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:: ‘Vasco’

Vasco se reforça com goleiro vice-campeão da Libertadores

Gazeta Esportiva

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O Vasco já tem um novo goleiro para a próxima temporada. Trata-se do uruguaio Martín Silva, que foi vice-campeão da última Copa Libertadores da América com o Olimpia, do Paraguai.

O acerto com Martín Silva, que também interessava ao argentino Boca Juniors, foi selado após longa reunião na segunda-feira. A assinatura do contrato, provavelmente válido por quatro anos, deverá ser realizada ainda nesta terça-feira.

Martín Silva tem 30 anos e iniciou a carreira no Defensor Sporting, do seu país. Ele defendia o Olimpia desde 2011 e integrou a seleção uruguaia na Copa do Mundo de 2010, na Copa América da temporada passada e na Copa das Confederações deste ano.

O Vasco ainda tem outro vice-campeão da Libertadores como alvo para 2014. O volante paraguaio Eduardo Aranda, de 28 anos, está perto de sacramentar a sua saída do Olimpia para o clube brasileiro.

Rebaixamento mantido: STJD rejeita reconsideração sobre ação do Vasco

Globo Esportes

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O presidente do STJD, Flavio Zveiter, rejeitou pela segunda vez a ação do Vasco para obter os pontos por meio de impugnação da partida contra o Atlético-PR, no dia 8 de dezembro, e manteve o rebaixamento do clube para a Série B sem haver julgamento, após o resultado de 5 a 1 no campo. A tendência é que o departamento jurídico dos cariocas acate a decisão, mas ainda cabe recurso no tribunal contra a posição de Zveiter, tomada nesta segunda-feira e confirmada pelo próprio.

– Já encaminhei minha decisão ao tribunal e mantive a decisão – confirmou o presidente do órgão, rapidamente, enquanto acompanhava, na sede do tribunal, o julgamento que envolve a Portuguesa e pode salvar o Fluminense do descenso em caso de condenação lusa.

A cartada cruz-maltina tinha a ver com a briga generalizada na arquibancada da Arena Joinville, que causou interrupção do jogo por 73 minutos, maior do que permitiria o regulamento da CBF. Sendo assim, em teoria, o árbitro Ricardo Marques Ribeiro deveria encerrar o confronto. Além disso, o Vasco ainda reclama que a confusão foi iniciada pela torcida do Furacão e que não havia condições psicológicas nas equipes e até de segurança para a bola continuar rolando.

A única saída, agora, é recorrer em última instância ao STJD, conforme explicou o próprio Zvieter. A tentativa, no entanto, é bastante incomum. O presidente do tribunal havia indeferido o primeiro pedido na quinta-feira passada sob alegação, no despacho, de que o Regulamento Geral das Competições relata que o árbitro pode decidir pela suspensão, mas não é obrigado a fazê-lo. A advogada Luciana Lopes se disse chocada com a atitude e prometeu insistir.

Vasco entra nesta terça com ação para levar pontos de jogo de Joinville

Globo Esportes

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O que era um estudo virou um recurso, e na tarde desta segunda-feira, poucas horas depois de chegar de Joinville, a diretoria do Vasco decidiu entrar com ação no Superior Tribunal de Justiça Desportiva para ganhar os pontos da partida contra o Atlético-PR. Com a bola rolando, o clube paranaense ganhou por 5 a 1. A partida, no entanto, ficou paralisada por mais de 70 minutos, acima do limite máximo permitido para adiamento ou suspensão, segundo Regulamento Geral de Competições da Confederação Brasileira de Futebol – o prazo das diretrizes da CBF fala em 30 minutos de paralisação e mais 30 de acréscimo. O Vasco vai tentar provar que o clube causador da paralisação – no caso, o Atlético-PR – era responsável pela segurança do jogo. Sendo assim, seria declarado perdedor pelo placar de 3 a 0.

O vice-presidente de futebol do Vasco, Ercolino de Luca, confirmou que o recurso vascaíno será apresentado nesta terça-feira no tribunal desportivo. – Vamos tentar entrar com o recurso. Está dentro da lei, do artigo que diz o limite para acréscimo. O clube tentou que a partida não reiniciasse, mas o árbitro foi pressionado a continuar o jogo – diz o dirigente, referindo-se a ações de dirigentes do Atlético-PR e da CBF. – Ele não queria voltar com a partida. Disse que poderia ser responsabilizado pelo que acontecesse.

O diretor jurídico do Vasco, Gustavo Pinheiro, aguardou apenas o retorno do presidente Roberto Dinamite de Curitiba, e a estratégia foi aprovada depois de poucos telefonemas entre a cúpula do futebol. O mandatário vascaíno assinou o recurso, e o clube entra nesta terça-feira com a ação no STJD, ainda dentro do prazo de 48 horas após a partida.

