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:: ‘historia’

Del Valle faz história, vence o Boca e está na decisão da Libertadores

Terra

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O Independiente del Valle foi até a Bombonera na noite desta quinta-feira e fez história. Jogando contra o Boca Juniors, os equatorianos saíram perdendo logo no início, porém conseguiram a virada e venceram por 3 a 2. Pavón os dois para os hermanos, mas com os gols de Caicedo, Cabezas e Julio Angulo, os visitantes garantiram vaga na final da Libertadores contra o Atlético Nacional, da Colômbia, que eliminou o São Paulo. Esta foi a primeira vitória de uma equipe do Equador dentro do Estádio dos argentinos.

A primeira partida da decisão acontece já na próxima semana e o Independiente del Valle vai jogar em casa, já que o Atlético Nacional, da Colômbia, fez a melhor campanha da fase de grupos. Duelo acontecerá na próxima quarta-feira, no Estádio Olímpico Atahualpa, em Quito, no Equador.

Equipes nunca conquistaram o título da Libertadores. Os colombianos já disputaram um final, mas perderam para o Grêmio, em 1995. Já os equatorianos vão para a sua primeira decisão, outras duas equipes do país que chegaram nesta fase foram o Barcelona de Guaiaquil e LDU.

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MULHER – A nossa história no Rugby. – Parte 1

ymboresrugby.com.br

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NESTA MATÉRIA SAIBA COMO O YMBORÉS FEMININO SURGIU E O PORQUE DELAS TEREM ESCOLHIDO O RUGBY.

No mês das mulheres, nada como apresentar o time feminino do Ymborés e os motivos que as fizeram conhecer e praticar o esporte. O time feminino se firmou em outubro de 2014, mas antes disso passou por alguns desafios e inspirações que vocês conhecerão logo mais.

Como iniciar um time de rugby feminino quando as pessoas não sabem o que é, e o time masculino ainda estava em seu início? Saiba como tudo começou.

“Bom, acompanhei o Ymborés desde o início e me apaixonei, não pude evitar.
Estava grávida de meu segundo filho no quinto mês de gestação, quando o meu vizinho Jonatas Verde retorna de São Paulo e traz consigo as leis do rugby e convida os amigos da Igreja para conhecer o esporte que ele conheceu na Faculdade.

Entre esses amigos estava meu sobrinho, André Filipe, que convidou meu esposo Gabriel para participar da brincadeira.
Gabriel conheceu o rugby e voltou admirado.

Nos primeiros instantes eu Odiei o Rugby. Mas também, meu esposo viajava a semana toda e justo no fim de semana em vez de passar o tempo comigo, ele foi conhecer o esporte. E para não ficar longe dele, resolvi acompanha-lo, e começamos a pesquisar sobre o esporte e fui me apaixonando.

Até essa altura fazíamos parte de uma torcida organizada de futebol e sempre estávamos no estádio. Mas quando conheci o rugby e seus valores, estar no estádio em jogo de futebol, ouvir e ver a torcida e jogadores faltando ao respeito com os outros, e principalmente com o árbitro, eu comecei a pensar se era naquele ambiente que eu queria levar meus filhos e deixar que eles achassem “normal” xingar, falar palavrões e faltar ao respeito com o próximo.
Então decidi não voltar mais.

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Primeiro estrangeiro na Juazeirense, atacante nigeriano quer fazer história no Baianão

Bahia Notícias

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Contratado para a disputa do Campeonato Baiano 2015, o atacante nigeriano Yerien é o primeiro jogador estrangeiro a vestir a camisa da Juazeirense e não pensa em outro resultado para a sua equipe do que a o título do certame estadual.

“O desafio aqui é muito grande, o campeonato baiano é muito complicado e para mim é muito importante participar desse elenco, que está focado. Quero fazer um grande torneio e dar o meu máximo” afirmou o atleta em entrevista ao Bahia Notícias.

Com passagens por equipes como Ceará, Palmeiras (onde atuou nas divisões de base) e Treze, Yerien de 22 anos também falou um pouco de suas características de jogo para reforçar o Cancão de Fogo no Baianão.

“Sou veloz, jogo pelos lados e ajudo na marcação também. Mas atuo sempre para atuar a equipe” finalizou.

“Avisei que ia ser o maior roubo da história do Brasil”, diz Romário sobre copa

Galáticos Online

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O deputado federal Romário, crítico ferrenho dos gastos com a Copa do Mundo e as Olimpíadas, se manifestou na rede social Instagram e fez declarações polêmicas. Em uma imagem o ‘baixinho’ descreveu: “Eu avisei… Copa de 2014 que ia ser o maior roubo da história do Brasil”.

