Chance de Mundial de clubes não acontecer tem vantagens para brasileiros: evita vexame e valoriza Libertadores
ESPN

A notícia foi adiantada pelo jornalista Marcel Rizzo, do UOL. Com menos dinheiro em caixa pela COVID-19 e problemas no calendário, a Fifa não colocou no seu orçamento o Mundial de Clubes de 2022, que não deve acontecer.
Em outros tempos, isso seria uma tragédia para os clubes brasileiros. Mas, com a realidade atual, não é algo para se chorar.
A competição que roda por lugares como Japão, Marrocos, Emirados Árabes e Catar nem paga essa grana toda. Uma boa campanha na Copa do Brasil rende mais.
Mas é pelo choque da realidade que a confirmação de um eventual cancelamento não será uma decepção.
A verdade é que hoje a chance de um time brasileiro ou argentino ganhar de um rival europeu é mínima. E pior: os vexames se acumulam nos últimos anos. É triste ver gigantes sul-americanos penando contra mexicanos, asiáticos e africanos (o Palmeiras de Abel Braga que o diga).
E não ter que cruzar oceanos para jogar um Mundial em que a a chance de vexame é maior que a de título tem outra grande vantagem: vai valorizar ainda mais o título da Conmebol Libertadores.
Esse é o torneio que deve ser visto como a glória máxima para um time brasileiro. Não é possível repetir o que aconteceu com o Palmeiras.
O alviverde conquistou a Libertadores e poucos dias depois deu vexame no Mundial. Ficou parecendo que a temporada foi uma decepção. O palmeirense que deve fazer piada contra os rivais. Eles sim nada fizeram.
A realidade é que o Palmeiras conquistou o máximo para um clube brasileiro. Mundial é um sonho cada vez mais impossível.









