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Com apoio da OMS, Fifa divulga recomendações para protocolos da volta do futebol

Isto É

A Fifa apresentou nesta sexta-feira um documento com as recomendações médicas com o intuito de facilitar o planejamento da retomada do futebol, assim que governos e autoridades de saúde considerarem o retorno seguro devido à pandemia do novo coronavírus. O material foi desenvolvido em parceria com a Organização Mundial de Saúde (OMS), Uefa, Associação Europeia de Clubes (ECA, na sigla em inglês), FifPro, Fórum Mundial de Ligas e Ligas Europeias.

Os protocolos de avaliação de riscos indicam treinamento individual e em grupo por equipes de futebol, orientações sobre higiene e realização de testes, visando reduzir o risco de propagação da covid-19.

A Fifa compartilhou o documento com as 211 associações membros e as seis confederações continentais. “Os órgãos dirigentes do futebol são incentivados a estabelecer uma ligação com as autoridades de saúde pública relevantes e a realizar uma avaliação abrangente dos riscos para determinar se é seguro prosseguir”, diz o comunicado da Fifa.

“O importante princípio que a retomada das atividades futebolísticas não comprometa a saúde dos indivíduos ou da comunidade. Além disso, o retorno ao jogo deve basear-se em informações objetivas de saúde para garantir que as atividades sejam conduzidas com segurança e não corram o risco de aumentar as taxas locais de transmissão da covid-19”, ressalta.

Plenário pode votar na terça-feira suspensão das dívidas de clubes de futebol durante pandemia

Câmara dos Deputados

O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar na terça-feira (2) o projeto de lei que suspende os pagamentos de dívidas dos clubes de futebol durante o período de calamidade pública relacionada ao novo coronavírus.

Segundo o PL 1013/20, do deputado Hélio Leite (DEM-PA), ficam suspensos parcelamentos de débitos de clubes junto à Receita Federal, à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e ao Banco Central, previstos no Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut).

Devido às medidas de isolamento social e restrições de aglomerações, os jogos dos campeonatos nacionais e estaduais foram suspensos ou ocorreram sem público, diminuindo uma das principais fontes de receita dos clubes.

Fase final da Champions deverá ter só uma cidade como sede

R7

Por motivos de segurança, que evite a disseminação do novo coronavírus, a Uefa estuda a possibilidade de realizar toda a fase final da Liga dos Campeões (Champions League) e da Liga Europa em uma só cidade.

E como Istambul, por meio da organização do futebol turco, tem mostrado pouca disponibilidade e receber os eventos, que ocorrerão com portões fechados, Lisboa disponta como uma candidata, conforme informou o jornal A Bola.

O jornal se baseou em declaração à rede Cadena, do presidente Ángel Torres, do Getafe, clube que se classificou para as oitavas da Liga Europa. As disputas cuja fase ainda não se iniciou seriam, neste caso, realizadas em apenas uma partida. No caso das já iniciadas, seriam completadas com a segunda partida, a de volta.

“A ideia da UEFA passa por jogar o que falta da Champions e da Liga Europa apenas a uma mão e numa cidade, mas nada ainda foi confirmado. A decisão vai ser tomada na reunião do comité executivo, a 17 de junho”, destacou.

A retomada do futebol na Europa tem seguido protocolos de saúde, para se evitar contágio pelo vírus. Países como Alemanha, Dinamarca e Hungira já reiniciaram as competições. Mas, para que a Champions e a Liga Europa sejam encerradas, a Uefa exige que os campeonatos nacionais em andamento sejam finalizados.

Na Liga dos Campeões, faltam 17 partidas, para serem jogadas em cerca de cinco dias. Além destas, o caldendário reserva a final possivelmente para o dia 29 de agosto.

Já estão classificados para as quartas de final o PSG, de Neymar e Mbappé; a Atalanta; o Atlético de Madrid e o RB Leipzig.

As outras equipes já realizaram a partida de volta e jogariam apenas a partida decisiva da fase. São elas: Manchester City x Real Madrid; Bayern Munique x Chelsea; Juventus x Lyon e Barcelona x Napoli.

