:: ‘Notícias’
Clubes avançam e definirão direitos internacionais do Brasileiro até sexta.
Uol

Os clubes anunciarão a venda dos direitos internacionais de transmissão do Campeonato Brasileiro na próxima sexta-feira (17). Os integrantes da Série A discutem três propostas para firmar contrato até o fim de 2023.
As tratativas avançaram na tarde de hoje (14), durante reunião entre a Comissão Nacional dos Clubes (CNC) e a CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Havia cinco ofertas sobre a mesa, mas restaram três após a videoconferência entre os dirigentes. O UOL Esporte apurou que os clubes preteriram a questão financeira, recusando inclusive valores superiores, em prol de consolidar as marcas a médio prazo no exterior…. – Veja mais em https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2020/04/14/clubes-avancam-e-definirao-direitos-internaci
As propostas que restaram não têm valores representativos, de acordo com fontes ligadas à reunião. Contudo, todos os participantes do encontro concordaram que o ideal é trabalhar com uma empresa que dê mais visibilidade fora do país. Em que pese a presença nas conversas, a CBF não tem voz ativa no assunto. O negócio se resume à decisão dos times.
As datas de pagamento da comercialização dos direitos internacionais de transmissão variam conforme as propostas. Haverá adiantamento do valor em todos os casos, mas os dias não são especificados.
A tentativa de fechar um contrato de direitos internacionais de transmissão do Campeonato Brasileiro voltou à pauta dos clubes durante a quarentena em função da pandemia do novo Coronavírus. Os times estão apressados por qualquer montante que possa cair em suas respectivas contas bancárias neste momento. O processo é liderado pelo presidente do Bahia, Guilherme Bellintani, e por membros de departamentos de marketing e captação de outros grandes.
‘Marta deveria ser reverenciada como o meu pai’, diz Kely, filha de Pelé
Super Esportes

Kely Nascimento De-Luca está em vias de lançar um importante documentário sobre o futebol feminino pelo mundo. O nome dela não desperta tanta curiosidade para a maioria das pessoas, mas ao olhar para a sua foto é impossível não lembrar do maior jogador de futebol de todos os tempos e com razão. Ela é a filha mais velha do Rei Pelé e espera aproveitar o nome tão respeitado do pai para ser ouvida e fazer com que o futebol feminino continue a crescer.
“Ele diz que o futebol é muito lindo e maravilhoso para pertencer só a algumas pessoas”, contou a primogênita do Rei, em entrevista ao Estado. Kely é cineasta e produtora audiovisual. Hoje, ela tem 53 anos e desde a adolescência mora nos Estados Unidos, onde pode ser “uma pessoa comum” e não a filha do Rei do Futebol. Ela mudou com o pai em 1975, quando ele deixou o Santos pelo New York Cosmos.
Apesar do apoio de Pelé, Kely passou a usar o nome do pai recentemente. Sua ideia sempre foi abrir caminhos com seus projetos e histórias e tentar mostrar para o mundo que as mulheres também podem ter espaço no futebol feminino.
“A Marta deveria ser reverenciada como meu pai. Não só por razão de mérito, mas porque isso inspiraria mais meninas no mundo inteiro. Não só ser jogadora, mas entender que tudo é possível para uma menina que luta e trabalha”, disse Kely, que também é embaixadora do Global Goals World Cup, organização que promove a igualdade de gênero no futebol pelo mundo.
Mas a filha do Rei tem esperança. “Eu vejo a Marta e a Rapinoe (jogadora dos Estados Unidos) e hoje eu tenho certeza que esse dia não está longe”. Com essa confiança é que surge o documentário “Warriors of the Beautiful Game” (Guerreiras do Jogo Bonito, em tradução livre) que conta os desafios das mulheres para conseguir ganhar espaço em um meio tão machista quanto o futebol. A previsão de lançamento é entre maio e junho
Corinthians vê manutenção do Paulistão como inviável por falta de datas
MSN

