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:: ‘Espanha’

Brasil vence Espanha e já está nas oitavas

CBF

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A Seleção Brasileira Feminina está classificada para as oitavas de final da Copa do Mundo do Canadá. Neste sábado, o Brasil venceu a Espanha por 1 a 0, gol de Andressa Alves, e garantiu a vaga. Com duas vitórias em dois jogos, as meninas somam seis pontos no Grupo E.

Na última partida da primeira fase, o Brasil enfrenta a Costa Rica, na quarta-feira.

O confronto contra a Espanha não foi fácil, exatamente como esperavam o técnico Vadão e suas jogadoras. Muita velocidade, pressão na saída de bola e precisão nos passes, com o famoso tic-tac espanhol. As duas seleções precisavam da vitória. O Brasil queria se classificar com antecipação e a Espanha tentava os três pontos após empatar com a Costa Rica.

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Pelo jogo limpo, Brasil e Espanha fazem confronto inédito em Mundiais

Globo Esportes

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O sábado será de celebração de um confronto que terá sua primeira vez em uma Copa do Mundo. Brasil e Espanha entram em campo no estádio olímpico de Montreal às 17h (de Brasília) defendendo um estilo, um jogo aberto, leal e limpo. Sim. A isso se propõe o futebol feminino. Menos cartões, mais jogadas. Menos violência, mais emoção. O depoimento dessa diferença entre homens e mulheres no gramado vem do técnico Vadão, que por anos trabalhou “do outro lado”.

– Eu que vim do futebol masculino e estou há um ano na seleção feminina me surpreendi demais com as equipes do mundo todo em termos de organização tática. As mulheres se diferenciam dos homens. Elas têm uma dedicação no plano tático muito grande. O jogador no masculino pela qualidade e o talento tenta resolver no improviso. O brasileiro sempre foi muito desligado do plano tático.

Na primeira rodada do Grupo E, as estatísticas deixaram clara a proposta. Em Brasil x Coreia do Sul, foram somente nove faltas do time de Vadão e três das adversárias, uma dessas infrações punida com cartão amarelo. As espanholas cometeram 13 faltas contra a Costa Rica (que fez 15) – um cartão amarelo também. Esse estilo sem obstáculos e aberto vem da análise de quem tem 20 anos de seleção brasileira. Segundo Formiga, destaque na estreia, houve uma evolução. As mulheres estão mais rápidas.

– Houve evolução muito grande. A maneira que as seleções se prepararam. Isso só tem a beneficiar a modalidade. A mídia dá espaço e a tendência é crescer. O futebol ficou mais rápido. Você não vê a lentidão de antigamente. Acho que mais seis ou sete anos para melhorar ainda mais.

Para o jogo, o técnico Ignacio Quereda quer que suas jogadoras não percam tantas oportunidades como fizeram diante da Costa Rica. Pelo lado brasileiro, a preocupação é garantir uma boa saída das situações de pressão das adversárias. A provável equipe do Brasil terá: Luciana; Fabiana, Mônica, Rafaelle, Tamires; Thaisa, Andressinha, Formiga; Marta, Cristiane e Andressa Alves.

Chile consolida vexame da favorita Espanha e vai às oitavas

Terra

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O público de 74.101 pessoas presente no Maracanã na tarde desta quarta-feira presenciou um vexame histórico na Copa do Mundo. A Espanha, bicampeã europeia e atual campeã mundial, foi eliminada da competição na primeira fase, com uma rodada de antecedência. No Rio de Janeiro, o Chile levou a melhor como franco-atirador e fez 2 a 0 para se classificar às oitavas de final e acabar com as esperanças espanholas.

A eliminação espanhola na primeira fase da Copa do Mundo foi concretizada porque, mais cedo, a Holanda venceu a Austrália e chegou aos 6 pontos ganhos. Como o Chile já havia triunfado na estreia, também chega a 6. Espanhóis e australianos não têm mais possibilidades matemáticas de lutar por qualquer das duas vagas às oitavas de final no Grupo B, já que têm zero pontos.

