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:: ‘Notícias’

Após torcida, Nenê também pede retorno de Fred ao Fluminense

Terra

O Fluminense pode estar sem jogar há dois meses, em meio à pandemia do novo coronavírus. Mesmo assim, o pedido de jogadores e da torcida segue o mesmo: o atacante Fred. Se já havia essa demanda por parte das arquibancadas antes da paralisação da temporada, agora ela se tornou ainda maior.

Nesta quarta-feira, o coro foi reforçado pelo experiente Nenê. Em entrevista à FluTV, ele mandou um “volte logo” ao jogador, que está sem vínculo com clubes desde fevereiro, quando deixou o Cruzeiro. Fred e a diretoria do time carioca vem negociando nas últimas semanas, sem prazo para definição.

“Ele é um dos maiores ídolos do clube e um jogador sensacional. Com certeza pode nos ajudar muito. A torcida, estando feliz, o clube também vai estar bem. E a qualidade dele como jogador… Um dos maiores artilheiros do Brasil na época recente. Ficaria muito feliz em jogar ao lado dele”, declarou Nenê.

Nem Flu e nem Fred divulgaram informações recentemente sobre o andamento das negociações. Mas se especula que o possível contrato dure até 2022. Para retornar ao time carioca, o atacante teria que aceitar uma forte redução salarial, uma vez que o Flu também tem sofrido financeiramente com a pandemia, que paralisa o futebol brasileiro desde março.

Napoli vai apresentar proposta por Everton Cebolinha na próxima semana, diz pai do atacante

MSN

O Grêmio receberá nos próximos dias uma proposta do Napoli por Everton Cebolinha. Quem garante é o pai do atacante, Carlos Alberto Soares, em entrevista ao jornal Zero Hora.

“O Napoli o procurou e apresentou um projeto. Eles ficaram de mandar uma proposta direto para o Grêmio na próxima semana”, disse Soares.

O valor da oferta é desconhecido, mas, segundo reportagem do jornal Gazzetta dello Sport no fim de semana passado, a expectativa é que o Napoli chegue perto de 25 milhões de euros (R$ 156 milhões).

Everton Cebolinha tem contrato com o Grêmio até o fim de 2023 e cláusula de rescisão de 120 milhões de euros (R$ 749 milhões). Ciente de que o mercado mudou, por conta da crise do novo coronavírus, o clube brasileiro está disposto a aceitar uma oferta menos pomposa.

“Antes o presidente (Romildo Bolzan) bateu o pé. O clube estava em uma condição estável. Não tinha essa crise. Mas agora é um momento difícil e os clubes europeus sabem e vão aproveitar”, opinou o pai do atacante.

Cebolinha está no Grêmio desde 2012, quando chamou atenção enquanto defendia o Fortaleza em um torneio de base.

Cruzeiro tem nove dias para pagar R$ 11,2 milhões na Fifa e evitar nova perda de seis pontos; acordo amigável é improvável

Globo Esportes

As chamas do incêndio financeiro/administrativo que assolam o Cruzeiro nos últimos meses ainda têm grande fôlego. Após a punição da Fifa que retirou seis pontos do clube na Série B, a Raposa tem problema futuro de mesma natureza. O clube precisará pagar R$ 11,2 milhões (1,8 milhão de euros) ao Zorya FC, da Ucrânia, – refente à contratação de Willian Bigode em 2014 – até o próximo dia 29 de maio. Caso contrário, serão menos seis pontos na segunda divisão 2020.

Na última terça-feira, a Fifa enviou ofício para a CBF decretando a imediata punição ao Cruzeiro (perda de seis pontos) por não cumprir prazo de 90 dias para sanar dívida com o Al Wahda (850 mil euros, equivalentes aos R$ 5,3 milhões na cotação atual). A punição não extingue o problema e haverá nova data para a Raposa quitar o débito (prazo de cinco meses aproximadamente), sob risco de ser rebaixada para a Série C. O quadro com o Zorya é bastante similar, com dívida ainda mais antiga do que aquela envolvendo o volante Denilson.

Willian foi contratado pelo Cruzeiro em 2013, por empréstimo de um ano, e depois em acordo definitivo em 2014. O clube envolvido na operação era o Metalist Kharkiv, mas os créditos da dívida passaram para o Zorya. A discussão já foi para o Tribunal Arbitral do Esporte, retomou para os comitês da Fifa e ganhou contornos finais.