No artigo 21 do regulamento de competições da CBF, entre os motivos previstos para uma partida ser adiada, interrompida ou suspensa estão: “falta de garantia”, “conflitos ou distúrbios graves, no campo ou no estádio”, “procedimento contrário à disciplina por parte dos componentes do clubes e/ou de suas torcidas” e ainda “ocorrência extraordinária que represente uma situação de comoção incompatível com a realização ou continuidade da partida”. No parágrafo único, as diretrizes da CBF preveem que o jogo interrompido pode ser suspenso se a causa da paralisação não acabar em 30 minutos, com possibilidade de acréscimo de mais 30 minutos, caso o árbitro entenda que o motivo da paralisação será resolvido.

A partida entre Atlético-PR e Vasco foi paralisada aos 17 minutos do primeiro tempo, quando o time carioca perdia por 1 a 0. A briga entre torcidas organizadas na arquibancada e os atendimentos de feridos paralisaram o jogo por 73 minutos, diz o árbitro na súmula da partida. Treze minutos a mais do que o previsto no regulamento da competição. O texto diz que o árbitro pode, “a seu critério”, suspender o jogo mesmo que o chefe de segurança ofereça garantias.
Paulo Schmitt, procurador-geral do STJD, diz que é prematuro dizer se o Vasco tem chance de sucesso em sua empreitada.

– Tem que aguardar o protocolo e encaminhamento à Procuradoria para análise. Tentar rediscutir resultado de jogos após o encerramento do campeonato passa a idéia de desespero por tudo o que não se fez dentro dos gramados durante o ano para salvar do rebaixamento, no caso. Mas é precipitado falar sem avaliar os documentos e argumentos dos interessados.

Vasco e Flu cometem mesmas falhas e veem queda iminente; veja 7 erros 23

Uol

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Vasco e Fluminense vivem situação dramática para escapar do rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Os rivais cariocas precisam vencer Atlético-PR e Bahia, respectivamente, no próximo domingo, mas não dependem apenas dos próprios resultados e também necessitam secar os demais concorrentes na última rodada. Curiosamente, Cruzmaltino e Tricolor cometeram falhas idênticas ao longo da competição nacional.

Foram pelo menos sete erros em comum durante a campanha. Desde a troca de técnicos, passando pelas lesões dos principais ídolos e os protestos frequentes das torcidas organizadas nas respectivas sedes. Os times chegam ao último jogo da temporada tentando driblar os conhecidos e repetidos problemas para viabilizarem a permanência na elite do futebol brasileiro. Como pelo menos um dos cariocas será rebaixado, a briga promete ser ainda mais acirrada.

As agremiações já sabem o que representa o descenso e não desejam experimentar o gosto amargo novamente.

Confira abaixo os sete erros semelhantes entre Vasco e Fluminense: :: LEIA MAIS »

Vasco vence o Cruzeiro no Maracanã e mantém vivo o sonho da salvação

Globo Esportes

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A missão, considerada quase impossível, ficou um pouco mais provável depois deste sábado. O Vasco venceu o já campeão Cruzeiro por 2 a 1 no Maracanã e, se ainda não saiu da zona de rebaixamento, conseguiu um resultado fundamental para seguir alimentando o sonho de se livrar da Série B em 2014. Com gols do jovem Thalles e de Edmílson (Paulão descontou), o Cruz-Maltino chegou aos 41 pontos e igualou-se ao 17º colocado, o Coritiba, ficando apenas um ponto atrás do Bahia, primeira equipe fora da zona de degola. Os dois concorrentes entram em campo neste domingo.

A partida teve um momento polêmico no início do segundo tempo, quando o placar indicava 2 a 0. Julio Baptista fala o que parece ser “faz logo outro, p…” diante de Cris. O meia cruzeirense, em entrevista ao SporTV após a partida, disse que foi apenas uma resposta ao zagueiro, que teria pedido a ele para “amaciar”.

A torcida, se não lotou o estádio como na partida contra o Santos, compareceu em bom número e apoiou o time durante todo o jogo (32.988 pagantes, com renda de R$ 667.340). Sofreu por 90 minutos, mas saiu satisfeita com o resultado e esperançosa para a reta final, cantando a plenos pulmões: “Eu acredito”.

– Mais uma vez demonstramos o quanto queremos sair dessa situação. Entendemos as dificuldades e hoje foi totalmente coração dentro de campo. A torcida veio, ajudou e está de parabéns. É dessa energia que precisamos nessa reta final – comentou Pedro Ken.

