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:: 26/jun/2013 . 8:50

Vilar testa o Botafogo-PB no 3-5-2, com Marcel e Mario entre os titulares

Globo Esportes da Paraíba

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Seguindo a rotina de treinos durante este recesso da Série D do Campeonato Brasileiro, o Botafogo-PB fez um coletivo na tarde desta terça-feira no campo do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB). Durante a atividade, o técnico Marcelo Vilar testou o time no esquema 3-5-2, com os zagueiros Marcel e Mario entre os titulares.

Adepto do 4-4-2 desde que chegou ao Belo, Vilar variou a escalação no treino de hoje e deu indícios de que essa pode ser um alternativa usada durante a disputa da Série D. Desde que Thuran deixou o clube, ao final do Campeonato Paraibano, o time ficou carente de um companheiro de zaga para André Lima. Com as chegadas de Marcel e Mario, parecia estar surgindo uma disputa entre os dois pela vaga de titular, mas a atividade de hoje mostrou que, talvez, haja espaço para todos.

No amistoso do último sábado, quando o Botafogo goleou o Vera Cruz-PE por 5 a 1 no Almeidão, Marcel jogou o primeiro tempo ao lado de André Lima e Mario compôs a zaga com Éverton na segunda etapa.

A escalação inicial do coletivo de hoje foi a seguinte: Genivaldo, Mario, Marcel, André Lima; Ferreira, Zaquel, Pio, Doda e Celico; Warley e Thiaguinho. Com essa formação, os titulares abriram 2 a 0 nos reservas. Vilar ainda fez algumas substituições. O lateral-esquerdo Rodrigo Ninja entrou no lugar de Celico e logo na sua primeira jogada deu um passe para Warley marcar mais um gol.

Outra mudança considerável que Vilar fez no time foi no ataque, onde conta com várias opções. Assim como no amistoso contra o Vera Cruz, Warley e Thiaguinho começaram como titulares. A primeira alteração foi a entrada de Romarinho, que marcou dois gols no amistoso, no lugar de Thiaguinho. Depois, Warley deu lugar a Rafael Aidar e, assim, a nova dupla de ataque foi quem encerrou o coletivo.

Com cinco atacantes, Givanildo pode mudar esquema tático do Sergipe

Globo Esportes de Sergipe

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No início da temporada, ainda na Copa Governo do Estado, o técnico Givanildo Sales sofreu com a carência de atacantes no time colorado, apenas Fabinho Cambalhota e Nivaldo eram as opções. Hoje, a realidade do setor ofensivo rubro é diferente. Giva tem um bom cardápio. Fabinho Cambalhota, Lucão, Pirambu, Leandro Kível e o recém-contratado Ila disputam as vagas.

Lucão e Fabinho estão embalados do título no Estadual e foram bem no início do Campeonato Brasileiro da série D, até marcaram gols. Kível, artilheiro do Sergipão pelo River Plate, também deixou a sua marca quando estreou pelo Sergipe. O jovem Pirambu, de 18 anos, foi decisivo em um jogo do Campeonato Sergipano, marcando 2 gols em poucos minutos, mas ainda não teve uma oportunidade no Brasileiro.

Além deles, Ila, que veio do Sousa-PB, é mais um concorrente de peso, pois tem passagens por clubes como Santa Cruz, Central-PE e Vitória da Conquista-BA. Ila fala que todos têm qualidade e que ele precisa também fazer um bom trabalho para ganhar seu espaço na equipe titular.

Sábado já será um bom teste para os atletas e para o comandante. O Sergipe enfrentará o Vitória-BA, em um amistoso na cidade de Carmópolis, às 16h no estádio Fernando França.

CSA encerra preparação para amistoso contra o Ypiranga

Cada Minuto

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Com um treino coletivo forte, na tarde desta terça-feira (25), o CSA encerrou a preparação para o amisto desta quarta-feira, contra o time pernambucano do Ypiranga, time pernambucano que disputa a Série D e pode ser adversário do CSA na fase seguinte da competição nacional.