Assim, a última rodada vai servir apenas para espanhóis e australianos cumprirem tabela às 13h (de Brasília) da segunda-feira, na Arena da Baixada, em Curitiba (PR) – com possibilidade de aumentar ainda mais o vexame da atual campeã do mundo. No mesmo dia e horário, holandeses e chilenos se enfrentam na Arena Corinthians, em São Paulo, para definir quem avança como líder da chave.

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Mesmo local, mesma rodada, mesmo rival: Espanha x Chile 64 anos depois

Globo Esportes

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A mão invisível que rege o destino do futebol foi caprichosa. Quis ela que Espanha e Chile voltassem a dividir grupo em uma Copa do Mundo no Brasil. E mais: que se enfrentassem no mesmo estádio de 64 anos atrás. E mais ainda: que o jogo valesse pela segunda rodada da primeira fase. Igualzinho a 1950 – ou nem tanto. Desta vez, no duelo das 16h de quarta-feira, é a Espanha quem vai a campo necessitada de vitória, não o Chile; foi ela quem perdeu na estreia, não seu oponente. É ela, a grande campeã mundial, quem pode ser tão precocemente eliminada da Copa.

A goleada de 5 a 1 sofrida contra a Holanda na última sexta-feira não combina com a estreia de seis décadas e meia atrás. Em 50, a Espanha venceu os Estados Unidos por 3 a 1 na largada. O porém: viveu contestações mesmo assim, dada a fragilidade do adversário (que não se mostraria tão frágil assim no fim das contas). A exemplo do que acontecerá agora, trocou jogadores: Parra no lugar de Antúnez na zaga, Panizo na vaga de Hernández na frente. E uma mudança no goleiro: Eizaguirre fora, Ramallets dentro. Que ironia: agora, figuras consagradas, como Piqué e Xavi, correm risco de deixar a equipe. E o goleiro, ainda mais intocável do que Eizaguirre no passado, é questionado. Casillas, porém, deve permanecer.

As semelhanças entre passado e presente são maiores com a Espanha do que com o Chile. A equipe sul-americana perdeu na estreia em 50. Levou 2 a 0 da Inglaterra, grande favorita da chave. Precisava vencer – como agora acontece com a Espanha. E perdeu: a Fúria venceu por 2 a 0 e se credenciou, com posterior e histórico triunfo de 1 a 0 sobre os ingleses, a ir para a etapa final. O Chile foi eliminado.

Espanha e Chile já irão a campo sabendo do resultado do jogo entre Holanda e Austrália, às 13h, em Porto Alegre. Para a Fúria, o duelo representa o retorno ao estádio onde levou 3 a 0 do Brasil na final da Copa das Confederações do ano passado.

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Holanda faz 5 e humilha campeã Espanha em revanche

Terra

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A Holanda colocou a Copa do Mundo em estado de choque na tarde desta sexta-feira. Na estreia na competição, a equipe comandada por Louis Van Gaal reeditou a final do Mundial de 2010 contra a Espanha, mas atropelou a atual campeã com uma revanche altamente improvável. Na Arena Fonte Nova, em Salvador, fez 5 a 1 com direito a show de Van Persie e falha grotesca do goleiro Casillas.

Em 2010, os times decidiram a final na África do Sul em partida que acabou com vitória por 1 a 0 da Espanha e título inédito. Na revanche, os holandeses demoliram o tiki-taka enquanto a torcida brasileira presente ia à desforra contra o atacante Diego Costa, que nasceu no Brasil, mas preferiu jogar a Copa do Mundo pelo time de Vicente del Bosque. A goleada contou até com gritos de “olé” e muitas chances perdidas.

Ainda nesta sexta, Chile e Austrália completam a primeira rodada às 19h (de Brasília), na Arena Pantanal, em Cuiabá. As seleções do Grupo B da Copa do Mundo voltam a campo na próxima quarta-feira. Os holandeses encaram a Austrália às 13h, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Já os espanhóis pegam o Chile no Maracanã, no Rio de Janeiro, às 16h.