O GloboEsporte.com apurou com fontes ligadas à dívida entre Cruzeiro e Zorya e há um contato direto entre as partes para solucionar o problema. Uma proposta de parcelamento do 1,8 milhão de euros proposta pela Raposa não foi aceite pelos ucranianos. Além disso, a tendência é que o clube brasileiro tenha que pagar integralmente a situação na Fifa, sem novos descontos ou repactuação.

Bundesliga admite que casos de Covid-19 podem estender torneio até julho

Folhapress

De volta aos gramados no último fim de semana, após mais de dois meses de paralisação, a Bundesliga fez um balanço positivo de sua primeira rodada em “modo pandemia” e está confiante de que poderá encerrar, no campo, a atual temporada do futebol alemão.

A liga, contudo, já admite a possibilidade de estender até julho a disputa do campeonato em razão de futuros casos de Covid-19 que possam surgir nos clubes e, dessa forma, forçar uma mudança no calendário do torneio, previsto para acabar no dia 27 de junho.

O alarme foi ligado pelo Dynamo Dresden, da segunda divisão alemã, que registrou dois casos confirmados da doença no elenco, foi obrigado a colocar todo o grupo de atletas em quarentena e teve seu jogo contra o Hannover, que deveria ter sido disputado no último domingo (17), cancelado pela organização da Bundesliga 2.

“Estamos muito contentes com o desenrolar da última rodada. Foram horas e horas discutindo os protocolos com a DFL [liga profissional de futebol], os médicos especialistas e os governos locais”, disse nesta terça-feira (19) o CEO da Bundesliga na América Latina, Robert Klein, em entrevista coletiva virtual.

Participaram da conversa com o dirigente, além da Folha, jornalistas do GloboEsporte.com, da The Economist e da Forbes.

“Quando há um teste positivo, o protocolo diz que os clubes devem notificar as autoridades locais. As informações de treinos e jogos são compartilhadas e as autoridades decidem se apenas o jogador entra na quarentena ou se entra o time todo. Ainda temos muito tempo para completar a temporada. Há a possibilidade também de terminarmos em julho”, afirmou Klein. :: LEIA MAIS »

Organização da Copa do Mundo do Catar promete um ‘torneio acessível’

Terra

A organização da Copa do Mundo do Catar, em 2022, teve a preocupação com o aspecto financeiro causado pelo coronavírus. Temendo que a pandemia afete a economia dos torcedores, foi prometido uma competição “acessível”.

Segundo o secretário-geral do comitê organizador, Hassan Al Thawadi, a realização da competição no país asiático é uma oportunidade para o mundo se reunir novamente, mas salienta que “existem preocupações com a economia global e com a capacidade dos adeptos em pagarem as suas viagens para participarem e celebrarem a Copa do Mundo”, disse em conferência na LeadersWeek.direct.

Al Thawadi frisa que o plano da organização passa por estabelecer preços viáveis para os espetadores e para todos os envolvidos no evento. “[Ter] um preço acessível para os fãs e uma faixa de preço viável, funcional para a indústria, para prestadores de serviços e para a cadeia de suprimentos”, disse.

O secretário-geral reitera que sua organização planeja falar com outras pessoas que realizam eventos esportivos, como Tóquio 2020, para compartilhar idéias.

– Sempre dissemos desde o primeiro dia que este será um torneio acessível; queremos que quem quiser vir à Copa do Mundo possa vir. Demonstramos que durante o Mundial de Clubes, quando nos envolvemos com fãs de todos os clubes, que toda a experiência de viagem era acessível em termos de voos, em termos de acomodação. Estamos tentando entender como será a recuperação e ainda estamos comprometidos com o equilíbrio entre uma Copa do Mundo acessível e, ao mesmo tempo, uma faixa de preço funcional para o setor e para os provedores de serviços. Essa é uma das preocupações que temos – disse

“A torcida do Bahia vai ser sempre a número um do Brasil”, afirma Claudir, campeão em 88

Galáticos Online

Em entrevista exclusiva à equipe dos Galáticos, o ídolo tricolor, Claudir, relembrou momentos marcantes no Bahia e falou sobre seu amor ao futebol e pelo Bahia.

Antes de chegar ao Esquadrão, Claudir já demonstrava todo talento atuando no interior do estado. Estava sempre entre os melhores zagueiros do Campeonato Baiano e no Tricolor não foi diferente, conquistou títulos e mesmo lutando contra as contusões, foi muito importante em 1988.

