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:: ‘Notícias’

Elenco do Bahia continua preparação de olho no restante da temporada

Galáticos Online

O elenco Tricolor passou por mais um treino físico-técnico na manhã desta terça (23), no CT Evaristo de Macedo.

Segundo a assessoria do clube, os jogadores começaram realizando um treinamento de força e mobilidade, utilizando pesos no campo.

Na segunda parte, o grupo voltou a realizar um treinamento físico e de fundamentos com bola. O foco na atividade foi intercalar troca de passes e corridas.

Por fim, os goleiros fizeram uma atividade técnica específica da posição, com o treinador Rogério Lima.

Nesta quarta (24) os atletas retornam ao batente às 09h na Cidade Tricolor.

Pivetti acredita que “larga experiência de vestiário” será aliada para conduzir o Vitória

Tribuna da Bahia

Efetivado no lugar de Geninho para comandar o Vitória até o fim do ano, Bruno Pivetti não tem um vasto currículo como treinador profissional, tampouco atuou dentro das quatro linhas como jogador. Falta de experiência, entretanto, não será problema.

É o que garante o treinador, que afirma ter “larga experiência de vestiário” por ter iniciado muito cedo sua preparação para ser técnico de futebol.

– Tenho larga experiência de vestiário, porque comecei no futebol muito cedo. O tempo que os jogadores estão jogando, eu estava planejando minha carreira como treinador. Tenho essa desvantagem, de não ter sido profissional. Mas temos diversos exemplos de profissionais bem-sucedidos que não tiveram essa possibilidade, justamente por ser um ambiente extremamente competitivo. Mas essa bagagem de vestiário me credencia a entender muito bem a cabeça do jogador de futebol e me faz trabalhar diariamente para a evolução coletiva e individual dos jogadores – disse.

Pivetti acumula experiências como auxiliar do veterano Paulo Autuori no Athletico-PR e também no Ludogorets, da Bulgária. Como treinador, comandou o sub-23 do Furacão.

Há outra experiência que pode ser valiosa: Bruno Pivetti foi o responsável pela preparação do time profissional do Vitória durante a pré-temporada, enquanto Geninho se recuperava de uma cirurgia nos olhos.

Pivetti garante que tem o respaldo de todos no Rubro-Negro.

– Temos o respaldo não só da diretoria, como do grupo de jogadores e em todos os departamentos. Vamos trabalhar em conjunto para servir da melhor maneira nas competições – disse.

Clubes e FBF se unem para ter Salvador como sede do torneio

Atarde

Bahia, Vitória e a Federação Bahiana de Futebol (FBF) nutrem o mesmo desejo: de que a Copa do Nordeste tenha seus jogos finais disputados em Salvador. A cidade está entre as mais cotadas para receber o torneio, que já teve o aval da CBF para retornar em sede única e ser finalizada dentro de campo. Fortaleza e Recife também estão no páreo, sendo os pernambucanos favoritos até então.

Oficialmente, Bahia e Vitória apenas se dizem animados com a chance de disputar a reta final do Nordestão em casa. Mas nos bastidores o interesse é defendido com empenho, principalmente pelo Tricolor. A reportagem apurou que o presidente Guilherme Bellintani tem atuado para trazer a competição regional para Salvador.

No Rubro-Negro, foi apurado que a postura do presidente Paulo Carneiro é mais cautelosa. O mandatário entende que não é o momento de criar um atrito dentro da Liga do Nordeste. Assim, o Leão está aberto para ajudar, mas não pretende comprar briga pelo direito de os baianos sediarem a disputa regional.

Em contato com a reportagem, Ricardo Lima, presidente da FBF, disse que a federação está “totalmente interessada” em receber os jogos, e que o desejo já foi manifestado para a Liga do Nordeste.

“Não posso antecipar muita coisa, pois é uma estratégia nossa, mas estamos, sim, com interesse, e estamos dialogando com os clubes e com a Liga”, contou Ricardo.

Apesar de a FBF não entrar em detalhes sobre a logística para receber a competição, o A TARDE apurou que Pituaçu, Fonte Nova, Toca do Leão, Cidade Tricolor e o CT da Praia do Forte seriam os locais escolhidos para treinos dos clubes. Até Feira de Santana seria uma possibilidade. Os jogos seriam na Fonte Nova.

Ricardo Lima reconhece que a vantagem no momento é de Recife e explicou que isso acontece porque a cidade já está mais avançada em relação ao retorno dos eventos esportivos.

“Em Recife já é permitido o treinamento e o retorno dos jogos está autorizado já a partir do dia 5 [na verdade, essa é a vontade dos clubes e federação, mas ainda depende das autoridades]. Fortaleza também já é possível treinar e eles caminham para o retorno dos jogos. Aqui a gente tem algumas pendências, mas estamos confiantes”, disse.

