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O volante Aírton se apresentou ao Flamengo no fim da tarde desta segunda-feira, e já fez seu primeiro treino como jogador do Flamengo. Ele chegou por empréstimo de um ano ao Rubro-Negro, vindo do Benfica, de Portugal.

Aírton também concedeu sua primeira entrevista como reforço rubro-negro. Apesar das poucas palavras, o volante disse estar feliz com a volta ao clube em que se sagrou campeão brasileiro em 2009, quando foi um dos destaques do time.

Está sendo muito bom. Estou feliz por ter voltado, em ver os amigos e poder jogar perto da torcida do Flamengo. Minha família também está feliz com a volta. Quero retribuir a confiança que depositaram em mim.

Leia o restante da matéria:

TEMPO PARA SE READAPTAR:

Não sei. Já conversei com os jogadores, a partir de sexta-feira devo trabalhar com o grupo. Mas não sei ainda de quanto tempo que vou precisar.

LEMBRANÇAS:

Minha maior lembrança é o título brasileiro de 2009. Foi muito importante para mim. Quase ninguém acreditava e fomos buscando o título com seriedade e humildade.

SOBRE O ATUAL MOMENTO DO FLA:

O Flamengo é um clube muito grande. Com alguns empates, a torcida e a imprensa caem em cima, mas temos que conviver com isso, treinar com tranquilidade. É bom chegar nesse período.

ESTADIA NO BENFICA:

Eu até me adaptei bem, mas era opção do técnico. O elenco era muito bom, e só podem jogar 11. Preferiram me emprestar para jogar mais um pouco. Agradeço ao Flamengo por ter se empenhado em me trazer de volta.

AMADURECIMENTO:

Aprendi muito em Portugal, e o técnico me ensinou muita coisa que pode me ajudar aqui no Flamengo. Para mim, será importante. Como todos aqui têm potencial, chego para poder ajudar o grupo.

FUNÇÃO EM CAMPO:

No Benfica, joguei como volante, minha posição de origem, e que gosto de jogar. O técnico também me aproveitou como lateral direito. Mas estou aqui para ajudar. Em qualquer posição que o Luxemburgo achar que deve me colocar, eu entrarei e farei meu papel.

WILLIANS:

Meu relacionamento com ele é muito bom. É um ótimo jogador, e tomara que a gente repita o que aconteceu em 2009, com o título brasileiro.

CAMISA NÚMERO 55:

Apenas escolhi. Minha esposa, Darlene, pediu o 55, foi ela quem falou. É coisa da cabeça dela.