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:: ‘CLUBES’

Clubes de Série A e B entregam carta cobrando Del Nero: “Cumpra a lei”

Uol

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A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) recebeu, nesta segunda-feira (18), uma carta assinada por clubes de Série A e B cobrando presença nas assembleias realizadas na entidade para definir o futuro do futebol brasileiro.

Entregue pelo presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, pelo presidente do Cruzeiro, Gilvan Tavares, e pela advogada do Santos, Gisele Cabrera, o documento pede que o mandatário da CBF, Marco Polo Del Nero, cumpra a lei e deixe que eles participem das decisões na confederação. A CBF prometeu se manifestar até o próximo dia 1º de agosto.

“A recepção foi boa. A CBF vai encaminhar para o jurídico e vai nos dar uma resposta rápida. Está na lei, está escrito com todas as letras que temos direito. A ideia é que reconheça o nosso direito e resolva de forma amistosa. Se não for reconhecido, os clubes vão tomar uma decisão do que fazer”, afirmou Gilvan na sede da CBF.

A carta é resultado de um encontro realizado na última semana em São Paulo. Na ocasião, entre os principais clubes do país, apenas o Botafogo e o Vasco não marcaram presença. Eles são contra a Primeira Liga e estão ao lado da FERJ (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro).

Além deles, Palmeiras, Corinthians e São Paulo também preferiram não assinar. Apesar disso, afirmaram ao presidente do Cruzeiro que apoiam a decisão. A advogada do Santos, Gisele Cabrera, afirmou que a equipe da Vila Belmiro não assinou pelo fato de Modesto Roma não ter participado da reunião. Ela, no entanto, foi representante santista na entrega do documento.

O documento foi assinado por Atlético-MG, América-MG, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Coritiba, Atlético-PR, Paraná, Avaí, Chapecoense, Criciúma, Figueirense, Joinville, Grêmio, Internacional, Atlético-GO, Goiás, Ceará, Bahia, Tupi, Vitória, Brasil de Pelotas, Luverdense, Santa Cruz, Náutico, Sport e Londrina.

O relator da Lei do Profut, o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), já enviou carta aos clubes afirmando que caso a CBF não atenda esse pedido ela poderá ser processada.

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Gilvan afirmou que esse pode ser um passo inicial para que os clubes cuidem da organização do Brasileiro. “Se for aprovado, podemos discutir questões como organizar o Brasileiro. Queremos discutir essas questões dentro da CBF. Mas, se ela não aceitar, poderemos formar uma associação para isso”, finalizou.

Clubes brasileiros fazem reunião para pedir mais espaço à CBF

O Estadão

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Representante de 35 clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro se reuniram nesta segunda-feira, em São Paulo, para se unirem e pedirem maior espaço durante as assembleias da CBF. Os dirigentes querem maior poder de decisão e de voto, não apenas nas eleições presidenciais, como acontece atualmente, e também cobram mais espaço dentro da entidade máxima do futebol brasileiro. O evento foi comandado pelo presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares.

A ideia inicial da reunião era definir e anunciar o calendário da Primeira Liga. Depois da divulgação da tabela, os representantes dos clubes se reuniram e ficou acertado que na próxima segunda-feira Gilvan levará uma carta ao presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, assinada por todos os clubes. No documento, os clubes pedem mudanças.

“Vamos à CBF na semana que vem para cobrar que a lei seja cumprida. Desde a aprovação da Profut, nós temos direito por lei de ter um assento nas assembleias e não somos convocados. Não é rebeldia ou briga, é apenas um pedido para que a lei seja cumprida”, disse Gilvan.

Dos 40 clubes da Série A e B, apenas Vasco, Botafogo, Bragantino, Oeste e Vila Nova não enviaram representantes. Alguns clubes mandaram advogados, como os quatro grandes de São Paulo.

Atualmente, os clubes são chamados apenas para a votação da diretoria da CBF, mas não participam de outras decisões importantes, como mudanças no regulamento e formatação do calendário.

