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:: ‘CKUBES’

Clubes chineses viram pedra no sapato de times paulistas para montar elenco

Uol

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Os clubes chineses entraram com força total no mercado brasileiro e viraram uma pedra no sapato dos times paulistas. Todos os grandes do estado estão sofrendo com o assédio ou tendo contratações dificultadas pelo país asiático. Assim, vêm sofrendo para montar seus elencos para 2016.

O mais afetado pelas altas investidas chinesas é o Corinthians. O principal caso é o do meia Jadson. O clube esperava contar com o jogador na próxima temporada e ficou de mãos atadas diante de uma proposta milionária do Tianjin Quanjian. O clube do Oriente pagou a multa rescisória do atleta no valor de 5 milhões de euros (R$ 21 milhões) e fez uma oferta salarial que, no total, chega a quase R$ 40 milhões em dois anos de contrato.

Agora, o Corinthians terá que buscar outro atleta para repor a posição e já monitora “três ou quatro jogadores” do futebol brasileiro e do exterior.

Além de Jadson, o Corinthians se vê em outra situação difícil diante da iminente saída do volante Elias por causa de mais uma forte investida dos chineses. A diretoria ainda aguarda uma proposta oficial do Hebei China Fortune e até pensa em tentar segurar o jogador, mas sabe que será difícil competir com os cofres de lá. O próprio Elias já declarou que não vai pensar duas vezes se surgir uma proposta irrecusável.

No Parque São Jorge, ainda há a ameaça de ficar sem mais um jogador: o atacante Vágner Love. Apesar de ainda não ter recebido uma proposta, o atleta também está sendo cogitado entre os chineses.

E não é só o Corinthians que vem sofrendo com o assédio. O Santos viu sua principal estrela da temporada, o meia Lucas Lima, pelo menos ficar balançado diante do dinheiro oferecido por times do país asiático. Pelo menos três clubes se interessaram por ele: Jiangsu Sainty, Shanghai Dongya e Hebei China Fortune.

Lucas, que teve ótimas atuações pelo Santos e foi convocado para a seleção brasileira, sentou para conversar com o pai e preferiu recusar as ofertas porque tem o sonho de jogar na Europa. Mas admitiu que não foi fácil diante do ‘caminhão de dinheiro’ oferecido.

E se os chineses chegaram para ‘roubar’ as joias dos clubes, também tem a fama de linha dura e o poder de dificultar as negociações. O Palmeiras sabe bem disso. O atacante Rafael Marques tem contrato até o dia 31 de dezembro e ainda não conseguiu confirmar sua permanência para 2016, apesar do desejo do clube e do atleta.

Os direitos econômicos dele pertencem ao Henan Jianye, da China, que não quer renovar o contrato de empréstimo e só tem a intenção de vendê-lo definitivamente. O Palmeiras já havia feito uma proposta de compra e chegou a melhorar a sua oferta.

Agora, o clube alviverde aguarda a resposta, mas vem tendo dificuldade para convencer os chineses. O preço estipulado para compra dos direitos do atacante é de US$ 1,5 milhão (R$ 5,9 milhões).

Quem também encara essa linha dura é o São Paulo. A diretoria do Morumbi tem interesse pelo atacante Kieza e vem negociando com o Shanghai Shenxin. O clube chinês só aceita negociar o atleta de forma definitiva e já mostrou que não pretende facilitar. Prova disso é que o Bahia, time que Kieza defendeu em 2015, já tentou uma renovação de empréstimo e fez duas propostas de compra do atleta, mas todas foram recusadas.

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