O Corinthians não enxerga de que maneira a atual edição do Campeonato Paulista pode continuar. A Gazeta Esportiva apurou que a cúpula alvinegra até entende que o ideal seria ir até o fim do torneio com os jogos, mas ausência de propostas que tornem a teoria viável condiciona o posicionamento do clube.
O presidente Andrés Sanchez tem representado o Corinthians em todas as reuniões com a FPF, diferente do que outros clubes fazem em alguns casos
Nesta quarta-feira, os presidentes das 20 equipes que disputam a Série A1 vão se reunir com Reinaldo Carneiro Bastos, mandatário na FPF, por meio de uma videoconferência. A tendência é que o Corinthians se coloque contra a manutenção do Paulistão.
O principal problema apontado pelos dirigentes corintianos é a falta de datas disponíveis no calendário.
A competição parou após o término da 10ª rodada da primeira fase, em 15 de março. Os times ainda jogariam mais duas rodadas antes da fase de mata-mata, que teria quartas e semifinais em confrontos únicos. Só a grande final seria em duas partidas, ida e volta.
A tabela ainda previa mais um mês completo e 11 dias de disputa até que o campeão fosse conhecido, o que aconteceria em 26 de abril, se tudo tivesse transcorrido normalmente.
O atual Tricampeão Estadual não acredita que seja possível encontrar datas em um calendário que, provavelmente, terá de ser todo espremido no segundo semestre.
Outro ponto observado pelos cartolas, e talvez até mais pertinente, é o fato de todos estarem “no escuro”, à espera da manifestação das autoridades de saúde do país, portanto, sem qualquer previsão de quando será possível ter bola rolando novamente. Seria como determinar que o Paulistão vai manter sua tabela antes de saber quando os jogos poderão voltar. Para o Corinthians, conforme apurou a Gazeta Esportiva, não faz sentido.
A equipe do Parque São Jorge não vence há seis rodadas, é apenas a 10º colocada na classificação geral, com 11 pontos, só dois pontos a mais que a Ponte Preta, primeiro membro da zona de rebaixamento. As chances de classificação também são remotas, pois o Guarani já soma 16 pontos e o Bragantino 17 pontos. A Ferroviária fecha o grupo D com os mesmos 11 pontos do Timão.
Maioria dos clubes da Série A e B decide estender férias dos jogadores
Terra

A Comissão Nacional de Clubes, órgão da CBF, anunciou nesta terça-feira que a maioria dos clubes da Série A e B do Campeonato Brasileiro concordaram em estender as férias dos jogadores até o dia 30 de abril. Segundo a entidade, o objetivo é preservar o calendário e todas as competições, desde os estaduais ao Brasileirão.
Em meio à pandemia do coronavírus, as férias haviam sido deslocadas para abril e terminariam originalmente no dia 21. Com o adiamento de dez dias, clubes e entidades terão um tempo maior para tomar uma decisão.
Em nota, a CNC não especifica quais clubes optaram pela extensão, mas esclarece que Flamengo, Vasco e Botafogo ainda não se decidiram, por esperar o resultados de estudos sobre a possibilidade de retomar o Campeonato Carioca já em maio.
Confira a nota da Comissão Nacional de Clubes
A Comissão Nacional de Clubes (“CNC”), órgão estatutário da CBF com independência deliberativa dos clubes, informa que em reunião realizada no dia de hoje, 14 de abril de 2020, os Clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro de Futebol, por expressiva maioria optaram por estender as férias de seus atletas até o dia 30 de abril de 2020, com o objetivo de preservar o calendário do futebol brasileiro e todas as suas competições (Estaduais, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro).
A CNC esclarece ainda, que 3 (três) clubes do Rio de Janeiro (Flamengo, Vasco e Botafogo) ainda não fizeram esta opção sobre a extensão de férias, tendo em vista aguardarem o resultado de estudos objetivando um possível retorno do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro no mês de maio, desde que isso não prejudique o calendário do futebol nacional.
Jesus ‘amolece’ com proposta do Flamengo e acredita em acordo na volta ao Brasil
Globo Esportes