Apesar do ato e da repetição da Primeira Liga, torneio que não conta com o aval da CBF, os clubes asseguram que não pensam em organizar qualquer movimento para deixar a CBF ou coisa do gênero. “Apenas queremos ser ouvidos”, explica Gilvan.

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Clubes da 1ª divisão devem R$ 4,8 bilhões

Globo Esportes

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A primeira divisão do futebol brasileiro tem R$ 4,8 bilhões em dívidas. Os mesmos 20 times que jogaram o Campeonato Brasileiro em 2015 deviam menos da metade cinco anos atrás, em 2011. A história é quase a mesma de sempre. Os clubes, embora tenham elevado consideravelmente suas receitas, continuam a gastar mais do que têm. Quando falta dinheiro para fechar a conta, sobe o endividamento. Mas há mais. Dívidas que tinham sido escondidas debaixo do tapete por cartolas agora foram expostas pelo Profut, a lei federal que permitiu renegociar e parcelar impostos não pagos.

O clube que mais deve no país é o Atlético-MG, com R$ 553 milhões em 2015. O que menos deve é a Chapecoense, apenas R$ 5 milhões. Mas a análise não pode parar por aí. O Itaú BBA, liderado por Cesar Grafietti, detalhou o perfil das dívidas do futebol brasileiro para ÉPOCA. Há o endividamento ruim e há o muito ruim. Para entender, dividimos as dívidas em três grupos: bancária, operacional e fiscal.

A dívida com os bancos é a mais perigosa, pois tem juros mais altos e pode virar uma bola de neve. A operacional é a mais urgente. São dívidas de curto prazo, como valores devidos a atletas, outros clubes e fornecedores. A fiscal é a menos preocupante, sobretudo depois que o governo federal permitiu, por meio do Profut, em 2015, que times esticassem os pagamentos de impostos atrasados por 20 anos. Mas que, agora, por causa do Profut, não pode mais ser ignorada.

Quando você olha para toda a dívida da primeira divisão, vê o seguinte quadro. O endividamento operacional é o menor, em R$ 980 milhões, e se manteve no mesmo valor de um ano atrás. O bancário aumentou e chegou a R$ 1,48 bilhão. O fiscal disparou. Os impostos devidos pelos 20 clubes do Brasileiro chegaram a R$ 2,33 bilhões em 2015, com um aumento de mais de R$ 500 milhões em relação a 2014.

O crescimento da dívida fiscal entrega um mau hábito do futebol brasileiro. Quando cartolas aderiram ao Profut em 2015 e renegociaram seus impostos devidos, o governo federal deu descontos em multas, juros e encargos que eram cobrados até então. O valor “economizado” por clubes, como explicou ÉPOCA, é de pelo menos R$ 440 milhões. Trocando em miúdos, a dívida total subiu ao mesmo tempo que descontos foram dados pelo credor. Como? Os balanços financeiros de anos anteriores omitiam dívidas com o governo. O Profut exigiu um pente-fino sobre o endividamento fiscal.

Entre os clubes, há casos mais e menos graves. Santos e São Paulo têm endividamentos de tamanhos similares, mas os santistas devem mais impostos e os são-paulinos mais para bancos, o que torna o caso dos tricolores mais preocupante. O Atlético-PR tem a maior dívida bancária do país, mas por uma razão singular: empréstimos tomados para reformar a Arena da Baixada para a Copa do Mundo de 2014 entram no balanço do clube. Não fossem elas, os paranaenses teriam “só” R$ 66 milhões devidos. O Corinthians não inclui a dívida da Arena Corinthians – ela consta no balanço do estádio, gerido por um fundo, pelo clube e pela Odebrecht. O Internacional também não. No caso dos colorados, a conta é da empresa BRIO, formada por Andrade Gutierrez e BTG Pactual para administrar apenas a parte nobre do estádio Beira-Rio.

Presidente de clubes manifestam desejo da volta de Sua Nota é Um Show

Da Redação
Fonte Galáticos Online

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O futebol baiano, que hoje tem nas séries A e B do Campeonato Brasileiro duas de suas principais equipes – Vitória e Bahia -, poderá ganhar, a partir de 2017, um reforço de peso: o retorno do programa estadual “Sua Nota é um Show”, que nasceu em 1999 e terminou em 2011.

