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:: ‘Notícias’

Clubes do Rio se reúnem e decidem terminar o Carioca em campo ainda em 2020

Uol

Com o calendário do futebol parado por conta da pandemia da Covid-19, representantes dos clubes do Rio se reuniram na tarde de hoje (1) e decidiram que o Campeonato Carioca será finalizado dentro de campo, descartando a possibilidade de que a disputa seja encerrada.

Por meio de vídeo-conferência, dirigentes da elite fluminense foram unânimes e definiram pela manutenção do torneio, que será disputado ainda neste ano. As datas, no entanto, ficam congeladas até que a situação seja normalizada. A CBF já havia garantido que disponibilizaria datas e os clubes ratificaram o desejo comum de jogar as partidas restantes.

Perda financeira no esporte com a COVID-19 deve chegar a R$ 80 bilhões

Super Esportes

Como toda indústria, a esportiva está passando por grandes dificuldades em função da pandemia de COVID-19. O tombo global será superior a US$ 15 bilhões (ou mais de R$ 79 bilhões), segundo estimativa da Sports Value, empresa especializada em marketing esportivo. E no Brasil a crise também já está sendo sentida com a paralisação de todas as disputas. É preciso pensar, então, em como amenizar a redução.

De acordo com a revista Forbes, só as grandes ligas profissionais dos EUA (basquete, beisebol, futebol americano e hóquei no gelo) deverão perder cerca de US$ 5 bilhões (R$ 26,3 bilhões) em receitas – de arrecadação com a venda de ingressos a comercialização de direitos de TV e de produtos, além de patrocínios. Já as principais ligas de futebol da Europa (Alemanha, Espanha, França, Inglaterra e Itália), somarão mais de US$ 4 bilhões (R$ 22 bilhões) em perdas, segundo a empresa KPMG.

Por isso, é hora de clubes e entidades ligadas diretamente ao esporte, incluindo o governo, se mexerem para diminuir o prejuízo. E não basta somente cortar salários de funcionários, jogadores e comissões técnicas.

“O jogador de clube grande ganha mais, é verdade, e poderia ajudar. Mas ele vê o clube, a CBF, o governo pouco interessado. Por que só o jogador deve se sacrificar? Qual a proposta que cada clube oferece (para superar o momento complicado)? E principalmente a CBF, que tem mais de R$ 700 milhões em caixa, tem dinheiro para manter as instituições nestes dois, três meses de caos? Os clubes médios e pequenos vão perder muito, e ela pode resolver”, afirma o consultor Amir Somoggi, da Sports Value, para quem entidades como Conmebol e Fifa, até por estar mais longe, têm menos responsabilidade no mercado brasileiro – ainda que tenham.

Além disso, ele aconselha os clubes mais estruturados e de maior torcida a buscar manter o engajamento com os torcedores neste momento em que não há disputas em andamento. Com isso, seria possível agradar aos patrocinadores e até mesmo às emissoras de TV que detêm direitos de campeonatos e não têm o quê transmitir.

“É hora, por exemplo, de colocar jogadores e ex-jogadores em contato com os torcedores. Se sou eu o responsável, estaria fazendo o clube voar nas redes sociais”, argumenta Somoggi, destacando que as marcas precisam explorar a “audiência domiciliar única na história da humanidade” em função de as pessoas estarem com circulação restrita devido ao risco de contágio pelo novo coronavírus.

É preciso pensar também em formas de garantir a sobrevivência após a turbulência. A maior parte dos clubes brasileiros tem sérios problemas financeiros e nenhum caixa para honrar compromissos, podendo entrar em insolvências ou sair ainda mais endividados desta crise.

“Poucos são os clubes em situação confortável para enfrentar esta situação, talvez Flamengo, Athletico-PR, porque trabalharam para isso ao longo dos anos. Quem está em situação financeira caótica, como Cruzeiro, Botafogo, Fluminense, Vasco, Santos, só para citar alguns, está vivendo o pior dos mundos, pois não tem receitas correntes e os custos são brutais. Então, quem está financeiramente pior, deve temer mais e também se aplicar mais na busca de soluções”, argumenta Somoggi.

