A Criptonita até que tentou, mas…
Tribuna da Conquista

Eram pouco mais de 14h30 quando os torcedores aproximadamente 50 torcedores da Torcida Organizada Criptonita entravam no estádio de Pituaçu em Salvador no último domingo. Nove, isso mesmo, nove torcedores do alviverde desceram com a faixa da Criptonita para colocar nos alambrados onde o grupo ficaria para torcer pelo Bode e também deixar pronta a grande camisa do time, que até então buscava uma vaga nas semifinais do Baianão 2011.
As outras pessoas que viajaram para Salvador foram se acomodando nas arquibancadas, dividida com a torcida do Bahia por policiais militares. Minutos antes do jogo a apreensão deu lugar a euforia e o som que ecoava nas arquibancadas eram da torcida alviverde. Isso durou até os cinco minutos do primeiro tempo quando o atacante Felipe Adão cabeceou na trave.
A partir daí foi apreensão e triste. Aos 30 do segundo tempo, já com o resultado praticamente definido a torcida começou a recolher a bandeira, a camisa e alguns nem aguardaram o fim do jogo.
Sim. Era verdade. A síndrome do(s) Bahia(s) não foi espantada. Em quatro jogos no Campeonato Baiano de 2011, foram três derrotas, duas por goleada, e um empate apenas contra o Bahia, de Salvador, dentro do Lomantão. Agora é economizar a garganta e torcer para o time na Série D do Brasileiro 2011.










