Defesa do Bahia já é a terceira pior do campeonato. Falta o cara de ‘pegada’
Correio da Bahia

René reclamou da marcação da equipe no primeiro tempo
“Nosso time foi muito mole”. Desse jeito, logo depois do jogo, o meia Maranhão definiu a derrota de 2×0 contra o Grêmio, domingo. Verdade… Em três jogos na Série A, sete gols sofridos e a marca de terceira pior defesa entre os 20 clubes. Só América-MG (8) e Avaí (10) levaram mais.
Enquanto a torcida suplica por reforços no setor defensivo, o presidente Marcelo Guimarães Filho adiantou que só pensa em um atacante para disputar posição com Souza. O único jeito, então, é se virar com as opções do elenco de 38 jogadores. O problema, porém, é o estilo de cada um.
Marcone e Fahel, titulares com características de saída de bola, possuem a concorrência de Boquita, Diones e Hélder, de perfil similar. Já o colombiano Mosquera, o mais pegador de todos, não agradou nenhum técnico e sequer foi relacionado para o banco de reservas. Ele treina no Fazendão desde 22 de fevereiro.
Na defesa o problema é semelhante. Titi, 28 partidas na temporada, ainda não encontrou o parceiro ideal. Thiego, que volta contra o Atlético Mineiro, Danny Morais e o escorado Nen já tentaram sem sucesso. Isso sem falar em Luizão, que pediu para rescindir o contrato após o estadual. Os recém-chegados Diego Jussani e Paulo Miranda ainda esperam uma oportunidade.