“Ganhamos o Campeonato Baiano em cima do Vitória, e depois acabei machucando e ficando muito tempo fora. Mas Deus me abençoou e voltei nas fases decisivas do Campeonato Brasileiro”.

Mesmo tendo dificuldades na chegada, sempre batalhou e conseguiu ser titular.

“Cheguei em 1986 no Bahia, era do Serrano. Na época, tive poucas oportunidades no time, no primeiro semestre, mas era um time fantástico. No Brasileiro eu ganhei a titularidade e não saí mais”, continuou relembrando os momentos de dificuldade por conta das lesões:

“Sempre fui altamente profissional. Eu ficava até de madrugada no clube, fazendo tratamento e todo esforço que fiz valeu a pena”.

Perguntado sobre as dificuldades que o jogador de futebol passava décadas atrás, Claudir foi firme ao falar: “Infelizmente, na década de 1980 os jogadores eram tidos como escravos. Se o professor não fosse titular da equipe, sofria muito para renovar. Graças a Deus, os contratos que eu fiz nos clubes eram sempre progressivos”. :: LEIA MAIS »

Ministério da Saúde quer ajustes em protocolo da CBF para retomar futebol

Ig Esportes

As negociações entre a CBF e o Ministério da Saúde pela volta do futebol em meio à pandemia da Covid-19 seguem com paciência, mas há alguns movimentos recentes para legitimar o retorno. O órgão havia recebido o caderno de protocolos de saúde e segurança elaborado pela entidade para embasar a realização de jogos no Brasil com portões fechados, mas houve um pedido nos últimos dias para que alguns ajustes fossem realizados, no intuito de colocar o mês de junho como data provavel de retorno das partidas.

A entidade se debruça exatamente sobre esses detalhes e considera pronto o documento, que vai embasar uma portaria da Anvisa e do Ministério da Saúde . Com o adiamento do plano de retorno em função das mortes pela Covid-19, o protocolo tem que ser atualizado, porque a previsão de volta passa a ser diferente periodicamente.

O GLOBO apurou que a CBF está sendo cuidadosa, pois teme a pressão quando os órgãos federais disserem que o futebol pode voltar. O Ministério da Saúde, através da Anvisa, que é um órgão regulador, pretende emitir um relatório que embase a autorização de futebol sem público pelos municípios, seguindo os protocolos da CBF. No caso do Rio, a Ferj tem o seu próprio protocolo, muito parecido. Mas é a entidade nacional que negocia com o Governo Federal.

A CBF ficou de devolver o documento com as alterações necessárias o mais rápido possível, através do secretário-geral Walter Feldman , que já sinalizou que o retorno dos jogos em junho é possível.

“Maio é o período mais dramático da doença e vamos ver as portas que vão se abrir em junho… o aprofundamento da crise, agora, significa que logo em seguida deve vir o abrandamento”, disse à Reuters nesta terça-feira.

Com a portaria da Anvisa e do Ministério da Saúde, os clubes teriam embasamento jurídico para promover o retorno também dos treinamentos, sem que o poder público local interfira, desde que seguindo os protocolos de segurança.

Enquanto a indefinição segue e as mortes também, o futebol brasileiro está parado desde o meio março, quando campeonatos locais e nacionais foram interrompidos devido às medidas de restrição provocadas pela pandemia.

Em caso de nova paralisação, Federação Italiana de Futebol planeja playoffs na Serie A

Lance

A Federação Italiana de Futebol (FIGC) quer se preparar para todos os cenários. Nesta quarta-feira (20), eles decidiram que, caso uma nova paralisação seja necessária, os títulos, acessos e rebaixamentos serão decididos por playoffs.

Essa medida afetaria as três primeiras divisões do país, que terão de ser encerradas até 20 de agosto. Da Serie D para baixo, os torneios estão oficialmente cancelados.

A temporada 2020/21 deverá começar no dia 1º de setembro. Caso os campeonatos sejam definitivamente interrompidos, a classificação do momento será a final. Ainda não há datas para o retorno das competições.

Jogadores estão passando fome com pandemia, diz Federação de Atletas

Uol

A Federação Internacional dos Jogadores Profissionais de Futebol (FIFpro) afirmou que existem jogadores na África, na América do Sul e na América Central precisando de ajuda alimentar, em função da crise provocada pelo novo coronavírus. No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro retirou na semana passada o auxílio emergencial de 600 reais a atletas e profissionais do esporte.

