:: set/2020
‘Podemos evoluir em relação ao tempo de análise do VAR’, diz chefe da arbitragem da CBF
Terra

A atuação do VAR chamou atenção na partida entre Santos e Flamengo, válida pela 6ª rodada do Campeonato Brasileiro, no último domingo. Em duas ocasiões, o árbitro Wilton Pereira Sampaio, que apitou o duelo na Vila Belmiro, precisou do auxílio do vídeo para a checagem de dois gols irregulares do Santos. Somadas as duas intervenções, a bola ficou parada por cerca de 10 minutos.
De acordo com Leonardo Gaciba, chefe de arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o tempo de análise elevado não se enquadra na média das últimas cinco rodadas do campeonato, que, até o momento, é pequena. “Aconteceram dois lances de altíssimo grau de dificuldade. Acredito que possamos evoluir em relação ao tempo de análise da jogada até chegarmos a uma conclusão. Foram lances muito ajustados. Apenas com uma ferramenta muito precisa poderíamos chegar a essa marcação. Durante as cinco primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro, o tempo do VAR não foi muito levado em conta e esse é seu grande sentido. Um jogo com uma demora maior acaba passando essa sensação de que a ferramenta é demorada. No entanto, no bojo do campeonato, as análises estão sendo feitas em um tempo adequado, dentro de uma média internacional”, disse ao Estadão.
O lance gerou comentários contrários à utilização da ferramenta. Cuca, técnico do Santos, chegou a afirmar que o árbitro de vídeo “brincou” no jogo. Dirigentes santistas entraram no gramado da Vila Belmiro no intervalo para cobrar Wilton Pereira Sampaio. Gaciba, por sua vez, afirma que os técnicos da CBF seguem diretrizes internacionais.
“O VAR não afere a distância de impedimento. Ele passa uma linha precisa para dizer se o jogador está ou não adiantado. Uma interpretação de pouco impedido ou não é uma questão de regra do jogo. A CBF segue as normas internacionais. Esse é o padrão da Fifa e da Conmebol para dizer se o jogador está impedido ou não”, explica o chefe de arbitragem.
Prepare-se: no “novo normal” do futebol, 90 minutos de jogo têm sido pouco.
Uol

Oito partidas válidas pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro aconteceram no último fim de semana e mostraram o “novo normal” do futebol, com protocolos de saúde em meio à pandemia do novo coronavírus e uma recomendação atualizada da Fifa sobre o uso da arbitragem de vídeo. Uma das consequências deste mix entre VAR e dez substituições é o aumento da duração dos jogos em dez minutos, em média.
Neste fim de semana, a duração média dos oito jogos foi de 100,1 minutos. A partida mais curta foi a vitória por 1 a 0 do Coritiba sobre o Sport, com 97 minutos de duração (47 no primeiro tempo e 50 no segundo), enquanto a mais longa foi a vitória do Flamengo diante do Santos, na Vila Belmiro, com 106 minutos (56 na etapa inicial e 50 na complementar). Outras três partidas também passaram de 100 minutos.
Dois fatores explicam o “novo normal” que fez o futebol de 90 minutos ser coisa do passado:
O calendário apertado das competições por causa da longa paralisação dificulta a recuperação física dos atletas, então, a Fifa permitiu a realização de cinco substituições de jogadores por time até o fim de julho de 2021. A entidade tenta inibir a perda de tempo durante os jogos com o direito de apenas três pausas, mas em campo o cumprimento à regra tem sido relativo.
Em junho, o livro de regras da Fifa trouxe uma nova recomendação para uso do VAR. A orientação, agora, é que o árbitro use com mais frequência a ARA, a área de revisão onde fica o monitor no campo, em lances interpretativos e também factuais, como impedimentos ou se a bola entrou ou não. A ideia é mostrar que o árbitro de campo que decide, não o de vídeo.
Como mostrou o UOL Esporte, o fim de semana foi cheio de polêmicas em relação ao VAR. No sábado (29), o Botafogo teve dois gols anulados na derrota por 2 a 0 para o Inter: um por impedimento, em lance factual que não teve a presença do árbitro Thiago Duarte na beira do gramado, e outro subjetivo, em que o juiz foi ao monitor e notou falta no meio do campo antes de o gol ocorrer.
Ao fim do jogo, o goleiro botafoguense Gatito chutou o monitor da beira do gramado em sinal de revolta.
Já no domingo, na vitória do Flamengo por 1 a 0 sobre o Santos, a reclamação foi do time da Vila Belmiro, que teve dois gols anulados que levaram mais de dez minutos para serem revisados. No primeiro, um impedimento factual, o árbitro de campo Wilton Pereira Sampaio optou por esperar a percepção dos profissionais do VAR, que viram Raniel adiantado. No segundo, o juiz foi até o monitor observar se houve interferência de Jobson, impedido, que não tocou na bola que entrou direto em falta cobrada por Marinho. Ele entendeu que sim, mas demorou seis minutos, o que causou revolta do técnico Cuca.
Gol mais rápido da história do Brasileirão Feminino marca vitória do Corinthians sobre o Flamengo
Globo Esportes