Tudo depende dos técnicos da Sefaz. Das mãos deles sairá uma proposta aperfeiçoada – que, caso seja aceita pela Federação Bahiana de Futebol (FBF) e também pelos clubes – poderá ser autorizada ainda este ano pelo governador Rui Costa.
Durante o encontro, todos ouviram queixas dos presidentes do Fluminense de Feira de Santana e do Juazeirense. Eles citaram as dificuldades para manutenção de suas respectivas equipes por absoluta falta de recursos financeiros.

O presidente da FBF, Ednaldo Rodrigues, fez um apanhado geral do programa “Sua Nota é um Show”, desde 2007 até 2011, inclusive citando cifras que foram pagas aos clubes no período. O relato deixou ainda mais ansiosos os dirigentes que lutam pelo retorno do programa.

Durante a solenidade, o representante do secretário da Fazenda, ressaltou a importância do programa para a educação tributária. “O interesse do Governo do Estado é ajudar aos clubes, contudo não podemos esquecer que o principal foco do projeto é a Educação Tributária”, finalizou José Luiz Santos Souza.

Liderada pelo deputado Raimundo Nonato Tavares da Silva (Bobô) e com apoio dos parlamentares Manassés e Herzem Gusmão, a comissão vai aguardar a concretização da proposta e manter uma audiência com o secretário Manoel Vitório (Fazenda).

Clubes da Série B participam de curso de registros e transferências de atletas

FBF

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No dia 10 de julho a bola começa a rolar na Série B do Baianão 2016. Mas, antes do início de mais uma divisão de acesso, os seis clubes participantes se reuniram na Federação Bahiana de Futebol para um curso.

No auditório da entidade, nesta terça-feira (25), representantes de Atlântico, Atlético de Alagoinhas, Catuense, Juazeiro, Teixeira de Freitas e Ypiranga foram capacitados no novo sistema de registros e transferências de atletas, lançado pela CBF no final de 2014. Alguns dos participantes já haviam participado de outras turmas do curso, mas aproveitaram a oportunidade como uma reciclagem.

No local, o vice-presidente da FBF e diretor de registros e TI, Ricardo Lima, e o coordenador do departamento, Felipe Quadros explicaram aos presentes as novas diretrizes do programa. Tudo para que as agremiações aprendam e se familiarizem com o sistema, que visa à redução dos erros nos registros e transferências de jogadores.

Os seis clubes já passarão a utilizar o sistema para registrar, transferir e regularizar seus atletas no BID da CBF para a disputa da Série B.

Além de Ricardo e Felipe, representaram a FBF no curso os também membros do Departamento de Registros, Alline Pereira, Wesley Guimarães e Ana Cláudia Moreno.

Série D: Clubes baianos apontam falta investimento da FBF e presidente rebate

Bahia Noticias

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O Campeonato Brasileiro da Série D irá começar no dia 12 de junho. Fluminense de Feira, Juazeirense e Galícia são os baianos que irão tentar um acesso inédito do estado para a Série C. Com datas e grupos definidos, os clubes comentaram sobre as expectativas, a preparação, e as dificuldades para conseguir atuar nos torneios do Brasil neste segundo semestre. Pelo lado da Juazeirense, o diretor de futebol Sérgio Fernandes frisou os problemas que os clubes passam ao disputar um campeonato como a quarta divisão do futebol brasileiro. Para o dirigente, a Série D é o torneio com menor investimento por parte das federações. “Do ponto de vista da Copa do Nordeste, da Copa do Brasil, e até mesmo do estadual, as federações não ajudam. No meu entender, a Série D é onde os clubes deveriam investir mais. Mas como não tem ajuda da CBF e da FBF, não há como investir muito. Os clubes têm que diminuir a folha”, reclamou, em entrevista ao Bahia Notícias.

