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:: ‘Notícias’

Analista diz que há tempo para estádios brasileiros cederem naming rights, a exemplo de europeus

Lance

O Barcelona, referência do futebol europeu, anunciou em abril de 2020 que iria ceder os naming rights do Camp Nou. Dessa forma, o clube catalão poderá ter mais uma fonte de renda, entrará mais dinheiro nos cofres da equipe para que investimentos possam ser feitos, a partir da concessão do nome do seu estádio para uma empresa. É o caso de alguns estádios ao redor do mundo, como o Allianz Parque, do Palmeiras, e a Allianz Arena, do Bayern de Munique.

O movimento do Barça, um dos clubes mais influentes do mundo, pode fazer com que outras equipes sigam o mesmo caminho. No Brasil, o negócio ainda está engatinhando, mas o Atlético-MG também está entrando no negócio com a Arena MRV, estádio que está sendo erguido em parceria com a construtora.

A estratégia usada pelo Galo é vista como ideal para Gustavo Herbetta, ex-gerente de marketing do Corinthians, pois o novo local de jogo já está com o nome da empresa ainda no período da construção. Caso diferente do que aconteceu com os estádios da Copa do Mundo, que perderam o melhor momento para ceder os naming rights e não são rentáveis para muitos clubes, como o caso da Arena Corinthians.

Apesar do tempo perdido, não é impossível para que clubes consigam um dinheiro a mais com o direito dos nomes dos seus campos. No entanto, a situação é diferente dependendo do caso, como por exemplo o Maracanã. O estádio que já teve concessão de construtora, de clubes como Flamengo e Fluminense, mas que agora está de volta ao poder do Governo do Estado, gera incertezas em quem for investir. :: LEIA MAIS »

Protestos coletivos no esporte dão esperança na luta contra o racismo, avaliam especialistas

Terra

A onda de protestos provocada pela morte de George Floyd, no fim de maio, pode causar mudanças nas estruturas racistas do esporte e de outros segmentos da sociedade. As manifestações têm ocorrido de forma coletiva e contado com diversas estrelas, como o jogador de basquete Lebron James e o piloto Lewis Hamilton. Para especialista ouvidos pelo Estadão, o surgimento de grupos dá esperança na luta contra o racismo.

O presidente do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, Marcelo Carvalho, passou a ser mais otimista em relação a possíveis mudanças que os atuais protestos possam mobilizar. Ele lembrou que manifestações do passado foram perdendo força com o passar do tempo, mas agora o cenário tende a ser diferente.

“Os protestos são muito positivos pela quebra do silenciamento que a gente sempre percebeu. As pessoas dizem que os atletas não se posicionam, que são alienados, mas eu sempre acreditei que houve um silenciamento imposto em forma de represália ou com aquele conselho de ‘é legal você não entrar nessas questões, é melhor focar só no futebol’. Estamos vendo que os jogadores estão participando dessas ações, começa em uma manifestação e daqui a pouco pode ganhar corpo para o futuro”, afirmou Carvalho. “No primeiro momento, estava pensando que iria ter o silenciamento com o passar do tempo, mas, quando você começa a se organizar de forma coletiva, pode ser que o silenciamento não aconteça como antes. Podemos ter um pouco de esperança”, acrescentou.

O mesmo pensamento tem o pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) Marcel Diego Tonini, especialista em questões raciais. Na avaliação dele, o engajamento de estrelas do esporte tem papel fundamental para incentivar a adesão de outros atletas à mobilização. Para o pesquisador, apenas uma luta coletiva é capaz de modificar as estruturas racistas.

“Se manifestar sem nenhum acontecimento desse porte significa arriscar a própria carreira. Acho que foi um momento especial em que todos se sentiram encorajados para mostrar suas opiniões. A morte do George Floyd teve um peso muito grande, principalmente porque foi filmada. Se não tivesse sido, talvez não tivesse havido tanta repercussão. Essas estrelas que estão dando a cara a tapa são muito importantes. Por mais que se manifestem, já têm carreira consolidada, não vai abalar, e acaba encorajando outras pessoas”, disse Tonini. “Um atleta erguendo a mão tem um peso, mas sozinho não vai conseguir mudar nada. Precisamos dessas manifestações coletivas, temos que pensar que a estrada é longa e que a luta precisa ser permanente”, emendou.