Ele acredita que nem quem tem maior poderio financeiro está imune à crise. Vide o caso do Barcelona, que está amargando prejuízo de cerca de 30 milhões de euros (R$ 180 milhões) por mês com a paralisação das competições. “O orçamento do Barcelona é de 900 milhões de euros, mas sabe que precisa trabalhar para sobreviver. E os daqui do Brasil parecem estar esperando ajuda. Por ter estrutura e preparação técnica e de marketing melhor, (os gigantes europeus) tendem a sair da crise muito mais facilmente que nós.”

Não há previsão de quando as competições serão retomadas, sendo que em alguns casos já está decidido que elas não voltam. É o caso do Campeonato Belga, cujo título foi dado ao Brugges, time que liderava a competição quando da paralisação.

Já há também eventos postergados para o ano que vem. É o caso da Eurocopa e da Copa América, assim como eventos de outros esportes, como os Jogos Olímpicos e o mais tradicional torneio de tênis do mundo, Wimbledon.

Não é só a Globo: TVs de todo o mundo suspendem pagamentos de eventos

Gazeta Esportiva

Nesta semana, a Globo suspendeu os pagamentos de campeonatos que estão parados por conta da pandemia do novo Coronavírus. Muita gente criticou a atitude da emissora, mas a decisão está seguindo uma tendência mundial de vários grupos de mídia, que também tomaram essa medida.

Segundo levantou o UOL Esporte, a decisão é justamente para reduzir os impactos financeiros da pandemia nas empresas. Todos argumentam que não faz sentido pagar direitos de transmissão de torneios que não estão sendo exibidos ou suspensos.

A decisão mais drástica foi a do DAZN, plataforma de streaming esportiva. A empresa suspendeu os pagamentos de direitos de transmissão em todo o mundo, inclusive em países onde a liga nacional de futebol é exibida.

No Brasil, poucos eventos nacionais sofreram com isso. O principal deles é o Campeonato Paranaense, onde o DAZN paga R$ 380 mil para cada um dos doze clubes que disputam a competição. Os times reclamaram da falta de aviso da suspensão do pagamento.

Na França, a situação também é alarmante. A BeIN Sports e o Canal Plus, que exibem o Campeonato Francês no próprio país – no caso da BeIN, em outras lugares da Europa – também afirmaram que não vão pagar a parcela referente ao mês de abril dos direitos de transmissão, que deveria ser quitada até o próximo domingo (5).

A BeIN Sports, em nota, comentou que pretende voltar a realizar os pagamentos após o fim da pandemia, inclusive de parcelas referentes aos próximos meses, que ficarão também podem ficar pendentes se os torneios não voltarem ou não terem uma previsão de retorno.

A decisão também não se limita ao futebol. A Fox da Austrália também suspendeu os pagamentos para a Liga Nacional de rúgbi, um dos esportes mais populares daquele país. A liga estimou que terá um prejuízo de US$ 18 milhões sem esses pagamentos realizados.

Com receita recorde, Conmebol cria fundo contra pandemia

MSN

A Conmebol divulgou, nesta quinta-feira (2), uma receita recorde em sua história: a entidade faturou US$ 509 milhões no ano de 2019. Com isso, a Confederação Sul-Americana também anunciou a criação de um fundo de até US$ 65 milhões para auxiliar os times que disputam suas competições.

Esse fundo será usado para os clubes anteciparem parte da receita que teriam direito pela disputa das Copas Libertadores e Sul-Americana. A verba a ser retirada poderá ser de até 60% do que o clube teria direito de receber na competição. Além disso, a própria entidade criou um fundo de emergência de US$ 27 milhões.

“Com a casa em ordem, podemos enfrentar estas circunstâncias excepcionais com tranquilidade e com a capacidade de resposta necessária, tanto no lado financeiro quanto no institucional. A situação é crítica e não devemos subestimá-la. Por enquanto, é uma batalha que devemos jogar em casa, ficando dentro dela para frear o avanço do vírus”, declarou Alejandro Domínguez, presidente da entidade.