O presidente do Fluminense de Feira, Gerinaldo Costa, manteve o discurso da Juazeirense e criticou o pouco investimento por parte da federação. “É muito aquém do necessário, principalmente pelo que os clubes pequenos estão recebendo. É muito pouco”, lamentou. No Cancão, com os poucos investimentos recebidos, a diretoria fará uma reunião nesta segunda-feira (23) para definir como será a preparação para a Série D. “As federações fazem os investimentos, mas a manutenção dos salários é do clube. Como não temos patrocínios, vamos discutir tudo nessa reunião na segunda”, contou Fernandes. Dentre os assuntos, a cúpula diretiva irá tratar sobre a nova comissão técnica e dispensas e contratações. “Devemos ficar com 60% a 70% do elenco”, revelou.

A preparação do Galícia ainda é um mistério. A equipe do Bahia Notícias tentou entrar em contato com o clube, mas não obteve êxito. No entanto, de acordo com a assessoria do Granadeiro, a equipe irá mandar seus jogos no Estádio José Rocha, em Jacobina, informação ainda não oficializada pela CBF. Dentro de campo, as datas dos jogos já foram divulgadas pela CBF, bem como os grupos de cada time.

De acordo com o presidente da Federação Bahiana de Futebol, Ednaldo Rodrigues, os clubes baianos que disputam a competição pecam ao não manter seus elencos para a disputa do torneio. “Espero também que os clubes mantenham seus elencos. Em outros anos, ao fim do estadual, eles liberaram atletas para clubes adversários e isso é absurdo. Espero que dessa vez eles apostem na subida. Solicitamos à CBF que os clubes ficassem em grupos diferentes para que não diminuíssem as chances de passar de fase”, explicou. O dirigente ainda revelou que a FBF dá apoios pontuais às equipes baianas. Para a disputa da Série D, a entidade disponibilizará um valor de R$ 5 mil para duelos realizados fora de casa, além de financiar taxas de arbitragem e impostos dos árbitros, e ceder aos clubes a porcentagem de 5% das bilheterias que tem direito a receber. Um fundo de investimentos também foi criado durante o Baianão. Com isso, segundo Rodrigues, os três baianos podem receber até R$ 15 mil a mais. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF), em parceria com as federações estaduais, entra com os custos de passagens, hospedagem e alimentação.

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Vitória da Conquista e Atlético de Alagoinhas decidem vaga no Sub-20

Site do Clube
Foto Luciana Flores

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O Baianão Sub-20 chegou à reta final. Neste final de semana, o torcedor conhecerá as quatro equipes que vão ser as semifinalistas do campeonato.

Feirense e Juazeirense, Bahia de Feira e Vitória, Bahia e Poções e Atlético e Vitória da Conquista entrarão em campo na última batalha das quartas.

O Vitória da Conquista precisa vencer o Atlético de Alagoinhas por dois gols de diferença para conquistar a vaga, já que perdeu a primeira partida por 4 a 2.

A partida será as 15 horas, no estádio Edvaldo Flores.

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Federação Paulista diz que novas vagas na Série D de 2016 serão de Linense e Ituano

Potaldoholanda

Índice

Depois de a CBF anunciar que a Série D do Campeonato Brasileiro deste ano terá oito participantes a mais, a Federação Paulista de Futebol (FPF) anunciou quem ficará com as duas vagas extras destinada ao Estado. Linense e Ituano foram beneficiados e disputarão a quarta divisão do futebol nacional.

Com as duas vagas a mais, especulava-se que a FPF fosse ampliar o número de classificados à Série D através do Campeonato Paulista. Até então, os dois times de melhores campanhas do Estadual entre aqueles que não estavam garantidos nas Séries A, B ou C iam para a Série D. A expectativa era de que esse número fosse ampliado para quatro, mas a federação preferiu adotar outro critério.

A FPF optou por dar mais importância à Copa Paulista, torneio organizado no segundo semestre de cada ano para que os times menores do estado não fiquem sem calendário. Linense e Ituano fizeram a final do torneio no ano passado e por isso foram beneficiados.

O problema é que, como não existiam essas vagas, os regulamentos dos campeonato são omissos, com isto cabe a cada federação adotar o critério de escolha.

