brasileiro e Copa do Brasil, com 30 páginas. Foi o primeiro passo para saber quando voltar os campeonatos que ainda não têm datas.

Publicado nesta semana, o documento foi enviado para análise do Ministério da Saúde. A pasta respondeu com um ofício em que diz que o guia está em conformidade com diretrizes do Ministério e faz algumas sugestões. Mas o governo federal deixa claro que caberá a Estados e municípios aprovar jogos em cada local.

“Cabe ressaltar, que o retorno das atividades futebolísticas em cada localidade deverá ser pactuado com gestão local, levando-se em consideração seu cenário epidemiológico e as medidas que estão sendo aplicadas na localidade”, diz o documento.

O departamento médico da CBF já está ciente desta necessidade de aprovações locais. Por isso, não tem data para o Brasileiro e espera o que será testado nos Estaduais. Ou seja, teria de haver uma liberação em todos os Estados com times na Série A. “Tem que ver Estado por Estado como vai estar. O Paraná pode começar a fechar, o Rio Grande do Sul pode fechar também”, analisou o chefe do departamento médico da CBF, Jorge Pagura. “Quem falar em data vai errar.”.

Resta, portanto, à CBF ir aprimorando seu protocolo enquanto não chega a hora de competições. Os testes são recomendados antes dos jogos, mas não são obrigatórios pelo documento. Mas a entidade deixa claro que vai, sim, bancar testes PCR para os clubes no início, e depois o acompanhamento por anticorpos em um percentual de jogos.

‘A crise vai acelerar a profissionalização do futebol brasileiro’, diz Diretor do IBOPE

Lance

Após três meses da pandemia do novo coronavírus, os campeonatos estaduais começam a discutir sobre o retorno do futebol no país. Com a crise causada no futebol brasileiro por conta da doença que assombra o mundo com milhões de casos, o LANCE! convidou diretor executivo do IBOPE/Recupom, José Colagrossi, para participar do ‘LANCE! na Jogada’ e comentar sobre as dificuldades que os clubes irão enfrentar neste período.

– Sabendo que esse vírus não vai embora e talvez não tenha vacina em grande escala em 2020, o Brasil vai ter um ano muito duro economicamente. O futebol nesse cenário é impactado de diversas maneiras, com perda de bilheteria, de patrocinadores e outras formas de patrocínio, como licenciamento de produto ou patrocínio digitais. Essa crise encontra um futebol endividado. Mesmo que o futebol volte, a crise continua. Tem problema de calendário, volume grande de jogos que estavam programados para 11 meses e vão ser realizados em oito. Como a televisão vai transmitir tantos jogos em um espaço tão pequeno? E o preparo físico dos jogadores? – questionou.

Em São Paulo e Belo Horizonte, os clubes ainda começam o processo de testes e planejamento para retomar as atividades presenciais. Em Porto Alegre, Inter e Grêmio já estavam treinando, mas com o aumento de casos na cidade, os treinamentos poderão ser interrompidos. Já no Rio de Janeiro, a bola voltou a rolar, mas o imbróglio entre FERJ contra Fluminense e Botafogo, que contou ainda com a intervenção do prefeito Marcelo Crivella, fez com que os jogos fossem adiados por uma semana.

– Ninguém sabe. Essa é uma crise sem data de expiração. Não sabemos quando o futebol volta. Tem diversos movimentos conflitantes com alguns clubes que querem voltar mais cedo e outros mais tarde, mas o principal problema é que, como não sabemos o que fazer – disse José Colagrossi.





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