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:: ‘Notícias’

Globo registra baixa audiência com reprises de São Paulo e Vasco

MSN

A TV Globo não repetiu o sucesso das últimas reprises na tarde deste domingo. A reexibição do Mundial do São Paulo em 2005 e da Libertadores do Vasco em 1998 não emplacaram na audiência da emissora em São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, e o Ibope registrou baixos índices, sendo ameaçado nas duas capitais pelo programa da apresentadora Eliana, do SBT.

Segundo os dados prévios obtidos pelo portal UOL, a reprise da decisão do Mundial de Clubes em 2005, conquistado pelo São Paulo, marcou 11 pontos com pico de 12. Já no Rio de Janeiro, a final da Libertadores de 1998, vencida pelo Vasco, fechou com 12 pontos e atingiu picos de 14. A audiência registrou drástica queda em comparação com o último domingo.

Na semana passada, a TV Globo reprisou a final do Mundial de Clubes de 2012 e a final da Libertadores de 2019, conquistados por Corinthians e Flamengo, respectivamente. Em São Paulo, a emissora registrou 14 pontos de audiência, enquanto no Rio de Janeiro obteve 18 pontos. Na capital paulista, a queda foi de 21%, enquanto no Rio a queda foi de 33%.

Em comparação, o programa da Eliana, no SBT, que também exibia reprise da edição do ano passado, marcou nove pontos em ambas capitais. Entretanto, em nenhum momento o programa da estrela do canal assumiu a liderança da audiência, mas em alguns momentos chegou a ficar apenas um ponto atrás do topo do Ibope.

No próximo domingo, a TV Globo exibe a final da Libertadores de 1999 entre Palmeiras x Deportivo Cali (COL), conquistada pelo Alviverde, em São Paulo. Já no Rio de Janeiro, a emissora transmite a partida entre Fluminense x Palmeiras, pelo Campeonato Brasileiro de 2012, que marcou o tetracampeonato nacional do Tricolor das Laranjeiras.

Técnico Vadão morre aos 63 anos

O Globo

Oswaldo Fumeiro Alvarez, o Vadão, faleceu nesta segunda-feira, em São Paulo, aos 63 anos. Ele lutava contra complicações de um câncer de fígado, que atingiu outros órgãos. O corpo será enterrado em Monte Azul Paulista, cidade natal. O ex-treinador teve passagens por Corinthians, São Paulo e seleção brasileira feminina.

Vadão foi diagnosticado com a doença em dezembro do ano passado e, desde então, vinha realizando tratamento e estava internado no hospital Albert Einstein, em São Paulo. O quadro do ex-treinador era considerado grave após a quimioterapia e radioterapia. Ele deixa a esposa Ana Alvarez e dois filhos, Adriano e Carolina Alvarez.

Nas redes sociais, atletas que trabalharam com Vadão publicaram mensagens emocionadas. Marta e Cristiane enviaram relatos de agradecimento ao ex-treinador.

“Vá em paz professor,Sua missão nessa terra você cumpriu e com muito êxito.Desconheço qualquer ser humano igual, voce soube viver a vida de maneira digna e honestamente, orgulho demais de ter vivido momentos maravilhosos ao seu lado e ter tido a oportunidade de aprender muito. Obrigada por tudo e descanse em paz”, escreveu a camisa 10 da seleção brasileira.

Vadão despontou para o cenário nacional como treinador do Mogi Mirim, em 1992, liderando a equipe que foi batizada de Carrossel Caipira. O apelido foi dado em referência ao estilo de jogo ofensivo, remetendo à Holanda de 1974, o Carrossel Holandês.

Vadão teve duas passagens pela seleção feminina. Na primeira, entre 2014 e 2016, alcançou o quarto lugar nos Jogos Olímpicos Rio-2016.

Na segunda, mais conturbada pela rotina de derrotas – chegou a acumular 10 derrotas em 11 jogos. Ele fora reconduzido ao cargo para substituir Emily Lima, mas não conseguiu fazer a equipe jogar bem. No Mundial feminino de 2019, o Brasil foi eliminado pela França nas oitavas de final.

Vadão foi demitido da seleção para dar lugar a Pia Sundhage.

Pesquisa mostra que 68% dos jogadores querem a volta do futebol no Brasil

Globo Esportes

A maioria dos jogadores e jogadoras de futebol do Brasil quer o retorno das competições, interrompidas há mais de dois meses por causa da pandemia do novo coronavírus.

