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Flamengo lidera lista de clubes mais valiosos da América

Terra

Brasileiros e argentinos compõe a lista dos 10 clubes mais valiosos da América, de acordo com o site transfermarkt. Flamengo, Palmeiras, Grêmio, São Paulo, Corinthians e Internacional são os representantes do Brasil, enquanto River Plate, Boca Juniors, Vélez Sarsfield e Racing estão do lado argentino.

O Flamengo, que encabeça a lista, possui um valor de mercado estipulado em mais de 150 milhões de euros (R$ 820 milhões). Parte do sucesso econômico do Rubro-Negro advém da boa gestão financeira, que teve início em 2013, sob a gestão do ex-presidente Eduardo Bandeira de Mello.

O segundo clube mais valioso da América é o River Plate, campeão da Libertadores em 2018 e vice no ano passado. O clube argentino conta com o patrocínio da Turkish Airlines, uma das mais antigas companhias aéreas do mundo. O contrato irá render aos argentinos cerca de 5 milhões de dólares (R$ 25 milhões) anuais, durante três anos. Ou seja, a equipe irá arrecadar ao final do contrato 15 milhões de dólares (R$ 45 milhões). No entanto, o clube gasta mais do que pode, de acordo com seus balanços financeiros.

O primeiro clube que não é brasileiro ou argentino na lista é o Junior de Barranquilla, que aparece em 26º. Na lista dos 50 primeiros colocados, outros brasileiros que aparecem na lista são: Santos (11), Atlético-MG (14), Fluminense (17), Vasco (18), Athletico-PR (21), Bahia (24), Botafogo (28), Red Bull Bragantino (29), Coritiba (37), Goiás (40), Cruzeiro (42), Ceará (43), Sport (44) e Fortaleza (48).

Confira, a seguir, os dez clubes mais valiosos da América
1º-Flamengo, valor de mercado: 151,20 milhões de euros (R$ 820 milhões)
2º-River Plate, valor de mercado: 138,60 milhões de euros (R$ 758 milhões)
3º-Palmeiras, valor de mercado: 122,50 milhões de euros (R$ 667 milhões)
4º-Grêmio, valor de mercado: 121,50 milhões de euros (R$ 662 milhões)
5º-Boca Juniors, valor de mercado: 112,55 milhões de euros (R$ 612 milhões)
6º-São Paulo, valor de mercado: 89,70 milhões de euros (R$ 486 milhões)
7º-Corinthians, valor de mercado: 88,55 milhões de euros (R$ 481 milhões)
8º-Vélez Sarsfield, valor de mercado: 78,60 milhões de euros (R$ 426 milhões)
9º-Racing, valor de mercado: 69,00 milhões de euros (R$ 377 milhões)
10º-Internacional, valor de mercado: 63,05 milhões de euros (R$ 344 milhões)

Vice-artilheiro do Paulista, Todinho explica boa campanha do Guarani no Estadual

MSN

Vice-artilheiro do Campeonato Paulista, Junior Todinho é o destaque do Guarani em 2020. Após boa Série B com o Cuiabá em 2019, o atacante vem ajudando o Bugre a conquistar uma meta difícil no Estadual: superar o Corinthians e brigar palmo a palmo com o novo rico Red Bull Bragantino.

Com seis gols em nove jogos, Todinho é protagonista da boa campanha da equipe do interior, vice-líder do grupo D com 16 pontos, cinco acima do Timão e um abaixo do time de Bragança Paulista.

“Sinceramente foi um momento incrível para mim e todos meus companheiros. Com certeza foi uma experiência que vai ficar marcada na minha memória no resto da minha carreira. Só fico triste pelo fato de que poderíamos ter a torcida presente, o que tornaria tudo mais especial, mas sabemos que no momento não tinha o que fazer. O torcedor mostrou todo o seu carinho por nós e foi muito bom receber isso”, contou.

