:: abr/2021
Atlético e América fazem clássico que vale a liderança do Mineiro
Super Esportes

Atlético e América disputam a liderança do Campeonato Mineiro neste domingo, às 16h, no Mineirão, em clássico válido pela 7ª rodada. Ambos têm 15 pontos em seis jogos, mas o Galo leva vantagem e é o atual primeiro colocado graças ao saldo de gols melhor que o do Coelho: 12 a 4.
Apesar de ter ‘direito’ ao empate no duelo para seguir na ponta do Estadual, o Atlético quer um triunfo a qualquer custo para apagar a má impressão deixada pela derrota por 2 a 1 para a Caldense, quinta-feira, em Poços de Caldas. O resultado no Sul de Minas fez cair a invencibilidade do clube na disputa.
O único tropeço do América no Mineiro também foi para a Caldense, por 1 a 0, no Independência, pela quarta rodada. Mas, diferentemente do rival, o Coelho chega ao clássico animado pelas vitórias sobre Cruzeiro (1 a 0) e Uberlândia (2 a 1).
Próximos Jogos
Hoje
11:00
Boa Esporte-MG x Cruzeiro
Uberlândia-MG x Patrocinense-MG
15:30
Pouso Alegre x Caldense-MG
16:00
Tombense-MG x Athletic
Atlético-MG x América-MG
URT-MG x Coimbra
Bahia volta a oscilar, perde para o Fortaleza e deixa classificação para última rodada
Atarde

A gangorra tricolor continua como uma marca do time nesse começo de temporada. Ontem, contra o Fortaleza, o Esquadrão seguiu o roteiro de alternar boas e más atuações, e deixou a desejar na derrota por 2 a 1. O resultado na Arena Castelão, em jogo da sétima rodada da Copa do Nordeste, faz o Tricolor adiar para a última rodada a classificação ao mata-mata.
O Bahia está na terceira posição, com dez pontos. A última rodada da primeira fase será no próximo sábado, e o adversário do Esquadrão será o ABC, no Estádio de Pituaçu.
Outros resultados
Sport 0 x 4 Ceará
ABC 1 x 1 Sampaio Corrêa-MA
CSA 2 x 2 4 de Julho-PI
Grêmio vence o Inter no fim, assume liderança e mantém invencibilidade de 7 anos na Arena
Terra

O clássico Gre-Nal de número 430 da história não foi dos mais emocionantes, mas o Grêmio conseguiu manter a hegemonia diante do Internacional em sua casa, a Arena do Grêmio, em Porto Alegre. Neste sábado, em partida válida pela nona rodada da primeira fase do Campeonato Gaúcho, o time tricolor venceu pelo placar de 1 a 0. O único gol do jogo foi marcado no final do segundo tempo por Léo Chú, em um chute de curva e que morreu no ângulo do goleiro Marcelo Lomba.
Além de assumir a liderança, empatando em número de pontos com o rival (17), mas ficando na frente nos critérios de desempate, o Grêmio deu um verdadeiro “presente de grego” para o Internacional, que faz 112 anos neste domingo. Isso porque o time colorado não conseguiu se classificar com antecedência para as quartas de final e segue sem vencer na casa do adversário há sete anos. De lá para cá são sete vitórias tricolores e oito empates.
A nona rodada do Campeonato Gaúcho terá sequência nos próximos dias. Neste domingo, São José e São Luiz se enfrentam no estádio Francisco Novello, em Porto Alegre. Na segunda-feira, destaques para os clássicos entre Brasil-RS x Pelotas, em Pelotas (RS), e Caxias x Juventude, em Caxias do Sul (RS). O dia ainda tem Aimoré x Novo Hamburgo, em São Leopoldo (RS).
A rodada só será finalizada na próxima sexta-feira, quando o Esportivo recebe o Ypiranga, em Bento Gonçalves (RS). Um dia depois, Caxias e Grêmio se enfrentam no estádio Centenário, em Caxias do Sul, em partida atrasada da primeira rodada.
Já o Internacional ainda não tem data marcada para voltar a campo no Estadual. Isso porque a 10.ª rodada, na qual a equipe enfrenta o Aimoré, ainda não teve a tabela desmembrada.
Vasco vence o Bangu e se aproxima do G-4 do Carioca
Super Esportes