Diego Costa é convocado pela Espanha para a Copa do Mundo

Globo Esportes

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O técnico Vicente del Bosque divulgou nesta terça-feira a pré-lista da Espanha para a Copa do Mundo. O destaque ficou por conta da convocação do meia Thiago Alcântara, do Bayern de Munique, e do atacante Diego Costa, do Atlético de Madrid. Este último foi motivo de disputa entre a Real Federação Espanhola e a CBF, que queria contar com o goleador na seleção brasileira. Porém, o atleta optou por defender a Fúria.

Quem ficou fora até da pré-lista de Del Bosque foi o atacante Roberto Soldado, do Tottenham. Para o comando do ataque, além de Diego Costa, o treinador optou por Fernando Torres, do Chelsea, Alvaro Negredo, do Manchester City, e Fernando Llorente, do Juventus.

A definição dos 23 jogadores que disputarão a Copa será divulgada oficialmente por Del Bosque apenas no dia 2 de junho. A Espanha fará a preparação para a Copa do Mundo no centro de treinamento do Atlético-PR, em Curitiba.

A Fúria está no Grupo B do torneio e fará a sua estreia no torneio no dia 13 de junho, contra a Holanda, na Arena Fonte Nova, em Salvador. No dia 18, o rival será o Chile, no Maracanã, no Rio de Janeiro. Na última rodada da fase de grupos, a Espanha vai encarar a Austrália, no dia 23, na Arena da Baixada, em Curitiba.

Confira a pré-lista da Espanha para a Copa:

Goleiros: Casillas (Real Madrid), Reina (Napoli) e De Gea (Manchester United) – Defensores: Sergio Ramos (Real Madrid), Piqué (Barcelona), Albiol (Napoli), Juanfran (Atlético de Madrid), Jordi Alba (Barcelona), Azpilicueta (Chelsea).Carvajal (Real Madrid) e Alberto Moreno (Sevilla) – Meio-campistas: Javi Martínez (Bayern de Munique), Xavi (Barcelona), Xabi Alonso (Real Madrid), Iniesta (Barcelona), Koke (Atlético de Madrid), Busquets (Barcelona), Cazorla (Arsenal), Iturraspe (Athletic Bilbao), Fàbregas (Barcelona). Thiago Alcântara (Bayern de Munique), Juan Mata (Manchester United) e David Silva (Manchester City) – Atacantes: Pedro (Barcelona), Jesus Navas (Manchester City), Diego Costa (Atlético de Madrid), David Villa (Atlético de Madrid), Fernando Torres (Chelsea), Negredo (Manchester City) e Llorente (Juventus)

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Espanha fecha ano na liderança do ranking da Fifa pela 6ª vez seguida

Esportes MNS

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A Fifa anunciou na manhã desta sexta-feira o último ranking de seleções de 2013. E novamente o país que terminou o ano na liderança da lista foi a Espanha, atual bicampeã da Eurocopa, vencedora da Copa do Mundo de 2010 e vice na Copa das Confederações do Brasil.

Esta é a sexta vez consecutiva que a Espanha termina um ano na ponta do ranking da Fifa

No Top 20, apenas uma mudança ocorreu do último mês até este momento. A Bósnia desbancou a França e México, respectivamente, e terminou 2013 na 19ª colocação do ranking da Fifa. A equipe que mais “catapultou” durante o ano foi a Ucrânia, que subiu 29 posições e terminou 2013 em 18º.

O ranking atual levou em conta o resultado de 30 partidas internacionais, a maioria delas foram amistosos entre seleções e partidas classificatórias para a Copa do Mundo de 2014. O Brasil, campeão da Copa das Confederações, segue em décimo.