Sem saber quando voltará a campo por conta da pandemia do novo coronavírus, o atacante conta que está fazendo o possível dentro de casa. “O momento é de se resguardar ao máximo e seguir as recomendações de saúde, claro que sempre tentando treinar dentro de casa também, afinal, não estamos de férias. O clube passou treinamentos específicos para nós fazermos e recomendou as orientações básicas de saúde”, encerrou.

A sociologia do vazio esportivo em tempos de coronavírus

MSN

Na última sexta-feira, 20 de março de 2020, se apagou a última luz na constelação de uma indústria que parecia não ter limites. A suspensão do Campeonato Turco de futebol deixou a agenda mundial de competições em uma penumbra inconcebível há somente duas semanas, quando o ritmo dos torneios de futebol, basquete, futebol americano, beisebol, rúgbi, tênis, críquete, Fórmula 1, motos, rali, vela, ginástica, golfe, natação e esqui alpino cobriam as telas que simbolizam o mais apreciado e inefável que possui o ser humano: seu tempo.

Há duas semanas a oferta que abastecia os consumidores de espetáculos esportivos era de tal magnitude que um indivíduo que se dedicasse as 24 horas dos 365 dias do ano a pular de canal em canal sem dormir e comer morreria de inanição antes de ver tudo: Campeonato Espanhol, Champions, Campeonato Inglês, NBA, NFL, torneios de tênis, Eurocopa, Copa América, Olimpíadas… o coronavírus quebrou a roda do esporte profissional com o mesmo golpe com o qual acabou com o esporte do torcedor. O que a Segunda Guerra Mundial não conseguiu após seis anos de destruição um vírus o fez em dois meses.

“É previsível que se viva com uma grande inquietação, mas não me atreveria a ser pessimista e otimista porque a sociedade tem uma grande capacidade de adaptação”, diz David Moscoso, professor de Sociologia do Esporte na Universidade Pablo de Olavide, em Sevilha. “É como quando se está vendo um canal de televisão, a transmissão é cortada e imediatamente parece que você entra em pânico. A sensação dura alguns segundos. Aparentemente o que as pessoas veem tem um efeito muito importante em sua vida, mas se de uma hora para a outra lhes dão outra coisa se adaptam rápido. Os espectadores precisam preencher seu mundo com as sensações que o esporte proporciona, mas se vêm de outra parte também as consomem. Hoje essa audiência dos espetáculos esportivos preencheu o vazio vendo notícias do coronavírus. Podemos pensar que uma indústria que movimenta dezenas de bilhões se fundamenta em impulsos muito superficiais”.

Acabar os campeonatos, sim ou sim
Imune à crise financeira de 2008, a indústria do esporte de competição engordou em todo o planeta. De acordo com o economista Victor Mathesson, da Universidade de Massachusetts, em 2018 os sete esportes de equipe mais populares (futebol, futebol americano, basquete, beisebol, hóquei no gelo, rúgbi e críquete) geraram 80 bilhões de euros (432 bilhões de reais) anuais, basicamente derivados da venda de direitos televisivos. Na força da indústria estava sua fraqueza. Christian Seifert, vice-presidente da Bundesliga, reconheceu tal fato nessa semana, após uma só rodada de paralisação pela epidemia de coronavírus: “Havíamos criado uma bolha; agora há clubes que podem quebrar”.

“Parece que se não há impacto comercial imediato o esporte-espetáculo não pode funcionar”, diz Moscoso. “É um modelo baseado na previsibilidade e não em circunstâncias fortuitas como as atuais, que questionam a prioridade do negócio frente aos interesses da população”.

Os donos de La Liga (Campeonato Espanhol), Premier (Inglês), Bundesliga (Alemão) e Serie A (Italiano) dizem a mesma coisa: os campeonatos iniciados devem acabar não importa como. Outro fim significaria enfrentar a ruína diante de um acontecimento para o qual não existem precedentes na Espanha, Inglaterra, Itália, França e Alemanha. “Há um caso”, diz Xavier Pujadas, professor de História do Esporte na Universidade Ramón Llull, em Barcelona; “o campeonato de futebol na Polônia foi interrompido sem volta na temporada 1939-1940, pela ocupação alemã. No momento da invasão do exército do III Reich, a equipe que liderava a competição era o Ruch de Chorzów”.