Depois do amistoso do último sábado contra o Miguelense em São Miguel dos Campos, vencido pelo CSA por 2 a 1 e tendo em vista que o adversário deste meio de semana será ainda mais difícil, o técnico Beto Almeida pôde escalar um time que pode jogar na Série D, contra o Botafogo da Paraíba no dia 7 de julho.

Com um time mesclando jogadores que estrearam na Série D e outros atletas que foram testados posteriormente, o time marujo deve formar com Flávio, Aderlan, Odair Lucas, Wagner Silva e Léo Medeiros; Robson, Elyeser, Marielson e Alex Henrique; Cecel e Rogélio Balotelli.

Este deve ser o time que entra em campo contra o Ypiranga. Porém, mesmo querendo manter uma base semelhante para o jogo contra o Botafogo-PB, dependendo do resultado o treinador pode promover mudanças.

CSA e Ypiranga realizam amistoso nesta quarta-feira (26), às 20h30 no estádio Rei Pelé. As duas equipes, disputam a Série D e podem ser adversários na segunda fase da competição nacional.

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Após Maracanaço, Brasil sofreu só uma derrota em casa para Uruguai

Gazeta Esportiva

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A vitória sobre o Brasil na final da Copa do Mundo de 1950, no Maracanã, inspira o Uruguai até hoje em partidas contra a equipe verde-amarela. Porém, se depender do retrospecto depois do Maracanaço, o time celeste não tem tantos motivos para se empolgar para a semifinal da Copa das Confederações, que será disputada nesta quarta-feira, no Mineirão. Depois da histórica vitória na única final de Copa realizada até hoje no Brasil, os uruguaios atuaram novamente em território brasileiro mais 17 vezes contra os anfitriões e venceram apenas uma partida, em 25 de novembro de 1992, em um controverso amistoso disputado no estádio Amigão, em Campina Grande, que terminou com vaias da torcida local.

Sem jogadores dos clubes europeus, o então técnico do Brasil, Carlos Alberto Parreira, formou os titulares apenas com atletas que atuavam no futebol brasileiro, ouvindo muitas reclamações das agremiações, que tiveram de liberar suas estrelas. A edição do jornal A Gazeta Esportiva do dia do jogo comprovou o desconforto dos times, mas exaltou também a sequência invicta que se estendia desde 1950. “Para dar um interesse maior a um jogo que muitos criticam pela época em que é realizado, ainda há o fato de que o Uruguai está na chave do Brasil nas Eliminatórias. No entanto, há uma curiosidade no fato de o Brasil estar invicto contra a ‘Celeste Olímpica’ desde 1950 nos jogos que foram realizados no nosso País”, informou o diário.

Mas a invencibilidade em casa acabou naquela noite, justamente quando o técnico do Brasil no Maracanaço, Flávio Costa, estava nas arquibancadas, junto com outros ex-atletas homenageados, como Nilton Santos, que chegou a chorar de emoção. “Esta homenagem chegou atrasada, pois muitos já se foram. Mas antes tarde do que nunca”, comentou, em reportagem de A Gazeta Esportiva. A Seleção caseira começou com um ritmo forte e abriu o placar, com gol do atacante Edmundo, que era do Vasco na época. A situação começou a se complicar quando o atacante Evair sofreu uma distensão muscular ainda no primeiro tempo, dando lugar a Nilson. A equipe local sofreu uma queda gradual de rendimento e levou o empate em lance infeliz do goleiro Gilmar.

“Fui na bola achando que ela estava fácil, mas o chute do Cabrera veio com muito efeito. Melhor perder agora do que nas Eliminatórias”, lamentou o arqueiro, enquanto Parreira se conformava por não ter contado com atletas que atuavam no exterior.