Veja abaixo como terminou o ranking da Fifa de 2013:

1 – Espanha – 1.507 pontos
2 – Alemanha – 1.318
3 – Argentina 1.251
4 – Colômbia – 1.200
5 – Portugal – 1.172
6 – Uruguai – 1.132
7 – Itália – 1.120
8 – Suíça – 1.113
9 – Holanda – 1.106
10 – Brasil – 1.102
11 – Bélgica – 1.098
12 – Grécia – 1.055
13 – Inglaterra – 1.041
14 – Estados Unidos – 1.019
15 – Chile – 1.014
16 – Croácia – 971
17 – Costa do Marfim – 918
18 – Ucrânia – 907
19 – Bósnia – 899
20 – França – 893

Espanha segue mais um mês na liderança do Ranking da Fifa

Lancenet

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A seleção espanhola continua mais um mês na liderança do Ranking da Fifa. Os comandados de Vicente Del Bosque abriram uma vantagem de 251 pontos em relação ao segundo colocada, que neste momento é a Argentina.

Quanto à Seleção Brasileira, a equipe comandada por Luiz Felipe Scolari segue a sua recuperação no ranking, sendo o oitavo colocado. O Brasil subiu uma posição em relação ao ranking divulgado em agosto.

O Top-10 do Ranking da Fifa:

1) Espanha
2) Argentina
3) Alemanha
4) Itália
5) Colômbia
6) Bélgica
7) Uruguai
8) Brasil
9) Holanda
10) Croácia

Espanha invicta há 3 anos e 29 jogos em competições oficiais

Agencia Estado

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Ao derrotar a Itália nos pênaltis nesta quinta-feira, 27, em Fortaleza, pelas semifinais da Copa das Confederações, a seleção espanhola levou a 29 jogos sua invencibilidade em competições oficiais.

A última derrota foi para a Suíça (1-0), no dia 16 de junho de 2010, na estreia da Copa do Mundo da África do Sul, onde conquistando o título ao vencer a Holanda na final.

Levando em conta jogos amistosos, a Espanha não perde desde novembro de 2011, quando foi derrotada por 1 a 0 para a Inglaterra em Londres.

No último domingo, quando derrotou a Nigéria por 3 a 0 na última rodada da primeira fase da Copa das Confederações, a Fúria tinha batido o recorde da França, invicta em 27 jogos oficiais no final dos anos noventa.

A marca da Espanha pode chegar a 30 se derrotar o Brasil neste domingo no Maracanã, na final da Copa das Confederações.

Parreira diz que Brasil vai encerrar fase invicta da Espanha: ‘Está na hora’

Globo Esportes

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A quinta-feira foi de definição do adversário do Brasil na final da Copa das Confederações. A Espanha venceu a Itália nos pênaltis e alcançou a vaga na decisão do próximo domingo, às 19h, no Maracanã. Em entrevista a Galvão Bueno no Jornal Nacional, coordenador-técnico da Seleção, Carlos Alberto Parreira, não mostrou temor com os 29 jogos de invencibilidade do adversário e prometeu que o time de Luiz Felipe Scolari acabará com a série:

– Está na hora e vai acontecer.

Apesar de ter pela frente a poderosa Roja de Iniesta e Xavi, Parreira garantiu que a equipe brasileira não mudará de estilo. O objetivo é seguir tomando a iniciativa do jogo. – Estive conversando com Felipão e a comissão técnica, não é hora de mudar. É manter aquilo que vem dando certo até agora. O Brasil em casa tem que tomar a iniciativa do jogo.

Apesar de todo o cartaz de uma final diante dos espanhóis, Parreira afirmou que não havia preferência por adversário. Mas reconheceu que era o confronto preferido dos torcedores. – Esse era o jogo que o mundo todo esperava. A gente não escolheu adversário para essa final. Mas já que veio a Espanha, é muito bem-vindo. O Brasil está num momento sensacional, time ganhou confiança, tem uma cara, o Felipão fez um trabalho maravilhoso durante um mês, estamos há cinco jogos sem perder jogando contra campeões do mundo. Temos uma grande expectativa, sabendo que iremos jogar muito bem.