O ex-jogador aproveitou para rasgar elogios aos protestos e afirmou estar orgulhoso dos atos pacíficos, condenando também as ações de vandalismo. Confira o texto postado por Romário na íntegra:

“Booooom diiiiia Brasiiiiiil!!! É com muito prazer, satisfação e principalmente orgulho, que venho através desse meu espaço, parabenizar o povo, ou melhor: “O nosso povo Brasileiro”. Pelas manifestações hiper pacíficas, democráticas e legítimas ocorridas ontem, em várias cidades desse nosso pais.Vamos fazer os governantes entenderem definitivamente, que o BRASIL é do BRASILEIRO e não vamos mais tolerar calados, esses absurdos que estão acontecendo. Queremos e exigimos o que é nosso. Basta de sacanagem, roubo, humilhação, falcatruas e principalmente, falta de atitude e seriedade política e social. Detalhe: Não podemos deixar ,que essas manifestações maravilhosas de ontem, sejam maculadas por atos intempestivos de algumas pessoas. Inclusive não concordo e desaprovo totalmente. Esses atos de vandalismo não sujar a magnitude e a importância dos acontecimentos de ontem. O que vem acontecendo de ruim e negativo com nossa Educação, Saúde, Acessibilidade(principalmente para as pessoas com deficiência e nossos idosos) e etc… não se pode mais passar em branco. QUEREMOS RESPEITE E VAMOS CONTINUAR COM CERTEZA EXIGINDO NOSSOS DIREITOS!!! Parabéns Brasil! SOU BRASILEEEEIRO, COM MUITO ORGULHO, COM MUITO AMOOOOOOOOR!!!”.

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História de vida esportiva de Antonio Jesuíno da Silva (Piolho)

Dimensão Online

esp

Antônio Jesuíno da Silva é seu nome de batismo e Piolho o carinhoso apelido. Nasceu em 1948 numa família de 18 irmãos. Ídolo de Vitória da Conquista começou a jogar bola e pegou o estranho apelido por perturbar o pessoal que ia treinar no Estádio Edvaldo Flores, quando ainda era menino. Começou sua carreira no Humaitá; depois jogou no Comerciário (ainda no futebol amador) e estreou no profissional no Conquista de Zé Maria, que o havia revelado. Em seguida foi para o Vitória em 1973 e para o Bahia em 1974.

O jogador teve ainda uma passagem pelo Atlético de Alagoinhas, Fluminense de Feira e Leônico, encerrando sua carreira em 1976 no clube que o lançou: Humaitá. Piolho, com suas arrancadas e seus gols, encantava a torcida de sua cidade natal e de outros clubes, como o Cruzeiro de Belo horizonte, que uma vez mandou um representante buscar o jogador em Vitória da Conquista, num jatinho fretado. Mas o jatinho ficou cinco horas parado no aeroporto, para depois voltar sem o passageiro pretendido; atendendo aos apelos de sua mãe Piolho decidiu não abandonar Vitória da Conquista. E, a partir daí, veio a fase ruim. Duas operações para extrair meniscos e várias contusões.

Finalmente, foi emprestado ao Vitória de Salvador para o Campeonato Baiano de 73, mas jogou poucas vezes. Depois passou para o Bahia, substituindo Picolé, que foi dispensado pelo clube por ser muito dispendioso. Piolho foi titular até se machucar e o time contratou Mickey, que ficou no seu lugar. Mas na final quem se machucou foi Mickey e Piolho entrou para ganhar o campeonato, marcando o gol do título.

O gol “escrito” :: LEIA MAIS »

História de Minotauro será exibida nos cinemas

Ibahia

A história do lutador Rodrigo Minotouro vai ganhar as telas de cinema. A vida do baiano será transformada em documentário, intitulado “Minotauro, a Vida do Lendário Lutador Antônio Rodrigo Nogueira”.

Aos 36 anos e com 42 lutas de MMA na carreira, o lutador segue os passos de seu amigo Anderson Silva, que lançou no início deste ano o documentário “Como Água”, que retratou a preparação para a primeira luta de Spider contra o americano Chael Sonnen, em 2010 e José Aldo, que ganhou um filme que conta sua vida.

Rodrigo Minotauro não luta desde dezembro, quando foi finalizado pelo americano Frank Mir no UFC 140, no Canadá. Após a luta Minotauro cancelou o desafio contra o francês Cheick kongo por conta de uma lesão.

