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:: ‘Seleção Brasileira’

Brasil perde para Peru e cai na 1ª fase da Copa América

Terra

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A lista de vexames da Seleção Brasileira cresce a cada competição disputada. A vergonha da vez é a eliminação na primeira fase da Copa América Centenário, nos Estados Unidos, que veio com a derrota deste domingo, diante do Peru, por 1 a 0, em Boston, com um erro de arbitragem, que validou gol de mão da seleção peruana. O resultado deixou a Seleção de Dunga em terceiro no Grupo B, com quatro pontos, atrás dos próprios peruanos e do Equador.

Para dar mais requintes de crueldade, o Brasil não perdia para o Peru desde 1985. Já uma eliminação em primeira fase de Copa América não acontecia desde 1987. A campanha de 2016 consegue ser pior que a de 2015, também sob o comando de Dunga, quando o Brasil caiu nos pênaltis para o Paraguai nas quartas de final. Nos Estados Unidos, além de perder para o Peru, o Brasil empatou com o Equador e aplicou 7 a 1 no Haiti. Em vão.

Confira os resultados
Paraguai 0 x 1 Estados Unidos
Colombia 2 x 3 Costa Rica
Haiti 0 x 4 Equador
Peru 1 x 0 Brasil
Hoje
21:00
Venezuela x México
Uruguai x Jamaica

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Dunga não dá pistas do substituto de Casemiro em treinamento do Brasil

Gazeta Esportiva

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A escalação da Seleção Brasileira para a última rodada do grupo B da Copa América continua indefinida. Sem poder contar com o suspenso Casemiro, o técnico Dunga não deus pistas do que pretende fazer diante do Peru, no domingo, no treinamento que comandou nesta sexta-feira na Universidade de Harvard.

A movimentação foi leve e realizada em campo reduzido, com jogadores como o lateral direito Daniel Alves e os meio-campistas Elias e Renato Augusto preservados (o trio realizou apenas trabalho físico). Também houve atividade de finalizações.

A tendência, contudo, é que o volante Walace seja o substituto de Casemiro. O jogador do Grêmio foi chamado às pressas para o torneio, já que Luiz Gustavo pediu dispensa. Uma opção mais ofensiva para a vaga seria deixar Elias e Renato Augusto na contenção do meio-campo e utilizar Lucas Lima como armador central.

É possível que a Seleção tenha outras novidades diante dos peruanos. Uma delas parece quase certa – o retorno do zagueiro Miranda, livre de dores musculares, no lugar de Marquinhos. No ataque, Gabriel agradou na goleada por 7 a 1 sobre o Haiti e briga por um espaço.

Dunga é o técnico com maior salário da Copa América

Globo Esportes

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O site “Finance Football” divulgou uma pesquisa que coloca Dunga como o dono do maior salário entre os 16 técnicos na Copa América Centenário. Segundo o levantamento, o técnico da seleção brasileira recebe € 225 mil (R$ 865,6 mil) por mês e fica logo à frente do alemão Jürgen Klinsmann, que comanda os Estados Unidos, com vencimentos mensais de € 191,6 mil (R$ 736,9 mil).

Os outros técnicos encontram-se em outro patamar. Tata Martino, da Argentina, e Ramón Díaz, do Paraguai, estão empatados na terceira posição da lista, com salários de € 150 mil (R$ 577 mil) por mês. Ex-treinador do São Paulo, Juan Carlos Osório, do México, tem o nono maior vencimento: € 87,5 mil (R$ 336,6 mil).

Do outro lado da relação, Oscar Ramírez, da Costa Rica, é quem menos recebe (€ 16,6 mil), atrás de Baldivieso, da Bolívia (€ 17,9 mil), e Marc Collar, do Haiti (€ 18 mil). Winfried Schäfer (Jamaica), Hernán Darío Gómez (Panamá), Noel Sanvicente (Venezuela) são outros treinadores com vencimentos abaixo dos € 500 mil (R$ 1,9 milhão) anuais.