A estratégia deu certo. A garotada segurou a bronca. Com um time recheado de jogadores da base, o Vasco venceu o Bangu de virada por 4 a 2, neste sábado, no Raulino de Oliveira, pela 8ª rodada do Campeonato Carioca. O técnico Marcelo Cabo optou por poupar atletas mais experientes, como Leandro Castán, Marquinhos Gabriel e Cano, de olho na Copa do Brasil. O Gigante da Colina encara a Tombense, nesta quarta-feira, em Tombos, às 21h30.
O nome da vitória vascaína foi o atacante Tiago Reis, que marcou três gols. Riquelme, que fez sua estreia no profissional, deu uma assistência.
Além de poupar para a Copa do Brasil, o Vasco conseguiu um resultado importante na briga pelo G-4, grupo que vai para as semifinais do Carioca. O Gigante da Colina conquistou a segunda vitória no torneio e agora tem dez pontos, na sétima colocação, com um ponto a menos do que o Madureira, quarto colocado. Na próxima rodada do Carioca, o Vasco faz o clássico com o Flamengo. A data ainda não está confirmada (será dia 13 ou 14).
O Bangu continua com cinco pontos e na 11ª colocação. Na próxima rodada, encara a Portuguesa. A data também ainda não está confirmada. O jogo será no dia 10 ou no dia 11.
Marielson Alves Silva apita duelo entre Bahia e Atlético de Alagoinhas
Bahia Notícias

A Federação Bahiana de Futebol sorteou o árbitro Marielson Alves Silva para comandar o jogo entre Bahia e Atlético de Alagoinhas neste domingo (4), em Pituaçu, pela sétima rodada do Campeonato Baiano.
O árbitro será auxiliado por Elicarlos Franco de Oliveira e Marcos Welb Rocha de Amorim.
Com seis pontos em seis partidas, o Tricolor está na sétima posição do estadual. Já o Carcará é o vice-líder, com 12 pontos.
Jodilton Souza explica confirmação do Bahia de Feira na Série D 2021
Diplomata News

Se antes o Bahia de Feira estava pensando em desistir da Série D 2021 por causa de inconsistências no orçamento, agora o clube confirmou sua participação na quarta divisão do futebol nacional após algumas reuniões durante a semana. Com os grupos já definidos desde a semana passada e o curto prazo para apresentar a desistência a cúpula do tremendão decidiu fazer o esforço de participar do certame mesmo com as dificuldades financeiras, e para isso o clube pensa em usar os jogadores das divisões de base e buscar acordos com atletas experientes do elenco que tenham interesse pelo projeto e estejam dispostos a reduzir o salário. É o que garantiu o presidente Jodilton Souza em entrevista à Rádio Sociedade News de Feira de Santana.
“Na verdade a gente tem aqui um número considerável de atletas da base que tem potencial de se tornarem grandes jogadores profissionais no futuro e não queremos deixá-los parados por 6 ou 8 meses aí no CT, ou até perdê-los. Por isso, mesmo com as dificuldades, vamos fazer um esforço aí para participar da Série D que também vai ser uma grande vitrine para eles”, explicou Jodilton que também pensa em manter alguns dos jogadores experientes que há no elenco.
“Minha vontade é de manter a maioria dos experientes. Temos uma espinha dorsal e não queremos perdê-la. Mas para que ocorra essa manutenção vamos buscar acordos de redução salarial para não extrapolarmos o nosso orçamento que vai sofrer uma redução também. Por exemplo, nosso treinador Oliveira Canindé é um profissional que eu gosto e que vejo que acredita no projeto, mas o salário dele é do patamar dos técnicos de clubes médios do Nordeste: Botafogo-PB, Treze, ABC, enfim. Teremos que conversar sobre isso”, revelou o presidente.
Ele ainda contou à reportagem que recebeu ligação do vice-presidente da CBF Ednaldo Rodrigues, que já foi presidente da FBF também, que o incentivou a participar. “Ednaldo me ligou e me deu apoio para participar da Série D. Ele falou da importância que tem o Bahia de Feira para a competição. Ricardo Lima também me procurou para dar a opinião dele sobre o assunto”, disse Jodilton.
EXPECTATIVA
“Em 2004 o Santos estava em uma crise financeira terrível e decidiu jogar o Campeonato Brasileiro com a base. E na época subiram alguns meninos como Robinho, Diego, Léo e muitos outros e o time acabou campeão. Então é com este espírito que queremos entrar na Série D, confiamos muito nestes meninos que estão aí e o Oliveira Canindé é um técnico que sabe trabalhar com a base. Com certeza se ele aceitar permanecer vamos ser muito felizes na Série D. Mas o objetivo agora é alcançar aí as três primeiras posições no Baiano para chegar na Copa do Brasil do ano que vem”, finalizou Jodilton.
Brasileiros ficam frustrados com proibição de estrangeiros nos Jogos de Tóquio-2020
Correio