São algumas semanas de silêncio em meio às incertezas sobre o futuro do futebol em 2020, mas o técnico Jorge Jesus passou férias em Portugal e ficou mais suscetível a resolver logo a renovação com o Flamengo na volta ao Brasil.
Com vínculo até o mês de junho, o treinador e seu agente terão pouco tempo, cerca de um mês, para retomar as conversas com os dirigentes rubro-negros quando os treinos e jogos forem reiniciados, caso isso ocorra em maio.
Ciente do cenário de indefinições em virtude da pandemia do coronavírus, Jorge Jesus já vê com outros olhos a primeira e única proposta formalizada pelo Flamengo, e pretende resolver o assunto sem avaliar alternativas na Europa.
Até porque elas não são tão boas nem concretas como o Flamengo.
Neste momento, o mister está focado na renovação e em encontrar o ajuste financeiro necessário para permanecer no clube carioca até o ano que vem.
Do lado de cá do oceano, o momento econômico obrigou o Flamengo a congelar as negociações. Nada foi tratado sobre prazo para definir a renovação, nem sobre novos valores.
Das duas partes, a sensação é de que buscar novos caminhos não é a melhor estratégia em um mundo novo que se anuncia para o esporte e para quem vive dele.
Jornal diz que novo Mundial de Clubes deve ser disputado em 2022
Lance

Porém, segundo o jornal “As”, da Espanha, a Fifa deve confirmar o novo Mundial de Clubes, que seria disputado em 2021, para 2022. A competição, que será realizada na China, deve ocorrer no mês de junho, a cinco meses da Copa do Mundo, que acontecerá entre novembro e dezembro, no Qatar.
A decisão será por conta de competições como Copa América e Eurocopa, que foram adiadas para 2021. A Fifa não deseja um conflito dos três torneios ao mesmo tempo.
O novo Mundial de Clubes terá 24 equipes de todo o mundo e os critérios para os times que disputarão serão decididos por cada confederação. O que se sabe é que o Flamengo, vencedor da Libertadores em 2019, é o único sul-americano confirmado até o momento.
Presidente da FFERJ garante “bolha de segurança” para volta aos treinos no Rio
Terra

A Federação de Futebol do Rio de Janeiro junto aos demais clubes seguem discutindo medidas para bancar o retorno do Campeonato Carioca. Na última segunda-feira(13), médicos de todas as equipes do torneio se reuniram para debater soluções de prevenção contra o coronavírus para, ao menos, a volta dos treinamentos.
Em entrevista ao canal Fox Sports, Rubens Lopes, presidente da FFERJ, garantiu que há condições de oferecer uma “bolha de segurança” para que até o final do mês de abril os times voltem aos treinos.
“No momento temos condições de oferecer uma bolha de segurança para o inicio dos treinamentos, eu acho que estaremos preparado antes do final desse mês, com tudo pronto antes do final desse mês”.
No entanto, Rubens Lopes ressaltou que o retorno da competição só acontecerá com autorização dos órgãos de saúde do país.
“Não significa que venha acontecer(a volta dos jogos) nesse período. Vai ser entregue amanhã o protocolo de segurança, mas o retorno depende de autorização superior, não é da CBF, FIFA de ninguém, é da autoridade de saúde”.
Apesar de não estipular uma data para o retorno, a intenção da federação, assim como da maioria dos clubes, é de que em meados de maio, o campeonato estadual possa ser reiniciado, sem torcida. Rubens Lopes, inclusive, acredita que nem tão cedo o torcedor voltará ao estádio.
“Quanto ao retorno de competição é uma outra etapa, e aqui vai uma opinião, entendemos que dificilmente, e até mesmo nas competições nacionais, essas partidas venham a ser realizadas com portões abertos, acho que isso não deve acontecer”.
O debate sobre o retorno dos jogos deverá ser longo, segundo apurado pela reportagem da Goal, o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, não vê com bons olhos a volta dos jogos no mês de maio.
O medo que gera a volta do mata-mata
Uol