Os uruguaios, que reclamaram de cansaço assim que chegaram ao Brasil, exibiram um condicionamento físico capaz de virar o placar depois do gol de Edmundo. Cabrera e Guerra garantiram a vitória para os visitantes, em resultado considerado histórico pelos principais jornais do país vizinho no dia seguinte. Afinal, desde o Maracanaço, a celeste acumulava dez derrotas e um empate em território brasileiro. O tropeço de virada tirou a paciência da torcida em Campina Grande. Antes de a bola rolar, os atletas elogiaram todo o apoio que receberam dos fãs no local, mas a situação mudou com o resultado. “Vaias para o Brasil”, exibiu a edição de A Gazeta Esportiva no dia seguinte à derrota.

Porém, depois do amistoso em Campina Grande, o Brasil retomou sua soberania em casa contra o Uruguai. Desde o tropeço em 1992, a Seleção não perdeu mais em seus domínios para o adversário (três vitórias e dois empates). Nesta quarta-feira, às 16 horas (de Brasília), o time de Luiz Felipe Scolari precisa manter o retrospecto para avançar à decisão da Copa das Confederações.

Brasil encara Uruguai em palco de ‘novidades’ para o craque Neymar

Globo Esportes

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Três de novembro de 2012. O Santos goleou o Cruzeiro por 4 a 0, em Belo Horizonte, e Neymar foi aplaudido pela torcida rival. Vinte e quatro de abril de 2013. O Brasil empatou com o Chile em 2 a 2, também na capital mineira, e o atacante escutou a pior vaia de sua carreira. Vinte e seis de junho de 2013. Na semifinal da Copa das Confederações, às 16h (de Brasília), contra o Uruguai, no Mineirão, o agora craque do Barcelona tem a chance de, enfim, viver uma situação “normal” na cidade: ser ovacionado por quem torce por ele, como foi em Brasília, Fortaleza e Salvador.

– As coisas ruins a gente esquece, deixa para trás. Quero continuar fazendo gols e ajudando a Seleção – declarou recentemente Neymar, em relação às vaias.

Embalado pelas vitórias sobre Japão, México e Itália na primeira fase, o Brasil encontra uma Celeste que perdeu da Espanha, mas depois venceu a Nigéria por 2 a 1 e goleou o Taiti por 8 a 0. Em seu favor, o Uruguai tem um retrospecto interessante sob o comando de Óscar Tabárez: eliminou os anfitriões dos três torneios oficiais que disputou recentemente (a Venezuela, na Copa América de 2007, a África do Sul, na Copa do Mundo de 2010, e a Argentina, na Copa América de 2011).

– Da mesma maneira que nós teremos atenção com Forlán, Cavani e Suárez, se perguntarem ao Tabárez, ele também vai ter em relação a fulano, beltrano, cicrano… – declarou o técnico da seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari.

Desacreditado no início da competição devido à fraca campanha nas eliminatórias para a Copa de 2014 (atualmente ocupa a quinta posição, o que o levaria à repescagem), o Uruguai chega ao Mineirão disposto a estragar mais uma vez a festa do dono da casa. Foi assim nas três últimas competições que a Celeste participou: em 2007 e 2011, eliminou Venezuela e Argentina, respectivamente, na Copa América. Em 2010, venceu a África do Sul por 3 a 0 na fase de grupos da Copa do Mundo e ajudou a eliminar o anfitrião.

Diante do Brasil, a tendência é que Óscar Tabárez repita a formação ofensiva que derrotou a Nigéria por 2 a 1, com Forlán, Suárez e Cavani no ataque. Pelo menos esta foi a dica dada pelo treinador durante o treino fechado no Independência na tarde de terça-feira. A única dúvida parece ser no meio, entre Diego Pérez e Arévalo Rios. No Mineirão, os jogadores fizeram apenas o reconhecimento do gramado. Na última entrevista coletiva antes do jogo, porém, o comandante preferiu não revelar a escalação.

– Não vou revelar a escalação. Tivemos apenas um treino antes do jogo, e o tempo de trabalho foi curto. O fato de termos trabalhado com portas fechadas, como outras seleções fazem, não é mistério. Estamos só obedecendo as regras da competição. Não somos obrigados a abrir o treino, e isso ainda nos é conveniente – resumiu Tabárez.











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