O Corinthians foi até o Rio de Janeiro vencer o Flamengo por 3 a 1, em jogo válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. Os 90 minutos foram de controle corintiano, que acelerou o jogo quando precisava e soube jogar com o placar a seu favor. Os três gols da partida foram marcados no primeiro tempo. O Timão abriu dois de vantagem com Vic Albuquerque, aos 14 SEGUNDOS, e Adriano, no minuto nove. O Flamengo diminuiu com Jayanne aos dez minutos, mas o Corinthians ampliou de novo com belo chute de Andressinha, aos 27 minutos.
O jogo desta segunda-feira foi marcado pelo gol mais rápido da história do Campeonato Brasileiro Feminino. Vic Albuquerque, atacante do Timão, foi rápida para roubar a bola na entrada da área e finalizar forte de direita. O chute forte ainda contou com a ajuda da goleira Kaká para entrar. Foram precisos 14 segundos para sair o primeiro gol.
Com a vitória, o Timão sobe para a segunda colocação do campeonato, com os mesmos 17 pontos do líder Santos. Já o Flamengo continua na beira da zona de rebaixamento, na 12ª colocação, com sete pontos em seis jogos. O Corinthians volta a campo na próxima segunda-feira, para encarar o Cruzeiro, em São Paulo. O Flamengo vai até a Arena da Amazônia enfrentar o Iranduba, no domingo.
Em busca do G-4, Vitória duela com o Confiança em Aracaju
Bahia Notícias

O Vitória está invicto na Série B, mas isso ainda não foi suficiente para a equipe ficar no G-4. O Leão venceu duas partidas e empatou quatro. Para manter a invencibilidade e se firmar no pelotão de frente, o time rubro-negro pega o Confiança nesta terça-feira (1º), às 21h30, no Batistão, em Aracaju, pela sétima rodada.
Comandado pelo técnico Bruno Pivetti, o Vitória tem três desfalques para o duelo: Maurício Ramos, Rafael Carioca e Fernando Neto. Os dois primeiros estão com problemas musculares, enquanto o último se queixou de dores no quadril. Já Thiago Carleto está de volta ao time após se recuperar de um desconforto na coxa.
Substituto de Maurício Ramos, Wallace irá fazer sua primeira partida como titular. Ele admitiu que ainda precisa melhorar a parte física.
“Primeiro passo é a questão física. Não estou 100% ainda. Passa também pelo ritmo de jogo, pelo tempo que fiquei sem jogar. Mas a gente vai se adaptando. Os companheiros têm ajudado. Pouco a pouco, a gente vai se adequando. Mas, de todas as dificuldades, acho que os atacantes do Confiança serão a maior dificuldade no jogo”, afirmou.
Assim como o Vitória, o Confiança também tem desfalques para o jogo. O volante Amaral e o meia Reis estão suspensos, após acumularem três cartões amarelos. Já o goleiro Rafael sofreu um problema no tendão de aquiles e será substituído por Jean.
Diagnosticado com Covid-19 na semana passada, o técncio Matheus Costa segue de fora do comando do Confiança. O auxiliar Zé Carlos continuará dirigindo o time.
Jogos
Ontem
Guarani-SP 1 x 1 Oeste-SP
Hoje
17:00
Botafogo-SP x Cuiabá-MT
19:15
Paraná-PR x Ponte Preta-SP
20:30
Chapecoense-SC x Juventude-RS
21:30
Náutico-PE x Figueirense-SC
Confiança-SE x Vitória-BA
Quarta
16:30
América-MG x CSA-AL
Avaí-SC x Operário-PR
19:00
CRB-AL x Sampaio Corrêa-MA
21:30
Brasil-RS x Cruzeiro-MG