A conclusão está numa pesquisa realizada pela Fenapaf (Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol) em parceria com o SIAFMSP (Sindicato dos Atletas de Futebol do Município de São Paulo) a que o GloboEsporte.com teve acesso.

A pergunta “você é a favor ou contra a volta dos campeonatos de futebol?” foi respondida por 734 atletas que atuam em todos os estados do futebol brasileiro: 68% se disseram a favor, 32% responderam ser contra (não foi especificado o número de atletas ouvido por estado). A margem de erro é de 4%.

O apoio à volta das atividades é maioria em todas as categorias, mas os percentuais variam de acordo com a divisão em que os jogadores atuam. Entre os atletas que defendem times da Série A do Campeonato Brasileiro, 55% são favoráveis.

Esse número aumenta para 74% entre os jogadores das Séries B e C e chega a 85% entre os que jogam a Série D e campeonatos estaduais. Entre atletas do futebol feminino, 56% querem a volta das competições.

A pesquisa foi feita online pela consultoria Esporte Executivo. Cada atleta recebeu um link exclusivo que dava acesso às opções de voto.

Além de responder se eram favoráveis ou contrários à volta dos campeonatos, os atletas foram instados a detalhar suas motivações. Os resultados mostram que a preocupação financeira está acima de tudo. É importante ressaltar que os jogadores e jogadoras podiam escolher mais de uma opção – por isso, o somatório dá mais de 100%.

Entre os atletas que querem o retorno das competições, 33% disseram que não gostariam de jogar, mas que precisam disso para voltar a receber salário. Também houve 24% que citaram a curta duração da carreira. A soma desses fatores (57%) supera a resposta mais citada – 36% disseram confiar na estrutura que será montada para evitar o contágio.

Estudo aponta que duelo Liverpool x Atlético causou 41 mortes por covid

R&

O duelo entre Liverpool e Atlético de Madrid, pelas oitavas de final da Liga dos Campeões da Europa, em 11 de março, provocou 41 mortes por coronavírus, aponta um estudo realizado pelo “Edge Heath” e publicado pelo jornal britânico The Sunday Times neste domingo.

O estudo do Edge Heath, um grupo que analisa dados para o Serviço Nacional de Saúde britânico (NHS, na sigla em inglês), estima que a realização da partida em Liverpool tenha provocado 41 mortes entre 25 e 35 dias depois da data do jogo, um dos últimos eventos esportivos na Grã-Bretanha antes da suspensão das atividades em razão da pandemia de covid-19.

Cerca de 54 mil torcedores estiveram presentes no Anfield, casa do Liverpool, incluindo 3 mil apoiadores do Atlético, que viajaram à Grã-Bretanha apenas alguns dias antes do governo da Espanha declarar estado de emergência no país por conta da pandemia, com o fechamento de escolas, bares, restaurantes e outros locais. O time espanhol venceu o duelo de virada, por 3 a 2, na prorrogação, e avançou às quartas de final da Liga dos Campeões.

O encontro foi o último grande jogo disputado na Grã-Bretanha antes de começarem a vigorar as medidas restritivas de isolamento como forma de conter a disseminação do vírus. Pouco tempo depois, as principais ligas europeias foram suspensas.

Autoridades inglesas e espanholas reconheceram que a realização da partida foi um erro. Matthew Ashton, diretor de saúde pública de Liverpool, declarou que o duelo não deveria ter acontecido. Já o prefeito de Madri, Jose Luis Martinez-Almeida, reprovou a presença de torcedores do Atlético no Anfield.

Até o técnico do Liverpool, Jurgen Klopp, chegou a dizer que o fato de os atletas terem ido a campo foi “criminoso”, de acordo com o treinador italiano do Everton, Carlo Ancelotti.

“Conversei com Klopp há alguns dias, ele me disse que a decisão de realizar a partida entre Liverpool e Atlético foi um ato criminoso e acho que ele está certo”, afirmou Ancelotti em entrevista ao jornal italiano Corriere dello Sport.

O estudo também estima que o festival de Cheltenham, um encontro anual de corrida de cavalos que aconteceu sem restrições na Grã-Bretanha, reunindo mais de 150 mil pessoas, tenha causado mais 37 mortes por covid-19 dias depois do evento.