De acordo com o dirigente, a receita histórica da Conmebol se deu por dois motivos. O primeiro foi a realização da Copa América no Brasil, que teve, segundo a Conmebol, “a maior arrecadação de sua história”. O torneio vencido pela seleção brasileira teve quatro patrocinadores e uma grande receita em bilheteria. O outro motivo é o novo modelo de comercialização da Libertadores e da Sul-Americana.

A receita recorde da Conmebol fez também saltar a arrecadação dos clubes. Segundo a entidade, US$ 451 milhões (93% de toda a receita) do que foi ganho no ano passado foram reinvestidos nas 28 competições organizadas por ela. Só na Libertadores foram dados US$ 162 milhões em premiação para as equipes.

Uefa escreve carta e pede para que os campeonatos não sejam cancelados

Terra

Após o Campeonato Belga anunciar seu cancelamento e declarar o Club Brugge campeão, decisão que só deve ser ratificada no dia 15 de abril, a Uefa, a Associação de Clubes Europeus e as Ligas Europeias soltaram uma carta com o pedido para que as ligas e os clubes esperem o retorno dos campeonatos nacionais. O texto foi divulgado pela “Sky Sports” e mostra confiança das autoridades em um breve regresso.

As três instituições inscreveram para as 5 federações e pediram união de todos neste momento que o futebol no continente atravessa. A carta diz que “é de suma importância que mesmo um evento perturbador como esta epidemia não impeça que nossas competições se decidam no campo, de acordo com suas regras e que todos os títulos sejam premiados com base nos resultados”. Elas também afirmam qualquer decisão de cancelar as competições são premeditadas e sem justificativa.

Ainda não há datas definidas para o retorno do futebol em todo o Velho Continente, embora a maioria das ligas estejam suspensas até o final de abril, enquanto outras, como o Campeonato Holandês, já tenham decidido que o torneio ficará paralisado até o final de maio. A expectativa é que entre junho e julho as competições possam voltar a rotina.

“Se a forma de ter futebol é jogar sem torcedores, é assim que vamos jogar”, diz presidente da Conmebol

Globo Esportes

A pandemia do coronavírus atingiu os países sul-americanos com força no mês passado e forçou a Copa Libertadores a ser interrompida ainda no início da fase de grupos, após as três fases eliminatórias. Com a luta contra a doença ainda em estágio quase inicial no continente, existe uma corrente pessimista quanto à conclusão do calendário do futebol em 2020, principalmente a níveis continentais. Mas o presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, está otimista.

Em entrevista à agência “Reuters”, Domínguez indicou que disputar diversos jogos sem a presença de torcedores pode ser uma solução adotada pela confederação para permitir o retorno das partidas assim que possível

– Acho que as coisas voltarão ao normal, mas isso vai levar tempo. E é claro que quero ver estádios cheios. Mas se a forma de ter o futebol de volta é jogar sem torcedores, então é assim que vamos jogar – disse o mandatário.

Um problema com relação à Copa Libertadores – assim como a Copa Sul-Americana – seria as possíveis diferentes situações em cada país com relação aos casos da COVID-19: enquanto alguns campeonatos locais podem retornar, outros podem permanecer parados. Além disso, o fechamento de fronteiras para estrangeiros deve permanecer nos locais que conseguirem controlar o contágio, como forma de evitar novas ondas.

– A Libertadores pode recomeçar quando os campeonatos locais voltarem, embora a capacidade de transporte também seja importante, tendo em vista que a maioria dos países fechou suas fronteiras – admitiu Domínguez.

No dia 12 de março, a Conmebol havia suspendido os jogos da Libertadores por uma semana; em seguida, esticou a suspensão até 5 de maio. Até o momento da interrupção, haviam sido disputadas duas das seis rodadas da fase de grupos. Para tentar aliviar a situação dos clubes, a Conmebol adiantou o pagamento de parte da premiação relativa a esta fase da competição.