Com sede de taças, Vasco tenta reescrever a história na Sul-Americana

Terra

Até a temporada de 2011, eram oito anos sem títulos. Se você quiser levar em conta apenas conquistas nacionais, era preciso voltar até 2000. Por essa sede, o Vasco, campeão da Copa do Brasil e franco-atirador na última rodada do Campeonato Brasileiro, quer mais um troféu em seu ano mágico. Por um lugar na final da Copa Sul-Americana, então, a missão aponta para o Estádio Santa Laura, em Santiago. É lá que os vascaínos pegam a Universidad do Chile pela decisão continental às 21h50 (de Brasília) desta quarta.

Mas não é só pela sede de títulos, mas sim em função da possibilidade de continuar a reescrever a história do futebol em 2011. O Vasco, nas mãos de Cristóvão Borges desde o fim de agosto, mantém a fama de equipe insuperável, o que se fortaleceu com as classificações improváveis conquistadas contra o Aurora da Bolívia (8 a 3) e Universitário do Peru (5 a 2), ambas em São Januário. O desafio da vez é mais complicado.

Em seu domínio, o Vasco ficou no empate por 1 a 1 contra a Universidad do Chile na última quarta. Depois de um primeiro tempo convincente, a equipe tentou esfriar a partida e acabou castigada por González aos 33min da etapa final. Por isso, avançar à final requer uma vitória ou placar de igualdade a partir de 2 a 2. A invencibilidade dos chilenos chegou a 30 jogos no último domingo com empate fora de casa contra o Audax Italiano.

Conheça a história de Leandro Prates, baiano que levou ouro no Pan na corrida de rua

Ibahia

Quantas transformações podem acontecer numa vida em 10 anos? É natural que no intervalo de uma década muita coisa mude, que, seja qual for sua atividade, alcance algum avanço. Com Leandro Prates, baiano de Vitória da Conquista e campeão dos 1.500 metros rasos nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, não foi diferente.

Mas, para encontrar o sucesso, ele teve que recomeçar várias vezes. Leandro tem 29 anos e só aos 19 conheceu a corrida de rua. “Era o último ano da escola e fizeram uma competição de 6 quilômetros que eu ganhei”, conta Leandro. Daí em diante foram quase dois anos correndo na rua, provas de 10 e 15 quilômetros, conciliando os treinos com o trabalho numa indústria de alumínio.

Até que, em 2003, veio o convite para treinar em São Paulo, acompanhado de proposta para trabalhar numa indústria de plásticos. Em 2005, durante prova no interior paulista, se sentiu mal e pensou em desistir. Então, outro convite o levou para a equipe Symap de atletismo. O técnico Marco Antônio enxergou potencial para correr distâncias menores. E acertou.

Renda – Mas, em 2006, a equipe perdeu o patrocínio. Leandro resolveu que teria que ter uma fonte de renda fixa para poder continuar competindo. Passou no concurso para Polícia Militar de São Paulo e desde 2009 é o soldado Prates. Atualmente, serve na guarda da Escola de Educação Física da PM,o que facilita sua rotina de treinos. “Trabalho um turno e treino no outro”, diz.

Mais que um título
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Nos pênaltis, Japão faz história, bate EUA e conquista Mundial feminino

Terra

Na condição de azarão desde a primeira fase, o Japão conquistou a Copa do Mundo de futebol feminino na tarde deste domingo, em mais uma das zebras que protagonizou no decorrer do torneio. No Estádio de Frankfurt, as asiáticas venceram o time dos Estados Unidos, bicampeão mundial, após estarem atrás duas vezes no placar. Com o fim da prorrogação em 2 a 2, o país oriental fez história com uma vitória de 3 a 1 nos pênaltis.

Vinda do banco de reservas, Alex Morgan fez o que parecia ser o gol do título americano até Miyama empatar, se aproveitando de sequência de falhas da defesa adversária.

A honra de decidir parecia que caberia então a Wambach, que marcou de cabeça aos 9min do primeiro tempo da prorrogação e chegou ao seu décimo-terceiro gol em Mundiais, um a menos que as recordistas Marta e a alemã Birgit Prinz.

Mas o Japão buscou forças e conseguiu igualar mais uma vez aos a três minutos do final, com Sawa, que, com cinco gols em todo o torneio, se tornou artilheira do campeonato.

Nos pênaltis, Boxx e Lloyd desperdiçaram suas cobranças e a goleira Kaihori defendeu a penalidade cobrada por Heath, sendo Wambach a única a converter pelo lado americano.