Recentemente, a Fifa anunciou que manifestações contra o racismo não poderiam mais ser punidas. No comunicado, a entidade máxima do futebol disse que “entende completamente a profundidade do sentimento e das preocupações expressas por muitos jogadores de futebol à luz das circunstâncias trágicas do caso George Floyd”. O presidente Gianni Infantino, inclusive, afirmou que os protestos “merecem aplausos e não punição”.

O Comitê Olímpico Internacional (COI), por sua vez, deve manter a proibição de protesto para os Jogos Olímpicos de Tóquio em 2021. A regra 50 da Carta Olímpica declara que “nenhum tipo de manifestação ou propaganda política, religiosa ou racial é permitida em quaisquer locais, arenas ou outras áreas olímpicas”.

Grandes de SP e Flu se unem por diálogo e adiamento do início do Brasileiro

Uol

Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo adotaram o mesmo discurso na hora de definir quando as competições serão retomadas. Segundo apurou a De Primeira, os quatro mantêm conversas e se aproximaram de outros clubes, como o Fluminense, que também acreditam que os torneios só devem voltar a ser disputados em agosto.

Os dirigentes destas equipes estão em uma posição bem diferente da adotada pelo Flamengo, que está empenhado em disputar as competições o mais rápido possível. Os paulistas e o Flu acreditam que vão ter uma desvantagem esportiva com o retorno imediato. No caso dos paulistas, os cartolas estão conversando nos últimos dias com a federação local e a ideia é que o estadual também inicie em agosto, mesmo com o Brasileiro programado para o mesmo mês. Por isso, o pedido é de o nacional iniciar ao menos na segunda quinzena.

Declaração do governador deixa o retorno do Gauchão mais distante

MSN

A volta do Campeonato Gaúcho teve mais um capítulo nesta segunda-feira. Durante uma transmissão ao vivo, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, deixou claro que o futebol não é uma das prioridades do estado.

Apesar dos esforços da Federação Gaúcha de Futebol e dos clubes para tentar achar um protocolo ideal, o governante não quer definir uma data e a expectativa é que a bola só volte a rolar em agosto.

Um dos motivos para o recuo é que a região de Porto Alegre voltou a figurar a ‘bandeira vermelha’, o que significa que o contágio está alto.

Nas últimas semanas, a Federação Gaúcha projetava o retorno da competição para o dia 19 de julho, mas devido ao retrocesso na questão do coronavírus, a volta foi postergada.

Preocupada com a possibilidade do torneio demorar ainda mais do que o previsto, a Federação Gaúcha de Futebol estipulou que o prazo para evitar qualquer conflito com os torneios da CBF é o dia 26 de julho.

CBF planeja teste de protocolo com o masculino para projetar volta dos Brasileiros femininos no Brasil

Globo Esportes

A volta dos Brasileiros femininos Séries A1 e A2 já está em estudo na CBF, mas ainda sem data definida. A entidade tem como planejamento primeiro observar a aplicação do protocolo de segurança sanitária no masculino, que projeta início do Brasileiro para 8 e 9 de agosto, para somente depois retornar com a disputa das mulheres possivelmente com um tempo de garantia de incubação do Covid-19. O cuidado extremo da entidade é porque muitas equipes, principalmente na A2, não dão plano de saúde às atletas e elas estariam desprotegidas e sujeitas à capacidade da rede pública de saúde.

Mesmo com a demora maior no retorno, as competições não correm qualquer tipo de risco de cancelamento, de acordo com orientação interna dada diretamente pelo presidente Rogério Caboclo. Outro cuidado também foca mais na A2 já que as equipes não estão localizadas mais somente em grandes centros. Há a diversidade de locais e, com as viagens, o objetivo é garantir que os deslocamentos sejam feitos com total segurança sanitária.

Com 16 clubes, o Brasileiro Série A1 foi paralisado na quinta rodada da competição ainda com três jogos da etapa por fazer. A CBF precisaria de 10 datas para fechar a primeira fase e depois seis para a fase final, ou seja, garantiria, dependendo do planejamento, o encerramento em pouco mais de um mês. A A2 tem 36 equipes em disputa e foi interrompida na segunda rodada.