J-League anuncia retorno do futebol para 4 de julho

Ogol

A J.League, liga profissional de futebol do Japão, anunciou, nesta sexta-feira, as datas para o retorno das competições: 4 de julho para a primeira divisão e 27 de junho para a segunda e terceira divisões.

A princípio, os times vão disputar jogos apenas contra adversários geograficamente mais próximos para diminuir as viagens e riscos de infecção.

O novo calendário deve ser anunciado dia 15 de junho e espera-se que seja possível disputar todas as rodadas sem maiores mudanças no regulamento – até o momento, está confirmado que não vai ter rebaixamento.

O futebol no Japão havia sido interrompido com apenas uma rodada da J1 League disputada, nos dias 22 e 23 de fevereiro. A J2 e a fase de grupos da Copa Levain também só tiveram uma rodada antes da paralisação, enquanto a J3 ainda não tinha começado.

Com a diminuição acentuada do número de casos e mortes, o governo japonês suspendeu o estado de emergência em todas as províncias, autorizando todos os clubes para voltar aos treinos. Há ainda a expectativa, desde que respeitando as regras sanitárias e de distanciamento, que as partidas voltem a ter público ainda no mês de julho.

Clubes espanhóis recebem liberação para treinar com grupos completos

Super Esportes

O futebol espanhol está prestes a dar mais um passo rumo à volta das atividades. Neste sábado, os clubes que disputam La Liga foram notificados de que, a partir da próxima segunda-feira (1), poderão realizar os treinamentos com os elencos completos.

Até o momento, as atividades vinham sendo realizadas em grupos separados, com o objetivo de evitar a aglomeração de jogadores. Agora, as equipes dão início à reta final da preparação para a volta do Campeonato Espanhol.

Clubes e CBF citam PIB e querem linha de crédito do BNDES para o futebol

Uol

Clubes que integram a CNC (Comissão Nacional de Clubes) e CBF discutem um pedido ao governo federal: criar linha de crédito no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para ajudar nas contas em virtude da pandemia do novo coronavírus. A ideia se baseia no impacto gerado pelo futebol no PIB (Produto Interno Bruto) e empregos diretos e indiretos, mas ainda não foi apresentada formalmente em Brasília.

O projeto está tão firme no horizonte dos clubes que foi debatido na mais recente reunião da CNC, quinta-feira.

A alternativa foi sugerida pela própria CBF no início da paralisação do futebol nacional por causa da pandemia do novo coronavírus. O caminho desenhado nos encontros seria viabilizar empréstimos aos clubes por meio do BNDES. A intenção é que os valores sejam repassados por bancos públicos, como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Há resistência de instituições financeiras privadas em relação a empréstimos aos clubes.

Sérgio Sette Câmara, presidente do Atlético-MG, é um dos defensores da ideia. Ele bate na tecla sobre a ajuda há algumas reuniões e também o fez em entrevista recente. O UOL Esporte apurou que torná-la pública foi uma tentativa de reforçar o desejo dos clubes. O trabalho do mandatário mineiro até ganhou apoiadores nos bastidores. Contudo, ainda não se transformou em algo consistente.

Quatro integrantes da Comissão Nacional de Clubes (CNC) revelaram à reportagem que o auxílio sugerido pela CBF ainda não é tratado como uma solicitação unificada, mas começa a ganhar força nos bastidores. Outra intenção é fazer uma associação de clubes. A ideia ainda é incipiente, mas também ganha força nos bastidores. Esse grupo terá como função representar os desejos dos clubes frente ao governo federal e até à própria CBF.

Na última quinta-feira (28), Sette Câmara se manifestou sobre o caso: “O futebol brasileiro está caminhando a passos largos para quebrar. Acreditem se quiser, mas não há perspectiva de volta, não temos receita nenhuma. Esse fato de que tem um atraso ou outro em um clube é irrelevante, porque você vai ter clubes com cinco, seis folhas em atraso. Ilude quem acha que a volta do futebol vai trazer receita. Nós não vamos ter bilheteria, vamos ter despesas, vamos ter que pagar viagem, alimentação, hotel. A ficha não caiu para muitas pessoas, inclusive da imprensa”, disse ao Globoesporte.com.