Nomes de destaque do futebol se unem para ajudar a sociedade em meio ao coronavírus

Super Esportes

Diversos nomes de destaque do futebol se uniram à campanha “O Futebol se Importa”, desenvolvida pela Football for a Cause, em parceria com o Canal Wamo, e que tem o objetivo de reunir atletas em prol de ações para ajudar a sociedade no momento da crise atual causada pela pandemia do coronavírus. Contudo, o movimento acabou atingindo diversas personalidades dentro e fora do mundo esportivo.

Marta, Neymar, Bruno Henrique, Richarlison, Vinicius Junior, Reinier, Mauro Boselli, Cássio, Thaisa, Vagner Love, Juan, Joel Santana, Felipe Andreoli, Mauro Naves, Milton Leite, Daniela Boaventura, Arnaldo Cezar Coelho e Nadine Bastos são alguns dos nomes que já fazem parte e estão estão doando artigos esportivos de seus acervos para a realização de leilões online.

Inicialmente, os recursos serão direcionados ao Gamboa Ação e à Obra Social Dona Meca, ambos reconhecidos por trabalhos sociais e que, no momento, estão com ação direcionadas às pessoas e comunidades mais atingidas pela crise gerada pela covid-19.

Outra adepta do movimento é a lateral Tamires, jogadora do Corinthians e da Seleção Brasileira Feminina, que ressaltou que, apesar do futebol estar parado, todos ainda são um time em busca da vitória.

“Esse é o momento da gente se unir e fazer o que está a nosso alcance. É hora da gente ficar em casa, mas sem esquecer de quem não tem esse privilégio, de quem tá na linha de frente dessa luta e de quem mais precisa da nossa ajuda. O futebol está temporariamente parado, mas ainda somos um time. Um time de pessoas que se importam e que têm a oportunidade de amenizar a tristeza, e, quem sabe, levar um pouquinho de alegria, como fazemos nos gramados”, disse a defensora, que doou uma camisa do Corinthians para o leilão.

Covid-19 muda rotina do Team Nogueira, que organiza treinos pela web para atletas e alunos

Combate

Além de se preparar para enfrentar Maurício Shogun no UFC 250, no dia 9 de maio, em São Paulo, Rogério Minotouro segue no comando das atividades de sua equipe, a Team Nogueira.

O lutador e empresário seguiu as ordens de restrições das autoridades, por conta do novo coronavírus, e fechou as portas de sua academia, que fica localizada no Rio de Janeiro. Em entrevista ao Combate.com, Minotouro disse que concorda com a medida que acabou sendo imposta.

– A gente fechou há mais de dez dias, quando o governador do Rio mandou fechar as academias. A gente já estava planejando isso porque os professores estavam preocupados, pois eles têm pais em casa e todo mundo estava preocupado. É complicado, porque muita gente tem que pegar ônibus, trem, etc, e era o que deveria ser feito. Por isso optamos por todo mundo ficar em casa. Aí o pessoal começou a fazer o treinamento em casa. Assim todo mundo fica em segurança e esperando pra ver quando for mudar alguma coisa.

O lutador, que segue treinando para enfrentar Shogun, admite que as restrições acabam prejudicando sua preparação.

– Está complicado manter o ritmo. Eu estou treinando em casa do jeito que é possível. Mesmo assim, não é a mesma coisa. O pessoal sente a diferença, porque a gente consegue ganhar a confiança pra luta nos treinos, quando você vai cumprindo suas metas. Agora é fazer o que dá pra fazer, com as condições possíveis. Isso não está acontecendo só com a gente, é com todo mundo da luta também. Pra luta, você consegue fazer muita coisa em casa, principalmente na parte física, você consegue manter o físico, mas a parte de sparring, de contato, a situação real de luta, muita coisa não podemos fazer. Isso dificulta muito o atleta. A gente está tentando fazer o que pode sem sparring.