Jogo entre Flu e Volta Redonda teve risco de contaminação em campo, dizem especialistas

Bahia Notícias

A partida entre Fluminense e Volta Redonda, vencida pelo modesto clube do Rio de Janeiro por 3 a 0 no último domingo (28), no estádio Nilton Snatos, pode ter sido marcada por contaminação de coronavírus dentro do campo. É o que indicam especialistas ouvidos pelo jornal O Globo nesta segunda-feira (29).

O protocolo “Jogo Seguro” da Ferj permitiu que a partida acontecesse mesmo com três jogadores do Voltaço infectados pelo novo coronavírus após exames realizados horas antes do jogo. Não é descartada a possibilidade de outros jogadores terem o vírus ainda indetectado e serem possíveis transmissores.

O teste rápido utilizado pelos clubes é considerado menos sensível para idenfificar o vírus.

“Nada é 100% garantido no coronavírus. Há a possibilidade de um falso negativo por causa da baixa carga viral da pessoa no momento do teste, por exemplo”, disse a microbiologista e virologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Juliana Reis.

Já Alberto Chebabo, infectologista do Hospital Universitário Clementino Fraga, afirmou que os jogadores do Volta Redonda vão precisar ser reavaliados.

“Uma pessoa assintomática, no caso dos jogadores, que dá negativo no exame, diminui muito a chance de estar transmitindo. Porém, o falso negativo pode acontecer e essa pessoa virar positiva num outro exame. Por isso, há a chance de contaminação durante o jogo, mesmo com pouca quantidade de vírus, por estar correndo, ofegante”, explicou.

O Campeonato Carioca é a única competição no Brasil que retornou em meio à pandemia.

Flamengo pode ser campeão do Carioca antes de público ser liberado

MSN

No último fim de semana, além da finalização da 4ª rodada do Campeonato Carioca, uma notícia agitou as redes sociais e a opinião pública: a permissão da Prefeitura do Rio para o retorno do público aos jogos a partir do dia 10 de julho, com 1/3 das capacidades dos estádios

. No entanto, em meio à pandemia do novo coronavírus, o Estadual pode ser encerrado antes desta decisão polêmica – já publicada no Diário Oficial.

Isso porque, com a final da Taça Rio agendada para o dia 8 de julho, o Flamengo tem a possibilidade de antecipar a volta olímpica definitiva caso fique em primeiro na classificação geral e vença o returno do Carioca. Assim, como já liquidou a Taça Guanabara, evitaria as finais da competição.

Cabe destacar que a missão do Flamengo foi facilitada com a derrota do Fluminense diante do Volta Redonda, no último domingo. Com o revés da equipe tricolor, o time de Jorge Jorge vai para a última rodada da Taça Rio como líder da tabela geral.

Logo, se vencer o Boavista nesta quarta-feira, o Flamengo se garante no topo da soma das fases de grupo dos turnos (veja a tabela abaixo) e não permite que um “intruso” (no caso o Fluminense, o único possível atualmente) possa “forçar” uma final do Carioca – se também conquistar a Taça Rio, frisando.

Em suma: se o Flamengo vencer o Boavista (ou apenas o Fluminense ser derrotado para o Macaé nesta quinta) e conquistar a Taça Rio, no dia 8, também levará o Carioca, de forma antecipada e no limite do período sem a abertura para o público.

E este seria o quinto título de Jorge Jesus sob o comando do Rubro-Negro.

Secretário de Saúde explica que volta do Mineiro após 26 de julho dependerá de recuo no avanço da COVID-19

Super Esportes

O governo de Minas Gerais segue trabalhando para o retorno do Campeonato Mineiro. Após comunicado divulgado pelo Centro de Operações de Emergência em Saúde (COES-MG), o secretário de saúde Carlos Eduardo Amaral afirmou, em entrevista coletiva, que a retomada do Estadual após o dia 26 de julho dependerá do recuo do avanço da COVID-19.