Clubes, federações e CBF estão em pleno debate. O que fazer com o futebol brasileiro? Retomam os Estaduais? Deixam para lá? Como perder menos dinheiro? Como salvar os clubes pequenos da falência completa? E o Brasileirão?.
Os clubes querem, de qualquer maneira, que o Brasileiro tenha as tais 38 rodadas. O que me parece um devaneio no momento, a não ser que, efetivamente, resolvam adequar nosso calendário ao europeu e acabar o campeonato no meio de 2021 – o que parece estar fora da questão para a CBF.
É óbvio que, quando for retomado e por bastante tempo, o futebol será jogado com portões fechados. Para que, então, fazer todo mundo viajar para lá e para cá? Qual o ponto de um clube do Sul viajar até Fortaleza para jogar com portões fechados? E vice-versa.
A proposta mais interessante que vi até agora seria a da divisão em dois grupos e jogos todos no Estado de São Paulo, que é onde há mais estádios. Clubes ficaram confinados em hotéis e sairiam para jogar. Haveria quatro classificados em cada grupo e mata-mata no fim. Outra opção seria fazer turno único, diminuindo o número de rodadas pela metade, e mata-mata no fim.
Qualquer opção de encurtar o campeonato, e neste momento não parece haver qualquer solução que não passe pelo encurtamento de datas, acabará em mata-mata.
E aí começam as vozes que gritam, que na verdade morrem de medo do mata-mata.
Porque o mata-mata é simplesmente mais legal que os pontos corridos, engancham mais as pessoas e nos remetem a tempos em que o futebol brasileiro era mais divertido, em que os grandes jogos eram vistos por todos – e não o que acontece hoje com os pontos corridos, em que torcedores assistem apenas aos seus próprios times.
Eu entendo totalmente o ponto dos clubes, que argumentam financeiramente. Precisam dos 38 jogos para receber o que têm em contrato com a TV, garantir bilheteria, etc. Eu entendo que os pontos corridos sejam melhores do que o mata-mata para os cofres dos 20 clubes que estiverem na Série A. O que não entendo é que eles achem mesmo que, neste momento da história do mundo, as finanças deles continuarão iguais.
Na Europa, várias ligas conversam sobre a solução mata-mata. Ninguém lá quer mudar o sistema de disputa, apenas querem dar um jeito de passar por isso acabando as temporadas já iniciadas. O mata-mata seria a melhor solução para o Brasileirão neste ano. Mas desperta medo. Muuuuuito medo.
É o medo de as pessoas se lembrarem como era legal.
Conmebol avalia anular Libertadores e Sul-Americana de 2020, mas clubes acham ‘péssima ideia’
MSN

A Conmebol estuda a possibilidade de anular a Libertadores da América e a Copa Sul-Americana de 2020 por conta de todo o cenário vivido diante da pandemia do novo coronavírus.
O órgão, presidido pelo paraguaio Alejandro Domínguez, avalia esta ação por conta dos diferentes estágios de contaminação da COVID-19 em toda a América do Sul.
Ainda é apenas uma hipótese, mas a entidade tem consultado os clubes sobre a mesma. E eles têm regido na linha de ser uma “péssima ideia”.
A preocupação dos mesmos se dá por vários motivos: perda de receita e visibilidade, além da questão esportiva.
As informações são do jornalista da ESPN Brasil Jorge Nicola em seu blog no portal Yahoo!.
“Seria um caos transportar delegações de 30, 40 ou 50 pessoas de um país para outro no nosso continente”, disse ao jornalista o presidente de um clube da Série A do Campeonato Brasileiro.
“Não daria para fazermos toda a Libertadores numa única cidade, até porque só estamos no começo do torneio”, seguiu o dirigente.
Clubes decidem por mais 10 dias de férias para jogadores antes de reunião por direitos internacionais
Globo Esportes

Em reunião nesta tarde com a CBF e representantes dos clubes das séries A e B, os dirigentes chegaram a consenso para estender por mais 10 dias as férias de jogadores. Portanto, a volta que seria dia 21 de abril, passa para início de maio. A decisão tem efeito dos clubes e federações ganharem mais tempo para organizar os departamentos e protocolos médicos para possível retorno ao futebol.
A ideia dos clubes de estender as férias dos jogadores foi adiantada no blog do PVC, do jornalista Paulo Vinicius Coelho, no GloboEsporte.com. O presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, encarregado da negociação com os atletas, vai repassar a decisão aos jogadores e sindicatos.
– Houve consenso dos clubes para depois, mais adiante, ganhar mais dias no fim do ano – disse um dos dirigentes que participa da reunião online.
Mais cedo, Sergio Sette Câmara, do Atlético-MG, também falou sobre a intenção de aumentar o período de férias. Mas mostrou preocupação com o que vai vir depois do fim do novo período.
– A ideia é aumentar para mais 10 dias. Isso vai acontecer não só com o Atlético, mas com todos os clubes. Até por orientação da própria CBF, da Comissão Nacional dos Clubes. Mas, depois, a partir de 1 de maio, essas férias acabam e aí, como é que vai ser? A tendência é a licença remunerada, mas até quando os clubes conseguirão pagar essas licença remunerada é o “xis” da questão – disse o dirigente do Galo.