Pesquisa aponta Brasil e México como líderes no quesito “fanatismo”

Gazeta Esportiva

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Uma pesquisa encomendada pela MasterCard em virtude do início da Copa América Centenário procurou apontar alguns dos comportamentos do torcedor latino-americano em relação ao futebol. A amostra foi realizada em seis países: Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México e Peru.

Os números mais expressivos dizem respeito à divisão do tempo do torcedor entre seu time ou seleção e suas tarefas diárias. Do total dos entrevistados, 70% disse afirmou não se importar em assistir a uma partida de futebol no horário de trabalho, e outros 35% consideraram deixar de ir trabalhar ou estudar por conta de um jogo.

O Brasil foi o país com a maior parcela de “fanáticos” (torcedores que não perdem nenhum jogo e se engajam em apoio extremo) entre os pesquisados (13%), ao lado do México. A pesquisa também apontou que 69% dos brasileiros carregam uma bandeira quando vão ao estádio e 31% não saem sem uma camisa do seu time no carro.

Em relação aos hábitos e superstições, mais de 50% dos participantes em geral afirmaram utilizar o uniforme de seu time quando assiste aos jogos e cerca de 43% disseram gritar com os árbitros durante as partidas. Além disso, 1/3 dos entrevistaram dão “instruções” à sua televisão quando assistem às suas equipes e 22% não assiste a um jogo sem um ou mais amuletos da sorte.

Por falar em superstição, os argentinos levam vantagem no quesito em relação aos demais países, com 22% dos torcedores afirmando ter um “ritual” nos dias de jogo e outros 17% assumindo ser supersticioso.

A pesquisa encomendada pela MasterCard, uma das patrocinadoras da Copa América Centenário, foi realizada com 3000 pessoas (500 em cada país), de 20 a 25 de maio. A margem de erro é de 5% para mais ou para menos.

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Quase metade dos ingressos para Brasil na Copa América encalha

MSN

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Horas antes do momento em que o Brasil entrou em campo para vencer sua primeira partida na Copa América Centenário, na quarta-feira, uma pesquisa havia revelado que o interesse das pessoas na Seleção diminuiu consideravelmente.

Para o Insitituo PróPesquisa, 91% dos torcedores estão “pouco interessado ou nada interessados” em acompanhar o time de Dunga.

E foi ainda na quarta que a pesquisa mostrou que nos Estados Unidos a única seleção pentacampeã mundial o desinteresse é o mesmo. Na goleada por 7 a 1 do Brasil sobre o Haiti, pouco mais de 28 mil pessoas estavam presentes no Citrus Bowl, em Orlando. O público decepcionou, principalmente quando comparado com o tamanho do estádio, que abriga até 60 mil torcedores – ou seja, a taxa de ocupação foi de quase 47%.

Na estreia da Seleção contra o Equador, os números foi pouco melhores que na segunda partida. O Rose Bowl, localizado nos subúrbios de Los Angeles, comporta 92 mil fãs. No último sábado, enquanto Brasil e Equador ficaram no 0 a 0, apenas 53 mil marcaram presença. A porcentagem é superior – 57% -, mas ainda está longe do público que a Seleção costumava arrastar.

Somando os dois jogos, 47% dos ingressos não foram vendidos.

Em um país como os Estados Unidos, onde muitos brasileiros decidiram seguir a vida, a expectativa era de que os estádios estivessem cheios – ou com mais torcedores do que se tem visto até então.

A próxima chance para a Seleção voltar a atrair seus fãs é no próximo domingo. Em Foxborough, nordeste dos EUA, o Brasil enfrenta o Peru no confronto decisivo para definir a classifciação do grupo B. O Gillette Stadium, casa do New England Patriots na NFL, recebe até 68 mil pessoas – número que pode ser reduzido em partidas de futebol. Resta agora saber se a goleada sobre o Haiti ajudará na popularidade do Brasil.