Na semana passada, o prefeito ACM Neto foi questionado sobre o assunto e deixou claro que Salvador só pode receber a competição se as datas forem “mais adiante”. “O protocolo liberado foi de alta segurança. Com relação à Copa do Nordeste, não sei se tem definição sobre a data. Se for para agora, de imediato, não cogitaria. Se for para acontecer mais adiante, com todo protocolo e segurança, a gente pode avaliar”, respondeu o prefeito.

O Nordestão ainda tem a última rodada da primeira fase a ser disputada antes da fase final, num total de quatro datas em sede única, com jogos sem público. A decisão sobre a cidade-sede cabe à CBF e deve ser divulgada na próxima semana.

Especialistas dão razão ao Flamengo e garantem que clube pode transmitir Carioca

IG Esportes

As transmissões das partidas do Flamengo no Campeonato Carioca seguem rendendo polêmica nas últimas semanas. Clube e Rede Globo não chegaram a um acordo pela renovação do contrato pelos direitos de televisão e o Rubro-Negro ainda não teve nenhuma partida do torneio em rede nacional neste ano. Pedro Henrique Mendonça, especialista em direito esportivo, comentou a situação e deu razão ao Flamengo.

“Entendo que os contratos existentes entre a Globo e os demais clubes não podem limitar o direito que a lei, com sua nova redação, assegura ao Flamengo enquanto mandante de seus jogos. Esses contratos produzem efeitos apenas entre as partes que os celebram, não se estendem a terceiros. Por isso, meu entendimento é de que o Flamengo poderia, sim, transmitir (ou negociar com quaisquer veículos) as partidas do Campeonato Carioca em que for mandante – independentemente de o adversário possuir, ou não, contrato com a Globo”, disse o advogado.

Na última semana, o presidente da República, Jair Bolsonaro, assinou uma medida provisória que mudou os formatos de transmissão. A partir da MP 984, os clubes mandantes de seus jogos podem negociar os direitos de transmissão das partidas. Mandante no último jogo contra o Flamengo, o Bangu autorizou a transmissão, mas a Globo emitiu nota afirmando que não televisionaria a partida por insegurança nos protocolos da Ferj.

“A MP 984 acompanha a evolução da indústria tecnológica, são diversas novas formas de divulgação de conteúdo, streaming, redes sociais e afins . Certo é que o futebol não é apenas um esporte, se tornou lazer e, principalmente, entretenimento. Nos últimos dias vimos a Notificação da Tv Globo para o Flamengo, na qual a emissora informa que a MP não modifica os contratos já assinados, e que são negócios jurídicos perfeitos”, comentou Renan Coelho Costa, especialista em direito esportivo, que complementou: :: LEIA MAIS »

STJD defere pedidos de Fluminense e Botafogo e adia volta do Carioca

Uol

O STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) deferiu em partes uma liminar reivindicada por Fluminense e Botafogo para adiar suas partidas no retorno do Campeonato Carioca. Os clubes pediram datas do dia 1 e 4 de julho, e o Tribunal adiou as próximas duas rodadas para “a partir dos dias 28 (4ª) e 1 (5ª).

A decisão anula a anterior do TJD/RJ (Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro), que mantinha as datas da Ferj (Federação de Futebol do Rio de Janeiro).

Na prática, a decisão adia os jogos por seis dias, já que Flu e Bota tinham compromissos marcados para o dia 22. O Tribunal não entrou no mérito dos acontecimentos de sábado (19) até hoje (23), quando se encerrou a mediação dos clubes com a Ferj feita pelo STJD em parceria com a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).

O Fluminense avaliará com comissão técnica, fisiologia, fisioterapia e departamento médico se seus jogadores estão aptos fisicamente para entrar em campo antes do dia 1, pedido que foi feito ao STJD. O Botafogo também vai analisar o caso mais detalhadamente após a decisão do tribunal.

A Ferj precisará, então, adiar em pelo menos um dia o compromisso do Alvinegro, antes marcado para o dia 27, o que deve acarretar em outras mudanças na tabela.

Estas datas chegaram a ser sugeridas durante a mediação pelo presidente do Vasco, Alexandre Campello. A sugestão do médico, um meio-termo, entretanto, não chegou a ser deliberada por Rubens Lopes, presidente da Ferj, para votação.

Emenda em MP obriga clubes a formarem liga para negociar os direitos de TV; entenda

Galáticos Online

O Deputado Federal Pedro Paulo (DEM-RJ) apresentou uma Emenda à Medida Provisória n° 984, que, dentre muitas situações, trata sobre Direitos de transmissão e duração do contrato de trabalho de atletas durante a pandemia da covid-19.

