:: 18/set/2020 . 8:16
Botafogo sai em vantagem no clássico contra o Vasco na Copa do Brasil
Super Esportes

Em um clássico morno, o Botafogo contou com a estrela do jovem Matheus Babi para vencer o Vasco por 1 a 0, na noite desta quinta-feira, no Estádio Nilton Santos (Engenhão), pela partida de ida da quarta fase da Copa do Brasil.
O jogo de volta acontece na próxima quarta-feira, às 21h30, em São Januário. O Botafogo joga pelo empate para chegar às oitavas de final, enquanto o Vasco precisa ganhar por pelo menos dois gols de vantagem. Vitória mínima cruzmaltina leva a decisão da vaga para os pênaltis.
BOTAFOGO
Gatito Fernández; Marcelo Benevenuto, Rafael Forster e Kanu; Kevin (Fernando), Caio Alexandre (Rentería), Honda e Bruno Nazário (Rhuan) e Victor Luis; Kalou e Matheus Babi
Técnico: Paulo Autuori
VASCO
Fernando Miguel; Yago Pikachu, Miranda, Leandro Castan e Henrique; Fellipe Bastos (Bruno Gomes), Marcos Júnior e Benítez (Bruno César); Ygor Catatau (Gabriel Pec), Cano (Ribamar) e Talles Magno
Técnico: Ramon Menezes
Goleada sofrida expõe todos os problemas de um Flamengo sem identidade
Globo Esportes

Qual foi a última vez que o Flamengo teve 37% de posse de bola num jogo? E quando sofreu 21 finalizações, só conseguindo concluir sete vezes?
Pois estes números são apenas um retrato do que foi a goleada de 5 a 0 sofrida para o Independiente del Valle, pela Libertadores. No primeiro grande teste da equipe comandada por Domènec Torrent, o estrago foi considerável e expôs muitos aspectos falhos num projeto ainda em construção, mas que sofre um forte golpe com tal resultado – é como se voltasse muitas casas no tabuleiro.
O Flamengo decepcionou sob muitos pontos de vista: tático, técnico e emocional. Não foi possível ver uma identidade na equipe, uma forma estabelecida de jogar, não importa o adversário. E o preço por isso foi cobrado de forma categórica, contra o primeiro oponente com trabalho mais consistente e qualificado que se teve pela frente.
A altitude sempre será lembrada como um fator que dificulta quem vai a Quito enfrentar os times locais. Comparações com trabalhos anteriores são frequentemente rasas, mas é preciso ressaltar: no começo do ano, o Flamengo empatou com o Del Valle na mesma cidade, sob as mesmas condições, mas com uma atuação completamente diferente.
Não é exigir o nível de maturidade similar ao alcançado à época com Jorge Jesus, mas espera-se um certo nível de competitividade, em qualquer estágio do trabalho.
O Flamengo de Domènec esteve completamente exposto. Começou e terminou o jogo em marcha lenta. Com a bola, não sabia o que fazer. Sem ela, a estratégia proposta funcionou razoavelmente até o primeiro gol. Depois disso, foi por água abaixo. :: LEIA MAIS »
River Plate impõe choque de realidade ao São Paulo no Morumbi
Terra

O River Plate surpreendeu o São Paulo no Morumbi nessa quinta-feira. Não por conseguir um ponto ao empatar por 2 a 2, algo que seria absolutamente natural em condições normais, mas por não dar praticamente nenhum sinal de falta de ritmo após 190 dias sem uma partida oficial.
O clube argentino mostrou ao Tricolor que a estabilidade é um caminho a ser seguido. Marcelo Gallardo é o técnico do River desde o meio de 2014, período em que o São Paulo foi comandado por Muricy Ramalho, Juan Carlos Osorio, Doriva, Edgardo Bauza, Ricardo Gomes, Rogério Ceni, Dorival Júnior, Diego Aguirre, André Jardine, Cuca e Fernando Diniz, sem contar os interinos.
Imagine que a situação fosse inversa: o São Paulo fazendo o seu primeiro jogo após o retorno do futebol contra um River Plate com 13 partidas disputadas e todo o lastro do trabalho de Marcelo Gallardo. Não é absurdo pensar que o resultado seria uma vitória tranquila dos argentinos.
Mesmo no jogo do Morumbi, houve momentos que deixaram a sensação de que o River venceria com facilidade se as duas equipes estivessem em igualdade de condições.
Provavelmente serão vários os analistas a diagnosticarem falta de competitividade do São Paulo nesta partida, mas talvez o problema não tenha sido este. A organização tática do River foi tão grande, tanto nos momentos de apertar a saída de bola quanto nos momentos de esperar o adversário com as linhas mais baixas, que o jogo do Tricolor, que geralmente é intenso, tornou-se moroso.
Toda a instabilidade acumulada faz o clube, agora, correr sério risco de não passar para os mata-matas da Libertadores. O próximo desafio é terça, às 21h30, fora de casa, contra a LDU.