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Brasil faz 7 a 1 no Haiti e se redime na Copa América

Terra

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O Brasil fez o que se esperava nessa quarta-feira e goleou o Haiti por 7 a 1, no estádio Citrus Bowl, em Orlando. O placar, icônico por conta do vexame da Seleção para a Alemanha na Copa do Mundo de 2014, garantiu a primeira vitória do time canarinho no Grupo B da Copa América Centenário. Na estreia, a equipe não teve uma atuação de destaque e empatou por 0 a 0 com o Equador.

Antes do jogo ter início, a torcida brasileira deu mostra da insatisfação com o time e vaiou o técnico Dunga no anúncio da escalação. Mais uma vez escalada sem nenhum remanescente do 7 a 1 da Copa do Mundo, a Seleção foi muito superior ao adversário e fez três gols no primeiro tempo, com Philippe Coutinho (duas vezes) e Renato Augusto. Gabigol, Lucas Lima, Renato Augusto e Coutinho completaram o placar na etapa complementar. Marcelin descontou para o Haiti.

A facilidade em construir a goleada permitiu que Dunga testasse um esquema de caráter mais ofensivo no segundo tempo, com Lucas Lima no lugar de Casemiro. O volante do Real Madrid recebeu o segundo cartão amarelo no duelo e será desfalque na próxima rodada. Após levar o gol, contudo, o treinador teve mais cautela e trocou Elias por Walace, que possui características mais defensivas.

O Brasil jogará pela classificação no próximo domingo, contra o Peru, às 19h30 (de Brasília), em Foxborough. Apesar da vitória confortável diante do Haiti, o time terá de vencer o rival sul-americano para garantir a vaga nas quartas de final sem depender de outros resultados. O outro jogo do grupo, entre Equador e Haiti, está marcado para as 19h30, em Nova Jersey.

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Seleção pronta para jogo contra o Haiti

CBF

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A Seleção Brasileira encerrou a preparação para o jogo contra o Haiti com um treinamento tático na Universidade da Flórida. Dunga e o assistente técnico Andrey Lopes repetiram inúmera vezes as jogadas ensaiadas, tanto de ataque como defensivas, já de olho no estilo de jogo que o adversário poderá apresentar.

Antes do treino, os jogadores fizeram o trabalho físico sob a orientação dos preparadores Fábio Masheredjian e Ânderson Paixão.

Em seguida ao tático, houve o tradicional jogo de dois toques. Elias foi o destaque, com três gols na vitória do seu time (de colete azul) sobre o time de preto por 6 a 3.

Para fechar o treino, um grupo de jogadores se exercitou em cobranças de faltas, exatamente no momento em que uma forte chuva caiu – serviu até para “refrescar” o calor com umidade que predominava.

Os jogadores continuaram com as suas cobranças.

O zagueiro Miranda treinou separadamente com o preparador físico Ânderson Paixão.

“CBF fez tudo para as pessoas não gostarem da Seleção”, diz jornalista

Globo Esportes

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Após o empate sem gols contra o Equador na estreia da Copa América, a seleção brasileira virou assunto no “Seleção SporTV”. Sem convencer em campo e com poucos nomes de expressão, a equipe de Dunga não empolga o torcedor. Para o jornalista Vitor Birner, a relação mais distante com o público é culpa da CBF, que transformou o time nacional em produto.

– A relação ruim foi criada pela CBF. É muito simples: quando a seleção brasileira foi tri ou tetracampeã do mundo, montava-se uma Seleção porque era necessário mostrar a cultura do futebol brasileiro, fazer um grande time para o mundo poder observar, poder olhar como nós brasileiros jogávamos e pensávamos futebol. Depois, a Seleção passou a ser um objeto de negociação, que por acaso precisava ter um time. Fica muito claro a forma como a CBF conduziu, e aí a gente lembra dos amistosos, passou a ser um objeto comercial. As pessoas não torcem por produtos, torcem por times de futebol – ressaltou o jornalista.

Para Birner, o torcedor não tem mais motivação para torcer pela Seleção. O comentarista citou exemplos de clubes que disputam o Campeonato Brasileiro e vêem seus times desfalcados pela convocação de Dunga, reforçando a falta de empatia entre torcida e equipe.