A Emenda obriga os clubes a criar uma nova Liga para organizar a competição e negociar os direitos de forma conjunta.

“A partir do início da temporada esportiva do ano de 2022, as atuas séries A e B do campeonato profissional de âmbito nacional da modalidade futebol masculino deverão ser organizadas e desenvolvidas por liga profissional de futebol com personalidade jurídica distinta da dos seus membros, constituída pelas entidades de prática desportiva da modalidade”, diz o artigo 2 da Emenda, que segue.

“A liga profissional de futebol deverá observar as melhores práticas administrativas, financeiras e de governança corporativa adotada por ligas profissionais de futebol masculino, com transparência, independência institucional e responsabilidade de seus dirigentes… O primeiro campeonato profissional de futebol masculino correspondente Às atuais séries A e B, a ser realizado pela liga profissional de futebol, será composto, respectivamente, pelas entidades de prática desportiva que compuserem as referidas séries, após o final da temporada imediatamente anterior.”

DIRETOS DE ARENA

Sobre os direitos de arena, a Emenda prevê um maior equilíbrio entre os clubes, uma vez que o valor recebido pode ter uma diferença entre as equipes de até cinco vezes. Esse número poderá cair para três com o passar dos anos.

A distribuição do produto do primeiro ciclo de negociação coletiva dos direitos de arena e da exploração comercial das respectivas temporadas do campeonato será feita observando-se uma diferença de até, no máximo, cinco vezes entre o maior e o menos valores recebidos pelos participantes de um campeonato em uma mesma temporada, conforme os valores atribuídos à primeira e segunda divisões”, diz o artigo 3.

Análise: Brasil parece ter desistido de união

MSN

Uma sede única para realizar torneios em tempos de Covid-19. Sem a presença do público, essa é uma maneira que diversas entidades esportivas têm pensado, com o intuito de diminuir os riscos para a saúde dos profissionais e cortar custos desnecessários na crise. Uma solução que poderia, sim, ser pensada para o Brasil, mas que não será discutida.

E não é o entendimento de que o tema não tenha relevância no país. O assunto não será debatido simplesmente porque, ao menos no futebol, é totalmente inexistente a vontade de união entre as entidades esportivas. É vergonhoso como os dirigentes dão passos para trás em todas as oportunidades que surgem, mesmo que claramente isso represente perdas em longo prazo.

A última semana ficou bem marcada por isso. A Medida Provisória do Governo Federal dá ainda mais liberdade para os clubes negociarem de forma individual. O que, na prática, é uma tragédia para as equipes menores. E, diferentemente do que foi dito, dá ainda mais poder para as grandes emissoras, que passam a ter a liberdade de investir os seus milhões apenas naqueles que rendem as maiores audiências.

Ainda assim, a medida foi aplaudida por dirigentes de gigantes e de nanicos das principais divisões do futebol brasileiro. Afinal, a grande maioria prefere se gabar das próprias soluções a ter um produto mais sustentável e alinhado com as melhores práticas do futebol internacional. O esporte no Brasil é incapaz de enxergar o todo.

Não são poucos os exemplos. Também na última semana, os cariocas foram incapazes de sentar na mesa para discutir com o mínimo de dignidade o retorno do torneio, que terminou com jogos adiados no final de semana. Botafogo e Fluminense chegaram a ser ofendidos pelo presidente da federação pelo simples fato de quererem mais tempo, algo bastante razoável.

Enquanto o mundo civilizado do esporte se organiza em conjunto, no futebol brasileiro os dirigentes agem como torcedores de várzea. No próprio Brasil, o basquete mostra constantemente a força que é possível ter quando existe a união das equipes. Mas, nos gramados, impera a arrogância dos dirigentes que sempre acham que suas instituições são muito maiores do que realmente são. E, assim, perde-se a oportunidade de crescer e prosperar.

Clubes brasileiros podem perder jogador de graça por redução de salário

Isto É

A maior parte dos clubes brasileiros decidiu apelar para a redução de salário dos seus atletas como forma de evitar uma crise financeira ainda maior em razão do novo coronavírus. O problema, porém, é que as negociações para diminuição da folha salarial foram feitas de forma polêmica e, em alguns casos, elas podem também ter sido realizadas de forma ilegal, de modo a resultar em processos trabalhistas e até perda de jogador na justiça de forma gratuita.

Para saber os riscos que os clubes correm nesse sentido, o Estadão ouviu advogados e o Sindicato dos Atletas de São Paulo. De modo geral, a visão é que os dirigentes deixaram diversas brechas jurídicas que podem acarretar em processos trabalhistas.