A epidemia não gera somente lucro cessante. Fernando Aguiar, membro do Instituto de Filosofia do CESIC, e especialista em ética experimental e identidade social, acredita que sem futebol a comunidade perde uma referência ética muito importante. “As pessoas que lotam um estádio aos domingos e torcem por seu time, voltam para casa felizes se ele ganha e cabisbaixas se perde, são as mesmas que estão lidando solidariamente com essa crise”, diz Aguiar. “Quem há duas semanas gritava porque haviam marcado um pênalti injusto contra sua equipe, são os mesmos que estão hoje trabalhando em um hospital, distribuindo comida nos supermercados e patrulhando as ruas. Não é verdade que sem futebol aparecerá nosso melhor lado”.

Única saída possível será declarar estaduais nulos e começar Brasileirão

Globo Esportes

A ideia inicial da CBF é retomar todos os torneios paralisados e só então começar o Brasileirão. Disto você já sabe desde a segunda-feira (16), dia seguinte ao anúncio de que os torneios nacionais seriam paralisados e na mesma data em que as federações do Rio e São Paulo paralisaram seus estaduais.

Mas haverá duas questões: as datas e a política. Pelas datas, se o calendário recomeçar em maio ou em junho ou julho ou até em setembro, o único caminho sóbrio a seguir é fazer o Brasileirão e anular os estaduais deste ano. A decisão do Guarany de Sobral dispensar seus jogadores é apenas o primeiro sinal disso.

Se começar em agosto e terminar em fevereiro, sem inversão de calendário, é possível encontrar datas para fazer o Brasileirão corretamente e ainda colocar algumas quartas-feiras de estaduais de 2021 no início do ano que vem.

Mas deve haver um asterisco, como tantos nas listas de campeões do Brasil, e dizer que a temporada estadual de 2020 foi anulada devido ao coronavírus. Não houve campeão.

Nesse caso, a vida começa depois da crise. Com o mesmo dinheiro dos contratos de Brasileirão e com os mesmos elencos que terminaram antes da parada.

Deste ponto de vista, se houver liderança para convencer os presidentes de federações estaduais de que mais importante do que o voto é o futuro, o presidente da CBF, Rogério Caboclo terá liderança para recolocar o futebol brasileiro no prumo.

No fim da crise, a festa. As maiores torcidas do Brasil juntas pelo sonho de ganhar o troféu mais importante do país: o Brasileirão. Será necessário prorrogar a temporada, mas será possível fazer entre agosto e fevereiro um campeonato como se faz de maio a dezembro. Nos mesmos sete meses dos últimos dois anos, quando houve parada para Copa do Mundo e Copa América. Agora, a parada do coronavírus.

Só será preciso um requisito básico para fazer isso: liderança. Não será fácil convencer os presidentes de federações de que os estaduais deste ano devem ser anulados. Mas será necessário.

Vai ser mais fácil manter o campeão brasileiro de 2020 sem asterisco, do que será na Itália, na Inglaterra, na Alemanha, na França e na Espanha.

Campeonatos Mineiro e Carioca são adiados para o fim de abril

Bahia Notícias

As Federações de Futebol de Minas Gerais e do Rio de Janeiro postergaram o retorno dos seus principais estaduais. Com o cenário nacional sobre o coronavírus, as entidades comunicaram nesta quarta-feira (25) que a previsão de retorno dos jogos será em 30 de abril.

As competições cariosas tinham sido suspensas temporariamente por 15 dias, mas a Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj) resolveu ampliar a pausa até o fim do próximo mês. A Federação Mineira de Futebol (FMF) adiou para a mesma data as competições no estado. O estado mineiro decretou Calamidade Pública e motivou a entidade a fazer a alterar novamente a data de retorno.

Na última terça (24), a Ferj já havia anunciado o cancelamento de algumas competições das categorias de base, além de outros torneios.

