Resultados no futebol influenciam projetos eleitorais nos estados para 2022
Política livre

Rebaixados para a Série B do Campeonato Brasileiro, Grêmio e Bahia deixaram seus dirigentes em situações incômodas, e não apenas no âmbito esportivo. O gaúcho Romildo Bolzan e o baiano Guilherme Bellintani, que apostavam na gestão do futebol como vitrine para disputar eleições a governos estaduais em 2022, agora correm contra o tempo para reverter o placar negativo. A reportagem é do jornal “O Globo”.
Em Minas Gerais, por outro lado, o ano vitorioso do Atlético-MG no gramado serviu de palanque para opositores do prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), ex-presidente do clube. Outros clubes que embalaram boas sequências em 2021 já se convertem em ativo eleitoral em estados como Goiás e Ceará.
Na reportagem completa, para assinantes do GLOBO, você lerá sobre os impactos de resultados no campo para os cenários eleitorais de diferentes estados, e entenderá de que forma sucessos – ou fracassos – esportivos podem alterar a construção de chapas a governos estaduais.