Após vencer o Uruguai na quarta, a Seleção chegou ao Rio de Janeiro nesta quinta e a delegação só acompanhou a semifinal entre Espanha e Itália a partir do segundo tempo. Mas a comissão técnica aprendeu algumas lições com a Azzurra, que dominou a Roja durante boa parte do 0 a 0 e só caiu nos pênaltis. – Soubemos que a Itália fez um primeiro tempo maravilhoso, mostrando que com vontade, determinação e inteligência, a Espanha pode ser batida.

A equipe de Felipão treina nesta sexta em São Januário para o início da preparação para a grande partida diante da Espanha.

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Sem escolher rival, Felipão acha que Itália pode surpreender Espanha

Gazeta Esportiva

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O técnico Luiz Felipe Scolari não tem preferência entre Espanha e Itália para a decisão da Copa das Confederações. Depois de ter garantido a presença na final com a vitória por 2 a 1 sobre o Uruguai, o treinador se esquivou de ‘escolher’ um adversário na definição da taça e apenas manifestou sua confiança no apoio da torcida verde-amarela no domingo.

“Não tenho escolha entre as duas, porque não sou eu que defino. Queria chegar à final e cheguei. Agora, venha quem vier. Se o Maracanã tiver 70 mil torcedores, 69.500 serão do Brasil. Estaremos juntos novamente, seja contra Itália ou Espanha. Temos de nos preparar para jogar a final e não vou escolher”, afirmou.

Apesar de a Espanha ser a favorita na semifinal desta quinta-feira, Felipão acha que ainda pode haver surpresa na partida em Fortaleza. O comandante brasileiro prevê uma retranca da Azzurra para bloquear os avanços da atual campeã mundial e bicampeã europeia.

“No futebol, tudo é possível. A Itália vai dificultar, com três zagueiros, mais o Pirlo e o De Rossi no meio-campo, além de dois laterais fechadinhos. Não vai ser fácil para a adversária entrar. Lógico que a Espanha é uma grande seleção, mas respeito a Itália”, afirmou.

A semifinal no Castelão será a reedição da decisão da Eurocopa do ano passado, quando a Fúria derrubou a Azzurra por 4 a 0. O vencedor desta quinta disputará a final contra o Brasil no domingo, no Maracanã. Já o perdedor lutará pelo terceiro lugar contra o Uruguai, na Fonte Nova.

Revanche na terra prometida: Itália tenta dar troco na favorita Espanha

Globo Esportes

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O calor que maltrata os branquelos de Espanha e Itália também é a representação de uma espécie de terra prometida para os adversários das 16h desta quinta-feira, no Castelão, em Fortaleza. Eles são os mais recentes campeões mundiais, e estar em uma semifinal no Brasil, mesmo que de Copa das Confederações, remete à esperança que alimenta o futebol das duas seleções nos últimos anos: voltar para cá, disputar a Copa do Mundo do ano que vem e, se possível, ganhá-la de novo. Mas também é um jogo que volta um ano no tempo: a Espanha maltratou a Itália no último encontro entre as duas equipes. Oscilando entre a memória e a esperança, elas decidem quem pega o Brasil na final.

São dois gigantes: a Itália, pela enorme tradição, pelos quatro títulos mundiais; a Espanha, pela recente descoberta de como se vence no futebol, pelo timaço que montou para arrematar título em cima de título nos últimos anos. O favoritismo, difícil negar, é da Roja. Mas não custa lembrar a enorme capacidade da Azzurra de surpreender quando menos se confia nela.

O jogão é o primeiro encontro entre as duas seleções desde a final da Eurocopa do ano passado, na Ucrânia, com goleada de 4 a 0 para a Espanha. Naquele mesmo campeonato, porém, a Roja percebeu que pode ser batida pelo adversário. Na primeira fase, houve empate por 1 a 1.





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