Federação espanhola socorre economicamente futebol do país

Agência Brasil

A Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF) anunciou hoje (25) um pacote de medidas para ajudar os clubes profissionais e amadores, que paralisaram suas atividades por tempo indeterminado, em função da pandemia do novo coronavírus (covid-19). A entidade ofereceu linha de crédito de 500 milhões de euros – aproximadamente R$ 2,8 bilhoes – a times das primeira e segunda divisões. As medidas foram anunciadas pelo pelo presidente da RFEF Luís Rubiales em um vídeo postado nas redes sociais da entidade.

A iniciativa também contemplou as equipes não-profissionais, como as de futebol de salão e futebol feminino, além de equipes das divisões 2ªB e 3ª do futebol masculino (equivalentes a 3ª e 4° divisões no Brasil). Ele receberão até 4 milhões de euros (cerca de R$ 21,8 milhões ), com prazo de reembolso de dois anos, a juros zero. A medida visa o pagamento do salário de jogadores e atletas durante a suspensão das atividades.

A RFEF ainda adotou medidas de cunho social: vai disponibilizar psicólogos e fisioterapeutas para ajudar as equipes. O hotel da seleção espanhola também será utilizado como um centro hospitalar.

“O futebol agora é muito pouco importante em comparação com o que é realmente importante, o problema que temos é uma pandemia que é um problema global, mas continuamos a trabalhar para o futebol”, admitiu Luís Rubiales, presidente da entidade.

Campeonato Italiano volta a correr riscos de possível cancelamento

MSN

O Campeonato Italiano pode não ter um retorno, como era inicialmente previsto por autoridades ligadas ao futebol do país. De acordo com o “La Gazzetta dello Sport”, as chances de um possível cancelamento aumentam devido ao alto número de pessoas infectadas e mortas no país por conta da pandemia do coronavírus.

Parado desde o último dia nove de março, representantes tentam consultar datas no calendário para realocar a competição. Embora a opção do cancelamento tenha sido descartada na última semana, ela parece ganhar força, como o presidente do Brescia apoiou a suspensão por completo em entrevista ao “Corriere dello Sport”.

Apesar do número de infectados na Itália estar caindo por três dias seguidos, os problemas no país ainda são graves. E no futebol ainda é preciso encontrar datas para as 12 rodadas restantes e quatro jogos que foram adiados. A intenção seria um retorno para o início de maio, mas com os clubes voltando a treinar em meados de abril.

Jogadores pedem participação da CBF para fechar redução salarial

Globo Esportes

Os jogadores de futebol do Brasil, representados em parte pelo Sindicato dos Atletas do Rio de Janeiro, não aceitarão a proposta dos clubes de férias coletivas já e redução salarial de 25% se a crise não acabar até maio. Mas apontaram uma contrapartida: eles aceitam reiniciar conversas se a CBF participar como avalista das dívidas dos clubes.

O impasse está posto, porque a CBF não deve aceitar a participação como avalista. Assim, a partir de quinta-feira, serão buscadas soluções individuais, clube a clube.

Mas as diretorias procuram unidade. Durante toda a terça-feira (24), dirigentes da Comissão Nacional de Clubes dialogaram por teleconferência. Presidentes como Sergio Sette Camara, do Atlético Mineiro, e Maurício Galiotte, do Palmeiras, trataram do assunto.

Busca-se uma união. Se um clube der férias a partir de sexta-feira, todos da mesma divisão devem fazer o mesmo. Se um definir unilateralmente descontar 25% do salário, como permite a legislação, todos terão de tomar a mesma decisão. Desde a Copa União de 1987, não há unidade entre os clubes para decisões coletivas.

O caso brasileiro difere do que começa a acontecer na Europa. Na Alemanha, os jogadores do Borussia Monchengladbach propuseram redução salarial de 20% e houve rápido acordo com os dirigentes do quarto colocado do Campeonato Alemão. Essa tendência espalhou-se para clubes como Borussia Dortmund e Bayern de Munique. Está quase fechado também acordo no Bayer Leverkusen.