Na próxima rodada, o Vasco enfrenta o Náutico, também no Maracanã, no domingo. No mesmo dia, o Cruzeiro recebe o Bahia no Mineirão, em resultado que também interessa

Vasco acerta com Adilson Batista em dia de policiamento reforçado

Globo Esportes

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O clima é de tensão e novidade no Vasco. O time retornou aos trabalhos nesta terça-feira, ainda sob pressão dos cruz-maltinos, mas com novo técnico. O Vasco não perdeu muito tempo e acertou a contratação de Adilson Batista. Ele chegou ao Rio de Janeiro na manhã desta terça-feira, acertou contrato com clube e será apresentado às 14h. O acordo é válido somente para as últimas sete rodadas do Campeonato Brasileiro, em substituição a Dorival Júnior, demitido na noite da última segunda.

– Resolvi tudo com o Vasco de Porto Alegre, mas Adilson já está no Rio. O contrato é até o fim do ano – confirmou o empresário do jogador Jorge Machado.

Adilson Batista está neste momento em São Januário, onde conversa com integrantes da diretoria enquanto a equipe treina sob o comando do auxiliar Jorge Luiz e do fisiologista Daniel Gonçalves, que comandou os exercícios físicos da equipe.

Depois de Gaúcho, Paulo Autuori e Dorival Júnior, Adilson é o quarto técnico do ano no Vasco. Na gestão Dinamite é o décimo terceiro treinador que comanda a equipe. Aos 45 anos, Adilson vinha de dois meses parado. Ele foi demitido do Figueirense e estava sem clube.

Afundado no Z-4 e após 29 jogos, Dorival Júnior é demitido no Vasco

Globo Esportes

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O técnico Dorival Júnior foi demitido nesta noite de segunda-feira pelo Vasco. Após três meses e meio de trabalho, o técnico deixa o clube na 18ª posição, na zona de rebaixamento, com 33 pontos, a sete rodadas do fim do Brasileiro. O nome de Adilson Batista é o favorito para para comandar o time de São Januário nos últimos sete jogos.

Dorival assumiu o time na sétima rodada, após Paulo Autuori pedir demissão. À época, em julho, o Vasco estava em 14º lugar e tinha sete pontos. Dorival comandou o clube em 29 jogos – sendo quatro na Copa do Brasil -, com nove vitórias, oito empates e 12 derrotas – aproveitamento de 40% dos pontos. No retrospecto no Brasileiro, foram 25 jogos, seis vitórias, oito empates e 11 derrotas.

A decisão foi tomada logo após a derrota do Vasco contra a Ponte Preta, quando o time sofreu a virada por 2 a 1 no fim da partida. O treinador já enfrentava resistência interna de dirigentes, mas permanecia no cargo com consentimento do diretor de futebol Ricardo Gomes e do presidente Roberto Dinamite. A multa contratual também segurava o treinador em São Januário. Dorival recebia R$ 450 mil e, na rescisão, tem direito a receber dois salários pela quebra de contrato, que ia até o final de 2014. O clube já deve R$ 750 mil da passagem anterior do treinador pelo clube.

Sem saída, a diretoria do Vasco via na demissão de Dorival uma última atitude para escapar da segunda queda para a Série B em cinco anos – o Vasco foi rebaixado também em 2008. Ao jornal Extra, Dorival disse que saía triste com a situação do clube.

Joel Santana era outro nome analisado, entre outros, como Celso Roth e até Dunga. Mas Joel, que foi bicampeão Carioca, campeão Brasileiro e da Mercosul em São Januário, teria dito que só pegaria o time com pelo menos 10 rodadas antes do fim do Brasileiro. Outro nome avaliado e que chegou a ser contatado foi Caio Júnior. O treinador está na Europa, em roda de estudos e incursões em clubes europeus, mas fez exigências de trazer três profissionais a tiracolo, o que não agradou a diretoria do Vasco.

Vasco vence, mas Goiás garante vaga na semifinal da Copa do Brasil

Globo Esportes

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O Vasco entrou em campo com os reservas, preocupado com a briga contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. O Goiás apelou para a força máxima, consciente de que chegar ao G-4 não é tarefa fácil e de que o caminho mais fácil para a Taça Libertadores é pela Copa do Brasil. Com uma atuação de muita entrega de seus suplentes, o Cruz-Maltino conseguiu a vitória por 3 a 2, insuficiente para assegurar a classificação para a semifinal da competição, mas importante para reconquistar a confiança de um elenco abalado por um desempenho muito fraco no Brasileirão.

O próximo adversário do Goiás, que conseguira vantagem na partida de ida com placar de 2 a 1, será o Flamengo. O primeiro jogo se realizará já na próxima quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), no Serra Dourada. O Maracanã receberá a partida de volta, no dia 6 de novembro.