Giscard Stephanou, de 46 anos, estava animado para ir à sua segunda Olimpíada. Ele ficou frustrado com o veto do Comitê Organizador dos Jogos de Tóquio-2020 em relação à entrada de torcedores do exterior como forma de conter a disseminação da covid-19 no Japão. No entanto, entendeu a decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI).
“Tendo em vista essa questão sanitária, acho que foi uma decisão correta. A maior parte das pessoas estaria exposta e poderia aumentar o número de casos pelo mundo”, disse o serviço público, morador de Brasília. “Por outro lado, é um sentimento de frustração por deixar de ir ao maior espetáculo esportivo do planeta. O espírito olímpico acontece muito por conta do ambiente, que envolve não só os atletas, mas a torcida”.
Torcedor fanático do Grêmio e fã de esportes, Giscard esteve nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, e já marcou presença em diversos eventos esportivos no Brasil e no exterior. Foi à Copa do Mundo do Brasil, em 2014, ao Mundial da Rússia, em 2018, viu a seleção brasileira vencer a Copa das Confederações em 2013 e a Copa América em 2019, e foi espectador in loco de jogos de tênis, vôlei e corridas de Fórmula 1. Agora, esperava ansioso pelos Jogos de Tóquio-2020, mas só poderá ver pela televisão.
“É um evento grandioso, sensacional. Foi o fato de estar no Rio em 2016 que partiu a minha ideia de estar em Tóquio, Paris, e o que mais vier”, pontuou. O torcedor gastou cerca de R$ 13,5 mil em 35 ingressos para ele e a esposa de 11 modalidades diferentes: a final do futebol masculino, tênis, basquete, vôlei, vôlei de praia, surfe, canoagem, “para assistir ao Isaquias Queiroz”, judô, ginástica, atletismo e vela “para ver o Robert Scheidt e a Martine Grael”. No total, entre hotel, passagens aéreas e entradas, desembolsou quase R$ 30 mil. “Planejei tudo desde 2018 e comprei os ingressos em 2019, quando começou a ser vendido”, contou.
Giscard receberá o reembolso do hotel que reservou, terá algum prejuízo com as passagens e ainda não sabe se vai reaver todo o valor gasto com os ingressos. A Match Hospitality, responsável pela comercialização da entrada, ainda não definiu como será o processo (veja mais ao lado). A empresa reteve 20% da taxa de conveniência dos torcedores que foram reembolsados em 2020 após o anúncio de que a Olimpíada havia sido adiada para este ano. Segundo os organizadores, torcedores estrangeiros compraram cerca de 600 mil ingressos.
A UEFA explica a sua lógica de não existir o VAR nas eliminatórias
R7

Não bastasse a pandemia da Covid-19, a imensurável e absurda intempérie que um super-ultra-micro-organismo batizado de SarsCov-2 produziu no planeta, também o Futebol, como instituição, atravessa momentos de abalo impensável apenas dois anos atrás. Foi até com um certo alívio que a cartolagem da FIFA, a entidade que organiza o Esporte Bretão no mundo, e a UEFA, sua subsidiária na Europa, insolitamente puderam festejar, nesta última semana do mês de Março, sem qualquer incidente sanitário, o feliz desfecho das três rodadas inaugurais das eliminatórias do continente à Copa do Qatar/2022. Aconteceram, sim, vários problemaços. De todo modo, poderiam ocorrer inclusive sem a Covid-19.
Numa reunião virtual de análise e de crítica dos eventos, digamos, preocupantes, das eliminatórias, um episódio concentrou as atenções dos observadores. No dia 27, no Rajko Mitic Stadium de Belgrado, o árbitro neerlandês Danny Makkelie não percebeu que, já nos acréscimos de Sérvia X Portugal, placar em 2 X 2, uma bola tocada por Cristiano Ronaldo ultrapassou a linha de gol em quase 50cm. Portugal teria vencido o prélio por 3 X 2 e seria o líder solitário do Grupo A com 9 pontos, bem à frente dos 6 da hospedeira. Ironicamente, Marko Diks, auxiliar e compatriota de Makkelie, também não se apercebeu do tento porque o corpo do CR7 lhe atrapalhava a visão. Enorme azar: a TV atestou a entrada da pelota.
O famigerado VAR, o árbitro de vídeo, claramente teria confirmado o tento. O próprio Makkiele, ao se encerrar o cotejo, pôde verificar um replay do lance num monitor de uma emissora de TV e imediatamente rumou ao vestiário de Portugal para se desculpar. Mas, por quê não houve o VAR naquele jogo? Resposta triste, mas simples: porque não existe o VAR nas eliminatórias da Europa. Pier Luigi Collina, um ex-brilhante apitador e hoje responsável pelo departamento respectivo na FIFA, explica, com a lógica fria da inevitabilidade: “Uma questão de equidade. Seria impossível instalar um sistema adequado, correto, conveniente de VAR, em estádios de todas as 55 afiliadas da UEFA.”
Faço uma tradução singela. Integram a UEFA, inclusive, federações que não correspondem a nações formais, caso de Ilhas Far Oer e Gibraltar, dependentes da Dinamarca e da Grã-Bretanha. Kosovo, embora partecipe da FIFA e da UEFA, ainda não foi reconhecido, sequer, pelo Brasil. Além disso, a Europa do Ludopédio vai da Islândia até o Cazaquistão, uma distância de quase 5.200 quilômetros. E não se trata, só, de uma complicação de logística, que a aviação resolveria em tempos normais, ou de grana, que a FIFA e a UEFA possuem, às pencas. A essas dificuldades se somam as condições de vários estádios, vetustos, sem a menor chance de receber a complexa tecnologia do VAR. A síntese de Collina: “Vale para todos, ou para nenhum.” Ele só admite o sistema da pelota com chip e com os sensores de linha de gol, fácil de se aplicar, eventualmente portáteis e bastante baratos.
Outro problemaço adveio do cumprimento, por enquanto apenas pela FIGC, a Federazione Italiana Giuoco Calcio, de uma normativa da FIFA, a publicação anual dos dados referentes ao volume de dinheiro gasto por cada entidade com os empresários de jogadores, os chamados “agentes autorizados”. Na temporada de 2019 a Federação da Bota acusou o pagamento bruto de 187 milhões de Euro, cerca de R$ 1,26 bi. Esperava-se que, em 2020, como resultado da Covid-19, acontecesse a queda, uma natural economia nesse tipo de gasto. Afinal, sem o público nos estádios, as fontes de rendimento dos clubes escassearam. Sim, houve diminuição. Insignificante, todavia: 138 milhões de Euro, ou R$ 930 milhões. Apenas a Juventus, na sua briga pelo décimo titulo consecutivo na Série A, despendeu com os intermediários perto dos R$ 130 milhões. E isso para um elenco que fracassou nas oitavas de final da “Champions League” e que, no “Nazionale” da Velha Bota, amarga uma distância dramática de dez pontos atrás da lideríssima Internazionale de Milão.
Rio de Janeiro libera principais estádios para jogos a partir do dia 9 de abril
IG Esportes