“Neste momento em que nós estamos, vendo uma aceleração de casos na epidemia, em que nós aguardamos o resultado das ações de retorno da Onda Verde na maior parte do Estado, entendemos que não seja adequado progredirmos em nenhum evento neste sentido. Mas os protocolos serão avaliados. O que conversamos, que seria a possibilidade de retornar depois do dia 26 de julho, nós ainda entendemos que possa ser possível”, disse.

No último dia 17, o presidente da FMF, Adriano Aro, se reuniu com membros da Secretaria de Saúde e encaminhou uma proposta para a retomada do Campeonato Mineiro no dia 26 de julho.

O plano inicial da entidade era a retomada do Estadual em uma única cidade-sede. Os jogos seriam sem público, com previsão de término até o dia 16 de agosto. O regulamento da competição seria inalterado.

“Gostaria de enfatizar que eu mesmo cheguei a ler os protocolos propostos pela Federação Mineira de Futebol. Achei que esses protocolos são bons e sérios e que demonstram muito cuidado e muita atenção com a epidemia. De uma forma geral, a equipe técnica vai avaliar os protocolos, pode sugerir uma ou outra adequação, mas de uma forma geral são bons protocolos sim”, completou.

Na manhã desta segunda-feira, o COES-MG divulgou nota afirmando que o momento não é propício para a execução de qualquer protocolo, tendo em vista a piora no cenário epidemiológico.

Secretário da CBF garante que Séries A e B serão parâmetro para as demais divisões do Brasileiro

Globo Esportes

A CBF pretende realizar as Séries C e D do Campeonato Brasileiro, mas ainda não tem previsão exata de quando a bola deve rolar no segundo semestre de 2020. Secretário-geral da Confederação Brasileira de Futebol, Walter Feldman informou nesta segunda-feira que a entidade planeja avaliar primeiramente a realidade de adaptação dos clubes nas divisões de elite antes de divulgar o calendário próprio da 3ª e 4ª divisões.

– Evidentemente estamos trabalhando com a concepção da Séries A e B até como referência. É provável que, se todos os parâmetros de saúde, logística e adaptação da CBF ocorrerem relativamente de forma tranquila nessas duas séries, haverá a definição de calendário para a C e D. O presidente Rogério Caboclo não orientou o cancelamento de nenhuma competição. C e D devem seguir parâmetros da A e B – declarou o gestor em entrevista à TV Meio Norte, do Piauí.

Durante a entrevista, Feldman destacou que a CBF tem estudado questões mais profundas da nova rotina dos clubes que disputam o Campeonato Brasileiro, sobretudo no tocante às viagens e segurança das delegações.

– Nós temos observado a malha aérea, por isso nós estamos neste momento vendo como muito importante a questão dos estaduais porque eles têm uma logística mais tranquila e mais próxima. Com a articulação que a CBF vem fazendo com o Governo Federal e Infraero, vamos aos poucos designando o retorno gradual da malha aérea para que a demanda dos campeonatos nacionais seja estabelecida. É um retorno combinado – completou.

Ao todo, a Série C possui 20 clubes na briga pelo acesso. Em seu novo formato, a Série D passou a contar com 68 equipes.

A CBF projetou, após reunião com os clubes, que o início do Campeonato Brasileiro ocorrerá nos dias 8 e 9 de agosto. As Séries A e B terão 38 rodadas só terminarão em fevereiro.

Globo estaria estudando pagar ao Flamengo por reta final do Carioca

IG Esportes

A derrota do Fluminense e a baixa audiência da vitória do Vasco sobre o Macaé, pressionou a Globo a renegociar um contrato com o Flamengo . Depois dessa rodada, a emissora começou a estudar a possibilidade de dar uma trégua na briga com o clube rubro-negro. As informações são do portal “R7”.

Segundo o site, os executivos da emissora buscam fazer um acordo específico com o Flamengo até o final do Campeonato Carioca. Os dirigentes do clube carioca estariam abertos a negociar com a Globo, caso a proposta gire em torno de R$ 10 milhões por jogo.

O Rubro-Negro terá o mando de campo nas próximas três partidas, sendo assim, de acordo com a Medida Provisória 948, o clube pode negociar com quem quiser as transmissões das partidas.

Nesta quarta-feira, o Flamengo enfrenta o Boavista com transmissão da Fla TV, canal de Youtube oficial do clube.