O jovem Thalles, uma grata surpresa no comando do ataque, marcou duas vezes no início do jogo, e Willie garantiu a vitória no segundo tempo. O Goiás marcou com Hugo e Amaral, com um gol em cada tempo, ambos com assistência de Walter. O atacante sentiu uma fisgada na coxa direita durante o segundo tempo e virou dúvida para o primeiro jogo contra o Flamengo.

A torcida, que compareceu em bom número na noite desta quinta-feira (36.061 presentes, sendo 29.937 pagantes, com renda de R$ 539.900), empurrou e incentivou durante os 90 minutos. Após o apito final, gritou e aplaudiu o esforço do time.

– O torcedor, quando você dá demonstrações de raça e vontade, sempre entende – afirmou Juninho, lamentando o que definiu como eliminação injusta. – Merecíamos uma sorte melhor.

Vasco encara o Goiás pelas quartas da Copa do Brasil

Agência Brasil

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Em um ano de tantas dificuldades, a Copa do Brasil poderia ser a tábua de salvação para o Vasco, a chance de faturar um título de expressão nacional e de quebra conquistar uma vaga na Copa Libertadores. Mas a situação do clube cruzmaltino é tão crítica no Campeonato Brasileiro que ele não pode se dar ao luxo de se dedicar ao mata-mata. Contra o Goiás, nesta quinta-feira, às 21 horas, no estádio do Maracanã, o Vasco atuará com uma equipe reserva.

Derrotado na ida por 2 a 1, em Goiânia, o time carioca precisa vencer por 1 a 0 ou com diferença de gols superior para avançar às semifinais da Copa do Brasil. No entanto, com o rebaixamento a ameaçar seriamente os vascaínos (17.º lugar, com 33 pontos, no Brasileirão), todos os esforços estão voltados para o jogo crucial contra a Ponte Preta (19.º com 30), no domingo, em Campinas.

Além de utilizar reservas – reforçados pelo meia Juninho Pernambucano -, o técnico Dorival Júnior usará a partida contra o Goiás para fazer uma espécie de audição no gol cruzmaltino. Diogo Silva falhou nos dois gols do Botafogo, no último clássico pelo Brasileirão, e Michel Alves também falha seguidamente nas oportunidades que tem.

No Goiás, mesmo com a vantagem no confronto, o elenco quer manter o mesmo ritmo das últimas partidas, que deram uma sequência de quatro vitórias consecutivas no Brasileirão. “Não podemos apenas nos debruçar em cima do regulamento. Temos que jogar como estamos jogando, aproveitar que estamos em uma sequência muito boa. O time todo está consciente da importância da partida”, disse o goleiro Renan.

Com a braçadeira de capitão, Cris faz seu primeiro gol, e Vasco vence o Flu

Globo Esportes

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Dorival Júnior deu a Cris a responsabilidade de comandar o time em campo. A braçadeira de capitão, que é de Juninho Pernambucano, suspenso, caiu bem no zagueiro nesta quarta-feira. Não só pela representatividade que causa, mas pela sorte que trouxe. O zagueiro, contestado por parte da torcida, fez seu primeiro gol com a camisa do Vasco, o time venceu o Fluminense por 1 a 0, na Ressacada, em Florianópolis, e chegou a quatro jogos seguidos sem derrota no Campeonato Brasileiro – duas vitórias e dois empates.

Em uma rodada com resultados positivos para a maioria dos times da parte de baixo da tabela, os três pontos aliviam em parte o estresse do Vasco. Ainda no Z-4, com 32, ao menos é possível visualizar dias melhores – apenas dois pontos o separam de Flu e Fla, que joga na quinta. Já os tricolores, que chegaram a ficar oito jogos invicto, acumulam agora duas derrotas seguidas, e voltam a ver o rebaixamento bem mais perto do que o G-4.

No primeiro turno, os times foram protagonistas da reabertura do Maracanã para clubes. Desta vez, o clássico foi fora do Rio de Janeiro. A partida foi transferida para Florianópolis – a 1.126 quilômetros do Rio – após punição sofrida pelo Vasco por conta de uma confusão de sua torcida com a do Corinthians em agosto, no Mané Garrincha. No total, 8.245 pessoas estiveram presentes no estádio. A renda foi de R$ 269.470,00.

Mandantes, os cruz-maltinos escolheram o local por conta da logística, já que o time vai enfrentar o Criciúma no domingo, no Heriberto Hülse, às 16h. O Fluminense volta ao Rio de Janeiro para pegar o vice-líder Grêmio, no Maracanã, sábado, 18h30m.













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