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Inter bate o Juventude e pega o Grêmio na final do returno
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Inter, de Andrezinho, está na final do returno do Gauchão (Foto: Ag. Estado)
É com Gre-Nal que o returno do Campeonato Gaúcho será decidido. É com o duelo entre Paulo Roberto Falcão e Renato Gaúcho que o Rio Grande vai parar. Um dia depois de o Grêmio garantir presença na final da Taça Farroupilha, o Inter foi a Caxias do Sul, venceu o Juventude por 2 a 1 e também assegurou seu lugar na decisão. A classificação foi garantida em jogo de três golaços e um lance desde já inesquecível de Leandro Damião. Bolatti e Tinga marcaram para o Inter. Fred fez para o Alviverde, eliminado do Estadual.
O Gre-Nal decisivo do returno será no Beira-Rio. Inicialmente, está marcado para domingo, mas o Grêmio quer mudar a data, já que joga dois dias depois pela Libertadores. O Inter precisa da vitória para levar a decisão do Campeonato Gaúcho a duas partidas finalíssimas. Se o Grêmio vencer, será campeão por antecipação, já que venceu o primeiro turno.
Antes, os eternos rivais pensam na Libertadores. O Inter vista o Peñarol na quinta, e o Grêmio recebe o Universidad Católica na terça.
Modesto, Inter cede empate ao Lajeadense e adia classificação no Gauchão
Uol

O Internacional tinha sete titulares em campo, mas não encheu os olhos do seu torcedor. Jogando fora de casa, a equipe vermelha saiu na frente do Lajeadense com Leandro Damião, mas permitiu o empate ainda na primeira etapa. Ramos fez e o placar ficou no 1 a 1. A atuação de Bolatti, D’Alessandro e Oscar foi tímida. Algumas chances de gol foram criadas, mas o resultado final foi justo.
O resultado deixa o colorado com 10 pontos, ainda na liderança do grupo 1 da Taça Farroupilha. Logo atrás, está justamente o Lajeadense, com nove. A classificação para a fase eliminatória é iminente, mas não está garantida.
Na próxima rodada, o Inter encara o Universidade, em casa. Já o Lajeadense enfrenta o Novo Hamburgo, fora de casa. Antes, na quarta-feira, o time de Celso Roth encara o Jaguares, no México, em jogo válido pelo grupo seis da Libertadores.
Oscar faz seu próprio show no Beira-Rio
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Oscar comemora: ele foi o destaque da vitória do Inter (Foto: Lucas Uebel / Vipcomm)
Teve um bocado de significados para o Inter a vitória de 3 a 0 sobre o Jorge Wilstermann, na noite desta quarta-feira, no Beira-Rio. Valeu pela liderança isolada do Grupo 6 da Libertadores, agora com dez pontos, serviu para praticamente garantir classificação, rendeu a manutenção da esperança de melhor campanha geral na primeira fase, apresentou um retorno qualificado de D’Alessandro, do início ao fim, e representou até um pouco de paz entre Zé Roberto e a torcida colorada. Mas nada tem efeito maior do que a consolidação do grande nome do Inter em 2011. Oscar acabou com o jogo.
O guri encanta. Ele fez um gol, deu a assistência para mais um e distribuiu lances de plasticidade artística – sejam passes ou dribles, sejam arrancadas ou assistências. D’Alessandro, outro destaque do time, e Zé Roberto marcaram os outros gols da equipe colorada.
Com o resultado, o Inter abriu três pontos sobre o Emelec, que tem sete, na segunda colocação. O Jaguares é o terceiro, com seis, e o Jorge Wilstermann, zerado, não tem mais chances de classificação. O time colorado volta a campo pela Libertadores já na semana que vem, no México, diante do Jaguares. Antes, no sábado, visita o Lajeadense pelo Campeonato Gaúcho.
Que falte ar: com bola de sobra nos pés, Inter vence na Bolívia
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Se o sujeito tem bola nos pés, ar nos pulmões é o de menos. O Inter passou por cima da altitude de Cochabamba, abateu os aviadores do Jorge Wilstermann antes que eles pudessem alçar voo e deixou muito bem encaminhada sua situação no Grupo 6 da Libertadores da América. A vitória de 4 a 1 no estádio Felix Capriles teve mais uma vez a gurizada como destaque: Oscar foi a referência técnica do time, e Leandro Damião marcou outro gol.