A Grã-Bretanha e a Espanha são dois dos países mais afetados pelo coronavírus, com cerca de 258 mil e 235 mil casos, respectivamente, segundo dados compilados pela Universidade Johns Hopkins. Foram registradas, até aqui, mais de 36 mil mortes no território britânico e mais de 28 mil espanhóis morreram vítimas da doença.

Único país europeu em que futebol não parou, Bielo-Rússia tem final emocionante

Isto É

A Bielo-Rússia foi o único país da Europa em que o futebol profissional seguiu sendo jogado normalmente apesar da pandemia do novo coronavírus. Com isso, o calendário dos jogos permaneceu e neste domingo pode ser realizada a final da Copa do país entre BATE Borisov e Dinamo Brest, na cidade de Minsk.

E não faltou emoção na partida. O BATE Borisov sagrou-se campeão com um gol no último minuto da prorrogação, anotado pelo zagueiro Volkov. O herói do título aproveitou confusão na área após cobrança de escanteio e conseguiu mandar a bola para as redes.

Na comemoração, ninguém deu a mínima para os protocolos de distanciamento social, como seria de se esperar. Todos os jogadores do BATE Borisov, incluindo os reservas, foram abraçar Volkov e celebraram o título juntos. A final também teve a apresentação de líderes de torcida e as cerimônias de entregas das medalhas e da taça aconteceu normalmente.

A partida contou com público nas arquibancadas, como em todos os jogos no país durante a pandemia do novo coronavírus. Mas o acesso é restrito. Todos os torcedores têm suas temperaturas medidas na entrada do estádio e apenas pessoas do mesmo grupo social podem ficar juntas.

Agora, o BATE Borisov se volta à busca para retomar o título do Campeonato Bielo-Russo, após ter sua hegemonia de 12 títulos consecutivos quebrada pelo Dinamo Brest em 2019. A equipe da cidade de Borisov lidera o torneio com 22 pontos em 10 jogos, um a mais que o segundo colocado Energetik BGU. O torneio ainda tem mais cinco rodadas a serem disputadas.

Após quebrarem regras de isolamento, jogadores do Sevilla pedem desculpas

Ogol

Uma imagem polêmica gerou grande repercussão na Espanha depois que Lucas Ocampos, Franco Vázquez, Luuk de Jong e Éver Banega,todos jogadores do Seviila, terem sido flagrados contrariando as regras da quarentena impostas para o retorno do futebol no país.

Momentos depois da divulgação da foto, que foi veiculada pelo jornal Marca, os atletas foram até as redes sociais e pediram desculpas publicamente. As mensagens foram compartilhadas pelo clube da Andaluzia.

“Queremos pedir desculpas e reconhecer que cometemos um erro, prejudicando a imagem do clube. Por isso, só podemos pedir desculpa ao clube, aos colegas, ao corpo técnico e à sociedade em geral. Garantimos que aprendemos e que não vamos voltar a repetir ações como estas”. disse uma das mensagens.

Apesar do pedido público de desculpas, é possível que o Sevilla seja penalizado pela La Liga, uma vez que os jogadores participaram e promoveram uma aglomeração, algo extremamente proibido no plano estipulado pelos órgãos que estudaram a volta do futebol espanhol, marcado para 12 de junho.

Vale destacar que o primeiro jogo do Sevilla após a paralisação do Campeonato Espanhol será contra o adversário da cidade, um dérbi diante do Betis, no Ramón Sánchez Pizjuán.

Crise financeira faz com que marketing esportivo ganhe força no futebol

Terra

Sem jogos ao vivo, sem torcedores em seu estádio e nem mesmo perspectiva de retorno aos gramados, os clubes brasileiros precisam se reinventar neste período de isolamento social para não se afundar em dívidas e conseguir criar formas de obter renda. Uma forma que pode salvar ou amenizar as finanças é o investimento no marketing esportivo e a artimanha de saber aproveitar o momento para valorizar sua marca e de seus parceiros comerciais.

A tendência é que os jogos voltem a ser realizados sem presença de público. A bilheteria, uma importante fonte de renda, não existirá. Com isso, a transmissão na TV e o relacionamento virtual com os torcedores serão ainda mais importantes. O Estadão ouviu especialistas em marketing esportivo para explicar como os clubes podem aproveitar esse momento.