Dentre as japonesas, apenas Nagasato chutou nas mãos de Hope Solo, mas Miyama, Sakaguchi e Kumagai, precisas, fizeram do Japão campeão mundial pela primeira vez, em um ano difícil para o país, que, em março, passou por um grave terremoto seguido por um tsunami que matou mais de 10 mil pessoas.

Bahia de Feira entra para história como 3º time do interior a ser campeão baiano

A Tarde

Impossível dissociar o ineditismo de uma conquista do impacto que terá para o futuro. O Bahia de Feira que ontem dormiu senhor do estado da Bahia dificilmente fugirá à regra de ser um marco na história do futebol baiano.

São 106 anos de Campeonato Baiano. Iniciado em 1905, a segunda competição de futebol mais antiga do País (apenas o Paulista é anterior – de 1902) é predominantemente dominada pelos clubes da capital.

Fluminense de Feira (duas vezes, em 1963 e 1969) e Colo-Colo (2006) são os integrantes fundadores da ‘Resistência anticapital’ (neste caso, o termo capital tanto serve para falar de Salvador como do poder econômico das agremiações tributárias).

No último domingo, 15, em um tarde histórica, o Tremendão assinou seu documento de filiação ao seleto grupo da resistência.

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Conheça o novo treinador do Vitória da Conquista

Por: Luciano Pina
Fonte: Jogandonoticias

Conheça a história do novo treinador contratado pelo Vitória da Conquista, para o Campeonato Baiano de 2011.

Hugo Sales iniciou no futebol jogando nas categorias de base do Flamengo, clube no qual permaneceu por cinco anos até se profissionalizar. Como jogador, ele ainda atuou por Vitória, Bahia e Sobradinho-DF. Depois que encerrou a carreira de jogador, ele se formou como técnico de mecânica e depois passou a exercer a nova profissão. Hugo tentou deixar a bola, mas a bola não o deixou. Por isso, mesmo trabalhando como técnico de mecânica, ele recebeu um convite para treinar as equipes das categorias de base do Clube dos Empregados da Petrobrás (CEPE).

Daí, o baiano iniciou o sonho de ser treinador profissional e, para se especializar, acabou ingressando na faculdade para estudar educação física, curso no qual se formou. Ele também fez outros três cursos profissionalizantes: psicologia desportiva, treinador de goleiros e marketing.

Hugo então recebeu um convite para retornar ao Rubro-Negro, agora como professor da escolinha. Depois disso, o profissional foi preparador físico da equipe feminina do Botafogo. Logo em seguida surgiu o convite para trabalhar no América carioca, clube no qual ele garantiu certa estabilidade e exerceu diversas funções. O baiano foi técnico das equipes infantil, juvenil e júnior do Mequinha, além de auxiliar técnico do time profissional. :: LEIA MAIS »

O maior nome do futebol conquistense relembra sua trajetória

Fonte: Vitoriadaconquista.com.br
Foto: Eliezer Oliveira

A história de Pena e o futebol é feita de altos e baixos. Infância pobre, pouco estudo, dificuldades para treinar e superação. Este é o enredo da maioria dos atletas da bola, e com Pena não foi diferente. Da época de criança no bairro Kadija até o estrelato no Palmeiras e no Porto ele fez uma longa caminhada, onde “não bastou querer vencer”.

Pena despontou para o futebol no Serrano, em 1991. Clube do coração, que até hoje faz parte da vida do jogador. Ele e seus dois irmãos, que admite, “jogavam bem mais que ele”, venceram o Campeonato Baiano de juniores. Mas como não havia ajuda de custo e os garotos precisavam contribuir nas despesas de casa, Pena e seus irmãos começaram a trabalhar. Mas, em 1992, o Serrano decidiu pagar um salário para o jogador. Depois de ser campeão da 2ª divisão do Campeonato Baiano pelo Serrano, a carreira começou a caminhar. Pena atuou no Vitória da Conquista, Rio Branco e foi parar na Suiça.

Mas, do Rio Branco até à Suíça, Pena percorreu um caminho difícil. Nessa época, o jogador conta que conheceu as “falcatruas do futebol”. Antes de se transferir para o Grasshopers Zurich, Pena foi pretendido por um clube coreano. Mas, como o seu passe já havia sido vendido para o time paulista (segundo o atleta, sem que ele soubesse ou recebesse sua perte), Pena teve que esperar uma proposta que agradasse mais o Rio Branco. Foi quando, em 1998, o jogador teve sua primeira passagem pela Europa: “foi uma experiência maravilhosa, uma outra realidade, em um país rico”, conta o atleta. :: LEIA MAIS »

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