– Você pensa no torcedor, e ele não tem motivos para gostar da Seleção. O gremista, se o Grêmio não achasse um gol no fim contra a Ponte Preta, iria culpar a Seleção, que tirou jogadores da equipe e nem sequer os usa. O santista quer que a Seleção seja eliminada na primeira fase para ter os seus jogadores de volta. O torcedor são-paulino quer o Ganso no São Paulo. A CBF fez tudo para as pessoas não gostarem da seleção brasileira. Ela é a grande responsável. Eu entendo completamente o torcedor que tem raiva da seleção. Como o torcedor que acompanha seu time, que vive, que vai ao estádio, vai gostar da Seleção? Por que ele vai gostar da seleção brasileira? – refletiu.

A jornalista Mayra Siqueira, da Rádio CBN, destacou a falta de identificação do torcedor com a Seleção como grande problema, a crise e os cortes feitos no grupo que disputa a Copa América são uma ótima oportunidade de, enfim, ser realizada uma renovação.

– O que vejo é que, como nas crises se criam as oportunidades, nessa situação dos cortes, é uma grande oportunidade de fazer uma reformulação de verdade na Seleção. É hora de testar o Marquinhos, o Casemiro, no mínimo ver o que o Ganso pode fazer de diferente, e se não corresponder, pelo menos a tentativa foi feita. Já que o Brasil já partiu do pressuposto que a Copa América não vai ser a sua grande competição do ano, então que seja um grande momento de teste.

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Próximo rival do Brasil, Haiti pode não ser a moleza que se espera

Globo Esportes

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Brasil x Haiti? “Ah, menos de três é vexame”. “Só aceito de quatro pra cima”. Você já deve ter ouvido algo do tipo quando se fala do jogo da próxima quarta-feira, pela Copa América Centenário. Muitos brasileiros ignoram a má fase de sua Seleção, que estreou empatando sem gols com o Equador, e apostam num massacre contra o próximo rival. Podem estar errados…

O Haiti disputou 14 jogos em 2015 e 2016, e só levou três gols uma vez, na derrota por 3 a 1 para a Colômbia. Contra a China, empatou por 2 a 2. De resto, ou conseguiu passar ileso ou sofreu somente um gol. Sinal de que a vida do Brasil não será das mais fáceis.

É verdade que os adversários do Haiti também não eram as maiores potências, mas, na estreia da Copa América, a equipe perdeu só por 1 a 0 para o Peru. No ano passado, os Estados Unidos e a Costa Rica, que chegaram ao mata-mata da última Copa do Mundo no Brasil, também venceram os haitianos por vantagem mínima.

Golear, no caso atual do Brasil, não significa apenas um senso de confirmar superioridade sobre times bem mais modestos. Passou a ser também uma questão importante para a classificação. O primeiro lugar do grupo B ou até mesmo a passagem para as quartas de final poderá ser decidida no saldo de gols

A partida de quarta-feira será disputada às 20h30 (horário de Brasília).

Treino do Brasil tem mistério e lembranças no palco do tetra

MSN

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Treinamento fechado da Seleção Brasileira em Los Angeles. Nos 15 minutos finais em que os profissionais da imprensa tiveram acesso, foi possível acompanhar apenas um rachão descontraído dos jogadores.

Por causa de dores musculares, o zagueiro Miranda segue como dúvida para a partida deste sábado, contra o Equador. O jogador estava em campo utilizando tênis, e não participou da atividade recreativa. Rodrigo Caio e Marquinhos já estão sob alerta, caso Dunga não possa contar com seu titular.

Após o treinamento, Dunga, Gilmar Rinaldi e Taffarel caminharam juntos e posaram para uma foto em dos gols do estádio Rose Bowl. Nas lembranças, o pênalti perdido naquele mesmo lugar por Roberto Baggio, há 22 anos, que rendeu o tetracampeonato mundial ao Brasil.

O Brasil estreia na Copa América Centenário às 23h (de Brasília) deste sábado contra o Equador. Mais cedo, no outro jogo da chave no grupo B, o Haiti enfrenta o Peru, em Seattle.













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