“Eu venho falando isso há algum tempo, mas é bom colocar as barbas de molho. Quando voltar, sabem que o que vier de receita não é suficiente para pagar as receitas dos clubes”, acrescentou. O cartola atleticano falou ainda sobre a possível criação de uma associação de clubes de futebol com o intuito de defender as equipes na obtenção de receitas com o governo federal.

“O futebol gera receita, impostos, milhares e milhões de postos de trabalho. Ele tem a parte de categoria de base, que dá a possibilidade de milhares de crianças praticarem esporte ao invés de irem por um caminho totalmente fora do que se deve seguir. Cadê os nossos políticos para defender o futebol? Tem um projeto de lei que parece que está andando. Futebol vai precisar de linha de crédito, igual aos artistas, que tiveram aí R$ 3 bilhões. Não adianta tapar o sol com a peneira. Eu podia ficar aqui falando, mas é gravíssimo. Podem nos ajudar, porque todo mundo tem que dar as mãos. É dirigente, jogadores, que ficam achando que vai achar advogado para sair do clube. Ele vai jogar onde.

Clubes temem não ter elenco em forma para as partidas do Campeonato Inglês

MSN

Os clubes que disputam o Campeonato Inglês precisarão ter ao menos 15 jogadores em forma em seu elenco para jogar as partidas restantes do campeonato, assim que a temporada recomeçar. O torneio, interrompido desde março, voltará no dia 17 de junho. Os primeiros jogos serão entre Aston Villa x Sheffield United e Manchester City x Arsenal.

Karren Brady, vice-presidente do West Ham, divulgou novos detalhes da reunião via videoconferência com representantes dos 20 clubes da Premier League. No encontro, todos concordaram em reiniciar a temporada em 17 de junho.

Brady expôs seus temores e preocupações em relação ao reinício do Campeonato Inglês. A vice-presidente do West Ham disse que a última reunião virtual com executivos dos clubes contou com uma longa discussão sobre “o que constitui ter uma equipe adequada o suficiente para competir nos jogos restantes”. A maioria das equipes tem nove partidas por fazer e várias delas estão preocupadas com os jogos nesse contexto de pandemia.

“Existem preocupações óbvias e genuínas sobre o que acontece com o resultado da sua partida se o seu clube tiver vários jogadores com teste positivo para coronavírus e em auto isolamento e, como resultado, você simplesmente não pode colocar seu 11 inicial mais forte”, escreveu Brady em sua coluna no jornal britânico The Sun. “Alguns clubes já me falarem que tiveram jogadores lesionados, exatamente como se estivéssemos em uma pré-temporada normal. E se o técnico de uma equipe testar positivo, como aconteceu com o técnico do Arsenal (Mikel Arteta) em março?”, questionou.

“Bem, desde que o time tenha 15 jogadores saudáveis (incluindo um goleiro) dentro da sua lista de 25 jogadores ou dos seus jovens com menos de 21 anos, você estará apto ter uma equipe em forma o suficiente para cumprir o desafio”, revelou a vice-presidente do West Ham.

Na próxima quinta-feira, os clubes vão discutir, em outra reunião, o que poderá ser feito se as equipes não tiverem 15 jogadores em forma em seu plantel ou se a temporada ainda tiver de ser reduzida, levando em conta a possibilidade de o campeonato não ser retomado ou voltar a ser suspenso devido a um novo aumento nos casos de coronavírus na Grã-Bretanha.

“Nesse caso, (de o torneio ser suspenso) a Premier League está recomendando uma fórmula de pontos por jogo para decidir as posições”, explicou Brady. “Este é um modelo direto pelo qual um número de pontos da equipe é simplesmente dividido pelo número de partidas disputadas”, continuou.