Minotouro revela que, apesar de seguir treinando, o futuro do UFC 250, se vai acontecer ou não na data agendada, ainda é incerto.

– Não sei o que vai acontecer com esse evento, estamos esperando as instruções do UFC. O UFC é uma grande empresa, eles vão seguir o que é melhor para os atletas, estão preparados para isso. A gente está esperando. Eu lutava os eventos pequenos quando comecei, hoje em dia luto no UFC, uma das maiores companhias de esportes do mundo. Então a gente não tem do que reclamar, pois os caras estão preparados e sabem o que é melhor para os atletas e para o esporte. É só esperar. Se tiver que adiar, a gente adia. Se tiver que lutar, a gente luta. Vamos esperar as instruções que eles vão mandar. Não sei se vai poder fazer evento em São Paulo na data marcada. Vamos ficar acompanhando.

Com parte dos atletas profissionais vindo de outros Estados e com grandes despesas no Rio de Janeiro, Minotouro acredita que alguns acabarão voltando para suas cidades, pois a luta é um sustento para eles.

– Algumas pessoas foram pra casa. Tem duas correntes nessa questão do novo coronavírus. Tem os empresários que querem trabalhar, e tem o pessoal que quer ficar em casa para preservar e não ter contato social com outras pessoas. É difícil até para o governante, que tem a caneta, tomar certos tipos de decisões como essas. Os atletas têm que lutar, não podem ficar parados. Acho que por isso quem é de fora vai acabar voltando para sua casa, pois aqui no Rio tem despesas de aluguel, comida, etc. Alguns eventos já foram cancelados. O Francisco “de Assis” ia lutar na Rússia em abril e não vai ter mais. Aí acho que a dificuldade pras autoridades é essa: mantém as pessoas em casa ou manda todo mundo pro seu trabalho? É difícil para o cara decidir. A gente fica esperando a decisão.

Empresário diz que Fla, Palmeiras e Inter têm interesse em Cavani

Globo Esportes

O empresário e meio-irmão de Edinson Cavani afirmou que Flamengo, Internacional e Palmeiras estão interessados no atacante do PSG. Como não renovou com o clube francês, o atacante uruguaio, que também é alvo do Boca Juniors, será jogador livre após o fim do contrato que expira em junho.

– Para ser honesto, tudo pode acontecer, pois existem muitos clubes interessados em Edinson – afirmou Walter Fernando Guglielmone, citado pelo jornal “Tuttosport” e pelo portal “CalcioNapoli1926.it”, ao ser perguntado se existia a possibilidade de Cavani retornar ao Napoli, clube no qual atuou entre 2010 e 2013.

– Até o momento, não há nenhum contato com os Azzurri (Napoli). Recebemos sondagens da América do Sul com Flamengo, Palmeiras, Internacional de Porto Alegre e Boca Juniors – salientou Guglielmone, que é ex-jogador e já atuou no Brasil defendendo o Pelotas, do Rio Grande do Sul.

O Palmeiras nega que tenha feito contato pelo atacante. No caso do Flamengo, a diretoria fez uma consulta durante o período em que não tinha a certeza da permanência de Gabigol. Como o artilheiro foi contratado, as conversas com Cavani não evoluíram. O Internacional também negou contato.

Por causa da pandemia do coronavírus, Cavani está em quarentena na sua fazenda em Salto, no interior do Uruguai. Na atual temporada europeia, o atacante disputou 14 partidas, marcando quatro gols e dando duas assistências com a camisa do PSG. Estima-se que o salário de Cavani, de 33 anos, gire em torno de 10 milhões de euros por ano.

Equipes das seleções brasileiras de futebol devem receber férias durante abril

Bahia Notícias

Várias equipes do futebol brasileiro vem dando férias de 20 dias para suas equipes enquanto os campeonatos permanecem suspensos. Os departamentos das seleções brasileiras de futebol estão estudando a mesma possibilidade para a comissão técnica e os times enquanto a Fifa não dá previsão de retorno das competições.