Em uma conversa com jornalistas, o secretário-geral da FIFpro, Jonas Baer-Hoffmann, esclareceu que muitos futebolistas ficaram sem fonte de receita face à suspensão dos campeonatos e que muitos têm salários equiparáveis às médias nacionais. No Brasil, a imensa maioria, cerca de 90% dos atletas profissionais do futebol, ganha até 2 salários mínimos, e muitos estão sem receber com a paralisação do futebol.

De acordo com Baer-Hoffmann, esses jogadores estão sujeitos “à mesma pressão do resto da sociedade”. Entre os casos relatados de pedido de socorro alimentar pela FIFpro, organismo que representa futebolistas de 65 países, estão atletas do Botsuana, Egito, Colômbia, Honduras, Panamá, Paraguai e Uruguai. Nestes locais, segundo a entidade, atletas estão recebendo cestas básicas das federações. Não há atletas brasileiros.

Na semana passada o governo brasileiro vetou a inclusão de atletas e profissionais ligados ao esporte no auxílio emergencial de R$ 600 do governo durante a pandemia do novo coronavírus. A sanção da lei foi publicada na edição da última sexta-feira (15 de maio) do Diário Oficial da União. A medida atinge em cheio o universo do esporte brasileiro, que terá que buscar algo raro para reverter a decisão: mobilização.

“O atleta vive em ambiente de instabilidade. O futebol está desestruturado, sem segurança legal. É preciso entender o futebol de maneira sistêmica. A realidade é que atletas vivem de contratos curtos, e de baixa remuneração”, diz Rinaldo Martorelli, presidente do Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de São Paulo. Martorelli disse que o sindicato já encaminhou aos atletas um “questionário social”, a fim de entender as principais necessidades da categoria nesse momento de crise. Ainda não foi feita a análise final das respostas.

Nessa hora, com a categoria em crise e sem receber o benefício emergencial, a mobilização passa a ser fundamental. “Vamos começar o dia trabalhando em fazer contatos com parlamentares para que possam nos apoiar e tentarmos reverter esse veto. Vamos à luta pra buscar benefícios aos atletas”, diz Washington Mascarenhas, presidente do Sindicato dos Atletas de Futebol do Município de São Paulo.

Após o veto do presidente, o Congresso tem 30 dias para deliberações sobre o veto e sua votação, sendo que esta deve ser feita em conjunto por senadores e deputados, e para a derrubada do veto presidencial de faz necessária uma maioria absoluta – isso quer dizer 257 votos dos deputados e 41 dos senadores. Caso alcance essa votação, o veto é derrubado, e a alteração legal entra em vigor mesmo contra a vontade do presidente da República.

Ou seja, ainda existe um caminho legal possível para os atletas receberem esse benefício fundamental para este momento de crise. Para isso, é indispensável algo sempre presente em grandes conquistas: mobilização, força coletiva, participação. De todos os atletas. Um ajudando o outro..

Na Espanha, VAR será usado caso um jogador teste positivo para coronavírus; entenda

Globo Esportes

Quando a bola voltar a rolar na Espanha, o VAR ganhará uma nova função. Além de auxiliar o juiz e seus assistentes em lances-chave, o árbitro de vídeo ajudará a identificar um jogador que tenha sido potencialmente contaminado pelo novo coronavírus.

O protocolo, enviado aos clubes e obtido pela agência de notícias “Reuters”, indica que, caso algum jogador teste positivo para a Covid-19, as imagens do VAR serão usadas para identificar com quem, entre companheiros e rivais, ele passou mais de cinco minutos em contato.

A Organização Mundial da Saúde acredita que mais de 15 minutos de exposição acumulada representariam um maior risco de transmissão, mas La Liga adotará os cinco minutos como “tempo de corte”.

Apesar disso, o presidente da liga, Javier Tebas, argumenta que as medidas de segurança adotadas na Espanha tornam o risco de contágio “praticamente zero”. Ainda assim, caso haja algum resultado positivo, o jogador será isolado e as instalações usadas por ele, desinfectadas. O cartola espera que a bola volte a rolar no país até o próximo dia 12.

Outras determinações do protocolo (divulgadas pelo jornal “Mundo Deportivo”):
— Os jogadores e os técnicos serão examinados 24 horas antes de cada partida e terão a temperatura aferida na chegada ao estádio;

— As bolas ficarão distribuidas por todo o perímetro do campo e serão desinfectadas constantemente;

— Os jogadores deverão higienizar as mãos antes e depois do aquecimento;

— Todos os jogadores e as comissões técnicas devem usar máscaras e luvas antes de chegar ao estádio;

— Não haverá aperto de mãos antes das partidas;

— Os jogadores darão entrevistas coletivas depois das partidas através de chamadas de vídeo.