“O número resultante é o número médio de pontos que cada equipe conquistou em cada partida da temporada até agora. E nesse cálculo três equipes serão rebaixadas – que final desolador para a pior temporada da história”, analisou a dirigente do West Ham, um dos times que corre sério risco de rebaixamento, uma vez que está na 16ª posição, fora do grupo de descenso apenas por ter melhor saldo de gols que Bournemouth e Watford.

A temporada da Premier League deve terminar até o final de julho, mais de dois meses depois da data originalmente prevista.

Federação Paulista fecha convênio inédito com Albert Einstein para testes. Treinos podem voltar em junho

Globo Esportes

Um convênio inédito vai permitir que o Hospital Albert Einstein teste todos os jogadores dos dezesseis clubes da Série A1 do Campeonato Paulista. Serão testes novos, recém-adquiridos pelo mais moderno hospital do país e que podem começar a ser feitos ainda na primeira semana de junho. Mas a Federação Paulista evita tratar de datas.

As providências imediatas referem-se a encaminhar o protocolo de saúde para a retomada dos treinos para todos os prefeitos das cidades que têm times na elite do futebol de São Paulo.

Pelo plano de flexibilização do governador João Dória, os treinos só voltariam em julho. Mas existe um trabalho árduo e rígido de proteção dos jogadores nos campos de treino, ao ar livre e sem contatos entre eles. Serão trabalhos individuais que, em teoria, podem proteger os jogadores mais do que ficando em casa. A lembrança sempre de que o único jogador do Grêmio contaminado foi quem não voltou a Porto Alegre e ficou no Rio de Janeiro: Diego Souza.

Se os prefeitos aprovarem o plano de retorno, os testes podem começar a ser feitos entre a primeira e segunda semanas de junho e, neste caso, planejar os jogos para o meio do mês de julho. Melhor não falar em datas, apenas trabalhar para viabilizar o retorno passo a passo. Diferentemente do Rio de Janeiro, os clubes de São Paulo estão todos com os mesmos planos e só retornarão aos treinos quando todos puderem entrar no gramado.

Bahia de Feira aguarda posição da FBF para definir retorno aos treinos

Bahia Notícias

O Bahia de Feira aguarda o posicionamento da Federação Bahiana de Futebol (FBF), em relação ao futuro do Campeonato Baiano, para definir o retorno aos treinos presenciais. Os jogadores do elenco seguem realizando atividades físicas em suas residências com o acompanhamento do departamento de futebol.

“Estamos aguardando a posição da FBF quando o retorna o campeonato. Assim que definir, nós retornaremos”, resumiu o presidente do clube, Jodilton Souza, em entrevista ao Bahia Notícias.

O Baianão foi paralisado em meados de março antes do início da oitava rodada. Faltando duas jornadas para o encerramento da primeira fase, o Tremendão ocupava a terceira colocação com 11 pontos na tabela de classificação.

Além do posicionamento da FBF, a diretoria do Tremendão também espera o aval das autoridades sanitárias de Feira de Santana. De acordo com o último boletim da Secretaria Municipal de Saúde, na noite desta quinta-feira (28), a cidade contabilizou 55 novos casos confirmados do coronavírus no dia. Até o momento as autoridades locais registram o total de 496 pessoas infectadas e 10 óbitos. Ao todo, foram recuperados 157 pacientes.

“Ainda não temos autorização das autoridades. Feira está com índice alto de casos”, finalizou.

Além do campeonato estadual, o Bahia de Feira também vai disputar a Série D do Brasileiro neste ano. A competição ainda não tem data para começar por causa da pandemia. O time feirense foi sorteado no Grupo A6 da Série D, ao lado do conterrâneo Atlético de Alagoinhas, Caldense-MG, Gama, Palmas, Tupynambas-MG, Vila Nova-MG. O último integrante da chave será o vencedor do confronto da preliminar entre Tocantinópolis-TO e Brasiliense.