A situação na Alemanha é mais tranquila, porque entre os grandes países da Europa é o menos afetado pelo coronavírus. Há projeção de reinício do campeonato em 30 de abril. Na Itália, hoje discute-se mais abertamente a possibilidade de anular a temporada 2019/20. Não ter campeão. Esta não é uma decisão tomada, mas uma tendência cada vez mais forte.

Isso pode ocorrer na Inglaterra também, embora o confinamento no Reino Unido vá, em princípio, até a Páscoa. Na Espanha, o Barcelona propôs inicialmente redução de 70% dos salários de seu time de basquete. Não houve acerto. Desde terça-feira, há conversas com os quatro líderes do time de futebol, Messi, Busquets, Piqué e Sergi Roberto, sobre a chance de reduzir em mais de 30% os salários de todas as modalidades do Barcelona.

O presidente da Liga, Javier Tebas, acredita na possibilidade de retomar o campeonato no fim de abril, como se imagina na Alemanha. O planeta inteiro sabe que isto pode ser impossível.

Após discurso do presidente, grandes do futebol pedem: “Fiquem em casa”

Futebol Interior

Após um pronunciamento polêmico de Jair Messias Bolsonaro pedindo o fim do confinamento em massa e volta à normalidade, muitos clubes do Brasileirão usaram as redes sociais para fazer um apelo aos torcedores. Unidos, postaram a hashtag ‘Fica em casa’.

O São Paulo ainda foi mais além. Logo após o fim do discurso do presidente, o Tricolor soltou uma cartilha sobre os cuidados. Corinthians, Cruzeiro e Vasco da Gama foram alguns dos clubes que também pediram para todos ficarem em casa.

Futebol vai precisar de ‘nova pré-temporada’ após fim da quarentena, explica preparador

Terra

A pandemia do coronavírus assola o mundo e teve impacto direto no futebol com boa parte dos campeonatos pelo planeta suspensos . No Brasil, enquanto a bola não rola, alguns clubes tentam manter seus atletas em atividade em suas respectivas casas com planilhas e uma série de treinamentos desenvolvidos e monitorados pelos profissionais das comissões técnicas .

Mas é inegável a preocupação de torcedores e até mesmo dos próprios jogadores sobre a efetividade desses exercícios, uma vez que longe dos Centros de Treinamentos e do contato físicio do dia a dia, eles também ficam distantes da intensidade alta das atividades diárias em seus respectivos clubes.

“Elas funcionam sim (as planilhas de atividades), desde que sejam individualizadas e montadas de acordo com a realidade que o atleta vai ter dentro de sua casa. Deve haver uma análise do que tem disponível, não só de material como de espaço para desenvolver as atividades. A partir disso, depende do atleta seguir aquilo ali, para manter a base do que vinha desenvolvendo no dia a dia”, explica Daniel Felix, preparador físico com passagens por Flamengo, Botafogo e Atlético-MG.

Apesar do empenho das equipes e dos clubes para manter os jogadores em bom nível durante o isolamento social, Daniel alerta para o nível de competitividade, que naturalmente deve cair quando as competições forem retomadas.

“O que vai acontecer depende muito do tempo de inatividade, de destreinamento. Treinando apenas em casa é impossível manter o nível de competitividade. Vai ficar faltando os estímulos de jogo, de tomada de decisão, questões técnicas, de como reagir a cada situação de jogo. Na minha opnião, as equipes que têm bons padrões táticos estabelecidos vão voltar ao nível de competitividade mais rapidamente. O que me preocupa é se todos vão ter a possibilidade de treinar velocidade, por questões de espaço, não sei se a casa de todos os atletas do Brasil tem essa condição, a gente precisa de pelo menos 20 a 30 metros para manter essa valência de velocidade”.