Presidente da Uefa desconfia de novo e bilionário Mundial de Clubes: ‘Não sei para onde vai essa ideia’

ESPN

Em entrevista ao jornal The Guardian, o presidente da Uefa (União das Federações Europeias de Futebol), Aleksander Ceferin, mostrou desconfiança com o novo Mundial de Clubes da Fifa após a pandemia de coronavírus.

Ceferin, que sempre foi um opositor da nova competição desenhada por Gianni Infantino, que terá 24 equipes e premiações bilionárias, revelou, inclusive, que os patrocinadores que bancariam o novo torneio “sumiram” pelo momento.

“(O novo Mundial de Clubes) Foi apresentado a nós (da Uefa) como se um fundo fosse comprar a competição e toda essa competição seria vendida. Nós não tivemos mais informação do que isso, e até agora não tenho muita informação. O único que sei é que esse fundo sumiu, e, para ser honesto, não sei para onde essa ideia vai agora”, afirmou.

“Nós não discutimos muito sobre isso. Não sei nem exatamente quando esse Mundial de Clubes será jogado. Portanto, não acho que seja uma coisa que tenha que me preocupar de forma urgente”, complementou.

O cartola ainda ironizou Infantino por dizer que planeja diminuir a quantidade de partidas jogadas por times nos próximos anos.

“Eu sempre quis entender o que ele quis dizer com isso. Porque é estranho você dizer que quer reduzir o número de partidas e, em seguida, propor a criação de uma nova competição, chamada Mundial de Clubes. Isso é reduzir?”, questionou.

Vale lembrar que o novo Mundial de Fifa, que estava marcado para 2021, deve ser jogado apenas em 2022 ou 2023, já que a Copa América, a Eurocopa e as Olimpíadas tiveram todas que serem adiadas para 2021.

Sem autorização, Flamengo é flagrado treinando com bola no Rio

MSN

A polêmica sobre a volta aos treinos do Flamengo em meio a pandemia do coronavírus continua. Depois de realizarem avaliações físicas na última terça-feira (19), os jogadores voltaram ao Ninho do Urubu nesta quarta (20) e foram flagrados, em imagens áreas feitas pelo Globoesporte, treinando em dois campos do CT. As atividades não foram autorizadas e nem mesmo comunicadas à prefeitura do Rio de Janeiro.

Na terça, o prefeito Marcelo Crivella havia dito que apenas a volta da fisioterapia estava liberada para os clubes da capital. Além disso, o mandatário revelou que entraria em contato com a diretoria para entender o que tinha acontecido.

Em contato com a reportagem da Goal, a assessoria da Prefeitura informou que:

“Houve uma reunião de presidentes de alguns clubes de futebol, entre eles o do Flamengo, com o gabinete de crise da Prefeitura e a comunidade médico-científica que assessora o município e não houve unanimidade para o retorno aos treinos. Portanto, esse tipo de atividade não poderia ocorrer.

Na reunião ficou definido, apenas, que os atletas que estavam parados e necessitam de tratamento poderiam voltar à fisioterapia. Também foi debatido um caderno de encargos para o retorno, mas somente após situação da pandemia melhorar na cidade.

A Secretária Municipal de Saúde, Beatriz Busch, vai fazer contato com o clube e verificar a situação, informando sobre o impedimento para treinos”

No mesmo dia, o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, acompanhado do chefe do departamento médico do clube, Márcio Tannure, estiverem em um almoço com o presidente Jair Bolsonaro debatendo a volta dos treinos e jogos. Conforme trouxe a reportagem da Goal, foi solicitado que o Ministério da Saúde elabore um protocolo para a volta dos jogos e a possibilidade dos clubes deslocarem seus elencos e comissões para treinarem em Brasília, por conta do veto na cidade do Rio.

Apesar de garantir que esperava o aval das autoridades para a volta dos treinos, o Flamengo realizou, pelo segundo dia consecutivo, atividades no seu centro de treinamentos. O clube, conforme já havia trazido a reportagem da Goal, se vê protegido juridicamente quanto ao retorno das atividades, mas ainda não se pronunciou oficialmente sobre a situação.





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