Análise: O futebol brasileiro entre o bem e o mal

MSN

Qual é a função social do esporte? Transformar as vidas das pessoas pelo que é certo ou ser espelho dos poderosos mais abjetos? Aparentemente, no Brasil, a resposta não tem sido simples. Clubes e entidades esportivas se dividem entre a sensatez e a bestialidade de políticos populistas que insistem em clamar pelo desprezo à vida.

Eis que, para glorificar o segundo caso, o Rio de Janeiro resolveu ir na contramão do mundo para liberar público nos estádios de futebol em meio à maior pandemia dos últimos 100 anos. A decisão foi tomada no mesmo fim de semana em que o país registrou o novo recorde de mortes no planeta em um período de 24 horas. Mais de 57 mil brasileiros perderam a vida para o Covid-19 até o momento. Desse número, quase 10 mil foram no estado do Rio de Janeiro.

A prefeitura da cidade ignora o poder de transmissão da doença em aglomerações, algo que ficou simbolizado na Itália, na partida entre Atalanta e Valencia, pela Champions League, no início da pandemia. O norte italiano foi uma das regiões mais atingidas pelo Covid-19, e o próprio prefeito de Bérgamo admitiu que a partida foi uma “bomba biológica”.

Mas os interesses políticos, com objetivo de criação de laços com as lideranças mais infames do país, parecem sobrepor o bom senso e o mínimo da razão. Mesmo que isso signifique pisar sobre os corpos dos governados.

Restaria aos clubes e às entidades esportivas gerar uma barreira frente à insanidade dos políticos. Mas alguns deles abraçam também as mesmas figuras do Planalto Central e já demonstraram interesses em comum. São entidades que viram normalidade em uma partida de futebol ao lado de um hospital de campanha, que duela no número de gols e mortes no Maracanã.

Se for para se prestar a isso, o esporte nem precisa existir. Ainda bem que, no mesmo fim de semana, outros clubes e entidades mostraram, no Dia do Orgulho LGBTQI+, que o segmento também existe para quebrar barreiras do preconceito. Do apoio em mensagem no Twitter à fantástica ação do Coritiba, o futebol sabe se levantar pelo que é certo mesmo no ambiente mais nocivo e preconceituoso. Foi um sopro de esperança após a apreensão provocada por inescrupulosos que usam o esporte para as suas ambições mais perniciosas.

Crônica da volta do futebol: 2495 novos casos, 30 óbitos e 4 partidas

Uol

Ontem, o estado do Rio de Janeiro registrou 2495 novos casos de coronavírus, 30 óbitos e quatro partidas de futebol. Se você achou estranha a junção dessas informações, não se preocupe. Você não está sozinho. O domingo de retorno do Campeonato Carioca foi cheio do “novo normal” em meio à pandemia.

A começar pelos casos registrados no próprio torneio. Foram três positivos para covid-19 de jogadores do Volta Redonda, detectados durante testagem antes do duelo contra o Fluminense. Os atletas foram afastados da partida, mas seus companheiros de time, que treinaram com o trio um dia antes, entraram em campo e venceram o Flu por 3 a 0. Tudo de acordo com o criticado protocolo “Jogo Seguro”, que mostrou (outras) falhas de execução.

Não por acaso, os grandes que se opuseram à Ferj (Federação de Futebol do Rio de Janeiro), Botafogo e Fluminense, protestaram dentro e fora de campo. Enquanto alvinegros e tricolores jogaram em dois horários diferentes no Estádio Nilton Santos (já que o Fluminense se negou a atuar no Flamengo ao lado de um hospital de campanha), o Vasco atuou em casa, em São Januário. E o protocolo mostrou diferenças entre as duas praças esportivas, mostrando que talvez não tenha sido tão seguro como sugere o nome.

Se em São Januário, área de maior densidade populacional por conta da Barreira do Vasco, comunidade vizinha ao estádio, as aglomerações eram nos bares e biroscas do entorno. Muita gente, claro, querendo ver o jogo, mas o fenômeno é normal também nos dias sem partidas. Já no Nilton Santos, no bairro do Engenho de Dentro, muita gente nem sabia da volta do Campeonato Carioca.





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