Clubes brasileiros batem R$ 6 bilhões de receitas em 2019, mas endividamento é maior

O Globo

Com a formulação completa dos balanços financeiros de 2019, foi possível verificar que os 20 principais clubes brasileiros atingiram a marca de R$ 6 bilhões em receitas no ano passado. Ao mesmo tempo, o endividamento líquido do bloco, formado mediante o ranking da CBF, alcançou a marca de R$ 8,3 bilhões. É o que aponta o estudo da consultoria EY.

No dado positivo – a arrecadação -, verificou-se um aumento de 17% em relação a 2018. Mas o endividamento, com viés negativo, cresceu quase na mesma proporção de um ano para outro: 15%. Dos R$ 8,3 bilhões, R$ 3,1 bilhões são com tributos.

A maior arrecadação foi do Flamengo, campeão brasileiro e da Libertadores. Os R$ 950 milhões obtidos em 2019 representam 16% da receita total no Brasil. Verifica-se uma concentração de renda no topo da pirâmide. As cinco maiores receitas representam 50% do total. Além do Flamengo, elas são de Palmeiras (R$ 642 milhões), Grêmio (R$ 459 milhões), Internacional (R$ 441 milhões) e Corinthians (R$ 426 milhões).

O aumento da receita, ao mesmo tempo, não indicou que os clubes controlaram os gastos, já que dez dos 20 principais clubes fecharam 2019 no vermelho: Internacional, Vasco, Atlético-MG, Fluminense, América-MG, Botafogo, Sport, São Paulo, Corinthians e Cruzeiro. Colocando todo o grupo dos 20 principais clubes na balança, o saldo é negativo: déficit de R$ 621 milhões.

Dos R$ 6 bilhões em receita total obtida pelos clubes, R$ 2,3 bilhões são de direitos de transmissão e premiações. Ou seja, 39% refere-se a essa fonte de receita. Nesse item, vale pontuar que as premiações por avanço de fase nas competições são estipuladas conforme o volume do contrato de TV, como é o caso da Libertadores e da Copa do Brasil. O Brasileirão tem premiação pela colocação final. Na distribuição das cotas televisivas, há uma parcela de 30% que é por performance.

Há outra fatia muito relevante das receitas dos clubes: transferências de jogadores. Em 2019, houve um recorde, com arrecadação de R$ 1,6 bilhão – salto de 30% em relação a 2018. Comparando com os R$ 6 bilhões de receita total, a venda de jogadores representou 27%.

Os clubes também conseguiram aumentar a arrecadação com receitas de matchday (dia de jogo). Os R$ 952 milhões representam um crescimento de 20% em relação ao ano anterior. O Flamengo lidera no quesito, com R$ 175 milhões. O Palmeiras teve R$ 108 milhões.

Nas receitas comerciais, no entanto, um dado preocupante: o montante de R$ 712 milhões é 5% menor do que foi obtido em 2017. Em números absolutos, uma retração de R$ 37 milhões. O Palmeiras foi quem mais arrecadou nesse item, com R$ 135 milhões. O Flamengo teve R$ 105 milhões.

Clubes que acabarem com time feminino podem não disputar a Libertadores

Uol

O novo coronavírus mudou completamente a ordem mundial. No esporte, a pandemia bateu firme nas contas dos clubes. Sejam eles grandes, médios ou pequenos, todos tiveram de passar por algum tipo de readequação financeira. A saída encontrada por algumas agremiações para cortar gastos foi enxugar departamentos como as categorias de base ou o futebol feminino. Mas uma medida como essa pode trazer mais prejuízos do que benefícios.

O Regulamento de Licenciamento de Clubes da Conmebol traz no Capítulo IV os critérios esportivos exigidos pela entidade para a participação em campeonatos promovidos pela Conmebol e também pela CBF. Sem a licença, não é possível disputar os principais torneios nacionais e continentais.

O item D01 fala que o solicitante [da licença] deverá ter uma equipe principal feminina ou associar-se a um clube que a tenha. Além disso, deverá ter pelo menos uma categoria juvenil feminina ou associar-se a um clube que a tenha. Em ambos os casos, o solicitante deverá providenciar suporte técnico e todo o equipamento e infraestrutura (campo de jogo para a disputa de jogos e treinamento) necessários para o desenvolvimento de ambas equipes em condições adequadas. Finalmente, é exigido que ambas equipes participem de competições nacionais e/ou regionais autorizadas pela respectiva Associação Membro.