FBF alerta clubes sobre atrasos nos jogos decisivos

FBF

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A conduta antidesportiva de atrasar propositalmente a entrada da equipe em campo antes do início de partidas cujos resultados tenham relação direta com outros jogos na mesma data e horário não será tolerada pela Federação Bahiana de Futebol (FBF). A entidade, com base na RDI 04/08, de maio de 2008, alerta os clubes da Série A do Baianão 2016 sobre o risco dos atrasos propositais no início dos jogos decisivos da 6ª rodada, no próximo domingo (13).

Com base no Art. 30 das Normas Gerais dos Campeonatos Oficiais da FBF, a Associação que não apresentar sua equipe em campo até cinco minutos antes da hora marcada para o início da partida, salvo motivo de força maior plenamente comprovado, ficará sujeita a multa de R$ 10.000,00 (dez mil reais) por minuto de atraso, sem prejuízo da remessa da súmula do jogo para o TJD do futebol do Estado da Bahia, visando também a aplicação das sanções previstas no CBJD. O objetivo da FBF é evitar a prática que vem sendo costumeiramente empregada por times brasileiros.

Com a medida, a entidade visa o jogo limpo na última rodada da primeira fase de forma justa, sem prejuízos às agremiações e aos torcedores.

A FBF segue orientação da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que, por conta da sobredita prática, inseriu os parágrafos primeiro e segundo no art. 52 do Regulamento Geral das Competições da entidade, estabelecendo multas por cada minuto de atraso.

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FBF atende pedido dos clubes e adia Série B do Baianão 2016

FBF

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“Uma reunião de grande importância. Acredito que a mais proveitosa que já tivemos na minha gestão se tratando de Série B”. Assim o presidente Ednaldo Rodrigues avaliou a reunião com clubes candidatos a participarem da Série B do Baianão 2016, nesta quarta-feira (2).

O encontro, na sede da Federação Bahiana de Futebol, foi esclarecedor e produtivo para os clubes e o futebol baiano. Mesmo antes do início das inscrições e do Conselho Técnico, na reunião já foram definidos detalhes importantes da competição.

Das 19 agremiações convidadas, 16 compareceram e contribuíram para o avanço na discussão de assuntos relevantes sobre a divisão de acesso à elite do Baianão. Atlético de Alagoinhas, Botafogo, Catuense, Grapiúna, Itabuna, Jequié, Juazeiro, Ypiranga, Redenção, Atlântico, Camaçariense, Estrela de Março, Eunápolis, Guanambi e Poções foram representados por seus presidentes. O Cruzeiro enviou um representante.

No bate-papo com a diretoria da FBF, representada, além do presidente Ednaldo Rodrigues, pela diretora técnica Taíse Galvão, o subdiretor administrativo e financeiro Marcelo Araújo e o presidente da Ceaf-BA, Wilson Paim, os clubes foram unanimes ao solicitarem o adiamento do início da disputa. Diante das dificuldades apresentadas por cada um e para a realização de melhorias dos estádios, a entidade máxima do futebol baiano definiu e aprovou o início da Série B de 2016 para o dia 3 de julho, apenas no segundo semestre.

A FBF também anunciou, na oportunidade, a manutenção dos benefícios já concedidos aos clubes na edição da Série B de 2015. As taxas de arbitragem, transporte, hospedagem e impostos dos árbitros serão todos pagos pela entidade. Ainda para ajudar as agremiações, a FBF continuará destinando a cota de 5% das rendas dos jogos que é sua de direito, por Lei, às equipes, como forma de apoio financeiro. Por fim, as taxas de transferências e inscrições de atletas permaneceram com descontos de 50%.

A FBF também anunciou, na oportunidade, a manutenção dos benefícios já concedidos aos clubes na edição da Série B de 2015. As taxas de arbitragem, transporte, hospedagem e impostos dos árbitros serão todos pagos pela entidade. Ainda para ajudar as agremiações, a FBF continuará destinando a cota de 5% das rendas dos jogos que é sua de direito, por Lei, às equipes, como forma de apoio financeiro. Por fim, as taxas de transferências e inscrições de atletas permaneceram com descontos de 50%.