Existem dois pontos que podem causar problemas para os clubes. A redução dos direitos de imagem abre brecha para processos trabalhistas. Os clubes que reduziram em mais de 25% também podem ter complicações jurídicas pelo fato de o acordo não ter sido feito pelo Sindicato. A MP de Bolsonaro diz que o empregador pode fazer acordo individual com o funcionário para reduzir em mais de 25% se o salário dele for igual ou inferior a R$ 3.135,00 ou se o funcionário tiver diploma de nível superior e receber salário mensal igual ou superior a R$ 12.202,12, valor que representa duas vezes o limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social. Caso a redução tenha sido de 25%, a negociação pode ser feita individualmente.

Ou seja, a negociação com atletas que tiveram redução acima de 25% do salário e que recebem mensalmente R$ 12.202,12 pode não ter validade. “O ideal para a redução salarial seria uma negociação acertada com o sindicato, mas sabemos que isso é uma utopia no futebol brasileiro, infelizmente”, disse Eduardo Carlezzo, advogado especializado em direito desportivo.

O Estadão apurou que nenhum clube paulista entrou em contato com o Sindicato dos Atletas do Estado de São Paulo para negociar a redução. “Sim, infelizmente não participamos desse acordo e isso é ruim para todos os envolvidos, pois dessa maneira esses acordos não são válidos”, explicou Guilherme Martorelli, advogado do sindicato.

A maioria dos clubes informou que reduziu em 25% o salário dos atletas a partir de abril. O São Paulo cortou em 50% (informação não confirmada pelo clube) e seria um dos times que podem ter problemas futuro. O Estadão conversou com pessoas ligadas a atletas de outras agremiações e eles confirmaram que o time tricolor não é o único que fez redução acima dos 25%.

A redução sem valor legal significa que o clube está pagando menos do que deveria aos jogadores neste período. “Não é porque estamos em uma pandemia que o clube pode reduzir salário. É preciso comprovar que não tem condições de arcar com o salário dos atletas e isso precisa ser bem justificado”, explica Leonardo Andreotti, advogado e presidente do Instituto Brasileiro de Direito Desportivo.

De acordo com a Lei Pelé, se o clube passar três meses sem pagar o salário total ou parcial, o atleta poderá entrar na Justiça e pedir rescisão contratual. “Reduções não válidas são interpretadas como mera falta de pagamento de salário. Então, o atleta pode solicitar a rescisão indireta do contrato, uma vez que a Lei 9.615/98 determina que o não pagamento dos salários pelo período de três meses ou mais, dá ao atleta o direito de requerer a rescisão”, diz Martorelli. “Os atletas podem alegar que não houve acordo para a redução e buscar sua liberação pela via judicial devido ao pagamento parcial do salário”, completou Carlezzo.

RedeTV sonha com Fla, mas desiste por “medo” de Globo e briga jurídica

Uol

Com a Medida Provisória 984 que permite aos mandantes negociarem seus direitos de transmissão, a RedeTV se animou com a possibilidade de passar jogos do Flamengo. Mas o sonho não durou muito.

O departamento jurídico da emissora aconselhou a cúpula a não entrar neste assunto até que o tema fique mais claro. Os advogados da emissora temem uma guerra com a Globo nos tribunais e recomendaram o recuo. O Rubro-Negro não chegou a manter conversa com a emissora.

Metade dos clubes da Série C não iniciou treinamentos, e situação evidencia disparidade entre times

Globo Esportes

Há 100 dias sem futebol e ainda longe de uma previsão para o início das competições, o cenário dentre os clubes da Série C mostra quão será complexo deixar as equipes em condições de igualdade. Isso porque, dos 20 participantes, metade ainda nem sequer iniciou os treinamentos.

No Grupo A, Santa Cruz, Jacuipense e Vila Nova-GO são as três equipes com possibilidade de trabalho presencial. Tido como um dos favoritos ao acesso, o Tricolor trabalha há uma semana. Benefício que fez com que o meia João Cardoso atribuísse certa vantagem diante das outras equipes.

– Acho que a gente sai na frente, sim. Esse tempo treinando a mais, até se for cinco dias vai fazer diferença.

Enquanto isso, Treze, Botafogo-PB e Ferroviário-CE só devem voltar aos trabalhos na próxima semana. Cenário mais definido do que Manaus e Imperatriz-MA, que seguem sem previsão.

A indefinição está relacionada ao fato de que a volta aos treinos depende da liberação dos governos locais. É o caso de Paysandu e Remo, que aguardam o Governo do Pará validar o protocolo de saúde das equipes.

A CBF ainda não traçou planos para a volta da Série C. A ideia é que clubes e entidades encerrem as competições regionais para que a nacional seja iniciada. O que pode permitir que os clubes que não iniciaram os trabalhos presenciais recuperem o tempo perdido.









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