No Brasil, o Atlético-MG desativou as categorias de base do futebol feminino. O clube se defendeu e diz que não acredita em retirada do licenciamento, uma vez que o Regulamento de Licenciamento de Clubes da CBF não prevê a obrigatoriedade de ter categorias de base, já que fala que “o Clube Requerente incentivará o desenvolvimento das categorias de base feminina, e, idealmente, deve ter ao menos 1 (uma) equipe de categoria de base feminina (Sub-20, Sub-17 ou Sub-15) ou manterá acordo de parceria ou associação com um clube que tenha referida equipe estruturada.”.

Para evitar situações desta ordem, a CBF distribuiu quase R$ 4 milhões para os 52 clubes que disputam as Série A1 e A2 do Campeonato Brasileiro feminino. Os 16 times da Série A1 receberam cada um R$ 120 mil. Já os 36 times da Série A2 tiveram direito a R$ 50 mil cada. Para o dirigente do Galo, o valor foi insuficiente.

“A ajuda da CBF foi usada para pagar os salários de março e abril das meninas. Mas é um valor que está longe de cobrir o custo do futebol feminino do Atlético”, reclamou Machado.

Goleiro Rodolfo celebra retorno ao Bahia de Feira: ‘Iremos muito bem na temporada’

Bahia Notícias

Enquanto o futebol brasileiro está paralisado devido a pandemia do coronavírus, o Bahia de Feira segue se reforçando para quando a temporada recomeçar. Após contratar o atacante Kel Baiano, que estava no Fluminense de Feira (lembre aqui), o Tremendão anunciou o retorno do goleiro Rodolfo, que fez parte do elenco vice-campeão baiano em 2019. O jogador, de 36 anos, também chega vindo do rival local.

“Eu estou muito feliz de estar retornando ao Bahia de Feira, sabendo que estou voltando para um grande clube, com uma camisa pesada. (…)Estou entusiasmado, seguro de que iremos muito bem no decorrer da temporada. Realmente, é motivo de muita alegria estar indo para um clube com um suporte tão bom”, celebrou. “Tive uma passagem pelo Bahia de Feira em 2019, quando fomos vice-campeões do Baianão, além de jogar a Série D do Brasileirão. Em seguida, fui disputar uma outra competição no estado do Maranhão. Em 2020, atuei pelo Fluminense de Feira, e, por ter desempenhado um trabalho bem feito, dando resultados na minha função, acredito que despertei interesse mais uma vez da diretoria e da comissão técnica do Tremendão”, detalhou.

Natural de Pedrão, interior da Bahia, Rodolfo atuou no Maranhão após saída do Tremendão no ano passado. Ele começou a carreira no Cruzeiro-RS, passou por clubes como São José-RS, Olaria, Palmas-TO, dentre outros, mas é um velho conhecido do futebol baiano. O arqueiro acumula experiências pelo Ipitanga, Flamengo de Guanambi, Atlético de Alagoinhas, Vitória da Conquista, Juazeirense, além dos dois tricolores de Feira de Santana. Neste ano, defendendo o gol do Touro do Sertão, ele disputou as quatro primeiras partidas do Campeonato Baiano como titular, mas perdeu a vaga entre os 11 para Neto nas últimas rodadas disputadas antes da suspensão quando estourou a infecção da Covid-19 no Brasil.

A Série D do Brasileiro iria começar no início de maio, mas foi adiada devido a pandemia. O Tremendão está no Grupo A6 do campeonato, ao lado do conterrâneo Atlético de Alagoinhas, Caldense-MG, Gama, Palmas, Tupynambas-MG, Vila Nova-MG. O último integrante da chave será o vencedor do confronto da preliminar entre Tocantinópolis-TO e Brasiliense.





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