Em meio às novas medidas de restrição visando ao enfrentamento do novo coronavírus, a Prefeitura do Rio anunciou que os jogos de futebol voltarão a ser liberados na capital a partir do dia 9. Com isso, Maracanã, Nilton Santos e São Januário voltarão a ser palcos de partidas do Campeonato Carioca.
Por meio de decreto, a realização de partidas na cidade foi proibida no último dia 26. Com isso, as equipes buscaram palcos em outros municípios do estado para dar prosseguimento ao estadual e à Copa do Brasil.
O Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, foi um dos principais palcos utilizados, mas houve partidas o Giulite Coutinho (Mesquita), Elcyr Resende (Bacaxá), Los Larios (Xerém) e Laranjão (Nova Iguaçu).
Fifa divulga cidades-sede e estádios do Mundial Feminino de 2023 na Oceania
Super Esportes

A Fifa divulgou nesta quinta-feira as cidades-sede e estádios que receberão os jogos do Mundial Feminino de 2023, que será realizada em conjunto por Austrália e Nova Zelândia, dois países da Oceania. Ao todo, nove cidades e 10 estádios participarão da competição.
Sydney, Adelaide, Brisbane, Melbourne e Perth serão as cidades australianas que sediarão partidas, enquanto que Auckland, Dunedin, Hamilton e Wellington serão as neozelandesas.
O primeiro jogo será disputado no estádio Eden Park, em Auckland. Já a final será no estádio Olímpico de Sydney. As semifinais ocorrerão uma em cada país. A tabela com a distribuição dos confrontos por estádio será divulgada ainda em 2021.
Esta será a primeira edição do Mundial Feminino que será realizada em dois países simultaneamente. Além disso, será a primeira vez que o torneio terá 32 equipes – nas duas últimas edições, 24 seleções participaram.
“Aproveitando o incrível sucesso da França-2019 dentro e fora do campo, a Copa do Mundo Feminina da Fifa de 2023 e as 9 cidades-sede da Austrália e da Nova Zelândia não só apresentarão os melhores jogadores do mundo, mas também uma plataforma poderosa para unir e inspirar pessoas, transformar vidas e criar um legado duradouro para o futebol feminino na Austrália e na Nova Zelândia e em todo o mundo”, disse o suíço Gianni Infantino, presidente da Fifa.
Confira todos os estádios e cidades-sede do Mundial Feminino de 2023:
Adelaide (Austrália): Hindmarsh Stadium
Auckland (Nova Zelândia): estádio Eden Park
Brisbane (Austrália): Brisbane Stadium
Dunedin (Nova Zelândia): Dunedin Stadium
Hamilton (Nova Zelândia): Waikato Stadium
Melbourne (Austrália): Melbourne Rectangular Stadium
Perth (Austrália): Perth Rectangular Stadium
Sydney (Austrália): Stadium Australia e Sydney Football Stadium
Wellington (Nova Zelândia): Wellington Stadium