É um resultado determinante para o objetivo vermelho de ser campeão da chave e, se possível, fazer a melhor campanha geral da etapa de grupos. O Inter foi a sete pontos, na liderança de seu quadrangular, mas dependendo do resultado do jogo entre Jaguares e Emelec, que abrem ainda nesta quarta-feira a quarta rodada do grupo. Já o Jorge Wilstermann, que leva o nome do primeiro piloto comercial da Bolívia, ficou soterrado no solo. Tem três derrotas em três jogos.
O Inter assegurou a vitória no primeiro tempo. E foi de virada. Brown colocou os bolivianos na frente, e ele mesmo, contra, criou o empate, em cruzamento de Oscar. Leandro Damião e Zé Roberto marcaram na sequência. Na etapa final, Kleber ampliou.
Inter debuta na Bolívia para consolidar “substituto” de D’Alessandro
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O último treino do Inter antes de encarar o Jorge Wilstermann deu sinal de que o técnico Celso Roth vai manter o meia Oscar na equipe.
O jogo diante do Jorge Wilstermann, nesta quarta-feira, às 19h30min, pode dar ao Internacional a liderança do grupo seis da Libertadores. Além de ser a primeira vez dos gaúchos contra um time boliviano, a partida pode consolidar um bom momento. Mesmo com a ausência de D’Alessandro, lesionado. Na falta do gringo, outro jogador virou expoente: Leandro Damião.
O jovem centroavante nem de longe tem a técnica, a habilidade ou a capacidade de liderança do argentino. Joga em uma posição muito diferente do ex-camisa 10 do River Plate. Mas tem sido referência dentro das quatro linhas. Nas últimas duas partidas, marcou seis gols. É um grande trunfo de Celso Roth para vencer um combalido adversário fora de casa.
Em nenhum momento Damião poderá sobrepor a figura de D’Alessandro, quando este estiver em campo. Mas de fora, o argentino pode ter sua importância reduzida com a boa fase do atacante. Em doze partidas neste ano, o camisa nove tem 12 gols. Média de 1,7 gol por jogo.
Com mais de 2,5 mil metros acima do nível do mar, a delegação do Inter luta para amenizar os efeitos da altitude. Se hospedou em Santa Cruz de La Sierra, retardando ao máximo o deslocamento para a cidade palco do confronto. A ideia da comissão técnica é expor os 19 jogadores o mínimo possível as diferenças que o ar rarefeito pode causar.
Oscar cria, Damião faz: Inter larga com goleada no returno do Gaúcho
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A soma da criatividade que brota da mente de Oscar com o cheiro de gol que emana do corpo de Leandro Damião tem como resultado uma goleada. Em grande noite de suas promessas, o Inter estreou no returno do Campeonato Gaúcho com vitória de 4 a 0 sobre o Ypiranga, na noite desta quinta-feira, no Beira-Rio. O meio-campista foi o condutor de um time que teve o centroavante, com três gols, como arma letal. Zé Roberto fez o outro.
Foi a segunda goleada seguida do Inter. Há duas semanas, em sua última partida, o Colorado havia aplicado o mesmo placar sobre os mexicanos do Jaguares, pela Libertadores. A vitória desta quinta-feira é o primeiro passo na luta vermelha pela conquista da segunda metade do Estadual, após a frustração do time B no primeiro turno. E para decidir o título estadual contra o Grêmio. O jogo, realizado sob forte chuva no primeiro tempo, também marcou o retorno de Rafael Sobis, recuperado de lesão muscular, à equipe.
O Inter volta a campo pelo Gauchão no domingo, às 16h, fora de casa, contra o Caxias. O Ypiranga, na quarta-feira, recebe o São Luiz em Erechim.
O fenômeno Bolatti: com dois dele, Inter faz 4 a 0 no Jaguares
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Bolatti comemora: ele foi o grande destaque da vitória do Inter no Beira-Rio (Foto: Vipcom)
É irônico que um volante, justamente um volante, salve a pele de Celso Roth. É uma pequena piada do futebol fazer com que um jogador de marcação, daqueles que o treinador é acusado de idolatrar, vá a campo, faça dois gols, dê paz ao Inter. Mario Bolatti é volante. Volante bom, mas volante. Volante goleador, mas volante. Foi ele, ao marcar duas vezes no primeiro tempo, o grande destaque da vitória de 4 a 0 do Colorado sobre o Jaguares, do México, na noite desta quarta-feira, no Beira-Rio.