Os integrantes das equipes e comissões técnicas estão mantendo contato através de reuniões por vídeo. De acordo com o GloboEsporte.com, Juninho Paulista, coordenador da seleção principal masculina, Branco, coordenador da base masculina, e Marco Aurélio Cunha, das seleções femininas, já dialogaram o planejamento sobre o recesso de 15 a 20 dias, uma vez que não há posicionamento da Federação Internacional de que as atividades sejam retomadas por enquanto.

Até agora, as únicas expectativas e que as atividades e competições voltem no segundo semestre do ano. Atualmente, inclusive, a técnica da seleção feminina, Pia Sundhage, encontra-se na Suécia, seu país natal, enquanto mantém contato com a equipe pela Internet até o recebimento de novas atualizacoes sobre a situação do esporte.

Presidente da Fifa diz que futebol mudará para melhor: “Mais solidário e menos arrogante”

Globo Esportes

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, participou da abertura do 72º congresso ordinário da Conmebol no fim da manhã desta quinta-feira. O encontro online reuniu dirigentes de todo o futebol sul-americano. Infantino disse que a Fifa estuda medidas para diminuir o impacto do futebol em todo o mundo com a pandemia do coronavírus.

– Nenhuma partida vale uma vida. Isso está muito claro nas nossas cabeças. Estamos preparando o futuro sempre com pensamento positivo. Espero que em breve possa dar um abraço em vocês pela América do Sul – disse Infantino.

Mais cedo, o dirigente falou também sobre torneio suspensos e cancelados por causa da pandemia. Infantino avaliou, em entrevista à agência de notícias “Ansa”, que toda esse crise pode transformar o futebol em algo melhor.

– O futebol vai voltar, e quando voltar nós vamos celebrar juntos o fim de um pesadelo. Tem uma lição, no entanto, que todos devemos entender: o futebol que virá após o vírus será totalmente diferente… Mais inclusivo, mais social e mais solidário. Conectará os países e se tornará menos arrogante e mais receptivo – afirmou Infantino, em entrevista à agência de notícias italiana “Ansa”.

– Será melhor, mais humano e mais atento aos valores de verdade – completou.

Clubes pequenos pedem dinheiro à CBF durante pausa de competições

O Globo

Representantes dos clubes pequenos que disputam as primeiras divisões estaduais do país enviaram nesta quarta-feira uma carta à CBF na qual pedem ajuda financeira. A articulação foi relatada pela coluna Dinheiro FC.

O pedido vai no sentido de demandar à entidade o pagamento de R$ 75 mil mensais a cada um dos clubes enquanto durar a paralisação do futebol por causa do coronavírus: um período mínimo de seis meses.

O documento tem 142 signatários, mas o grupo diz que fala em nome de aproximadamente 250 clubes. A maioria se vê em apuros por não estar em qualquer uma das quatro divisões do futebol nacional.

Na carta, os dirigentes citam que o auxílio financeiro será usado “para atender a situação de emergência alimentar pela qual passam nossos atletas, CTs, funcionários, comissão técnica e seus familiares, como também fazer face às despesas atinentes aos contratos em vigência, evitando que não venhamos declarar falência e encerrar as atividades em consequência de causas trabalhistas, já que atualmente resta inviabilizado o pagamento dos atletas e funcionários”.

A demanda também é por isenção de taxas cobradas pela CBF e pelas Federações com inscrição de atletas, rescisões de contratos e outros itens. Os clubes pedem ainda que a entidade os mantenha atualizados em relação ao que fará com os estaduais.

Se a CBF ajudar todos os 250 clubes, terá que desembolsar R$ 18,75 milhões mensalmente. A entidade repassa a mesma parcela de R$ 75 mil/mês a cada uma das 27 federações, montante que gira em torno de R$ 2 milhões.

Antes mesmo do envio da carta, a CBF já tinha ciência do movimento e esperava receber o pedido. O que não significa que a resposta será positiva. Em 2019, a entidade registrou superávit de R$ 190 milhões. A receita bruta ficou em R$ 957 milhões, um recorde.

pmvc




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