Um dos pontos mais importantes para Daniel Felix, no entanto, é o cuidado com o retorno dos atletas. Para ele, o futebol vai precisar de uma nova “pré-temporada” depois da quarentena, com um conceito um pouco diferente da que é feita normalmente em janeiro. Segundo ele, o movimento precisa ser progessivo para que não haja uma onda de lesões no futebol brasileiro.

Um dos maiores problemas do futebol brasileiro na atualidade é o calendário, que pode ficar ainda mais complicado por conta das competições suspensas. Para se ter uma ideia, os estaduais pelo Brasil foram paralisados na metade ou até mesmo no começo em alguns casos. Em maio, estava previsto o início do Campeonato Brasileiro, há ainda Copa do Brasil e Libertadores.

Contraproposta vai pedir garantias de clubes e adiar discussão salarial; acordo coletivo fica mais distante

Globo Esportes

A Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol vai enviar até esta quarta-feira resposta à Comissão Nacional de Clubes sem admitir corte de salário dos jogadores neste início de paralisação. Depois da segunda proposta dos clubes, no qual houve ajuste de proposta de 50% para 25% de desconto do salários dos atletas, jogadores de futebol querem discutir, primeiro, garantias para receberem pela antecipação das férias coletivas.

A contraproposta, que vai ser enviada à Comissão de clubes até esta quarta, prevê também alguma garantia de pagamento pela antecipação de férias – além de prazo menor para os clubes efetuarem esta repasse de verba a atletas.

– Não vamos discutir redução salarial agora. Alguns jogadores comentam que tem clube que não pagou o que tem do ano passado, como vou falar de redução salarial? O que vamos dizer na contraproposta, que ainda vai passar por sindicatos e grupos de jogadores, é pedir ampliação das férias, receber mais rápido e ter garantias sobre esses pagamentos – explicou o advogado Décio Neuhaus, da FENAPAF.

Os atletas não admitem discutir 25% de desconto, pois a maioria dos clubes no país tem dois, três meses de atrasos salariais – quando não há situações piores, inclusive em clubes grandes. A FENAPAF não representa diretamente os atletas, mas negocia com a Comissão Nacional de Clubes, que representa 46 times em todo país, por alguns sindicatos. Por isso a resposta às duas propostas dos clubes vai vir através dela.

Representantes de jogadores entendem que ainda não há prejuízo financeiro aos clubes – ou seja, não houve cortes de verba de transmissão, de patrocinadores nem outras receitas que só viriam em meses mais adiante (como janela de transferências para o futebol internacional, por exemplo) -, por isso não concordam com os futuros descontos em remuneração de atletas. Pelo menos não inicialmente.

Adiamento olímpico cria verdadeiro quebra-cabeça para organizadores

Atarde

A histórica decisão tomada nesta terça-feira, 24, para adiar por um ano os Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 devido à pandemia do coronavírus apresenta novos desafios para os organizadores.

“Adiar os Jogos Olímpicos não é como reagendar uma partida de futebol para o próximo sábado”, previa no último fim de semana Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), em referência à magnitude do desafio.

Seguem alguns exemplos para dar uma ideia da amplitude do quebra-cabeça que os organizadores olímpicos terão pela frente:

Tudo depende das novas datas que ainda serão definidas, mas encaixar Jogos Olímpicos em uma agenda esportiva de 2021 já sobrecarregada é um pesadelo logístico para o próximo verão boreal (Hemisfério Norte): estão agendados Mundiais de atletismo e natação, além da Eurocopa e a Copa América de futebol, que também foi adiada para 2021.

A lenda americana do atletismo Carl Lewis sugeriu organizar os Jogos de Tóquio em 2022, mesmo ano dos Jogos de Inverno de Pequim, para criar “um ano de celebração olímpica”, mas esta opção foi descartada e o evento acontecerá em 2021.

As Federações Internacionais de Atletismo (IAAF) e Natação (Fina) já anunciaram suas predisposições a colaborar para criar um espaço no calendário para os Jogos, modificando as datas de seus respectivos Mundiais de 2021, previstos em Eugene (Estados Unidos) e Fukuoka (Japão), respectivamente.

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