Leandro Damião e Oscar, na etapa final, marcaram os outros gols de uma vitória recheada por vaias a Roth, marcada por atuação inconstante, fabricada para colocar o Inter na liderança do Grupo 6 da Libertadores, com quatro pontos, à frente do Emelec no saldo de gols. O resultado, porém, não eliminou a desconfiança dos torcedores com Roth. Ele foi chamado de burro até depois de o Inter abrir 3 a 0.
Encerrada a partida, o Inter terá duas semanas dedicadas exclusivamente aos treinos. O Colorado volta a campo apenas em 9 de março, contra o Ypiranga, pelo Gauchão. O próximo desafio pela Libertadores é no dia 16, na Bolívia, diante do Jorge Wilstermann.
Inter repete trauma do time “A”, cede empate e acaba eliminado do Gauchão
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Inter B foi superado pelo modesto Cruzeiro e fica fora do primeiro turno do Gauchão
O time B do Internacional repetiu fielmente os erros do elenco principal, cedeu o empate depois de abrir o marcador, e foi eliminado do primeiro turno do Gauchão nos pênaltis pelo modesto Cruzeiro-RS. Ricardo Goulart fez para a equipe vermelha, que jogou mal durante quase todo o jogo. Diego Torres, depois de enorme pressão, empatou.
Nas penalidades, Marquinhos e Agenor erraram as cobranças para o Inter. Rafael bateu para fora no time visitante. O goleiro Fábio marcou o quinto e garantiu a classificação do Cruzeiro.
A eliminação foi justa. Na etapa final, o Inter só teve um lance de gol. Justamente quando fez. Depois, pressão total e absoluta do Cruzeiro. Enderson Moreira seguiu os mesmos passos de Celso Roth no Equador, diante do Emelec. Após conseguir vantagem no marcador, sacou jogadores importantes e acabou não resistindo a pressão do adversário.
Inter empata na estreia na Libertadores
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Quiñónez tenta parar Bolatti, que estreou com um gol, que por pouco não foi o da vitória do Inter (Foto: AFP)
Zé Roberto poderia ter marcado. Leandro Damião poderia ter marcado. Até Cavenaghi, no final do jogo, poderia ter marcado. Mas pertencia a Mario Bolatti a noite desta quarta-feira no estádio George Capwell, em Guaiaquil, no Equador. Cabia a ele a tarefa de fazer o gol da vitória sobre o Emelec. Era ele quem precisava cabecear aquela bola aos 33 minutos do segundo tempo para, em sua estreia, mostrar por que foi contratado pelo Inter. Tudo lindo, certo? Errado. No último minuto, o Inter inventou de sofrer um gol. A vitória virou empate em 1 a 1. Bolatti merecia mais.
Os colorados foram superiores. Criaram toneladas de chances de gol. Chegou a dar pena ver Leandro Damião fazer quase tudo tão certo e ver absolutamente tudo dar sempre tão errado. D’Alessandro, nenhuma surpresa, jogou uma monstruosidade. Guiñazu deve ter corrido uns 70km, mas fez falta dispensável na origem do gol equatoriano.
O Inter perdeu a chance de encaminhar classificação já na semana que vem. Poderia ir a seis pontos. Agora, na quarta-feira, recebe o Jaguares no Beira-Rio.
Colorado inicia busca do tri contra o Emelec
Gazeta Esportiva
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Inter estreia nesta quarta na Libertadores
Não há mais necessidades de formalidades e apresentações. O Inter e a Libertadores se conhecem muito bem. Em sua nona participação, com duas conquistas nas últimas cinco edições, o clube gaúcho estreia no torneio nesta quarta-feira com um sentimento diferente. Com dois troféus na galeria e estampando o emblema da Conmebol na camisa, os colorados serão mais visados por todos, a começar pelo Emelec, a partir das 22 horas (de Brasília).
A partida no Estádio Jorge Capwell, em Guayaquil, trará toda aquela tensão do primeiro jogo, adicionada à pressão da defesa do título. O Inter é o time a ser batido. É um pouco disso e muito mais. O rumo ainda não foi achado. Ele se perdeu, coincidentemente, após a conquista dessa competição no ano passado. A situação em campo está um pouco embaralhada, o técnico Celso Roth ainda não conseguiu clarear como quer o seu time e o que quer dele.
Do time campeão em 2010, Taison e Giuliano partiram para a Ucrânia. É um elenco bem parecido com aquele que levantou a taça em agosto. Porém, o time é diferente. Sóbis e Bolívar estão lesionados. Roth quer solidificar um 4-4-2 em busca do tão sonhado equilíbrio, tão distante nesse momento.