CBF vai classificar clubes de acordo com estrutura e exigir padrões mínimos

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Coronel Nunes, presidente em exercício da CBF

Coronel Nunes, presidente em exercício da CBF

Como parte do projeto de licenciamento, que já estava em andamento antes mesmo do pontapé inicial do Comitê de Reformas, a CBF vai criar três categorias de clubes, com o intuito de “enxugar” a lista de profissionais no país, acabando com os chamados “clubes-fantasma” ou aqueles que só servem para hospedar jogadores.

Reuniões na entidade estão sendo feitas para definir os padrões mínimos necessários para criar os padrões “A”, “B” e “C”, de acordo com a estrutura disponível para cada clube, como número de profissionais na comissão técnica, jogadores, etc.

A CBF marcou para esta quinta (25),o lançamento do Comitê de Reformas da entidade. Segundo o comunicado, a ideia é “aprimorar suas práticas corporativas e fortalecer os conceitos de modernidade, transparência e ética” no futebol. O novo comitê terá 17 membros e vai se reunir na tarde desta quinta.

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Clubes pequenos podem estar com os dias contados

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Como pano de fundo da obra prima de Wendell Lira, vencedor do Prêmio Puskas, está o Goianésia, clube até então pouco – ou nada – conhecido que está sob risco de ficar para a posteridade apenas. Um grupo de estudos montado na CBF visa implementar gradativamente, a partir de 2017, o Sistema de Licenciamento de Clubes com o objetivo de padronizar a profissionalização. De acordo com a Federação Nacional de Atletas Profissionais de Futebol (FENAPAF), o país tem 900 clubes que se dizem profissionais, número que, com o caderno de encargos, poderá cair para 250.
“Tem clube que não tem pão com manteiga. Outros cobram até para o atleta jogar…Com o sistema de licenciamento, não se enquadrou, está fora. Vai disputar campeonato amador”, afirmou o presidente da FENAPAF e também do Sindicato dos Atletas Profissionais de São Paulo, Rinaldo Martorelli.

O caderno exigirá estrutura profissional, o que parece beabá, mas não é. Desde local de treino, vestiários, médicos, comprovação de receitas, cumprimento de obrigações trabalhistas, pagamentos de salários, a participação num calendário anual – atualmente, muitos clubes jogam menos de um semestre no ano. A CBF quer implantar algumas exigências para 2017 sem a urgência dos sindicatos. Entre os responsáveis na CBF, há o temor de que os clubes não consigam se adequar principalmente em relação ao centro de treinamento e às categorias de base. No ano passado, a entidade recebeu representantes da Uefa, responsáveis pela criação das regras na Europa. No Brasil, o grupo de estudo é formado por representantes das federações, clubes e diretores da CBF.

O excessivo número de clubes dá a sensação de emprego, mas, na verdade, põe um tapete sobre o porão do futebol brasileiro. Wendel Lira, muito provavelmente, deixará a base dramática da pirâmide salarial: 85% dos jogadores recebem até dois salários-mínimos por mês. No topo, estão 2,25% com mais de 20 salários.

“Fiscalizamos clubes e nos deparamos com cenas inacreditáveis. Clubes sem campo, jogadores trocando de roupa no gramado por falta de vestiário, sem receber salários… A realidade do futebol brasileiro é do sonhador que chega no clube pequeno com 20 anos, peregrina até os 36 anos e deixa o futebol sem profissão, sem dinheiro, sem rumo. É um sonho mentiroso”, disse o presidente do Sindicato dos atletas Profissionais do Rio de Janeiro, Alfredo Sampaio.

“Ao fazer a acrobacia para o golaço, Wendell Lira deu um salto profissional que muitos sonham. No Brasil, estimam as entidades, apenas 40 clubes são capazes de abrigar jogadores com dignidade. A equação entre mão de obra excessiva e pouco qualificada, poucos clubes bons e muitos sem estrutura é igual a sonho mais futuro nada promissor. O futebol é um cone ao contrário. Muitos entram, poucos saem”, concluiu Alfredo Sampaio.

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