A consultoria Two Circles fez um estudo em que prevê que o valor gasto em esportes pelo mundo cairá cerca de 37% nesta temporada, em razão do novo coronavírus. No ano passado, foram gastos US$ 46,1 bilhões (R$ 258, 2 bilhões) e esse ano, o valor deve ser algo em torno de US$ 28,9 bilhões (R$ 161,8 bilhões) em todo o mundo. E há quem aposte que a redução será mais grave. O estudo ainda apontou que 53% dos principais eventos esportivos neste ano serão cancelados ou adiados para 2021.

Para tentar recuperar o dinheiro que está deixando o esporte, investir em diversas formas de comunicação é fundamental para os clubes. “Torcedores estão em casa vendo internet, Facebook, Lives e Whatsapp. Esses grupos deveriam ser ativados pelos clube. Por que não usar os atletas para fazer lives e ativações personalizadas? Construir uma história de envolvimento com seu torcedor? O momento é de construir um novo modelo de patrocínio, que envolva engajamento do torcedor”, disse Fernando Fleury, CEO da Armatore (agência de marketing esportivo) e PhD em marketing.

O desafio dos clubes é deixar de lado, ou diminuir, o marketing físico e investir no virtual. “O mundo está mudando e com essa pandemia, mudará ainda mais. O fã continua atrás do clube, de converter ações para os clubes e o patrocinador continua querendo aparecer”, lembra Gustavo Herbetta, fundador e CCO da Lmid (agência de marketing esportivo) e diretor comercial da Federação Paulista de Futebol. Ele também foi superintendente de marketing do Corinthians entre 2015 e 2017.

Financeiramente, a TV ainda é muito importante para os clubes, em razão dos valores pagos em direitos de transmissão, mas quanto a visibilidade, a tendência é que a internet assuma o protagonismo em breve. “Antes, o digital era um complemento. Hoje, o digital é uma realidade”, resume Herbetta. “Alguns clubes têm investido em ações nas redes. Isso é uma forma interessante de manter sua marca e de seus patrocinadores visíveis”, completou Fleury.

Alguns clubes têm feito ações que chamam atenção pela criatividade. O Bahia vendeu ingressos, de forma simbólica, para o jogo contra o Fluminense, pela semifinal do Brasileiro de 1988 – o jogo iria passar no canal SporTV. O valor do ingresso era R$ 5 e o dinheiro seria destinado para o Programa Dignidade aos Ídolos, que ajuda ex-atletas do clube. O Ceará criou o DNA Vozão, um projeto em que o torcedor responde perguntas, em formato de quiz, e participa de diversas ações que permitem aos fãs participarem de sorteios que dão diversos :: LEIA MAIS »

Resultado de reunião de Crivella com clubes mostra ‘ganho político’ do Fla

Uol

O resultado da reunião de ontem (24) entre clubes, Federação de Futebol do Rio (Ferj) e o prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) pode ser considerado um ganho político do Flamengo nos bastidores. No encontro, ficou alinhado que os treinos podem voltar a partir de amanhã (26) e a possibilidade de o Campeonato Carioca retornar a partir do dia 14.

A cúpula rubro-negra já se movimentava em prol desta retomada das atividades. Desde o início da pandemia de coronavírus, a diretoria já se mostrava favorável à volta e, nos últimos dias, ganhou “aliados” nesta disputa.

O Flamengo foi o último clube a comunicar que estenderia as férias coletivas até o fim de março e, antes disso, discutiu formas de seguir o planejamento inicial de voltar aos treinos no dia 21, buscando, inclusive, exemplos em agremiações estrangeiras. Porém, a movimentação não deu certo.

A diretoria, então, passou a se antecipar e “correr” com alguns trâmites, como a apresentação dos atletas e a realização dos testes para covid-19 – quando foi detectado que três jogadores estavam infectados.

Em meio a isso, a Ferj publicou resolução que deixava a cargo dos clubes a decisão de retomar as atividades, desde que cumprindo o protocolo estabelecido para se evitar o contágio.

Recentemente, o presidente Rodolfo Landim, juntamente com Alexandre Campello, presidente do Vasco, se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro para colocar à mesa justamente tal pauta. No dia seguinte, o elenco passou a fazer exercícios no gramado do CT Ninho do Urubu, mesmo sem a autorização das autoridades.

Em vídeo, Fenapaf pede que jogadores tenham acesso ao auxílio emergencial

MSN

Com o futebol no Brasil paralisado desde o início de março por conta da pandemia do novo coronavírus, a Federação Nacional de Atletas Profissionais do Futebol (Fenapaf) divulgou neste domingo uma campanha para que a categoria tenha acesso ao benefício mensal de R$ 600 que o governo disponibiliza durante esse período de crise.

O problema para os jogadores de futebol é que o presidente Jair Bolsonaro incluiu na lista de vetos ao auxílio emergencial, no mês passado, atletas e profissionais ligados ao esporte.

O vídeo que dura cerca de um minuto mescla jogadores de clubes de ponta – como o volante Felipe Melo, do Palmeiras, o meia Diego, do Flamengo, o zagueiro Digão, do Fluminense, o goleiro Everson, do Santos, e o meia D’Alessandro, do Internacional – e atletas que defendem equipes de menor projeção no país.

Além de recordar que há 24 mil atletas em atividade no Brasil, no vídeo é dito que os grandes salários e os contratos para uma temporada são restritos a uma minoria da categoria.

Diego, capitão do Flamengo, é um dos que apontam o contraste financeiro durante o vídeo. “Você pensa em atletas como eu, conhecidos, somos 4% da categoria”, disse. Em seguida, Mario Cesar, que atua no Real Ariquemes, de Rondônia, detalha: “Mas não pensa em mim porque não me conhece”.

Outros jogadores como Magnum, do Amazonas, detalham que atletas ganham em média “menos que três salários mínimos por mês”. Alex Dida, goleiro do Atlético Acreano, ressalta. “Este auxílio para mim não é privilégio, é sobrevivência”, afirmou.

Após os jogadores de clubes de ponta falarem “não é para mim”, o vídeo corta para atletas que atuam em equipes modestas, que completam com a frase: “É para nós”.

Vasco registra 7,4 mil renovações de sócios de forma antecipada

Globo Esportes

A torcida do Vasco, mais uma vez, respondeu. De forma antecipada, 7,4 mil sócios decidiram renovar os planos promocionais contratados ao final do ano passado. Trata-se do atendimento ao pedido do clube e do entendimento de que a receita é fundamental ainda mais em plena pandemia do novo coronavírus.

Foi em 24 de abril que a direção vascaína anunciou as regras para a renovação. Desde então, ações de estímulo foram desenvolvidas, como o recente vídeo produzido pela VascoTV. O foco era sensibilizar os 150 mil torcedores que se inscreveram no Sócio Gigante na época do oferecimento do desconto de 50% por seis meses.

Conforme a maior parte dos contratos assinados, a promoção acabou no domingo, dia 24 de maio. Na parcial das 23h, o balanço interno indicou que 7,4 mil pessoas optaram pela renovação antecipada. Deste total, 30% delas escolheram a opção sem benefícios, ou seja, decidiram pagar o valor integral, o que indica o entendimento de ajudar o clube. A decisão foi tomada apensar da retração no cenário econômico brasileiro e sem a perspectiva da retomada de jogos.

O Vasco, desde que alcançou 185.404 associados em dezembro, atingindo o posto de maior programa na América do Sul, tem visto o quadro ser reduzido. Fechou o mês de abril, por exemplo, com 176.190. No domingo, a conta estava em 175.302. Atualmente, a receita total é de cerca de R$ 4 milhões.

Para estimular a renovação antecipada, o Vasco ofereceu quatro opções, duas delas com com meses grátis, ou seja, manutenção de preço promocional. Eram assim:

Renovar por seis meses.
Renovar por seis meses com extensão de dois meses grátis (período sem jogos por causa da Covid-19).
Renovar por um ano.
Renovar por um ano com extensão de três meses grátis (período sem jogos por causa da Covid-19).
Financiamento da base e doações
Houve também mudanças no uso do dinheiro arrecadado. A partir de junho, o valor oriundo do plano “De Norte a Sul” (destinado a quem não mora no Rio) será totalmente direcionado a financiar as categorias de base. A atual mensalidade custa a R$ 14,98, e o cadastro indica que há 30 mil associados nessa modalidade. Uma arrecadação de aproximadamente R$ 450 mil por mês.

O Vasco decidiu ainda que 20% do arrecadado anualmente com a modalidade “Camisas Negras” (a opção popular) será doado a uma instituição social. Em 2019, o valor chegou a R$ 110 mil, que serão destinados ao Instituto Nacional do Câncer (INCA).









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